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quarta-feira, janeiro 13, 2016

"Meu corpo! Minha fraude!" - Na Espanha, mulheres engravidavam para fazer abortos e receber dinheiro do seguro

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Segundo informa um jornal espanhol, na província de Almería foram presas 16 pessoas que faziam parte de uma quadrilha que cometia fraudes para receber indenizações de seguradoras.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2016/01/13/meu-corpo-minha-fraude-na-espanha-mulheres-engravidavam-para-fazer-abortos-e-receber-dinheiro-do-seguro

segunda-feira, setembro 21, 2015

Uma nova batalha pela vida se aproxima

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Mesmo em tempos de instabilidade política e econômica, não podemos deixar de estar vigilantes sobre os ataques à vida e à família por parte de certas forças políticas.

Nesta semana acontecerá mais uma batalha contra as forças que lutam pela implantação do aborto -- mesmo que de forma velada -- no Congresso Nacional.

Em 2013, o deputado Eduardo Cunha, quando ainda não era presidente do Câmara, protocolou o Projeto de Lei 5.069, que tem o objetivo de dotar "(...)o sistema jurídico pátrio de mecanismos mais efetivos para refrear a prática do aborto, que vem sendo perpetrada sob os auspícios de artimanhas jurídicas, em desrespeito da vontade amplamente majoritária do povo brasileiro", segundo as próprias palavras do relator do PL, o deputado Evandro Gussi (PV-SP).

Este PL está atualmente em discussão na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O relator Evandro Gussi apresentou parecer favorável ao Projeto de Lei e também apresentou um substitutivo que inclui até mesmo a revogação de parte da lei 12.845/2013, cuja entrada em vigor foi muito criticada pelas lideranças pró-vida por seu texto que veladamente facilitava o acesso ao aborto, mesmo este sendo ilegal e tendo a esmagadora maioria da população brasileira contrária a esta hedionda prática.

Eis um breve resumo do que é pretendido pelo substitutivo do deputado Evandro Gussi:

1) criminaliza o induzimento, instigação ou auxílio ao aborto (adição de art. 126-A no CP), bem como o anúncio de meio abortivo. 
2) altera o texto da Lei 12845/2013, para adequar o texto do art 1º, 2º e 3º para impedir que o aborto vire prática de planejamento familiar. Como consequência, prevê exame de corpo de delito para atendimento de caso de violência sexual, como requisito para se proceder ao aborto, nos casos inimputáveis pela lei (estupro, risco de vida da gestante).


Além de criminalizar tanto a propaganda de meios abortivos - como é o caso de pessoas que criam páginas para venda de medicamentos proibidos que causam aborto -, estas modificações buscam minimizar o estrago feito pela lei 12.845/2013, que ficou conhecida no meio pró-vida como "Lei Cavalo de Tróia", pois ficou claro a todos que o texto da lei foi produzido especificamente com a intenção de abrir brechas para o acesso ao aborto. Mais detalhes sobre esta lei podem ser vistos aqui e aqui.

Como não surpreende ninguém, há resistências a esta proposta de legislação, principalmente por parte de deputados ligados ao governo que integram a CCJ, como pode ser visto em reportagem da própria Câmara de Deputados

O PT e seus aliados há muito vêm tentando legalizar o aborto no Brasil e a Lei Cavalo de Tróia é mais uma das tentativas neste sentido. Lembre-se também que a autoria original da lei partiu exatamente deste partido. 

Estivessem mesmo preocupados em manter o ordenamento jurídico, os deputados contrários à iniciativa dos deputados Eduardo Cunha e Evandro Gussi não permaneceriam com este posicionamento, pois tanto o Projeto de Lei original quanto seu substitutivo procuram assegurar que a legislação que foi criada para auxílio às mulheres vítimas de violência sexual não seja utilizada para outros fins.

Ao insistir em combater tanto o PL original quanto o substitutivo, os deputados contrários a este ajuste necessário na legislação parecem indicar exatamente o que se suspeitava: toda a Lei Cavalo de Tróia foi produzida para servir de base para a liberação do aborto de forma velada, como indicado por várias lideranças pró-vida.

Não fosse assim, qual seria o problema em tornar criminoso o ato de anunciar a venda de meios abortivos, já que em nosso país o aborto continua sendo um crime contra a vida? Qual seria o problema em especificar claramente o que seja violência sexual, tal como está no substitutivo? Qual seria o problema em retirar a polêmica nomenclatura "profilaxia da gravidez" do texto da lei? Afinal, qual seria o problema estabelecer que vítimas de violência sexual devem passar por exame de corpo de delito?

Tudo isto consta do substitutivo e é um avanço positivo para uma legislação que pretende - ao mesmo é o que diz pretender em seu texto -- servir de auxílio às vítimas de violência sexual. Por que então vários deputados estão contrários a estas propostas?

Ou será que interessa ao governo do PT, que desde sua subida ao poder com o presidente Lula tenta de todas as formas possíveis a liberação do aborto, que o texto da lei permaneça ambíguo, confuso e aberto às mais absurdas interpretações, exatamente para facilitar brechas na legislação que impede o aborto?

É vergonhoso que o PT e seus aliados abortistas tenham instrumentalizado até mesmo um tema tão sensível quanto violência sexual para levar à frente sua agenda abortista. Não satisfeito de quebrar o país para implantar seu projeto de poder, este partido é capaz de descer até tal ponto para criar formas de burlar nossa legislação contrária ao aborto.

