terça-feira, abril 02, 2013
quarta-feira, março 06, 2013
S.S. Bento XVI, um Papa Pró-Vida!
"Como é amarga a ironia daqueles que promovem o aborto entre as curas para a saúde materna. É desconcertante a tese daqueles que acreditam que a eliminação da vida é um assunto de saúde reprodutiva."
"(...) Sua Santidade aproveitou a oportunidade para falar sobre os requerimentos da lei moral natural e o consistente ensinamento da Igreja sobre a dignidade da vida humana da concepção à morte natural que obriga a todos os católicos, especialmente aos legisladores, juristas e aqueles responsáveis pelo bem comum da sociedade a trabalhar em cooperação com todos os homens e mulheres de boa vontade na criação de um sistema justo de leis capazes de proteger a vida humana em todos os estágios de seu desenvolvimento."
"Caminho para a consecução do bem comum e da paz é, antes de mais nada, o respeito pela vida humana, considerada na multiplicidade dos seus aspectos, a começar da concepção, passando pelo seu desenvolvimento até ao fim natural. Assim, os verdadeiros obreiros da paz são aqueles que amam, defendem e promovem a vida humana em todas as suas dimensões: pessoal, comunitária e transcendente. A vida em plenitude é o ápice da paz. Quem deseja a paz não pode tolerar atentados e crimes contra a vida.Aqueles que não apreciam suficientemente o valor da vida humana, chegando a defender, por exemplo, a liberalização do aborto, talvez não se dêem conta de que assim estão a propor a prossecução duma paz ilusória. A fuga das responsabilidades, que deprecia a pessoa humana, e mais ainda o assassinato de um ser humano indefeso e inocente nunca poderão gerar felicidade nem a paz. Na verdade, como se pode pensar em realizar a paz, o desenvolvimento integral dos povos ou a própria salvaguarda do ambiente, sem estar tutelado o direito à vida dos mais frágeis, a começar pelos nascituros? Qualquer lesão à vida, de modo especial na sua origem, provoca inevitavelmente danos irreparáveis ao desenvolvimento, à paz, ao ambiente. Tampouco é justo codificar ardilosamente falsos direitos ou opções que, baseados numa visão redutiva e relativista do ser humano e com o hábil recurso a expressões ambíguas tendentes a favorecer um suposto direito ao aborto e à eutanásia, ameaçam o direito fundamental à vida."
"(...) falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural"
"No que se refere à Igreja Católica, o interesse principal das suas intervenções no campo público é a tutela e a promoção da dignidade da pessoa e, por conseguinte, ela chama conscientemente a uma particular atenção aos princípios que não são negociáveis. Entre eles, hoje emergem os seguintes:
tutela da vida em todas as suas fases, desde o primeiro momento da concepção até à morte natural; reconhecimento e promoção da estrutura natural da família, como união entre um homem e uma mulher baseada no matrimónio, e a sua defesa das tentativas de a tornar juridicamente equivalente a formas de uniões que, na realidade, a danificam e contribuem para a sua desestabilização, obscurecendo o seu carácter particular e o seu papel social insubstituível; tutela do direito dos pais de educar os próprios filhos."
sábado, janeiro 12, 2013
Aborto: impedimento para a verdadeira paz
"Caminho para a consecução do bem comum e da paz é, antes de mais nada, o respeito pela vida humana, considerada na multiplicidade dos seus aspectos, a começar da concepção, passando pelo seu desenvolvimento até ao fim natural. Assim, os verdadeiros obreiros da paz são aqueles que amam, defendem e promovem a vida humana em todas as suas dimensões: pessoal, comunitária e transcendente. A vida em plenitude é o ápice da paz. Quem deseja a paz não pode tolerar atentados e crimes contra a vida.
Aqueles que não apreciam suficientemente o valor da vida humana, chegando a defender, por exemplo, a liberalização do aborto, talvez não se dêem conta de que assim estão a propor a prossecução duma paz ilusória. A fuga das responsabilidades, que deprecia a pessoa humana, e mais ainda o assassinato de um ser humano indefeso e inocente nunca poderão gerar felicidade nem a paz. Na verdade, como se pode pensar em realizar a paz, o desenvolvimento integral dos povos ou a própria salvaguarda do ambiente, sem estar tutelado o direito à vida dos mais frágeis, a começar pelos nascituros? Qualquer lesão à vida, de modo especial na sua origem, provoca inevitavelmente danos irreparáveis ao desenvolvimento, à paz, ao ambiente. Tampouco é justo codificar ardilosamente falsos direitos ou opções que, baseados numa visão redutiva e relativista do ser humano e com o hábil recurso a expressões ambíguas tendentes a favorecer um suposto direito ao aborto e à eutanásia, ameaçam o direito fundamental à vida."
terça-feira, fevereiro 14, 2012
"É hora de admitir que a Igreja sempre esteve certa sobre a contracepção"
![]() |
| S.S. Paulo VI |
Continue lendo
https://contraoaborto.wordpress.com/2012/02/14/e-hora-de-admitir-que-a-igreja-sempre-esteve-certa-sobre-a-contracepcao/
quinta-feira, outubro 28, 2010
Não esqueceremos!