Isto é um desrespeito direto à vontade da população, que é amplamente contrária à legalização do aborto. O cálculo político petista é de tal maneira maquiavélico, que a presidente Dilma apenas sancionou esta lei após a Jornada Mundial da Juventude. Somente após a partida do Papa Francisco é que a presidente Dilma sancionou a lei. Isto é cálculo político, é maquiavelismo, práticas comuns quando se trata de PT.

Para finalizar, no momento precisamos que o maior número possível de pessoas pressionem os deputados da CCJ, principalmente os indecisos quanto à questão, para que eles apareçam na reunião da CCJ da próxima terça-feira, onde este assunto será discutido. 

Abaixo segue o contato dos deputados que, segundo informações, encontram-se indecisos sobre o assunto. Quem puder, deve, de preferência, ligar para estes parlamentares. Ao clicar no nome do deputado, será aberta uma página com os contatos do mesmo. 

Uma lista com todos os membros da CCJ - a favor, contrários e indecisos em relação à matéria -  podem ser vistos neste link




TITULARES

PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB



PSD/PR/PROS



PSDB/PSB/PPS/PV



PDT



SUPLENTES

PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB



PSD/PR/PROS



PSDB/PSB/PPS/PV



PDT




sexta-feira, julho 17, 2015

Jandira Feghali e os números do aborto: a mesma mentira de sempre

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A deputada Jandira Feghali, do PC do B, recentemente divulgou em sua página no Facebook, uma imagem no qual é afirmado que "1 mulher morre a cada 2 dias por aborto clandestino". Curiosamente, no texto que acompanhava a imagem a deputada falava em 1.000.000 de abortos anuais no Brasil, como podemos ver na imagem acima. Oportunista, a publicação da deputada aproveitou a "deixa" da morte de Tatiana Camilato, que está sendo investigada devido a suspeitas que ela tenha se submetido a um aborto na cidade do Rio de Janeiro.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2015/07/17/jandira-feghali-e-os-numeros-do-aborto-a-mesma-mentira-de-sempre/

quinta-feira, março 26, 2015

A Internacional do Aborto

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Sempre que se fala sobre o grande interesse internacional pela liberação do aborto no Brasil, aparece uma turma dizendo que tudo não passa de teoria da conspiração.

Pois bem, o deputado-celebridade Jean Wyllys, que agora quer tirar uma casquinha na onda abortista, assim colocou na justificativa de Projeto de Lei 882/2015:
"Foram levados em consideração para a redação desta proposição: a lei 18.987 do Uruguai, a lei do Estado Espanhol de 2010, e o Projeto de Lei da Campanha Nacional pelo Aborto Seguro, Legal e Gratuito da Argentina."
Ou seja, para a confecção de um PL que poderá tornar-se lei em nosso país, foram utilizadas legislações de 3 outros países onde o abortismo está andando a passos largos. É mais do que evidente que o Brasil é um dos principais alvos de interesses obscuros para a liberação do aborto.

O Brasil é apenas mais uma etapa da Internacional do Aborto.

Jean Wyllys também quer brincar de abortista

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Ora, que Jean Wyllys necessita manter-se na mídia e posar como progressista, e que, para isto, nada melhor que botar banca como defensor do aborto, pois tal coisa rende muitos pontos entre a patota da esquerda, nada disto é novidade, certo? 

Talvez o deputado, complexado por ser apenas um ex-BBB, esteja tentando dar ares mais sérios à sua atuação política, saindo um pouco da agenda gay. Ser gay para Jean Wyllys e assemelhados não é apenas orientação sexual, é uma agenda política e nada mais. É por isto que uma das famosas imagens do parlamentar é uma na qual ele está posando com um fardamento militar à la Che Guevara, o mesmo Che Guevara que odiava gays. Ou seja, Jean Wyllys estão tão a fim de fazer parte da patota esquerdista que aceita até idolatrar um cara que provavelmente o enviaria para um campo de trabalhos forçados até ele virar "homem". Que paixão avassaladora!

Não estou aqui a cobrar coerência de Jean Wyllys, pois não sou ninguém para isto. Tampouco espero que ele seja coerente; apenas me divirto com os nós que certas pessoas dão em suas vidas. Jean Wyllys, o ser humano, o que merece tratamento digno de qualquer um de seus semelhantes, aceitou tornar-se escravo da personagem Jean Wyllys, o gay que se prosta como um cão amestrado diante de um homem asqueroso como Che Guevara. E tudo, claro, para ficar bem com a turminha com a qual ele quer andar e da qual busca admiração.

É neste contexto que a luta de Jean Wyllys pela liberação do aborto deve ser encarada. Será que alguém acha mesmo que o deputado-celebridade importa-se com o assunto aborto? Alguém acha que Jean Wyllys preocupa-se com o que acontece com as mulheres? Alguém é ainda tão ingênuo a este ponto? 

Mas que nada! O deputado está apenas marcando pontos com sua patota. Ele quer apenas preparar o terreno para vôos mais altos. Nada mal para quem chegou ao Congresso apenas devido à verdadeira bagunça que é o sistema eleitoral brasileiro, não é mesmo? Como um adolescente no afã de agradar a turminha descolada, que Jean Wyllys na justificativa de seu Projeto de Lei escreve isto:
"(...) fazemos de conta que a criminalização tem alguma incidência quantitativa na prática de abortos, embora qualquer pesquisa séria em qualquer país do mundo prove o contrário, da mesma forma que fazemos de conta que a criminalização de determinadas substâncias impede seu consumo e sua comercialização massiva; que a omissão legislativa sobre os direitos civis de determinadas famílias faz com que elas não existam; que a negação dos direitos dos filhos de casais homoafetivos faz com que eles não tenham mais dois pais ou duas mães; ou que a omissão legislativa sobre a identidade de gênero de determinadas pessoas faz com que o nome que elas usam na vida real, e pelo qual são chamadas pelos outros, seja substituído, em alguma circunstância não meramente formal, por aquele que apenas existe nos documentos."
O deputado conseguiu, em apenas um parágrafo, em um texto que supostamente deveria servir para justificar a liberação do aborto, defender a liberação de drogas proibidas, a união gay e a utilização de nomes alternativos por homossexuais. Quanta preocupação com o que acontece com as mulheres, não?