"ao defender a vida 'não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo'"(Evangelium Vitae, 82)Como deixar de lembrar e louvar o abnegado e incansável trabalho de D. José Cardoso Sobrinho pela preservação da vida de seres humanos ainda não nascidos? Como deixar de lembrar a onda de fúria que se abateu sobre sua pessoa e sobre a Igreja? E enfrentando esta vaga de ódio lá estava D. José, defendendo os ensinamentos da Santa Igreja com a força que vem do alto.
D. José "lutou o bom combate", jamais contemporizou com o mal para se tornar mais popular. Enquanto era incompreendido por tantos e odiado por muitos outros, lá permanecia D. José onde a Igreja precisava que ele estivesse: cumprindo sua missão de pastor, jamais conformando-se com a mentalidade deste mundo
Neste momento em que o Santo Padre esclarece mais ainda o que sempre foi ensinado pela Igreja, o que demonstra a urgência da questão da defesa da vida e a loucura dos que lhe são contrários, lembremos de D. José Cardoso Sobrinho e sua coragem de profeta.
Obrigado, Dom José!
domingo, abril 25, 2010
Contracepção artificial: "A madrugada da enganação demoníaca"

quinta-feira, abril 15, 2010
Campanha "REZEMOS PELO SANTO PADRE"

O Evangelho desse domingo faz referência ao sucessor de Pedro. “Apascenta minhas ovelhas”, diz o Senhor. Pedro apascenta o rebanho dos cristãos; chegou a hora de agradecermos a coragem e o ânimo com o qual o Papa Bento XVI tem conduzido a Igreja nesse início de milênio. Chegou a hora de rezarmos por aquele que, todos os dias, reza por nós.
Como? Na Missa deste Domingo, ofereceremos nossas preces de forma especial pelo Santo Padre. Vale até mesmo permanecer na Igreja, ou preferencialmente diante do Santíssimo Sacramento, por alguns minutos após a Santa Missa, oferecendo a Nosso Senhor as preces de toda a Cristandade pelo Sumo Pontífice, a fim de que, pelas gloriosas e ternas mãos da Santíssima Virgem Maria, o Senhor nunca lhe permita faltar a assistência do Espírito Santo, e conceda a fortaleza, a sabedoria e a coragem, para que ele continue sendo o espelho do Bom Pastor que tem sido nestes 5 anos de pontificado, e que ele não sucumba diante das críticas e ataques da mídia secular, dos ateus, dos agnósticos, e de todos os inimigos da Igreja.
Domingo será um dia de união. Unamo-nos com os cristãos católicos de outras partes do mundo, que também estarão intercedendo pelo Santo Padre. Unamo-nos com os santos apóstolos, as virgens, os mártires, os anjos e santos do Céu, e a Bem-Aventurada Virgem Maria, enfim, Igreja militante e triunfante, em sinal de profunda e sincera adesão ao nosso Pastor neste mundo de Exílio.
==========
Nosso compromisso: oferecer preces e orações(*) pelo Santo Padre Papa Bento XVI
Onde: cada um em sua própria paróquia
Quando: neste Domingo, 18/04/2010, na Santa Missa
* Sugestão: oferecer um terço ou, ao menos, um Pai-Nosso, três Ave-Marias, um Glória e uma Salve Rainha.
terça-feira, outubro 20, 2009
Preservativos: e o Papa continua certo...

sábado, março 21, 2009
S.S. Bento XVI x Presidente Lula: duas imagens, dois discursos