Será que ele traz algum dado novo sobre o assunto aborto, algo que realmente justificasse a liberação deste crime hediondo? Nada. Zero. Vazio. 

Jean Wyllys, em sua tentativa de justificar o injustificável, traz os mesmos dados batidos -- e falaciosos -- que o movimento abortista apresenta desde sempre. E como não poderia faltar, a suprema enganação abortista não podia deixar de aparecer quando o deputado declarou ao jornal "O Globo" o seguinte:
"A interrupção voluntária da gravidez não deve ser tratada como um instrumento de controle de natalidade, mas um direito da mulher a decidir sobre seu corpo. E sua legalização deve ser encarada como uma decisão política de acabar com a morte de milhares de mulheres pobres que recorrem a cada ano ao aborto clandestino pela omissão do Estado."
"Morte de milhares de mulheres pobres"? Sempre me impressiona este fetiche da esquerda por números grandiosos quando se trata da vida humana. Novidade nenhuma para uma ideologia que não vê nada de mais em assassinar mais de 100 milhões de pessoas mundo afora -- e isto apenas para contar os nascidos. Fica evidente que eles precisam que muitas mulheres morram para que se sintam justificados no que tentam. Tudo isto, claro, sem contar as principais vítimas do aborto, que são as crianças que não nasceram.

A verdade, mesmo que ela não tenha importância para Jean Wyllys e sua patota esquerdista, é que o número de mortes por tentativas de aborto é bem diferente do que eles querem que todos acreditem. É conhecida tática do movimento abortista instrumentalizar a morte de mulheres que infelizmente recorrem ao aborto. E é exatamente isto que as mulheres são para os abortistas: um instrumento para alavancar uma agenda de esquerda. É por isto que Jean Wyllys não titubeia em juntar união homossexual e liberação de drogas com o assunto aborto: é tudo parte do bonde da esquerda.

De tudo isto, podemos tirar que Jean Wyllys está fazendo o papel que todos esperam dele. Bem ao contrário do que ele provavelmente acha, sua contribuição para a política nacional é pior do que a de um Tiririca, por exemplo, pois Tiririca assume que é um palhaço e os que votaram nele aceitaram fazer parte da palhaçada, tornando-se ainda mais palhaços que o deputado picaresco.

Já Jean Wyllys, não. Ele realmente acha-se uma pessoa séria, ele crê realmente que seus projetos têm alguma relevância para o Brasil e não apenas para a turminha da qual ele quer fazer parte. E isto é triste; sempre é triste quando um homem coloca-se em um pedestal. E como deve ser triste que alguém ache que está sendo corajoso quando assina um projeto que busca "libertar" as mulheres de um nascituro "opressor". 

Quanta coragem!

quinta-feira, agosto 21, 2014

Aborto, o tema esquecido nas eleições

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Ainda acontecem abortos no Brasil? A julgar pelas campanhas eleitorais, parece que o Brasil é praticamente o único país no mundo onde este crime hediondo não acontece. Os esquerdistas, que se dizem tão democráticos e dispostos ao debate, vêm conseguindo esconder o tema do aborto da campanha eleitoral, tudo, claro, com a conivência da grande mídia.

Esquerdistas em geral, e mais especificamente os petistas, sabem que o tema do aborto lhes é amplamente desfavorável, visto que a população brasileira é majoritariamente contrária à liberação deste crime contra a vida humana. 

Nas eleições passadas, o poste Dilma Rousseff sentiu um solavanco em sua campanha quando o tema aborto finalmente apareceu. Seu comando de campanha teve que elaborar uma carta de Dilma dirigida aos religiosos ("Mensagem da Dilma") para tentar acalmar os ânimos. "Acalmar os ânimos" no dialeto petista quer dizer mentir o quanto for necessário, pois em trechos da referida carta ela diz coisas como:
"Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto."
No dia seguinte à eleição de Dilma, o Diário Oficial da União publicou um adendo a um termo de cooperação entre o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz para estudos visando a despenalização do aborto (veja em "De boateiros e mentirosos"). Apenas 1 dia após a eleição de Dilma e o governo petista já abria novamente a porteira abortista!

Como o afã petista na busca pela total liberação do aborto no Brasil jamais é aplacada, Dilma Rousseff tomou posse e colocou no cargo de ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres a senhora Eleonor Menicucci, uma mulher que não apenas é militante pelo aborto, como admitiu ter realmente feito abortos na Colômbia, mesmo sendo esta uma prática criminosa naquele país. E Dilma, que se diz "pessoalmente contra o aborto", coloca uma mulher destas em uma pasta de política para as mulheres?

Mas como mentira de petistas nunca vem sozinha, eis um outro trecho da carta divulgada por Dilma:
"Eleita presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no País."
Claríssimas palavras e, no entanto, totalmente mentirosas, como ficou claro quando covardemente apenas 3 dias após o encerramento da Jornada Mundial da Juventude e quando o Papa Francisco já se encontrava longe do Brasil, a presidente Dilma sancionou sem qualquer veto o que ficou conhecido como Lei Cavalo de Tróia (Lei 12845/2013), pois ficou claro a muitos do meio pró-vida -- infelizmente, não a todos -- que esta lei era apenas uma preparação para a liberação do aborto através de meios obscuros fora do escrutínio da opinião pública. Isto foi recentemente confirmado quando da iniciativa do Ministério da Saúde em publicar uma portaria que procurava liberar o aborto a pretexto de atender mulheres vítimas de violência sexual, utilizando como justificativa a Lei Cavalo de Tróia, exatamente como previsto por vários do movimento pró-vida. Felizmente, e talvez por estarmos em ano eleitoral, a iniciativa foi revista. Por enquanto.

Ou seja, as afirmações da candidata Dilma Rousseff que foram encaminhadas a religiosos -- já veremos quem eram os tais religiosos -- foram rematadas  e deslavadas mentiras, ditas apenas com o objetivo de ganhar uma eleição, como é tradicional entre a maioria dos políticos brasileiros, principalmente petistas e esquerdistas. 

Mas como para a sobrevivência de qualquer mentira é preciso que haja aqueles que queiram levá-la à frente, um grupo de religiosos e intelectuais resolveu divulgar carta de apoio à então candidata. Entre os religiosos, como não poderia deixar de ser, estava a fina flor do câncer da Igreja no Brasil, a Teologia de Libertação. Nada menos que 7 bispos católicos encabeçavam a lista dos que assinaram o documento, sem contar outros nomes tristemente conhecidos não pela sua fidelidade à Santa Igreja, mas por sua incansável disposição em buscar sua destruição, tais como o arroz-de-festa Frei Betto, a teóloga favorável ao aborto Ivone Gebara, e também políticos oportunistas no meio católico como Alessandro Molon.

É altamente recomendável a leitura do texto da carta divulgada pelos religiosos e intelectuais. Nela podemos ver até que ponto é capaz de ir a desfaçatez de quem quer enganar a população para atingir seus objetivos. Basta o primeiro trecho da mesma para que a mentira salte aos olhos de quem a lê:
"1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como "contrárias à moral".
A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: "se nos calarmos, até as pedras gritarão!" (Lc 19, 40)."
Ver bispos assinando uma carta destas, uma carta que chega ao cúmulo de utilizar trechos do Santo Evangelho e cujo teor é baseado na claríssima mentira de que Dilma Rousseff não seria favorável ao aborto, coisa afirmada pela própria muito antes do início da campanha eleitoral, dá bem uma idéia de a quantas anda a Igreja no Brasil. As atitudes de Dilma como presidente deixaram bem claro a todos quem afinal estava mentindo. No texto "De boateiros e mentirosos", está exposta a mentira a que bispos, padres, religiosos e políticos católicos se renderam para ajudar Dilma Rousseff a se eleger.

***

E, passados já 4 anos, e com a sanha abortista do PT a todo vapor, curiosamente o aborto não é assunto de campanha. A CNBB, a mesma que tristemente optou pelo veto parcial ao PLC 03/2013, não dá um pio sobre o assunto, o que seria muito simples, dado todo seu aparato de Comunicação Social e sua penetração junto à mídia. Claro que isto acontece quando há vontade, não é mesmo? Quando há "sem-terras" querendo bagunçar a CNBB arruma tempo; idem quando o que se pretende é preservar a cultura do infanticídio ainda presente em alguma tribos indígenas. Só o que não se consegue é a CNBB arrumar tempo para fazer que a defesa da vida seja um tema importante na eleição presidencial e parlamentar.

E assim vamos indo... Dilma Rousseff, a queridinha da Teologia da Libertação, tão querida que até arruma bispos e padres que assinem uma carta eivada de mentiras para enganar os eleitores, não é confrontada com suas mentiras sobre a questão do aborto. E também os outros candidatos tampouco são perguntados intensivamente sobre seus posicionamentos sobre esta questão importantíssima.

domingo, setembro 29, 2013

Absurdo! Faculdade Jesuíta de BH chama militante abortista para Simpósio Teológico!

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Santo Inácio de Loyola, fidelíssimo à Santa Igreja,
o que parece não ser o caso de muitos jesuítas atuais
Que dizer sobre a Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia de Belo Horizonte? Basta um único exemplo: sei através de fonte fidedigna que uma jovem já abandonou sua fé após lá estudar. Simples assim.

Se os jesuítas sob o comando de Santo Inácio de Loyola saíram pelo mundo evangelizando povos que sequer haviam ouvido o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, desbravando fronteiras e enfrentando perigos ao custo da própria vida, tudo "AD MAIOREM DEI GLORIAM" ("Tudo para a maior glória de Deus"), os jesuítas de BH parecem mais interessados em jogar no time contrário ao da Santa Igreja, pois segundo o texto que vai abaixo e que foi divulgado através do Facebook, uma das convidadas para apresentar um seminário do IX Simpósio Internacional Filosófico-Teológico é a Professora Roseli Fishmann, conhecida militante pró-aborto, que faz parte do Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA), grupo que tem entre seus membros até mesmo gente ligada ao grupo abortista "Católicas pelo Direito de Decidir".