Discurso: "Eu não posso, como pai e como Presidente da República, fingir que distribuir preservativos é ruim. (...) Se perguntarem para mim "Ô, Lula, você é contra ou a favor do aborto?". Eu falo: como cristão eu sou contra o aborto. (...) Agora, como Chefe-de-Estado, eu tenho que tratar como questão de Saúde Pública." (Presidente Lula, dia 08/03/2009)
Discurso: "Como é amarga a ironia daqueles que promovem o aborto entre as curas para a saúde materna. É desconcertante a tese daqueles que acreditam que a eliminação da vida é um assunto de saúde reprodutiva." (Angola, 20/03/2009)
Deve haver mais bicéfalos por aí...
-----
Fonte do discurso do Papa: Blog Fidei Depositium.
terça-feira, fevereiro 17, 2009
Já rezou pelo Papa hoje?

Rezou recentemente? Reze novamente o quanto antes!
Já rezou hoje? Reze de novo!
Rezou agora há pouco? Reze neste exato momento!
É este o sentido de urgência pelo qual passamos atualmente. Nosso querido Papa é atacado por todos os lados e até mesmo por aqueles que deveriam ser os primeiros a cerrar fileiras em sua defesa, conforme podemos ler no blog "Verdadeira Igreja Católica - Una e Santa".
Todos necessitamos de orações, mas S. S. Bento XVI precisa de muito mais que todos nós. Se os inimigos atacam o Vigário de Cristo, façamos o que Nosso Senhor Jesus Cristo espera de todos nós, que lutemos com nossa poderosa arma: a oração.
V. Oremus pro Pontifice nostro Benedicto.
R. Dominus conservet eum, et vivificet eum, et beatum faciat eum in terra, et non tradat eum in animam inimicorum eius. [Ps 40:3]
PATER NOSTER, qui es in caelis, sanctificetur nomen tuum. Adveniat regnum tuum. Fiat voluntas tua, sicut in caelo et in terra. Panem nostrum quotidianum da nobis hodie, et dimitte nobis debita nostra sicut et nos dimittimus debitoribus nostris. Et ne nos inducas in tentationem, sed libera nos a malo. Amen.
AVE MARIA, gratia plena, Dominus tecum. Benedicta tu in mulieribus, et benedictus fructus ventris tui, Iesus. Sancta Maria, Mater Dei, ora pro nobis peccatoribus, nunc, et in hora mortis nostrae. Amen.
Deus, omnium fidelium pastor et rector, famulum tuum Benedicto, quem pastorem Ecclesiae tuae praeesse voluisti, propitius respice: da ei, quaesumus, verbo et exemplo, quibus praeest, proficere: ut ad vitam, una cum grege sibi credito, perveniat sempiternam. Per Christum, Dominum nostrum. Amen.
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Papa fala mais uma vez...