Sobre a Professora Roseli Fischmann, eis um pequeno resumo que retirei do blog do Professor Angueth:
"A Dra. Fischmann faz parte do Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA), que “conta com o apoio do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e seu foco é capilarizar a discussão do tema do aborto sob o prisma da Saúde Pública e retirá-lo da esfera do crime.” Entre seus participantes o GEA declara outras organizações, como por exemplo, as Católicas pelo Direito de Decidir e o Ipas Brasil, que possuem a mesma finalidade, além do Ministério da Saúde e da Secretaria de Política para as Mulheres. Para alcançar seu fim o GEA “produz novos materiais e estimula a difusão de informação e dados de pesquisas através de entrevistas e matérias nos veículos de comunicação do Brasil e no mundo e realiza seminários, colóquios e encontros com mais parceiros nessa iniciativa.” Tudo isso para descriminalizar o aborto. Para se ter ideia da importância do GEA, alguns dos seus membros e o próprio grupo tiveram importância na discussão e julgamento favorável ao aborto de fetos anencéfalos pelo STF na ADPF 54. 

Pró-aborto, a Dra. Roseli realizou nos anos de 2007 e 2008 o projeto “Ensino Religioso em Escolas Públicas: legislação e normas e seu impacto sobre a cidadania e os direitos sexuais e reprodutivos”. Tal projeto teve como financiadores as Católicas pelo Direito de Decidir e apoio financeiro da MacArthur Foundation (ambas abortistas) com consultoria do GEA."

Quando ficamos sabendo que no ano passado o convidado para a conferência de abertura do simpósio foi o tristemente famoso Leonardo Boff, parece mesmo que a Faculdade Jesuíta está pouco ligando para o que seja o catolicismo. Se Leonardo Boff e Roseli Fischmann demonstram bem qual é a linha a ser seguida pela Faculdade Jesuíta de BH, talvez no futuro possamos esperar o próprio Capeta dando cursos lá sobre santidade.

Segue abaixo o texto que foi divulgado no Facebook. Atenção para os endereços de contato para protesto contra mais este verdadeiro absurdo que é imposto aos católicos fiéis.

***


A CULTURA DA MORTE (ABORTO) ENTRANDO NAS INSTITUIÇÕES CATÓLICAS. TE CONVIDO A LER TODA MATÉRIA .
Urgente: defensores da cultura de morte entrando nas Instituições Católicas

De 2 a 4 de outubro, a Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia, em BH, promoverá seu IX Simpósio Internacional Filosófico-Teológico. Depois da “ilustre” presença do Prof. Dr. Leonardo Boff com a conferência de abertura do Simpósio no ano passado, neste ano, a Faculdade convidou para ministrar no seminário a Dra. Roseli Fischmann (USP).


Roseli Fischmann - aliada da Cultura de Morte.

Esta senhora é integrante ativa do Grupo de Estudos sobre Aborto (GEA), é contra a implantação do Ensino Religioso nas escolas, afirmando que a Igreja quer manipular crianças levando-as ao preconceito e discriminação. Dra. Fischmann também se coloca contra a parceria entre o Brasil e o Vaticano e já mobilizou diversos líderes da ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos) para viagem de protesto a Brasília. É favorável ao “casamento” de homossexuais e adoção de crianças pelos mesmos. Como se não bastasse, Roseli se coloca contra a ação da Igreja em políticas públicas. Precisamos mostrar à Doutora, que também nós temos voz.


Mas, o que é o Grupo de Estudos sobre Aborto - GEA?

O Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA), conta com o apoio do Ministério da Saúde, além de possuir como participantes do Grupo outras organizações como Católicas pelo Direito de Decidir, IPAS Brasil e da Secretaria de Política para as Mulheres. Seu objetivo é a descriminalização do aborto. Para alcançar este fim, o GEA produz materiais e estimula a difusão de informação e dados de pesquisas através de entrevistas e matérias nos veículos de comunicação do Brasil e no mundo e realiza seminários, colóquios e encontros. Para se ter idéia da influência deste Grupo pró-aborto, basta citar que alguns dos seus membros e o próprio grupo foram agentes de peso na discussão e julgamento favorável ao aborto de fetos anencéfalos pelo STF.

Católico (a)! Não fique de braços cruzados!

A Doutrina Católica, exposta no Concílio Vaticano II, nos envia: “investiguem em conjunto o modo de organizar as instituições sociais e públicas segundo o espírito do Evangelho”( AA). Precisamos nos manifestar, a fim de que a verdade que ouvimos e anunciamos seja praticada em toda a sociedade. Se nós não lutarmos pelo bem, há quem lute pelo mal, até mesmo dentro de nossas próprias instituições Católicas, como a Faculdade Jesuíta e a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, que abriram as portas para os inimigos da vida, consequentemente, inimigos da Igreja de Deus.

O que fazer?

Manifeste a sua indignação em relação a este Simpósio. Você não pode ler este texto e permanecer passivo, esperando que alguém faça algo. Este alguém é você! A sua manifestação faz toda diferença! É simples.

Basta enviar um texto para a Diretoria da Faculdade, aos cuidados de Edson Ramos, email: administrador@faculdadejesuita.edu.br. 
Telefone:(31) 3115-7015

Ou ainda, pelo site, basta acessar este link:


Além disso, envie também um texto, pedindo uma posição de nossos Bispos. O contato é Padre Rafael Fornasier, responsável pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família.

O email é: vidafamilia@cnbb.org.br

Contato da Arquidiocese de BH:

imprensa@arquidiocesebh.org.br

Telefone: (31) 3269-3161; (31) 3269-3131

``Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo’’ (Santo Agostinho)


sexta-feira, junho 07, 2013

O Estatuto do Nascituro, os idiotas úteis e a farra dos abortistas

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Em algum canto obscuro, talvez até nos porões de alguma (ou várias) PUC existente no Brasil, há militantes abortistas rindo de orelha a orelha. Enganam-se muito os que acham que eles estão indignados com a aprovação do Estatuto do Nascituro em Comissão da Câmara de Deputados. Eles, mais do que ninguém, sabem que o que se lhes apresentou de mãos beijadas foi uma baita oportunidade, destas que não há dinheiro que compre.

Em poucos dias, como se o assunto fosse novo (tramita desde 2004), a  militância abortista, com seus tentáculos por toda a imprensa e nas mídias sociais, espalhou termos tais como "Bolsa-Estupro", ou que as mulheres seriam obrigadas a terem filhos resultantes de violência sexual, ou que, pasmem!, os estupradores ganhariam o direito de pais, até mesmo com direito a visitar seus rebentos.

Ora... Francamente? É de se lamentar que as pessoas não façam o mínimo que se espera delas quando um assunto sério como é a defesa da vida está em pauta. O texto do Estatuto do Nascituro está disponível para quem quiser lê-lo (clique aqui) e sua leitura é extremamente fácil, pois, ao contrário de outras peças legislativas vindas de nossos parlamentares, esta é de uma clareza impressionante. Basta ler e entender o que lá está. 

Quem conseguir me provar que algo lá indica que o estuprador ganhará direitos de pai da criança, ganha uma viagem de ida para Cuba ou um lugar na primeira fila de um dos Congressos promovidos por alguma entidade abortista de sua preferência. Estarei esperando. Sentado, claro.

Quem diz que o Estatuto obrigará as mulheres a terem filhos concebidos em estupros simplesmente não o leu. E, pior, não leu a Complementação de Voto feita pela relatora Dep. Solange Almeida, que deixa claramente exposto que há ressalvas devido ao que já consta no Art. 128 do Código Penal.

Ou seja, a gritaria toda, com meninas esbravejando no Facebook, gente correndo para assinar um abaixo-assinado eletrônico é por qual motivo mesmo? Por nada... Sinto dizer, mas estão todos servindo de idiotas úteis para uma coisa muito maior e muito, mas muito, mais obscura: a aprovação total e irrestrita do aborto.

E talvez seja isto o pior de tudo, o mais trágico. Em uma era em que a informação está disponível na ponta dos dedos, bastando um clique para alcançá-la, vemos que as pessoas simplesmente não lêem mais. E, quando lêem, não entendem o que vai escrito. E são estas que servem de massinha de modelar na mão dos militantes abortistas financiados com grana internacional.

Uma destas pessoas indignadas chegou na página do blog no Facebook esbravejando que o estuprador teria o direito de visitar a criança. Então eu lhe pedi que trouxesse o texto do Estatuto onde isto estaria escrito. Após alguns momentos (o Google é rápido mesmo...), ela colou alguns links com matérias saídas na imprensa e apenas isto... E ainda perguntou se eu queria mais. Será que precisa? Isto é um diploma de alienação pura e simples. Tomar como fonte de suas indignações o que vai nos jornais, e em suas versões online!, como fonte isenta sobre um assunto tão sério ou é ignorância profunda ou simples má-fé. De qualquer forma, é o sonho da militância abortista ter gente assim a seu dispor.

E mais... O que tanta gente indignada não quer entender, provavelmente por causa de todo ruído criado pela militância, é que quem ficará sem qualquer ajuda será a mulher que foi estuprada e decide, em um ato extremo de valoração da vida humana que já carrega em seu ventre, manter a gravidez. É esta que terá o direito de receber do Estado ajuda financeira, psicológica, etc. E isto acontecerá quando o estuprador não for identificado, pois será ele que deverá pagar por seu crime, inclusive com a devido aporte para o sustento da vida que ele gerou através de violência.

Mas se prevalecer a ótica dos que gritam, esta mulher deverá ser abandonada. "Ela que se vire e crie seu filho sozinha!" -- é o que estão dizendo. Ela estará sendo vítima duas vezes: de seu algoz, um facínora, um calhorda que a usou sexualmente, e também da sociedade, que sequer lhe dá um auxílio mínimo para que ela possa criar, caso deseje, seu filho. É fazer exatamente o que muitos criticam: é transformar a vítima em culpada. "Quem mandou não abortar?" -- é o que estão a dizer em casos assim. 

E é isto que enoja... Em um país em que até presos, independentes de seus crimes, por mais abjetos que sejam, ganham ajuda finaneira para suas famílias, é este país que um monte de gente se levanta contra uma ajuda financeira a uma mulher estuprada e que decide manter seu filho?

Isto não é apenas ignorância. É crueldade e falta de compaixão. E é exatamente o que a militância abortista planejou sobre todo este imbroglio. Talvez este pessoal não imaginasse que seria tão fácil manipular tanta gente em tão pouco tempo. Mas a ignorância endêmica em nosso país deixou o terreno bem plano para tais grupos.

E uma outra profunda nota a se lamentar é que as lideranças pró-vida mostraram-se, mais uma vez, incapacitadas para lidar com o assunto, para esclarecer, para ocupar a mídia e mostrar a verdade. Lamentável...




quarta-feira, março 06, 2013

S.S. Bento XVI, um Papa Pró-Vida!

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Sou dos que preferem acreditar na palavra daqueles que têm crédito e, em matéria de crédito, S.S. Bento XVI, mesmo quando era ainda apenas o Cardeal Ratzinger, tem muito.