Conforme publicado em Zenit, segue a carta de S.S. Bento XVI por ocasião da Campanha da Fraternidade de 2008.
Será que ficou claro o suficiente agora?
Ao venerável irmão no episcopado,
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Presidente da CNBB
Arcebispo de Mariana (MG)
Ao iniciar o itinerário espiritual da Quaresma, a caminho da Páscoa da ressurreição do Senhor, desejo uma vez mais aderir à Campanha da Fraternidade que, neste ano de 2008, está subordinada ao tema “Fraternidade e defesa da vida” e ao lema “Escolhe, pois, a vida”. É um tempo de conversão de todos os cristãos, no sentido de buscar uma fidelidade ainda maior ao Deus criador e doador da vida.
Meu venerável predecessor, o Papa João Paulo II, na Encíclica Evangelium Vitae, pôs em evidência a mentalidade individualista e hedonista que, com uma concepção distorcida da ciência, foi causa de novas violações da vida, em particular do aborto e da eutanásia. Certamente, todas as ameaças à vida devem ser combatidas; o Concílio Vaticano II, ao condenar tudo quanto se opõe à vida ou viola a integridade da pessoa humana e a sua dignidade, recordava que tudo isso “desonra mais aqueles que assim procedem do que os que padecem injustamente” tais atitudes, pois ofendem gravemente a honra devida ao Criador (cf. Cons. Gaudium et spes, 27).
Por isso, no Discurso Inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, quis recordar que os caminhos que traçam uma cultura sem Deus e sem os seus mandamentos, ou inclusive contra Deus, terminam sendo “uma cultura contra o ser humano e contra o bem dos povos latino-americanos” (n. 4).
O Documento final de Aparecida nos mostra que o encontro com Cristo é o ponto de partida para a negação desses caminhos de morte e a escolha da vida; mas é também o ponto de onde partimos para reconhecer plenamente a sacralidade da vida e a dignidade da pessoa humana (n. 356). Ao dar início à Campanha da Fraternidade deste ano, renovo a esperança de que as diversas instâncias da sociedade civil queiram solidarizar-se com a vontade popular que, na sua maioria, rejeita todas as formas contrárias às exigências éticas de justiça e de respeito pela vida humana desde seu início até o seu fim natural.
Com estes auspícios, invoco a proteção do Senhor, para que sua mão benfazeja se estenda por todo o Brasil, e que a vida nova em Cristo atinja o ser humano por inteiro em sua dimensão pessoal, familiar, social e cultural, derramando seus dons de paz e prosperidade e desperte em cada coração sentimentos de fraternidade e de viva cooperação. Com uma especial Bênção Apostólica.
Benedictus PP. XVI
Vaticano, 8 de dezembro de 2007
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
"Tu es Petrus": a palavra do Papa sobre o aborto
Vivemos tempos em que o bispo presidente da comissão da CNBB à qual está subordinada a coordenadora prefere esperar que o mandato desta termine antes de afastá-la do cargo por total incompatibilidade com os princípios da Igreja.
Vivemos tempos em que um bispo pensa que o aborto é uma questão aberta na Igreja e que fechá-la trará o supremo malefício de comprometer a Campanha da Fraternidade de 2008.
Este é o ambiente em que a Igreja entrará no Tempo Quaresmal. Este é o ambiente no qual será lançada a Campanha da Fraternidade de 2008, que tem como tema "Fraternidade e Defesa da Vida".
Pelo jeito, parece que há, para dizer o mínimo, um profundo desconhecimento do que a Igreja prega sobre o assunto.
Dias atrás publicou-se aqui um post trazendo a palavra do Magistério no Concílio Vaticano II sobre o aborto. Neste concílio, o aborto foi chamado "crime abominável". Sem excessões. Sem subterfúgios.
Será que esta palavra claríssima não basta? Será que haverá gente que pense que um "crime abominável" possa se tornar um ato aceitável?
Na Igreja Católica, instituída por Nosso Senhor Jesus Cristo, temos uma cabeça visível, o Papa. A palavra do Papa tem de ser escutada com respeito filial por todos que se considerem católicos. O Papa é o Sucessor de São Pedro, o primeiro Papa. Quando o Papa fala, é como se São Pedro falasse, pois o Papa assumiu o mesmo local hierárquico privilegiado que tinha São Pedro sobre os outros apóstolos.
Sua Santidade Bento XVI já teve oportunidade de abordar por vezes a questão da dignidade da vida. Uma das oportunidades em que ele foi mais claro em relação a este assunto foi em 30 de março de 2006, em um discurso aos participantes de um congresso promovido pelo Partido Popular Europeu. Neste discurso podemos ler o seguinte trecho:
"No que se refere à Igreja Católica, o interesse principal das suas intervenções no campo público é a tutela e a promoção da dignidade da pessoa e, por conseguinte, ela chama conscientemente a uma particular atenção aos princípios que não são negociáveis. Entre eles, hoje emergem os seguintes:
- tutela da vida em todas as suas fases, desde o primeiro momento da concepção até à morte natural;
- reconhecimento e promoção da estrutura natural da família, como união entre um homem e uma mulher baseada no matrimónio, e a sua defesa das tentativas de a tornar juridicamente equivalente a formas de uniões que, na realidade, a danificam e contribuem para a sua desestabilização, obscurecendo o seu carácter particular e o seu papel social insubstituível;
- tutela do direito dos pais de educar os próprios filhos."
Eis a palavra de Pedro. Entre os pontos NÃO NEGOCIÁVEIS está o cuidado com toda vida desde sua concepção até a morte natural. Como no texto do Concílio Vaticano II, não há excessões e nem subterfúgios. Não há questão aberta.
Esta é a palavra do Papa. Pode um católico deliberadamente não escutá-la?