Se ele, após muito meditar e orar, decidiu que fará mais bem à Santa Igreja retirando-se de seu cargo, quem sou eu para questionar seus motivos ou exigir-lhe que permaneça no cargo. Baixo minha cabeça com a mesma devoção filial que tive quando de sua eleição. Quando ainda cardeal, Josef Ratzinger virou alvo de ataques que partiam de 10 entre 10 católicos ditos "progressistas". Os que ainda tinham algum escrúpulo para falar mal de S.S. João Paulo II, direcionavam todo seu ódio ao então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Os progressistas brasileiros, capitaneados por Leonardo Boff (que nunca engoliu ter tido suas asinhas devidamente podadas por Ratzinger), eram e são particularmente maliciosos ao falar sobre S.S. Bento XVI. O mais curioso é que o tal "panzerkardinal" jamais se alterou com os ataques dos ripongas barbudos e retrógrados da América Latina. Boff apostatou e agora vive de destilar seu veneno sempre que pode contra tudo que ele em sua visão limitada e distorcida acha que é o correto. Frei Betto e outros de tal tipo continuam brincando de serem religiosos, enquanto vão tentando corroer a Igreja por dentro. 

E Ratzinger, que sempre foi acusado por tais grupelhos de ser um carreirista, de apenas buscar o poder, deu-lhes um formidável tapa na cara, pois para renunciar ao ministério pontifício é preciso bem mais que apenas se sentir sem forças, é preciso uma humildade do tipo que só se adquire com anos e anos de prática.

E pensar que Boff sequer foi capaz de manter-se silencioso e evitar divulgar as besteiras que escreveu... Que contraste! Enquanto um deixa o papado e vai para uma vida de retiro e oração, o outro fica apenas esperando o cheiro de carniça para se deleitar no holofote mais próximo.

Em relação à defesa da vida, S.S. Bento XVI continuou a linha de seus antecessores, notadamente a de S.S. João Paulo II, e foi um incansável combatente pela dignidade humana desde a concepção até seu fim natural.

Abaixo segue um apanhado das declarações sobre a defesa da vida emitida por S.S. Bento XVI e divulgadas aqui no blog.



"Como é amarga a ironia daqueles que promovem o aborto entre as curas para a saúde materna. É desconcertante a tese daqueles que acreditam que a eliminação da vida é um assunto de saúde reprodutiva."


"(...) Sua Santidade aproveitou a oportunidade para falar sobre os requerimentos da lei moral natural e o consistente ensinamento da Igreja sobre a dignidade da vida humana da concepção à morte natural que obriga a todos os católicos, especialmente aos legisladores, juristas e aqueles responsáveis pelo bem comum da sociedade a trabalhar em cooperação com todos os homens e mulheres de boa vontade na criação de um sistema justo de leis capazes de proteger a vida humana em todos os estágios de seu desenvolvimento."


"Caminho para a consecução do bem comum e da paz é, antes de mais nada, o respeito pela vida humana, considerada na multiplicidade dos seus aspectos, a começar da concepção, passando pelo seu desenvolvimento até ao fim natural. Assim, os verdadeiros obreiros da paz são aqueles que amam, defendem e promovem a vida humana em todas as suas dimensões: pessoal, comunitária e transcendente. A vida em plenitude é o ápice da paz. Quem deseja a paz não pode tolerar atentados e crimes contra a vida. 
 
Aqueles que não apreciam suficientemente o valor da vida humana, chegando a defender, por exemplo, a liberalização do aborto, talvez não se dêem conta de que assim estão a propor a prossecução duma paz ilusória. A fuga das responsabilidades, que deprecia a pessoa humana, e mais ainda o assassinato de um ser humano indefeso e inocente nunca poderão gerar felicidade nem a paz. Na verdade, como se pode pensar em realizar a paz, o desenvolvimento integral dos povos ou a própria salvaguarda do ambiente, sem estar tutelado o direito à vida dos mais frágeis, a começar pelos nascituros? Qualquer lesão à vida, de modo especial na sua origem, provoca inevitavelmente danos irreparáveis ao desenvolvimento, à paz, ao ambiente. Tampouco é justo codificar ardilosamente falsos direitos ou opções que, baseados numa visão redutiva e relativista do ser humano e com o hábil recurso a expressões ambíguas tendentes a favorecer um suposto direito ao aborto e à eutanásia, ameaçam o direito fundamental à vida."




"(...) falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural"




"No que se refere à Igreja Católica, o interesse principal das suas intervenções no campo público é a tutela e a promoção da dignidade da pessoa e, por conseguinte, ela chama conscientemente a uma particular atenção aos princípios que não são negociáveis. Entre eles, hoje emergem os seguintes: 
  • tutela da vida em todas as suas fases, desde o primeiro momento da concepção até à morte natural;
  • reconhecimento e promoção da estrutura natural da família, como união entre um homem e uma mulher baseada no matrimónio, e a sua defesa das tentativas de a tornar juridicamente equivalente a formas de uniões que, na realidade, a danificam e contribuem para a sua desestabilização, obscurecendo o seu carácter particular e o seu papel social insubstituível;
  • tutela do direito dos pais de educar os próprios filhos."


Por tudo o que fez pelos católicos do mundo inteiro e por exercer tão bem a missão que lhe foi confiada, obrigado Bento XVI. Continuarei sempre a rezar para que o Senhor Deus lhe dê forças e o guarde.

terça-feira, setembro 11, 2012

Freixo, o Caveirão da Esquerda

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Uma das coisas que nossa democracia herdou de outras implementações democráticas mundo afora é a imunidade parlamentar. A princípio uma coisa boa, esta imunidade por vezes sofre ataques, pois o Brasil, como nos é infelizmente comum, conseguiu corromper até mesmo um dispositivo que foi pensado para preservar a livre expressão dos escolhidos pelo povo. Cá entre nós, há ladrões, traficantes e até mesmo assassinos cruéis que se escondem em mandatos parlamentares para fugir das garras da justiça utilizando a tal imunidade. Aqui o voto popular faz as vezes de um batalhão de bons advogados.

Mas o fato é que a imunidade parlamentar foi criada para que os representantes do povo pudessem atuar sem medo de represálias absurdas e perseguições feitas por grupos de interesse. Mas uma coisa que foro privilegiado algum consegue é preservar os políticos de suas próprias palavras. Paulo Maluf, o mais novo petistófilo da praça, até hoje lida com o tristemente famoso "Estupra, mas não mata!". Marta Suplicy, que hoje tem que engolir caladinha o sapão Paulo Maluf ao seu ladinho, ainda é lembrada pelo seu descaso com os passageiros que enfrentavam a confusão petista criadas em nossos aeroportos, quando pronunciou o também famoso "Relaxa e goza!". Lula, o mau-caráter (sim, ele é exatamente isto) que nos governou por 8 anos e colocou um poste com o corte de cabelo de uma cacatua em seu lugar, espertamente defendeu-se de suas inúmeras gafes discursivas ao se proclamar uma "Metamorfose ambulante", dando um novo e podre sentido ao que queria dizer o falecido Raul Seixas. É por isto que ele podia declarar que  a maturidade o fez afastar-se da esquerda e, ao mesmo tempo, ficar trocando louvores de amor com um desqualificado como Hugo Chávez, o maior ícone da  retrógrada esquerda latino-americana.

Como desgraça pouca nisto que achamos ser uma democracia é bobagem, há um fato novo aparecendo em nosso horizonte... Da mesma forma que eleitores têm o poder de colocar um Maluf, um Jáder Barbalho, um Lula e outros tipos no poder, há eleitores que agora tentam extrapolar seus poderes e criar imunidade em candidatos com um passado que gostariam fosse esquecido. 

Imaginemos que em futuras eleições o fato do Mensalão não pudesse ser referido, ou que o passado terrorista da cacatua presidencial -- e do qual ela jamais mostrou-se arrependida -- fosse proibido de ser noticiado ou que a proximidade do PT com o Foro de São Paulo fosse encarada como mera Teoria da Conspiração. Embora saibamos que grande parte da imprensa e da academia tenta jogar tudo isto para debaixo do tapete, são os eleitores que têm o dever de não deixar isto cair no esquecimento.

Infelizmente, nosso sistema democrático, ou melhor, isto que imaginamos uma democracia, vai tão corrompido que são os próprios eleitores que tentam reescrever o passado de seus preferidos.

O candidato do PSOL à prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, é alvo desta tentativa de lavagem do passado (e passado recente!), que tenta suprimir da vista dos eleitores o que ele andou falando e que chegou até a refletir em sua atuação parlamentar.

O caso todo é que Marcelo Freixo, enquanto deputado estadual do estado do Rio de Janeiro, foi autor do Projeto de Lei 146/2007, que propunha a revogação do Dia do Nascituro, que foi criado pela Lei 3847, de 24/05/2002. Como o aborto é coisa que causa asco à ampla maioria da população brasileira, os eleitores de Freixo saíram em sua defesa quando a atuação parlamentar de seu queridinho veio à tona.

Mas tal defesa é em vão, pois o passado de Freixo vai continuar a assombrá-lo até que ele volte atrás em seus posicionamentos. Para que fique bem claro do que aqui se fala, foi exatamente com estas palavras que o deputado estadual Marcelo Freixo justificou seu Projeto de Lei:


As motivações que trazem à tona projetos que estabelecem o dia do nascituro estão ligadas a uma convicção religiosa de que o feto já é um ser humano, e de que, portanto, a sua vida deve ser respeitada e valorizada como a de qualquer outro ser humano já nascido. A lei que prega o dia do nascituro tem sido, na verdade, um debate escamoteado sobre o aborto. É praticamente, a instituição de "um dia contra o aborto". 
A complexidade e a diversidade de opiniões que existem em torno do momento do desenvolvimento do embrião em que este se transforma num ser humano – hominização- é mais um elemento que reitera a necessidade de que esse debate seja feito com base no papel do Estado e nos direitos de cidadania para as mulheres. Considerando o caráter laico atribuído ao Estado Brasileiro, não há nenhuma justifica plausível à criação de um dia do nascituro.  
As preocupações daqueles que ocupam cargos públicos deve ser com a saúde pública, com a saúde da mulher, com o direito de opção. Deve-se respeito total à visão de segmentos da Igreja e seus princípios, mas, como autoridades públicas, as preocupações dos poderes legislativos e executivos devem ser com a saúde da população, e não com convicções morais e religiosas.  
O Brasil não pode seguir cultuando uma cultura de crueldade para com as mulheres que precisam e decidem abortar e que, diante da criminalização, recorrem a práticas inseguras que colocam em risco suas próprias vidas. É dever do Estado Brasileiro em geral, e do Estado do Rio de Janeiro em particular, apoiar as mulheres em suas decisões reprodutivas. Em respeito à democracia participativa, os governos deveriam acolher a diretriz aprovada na Conferência Nacional de Políticas para Mulheres: descriminalizar e legalizar o aborto.  
Revogar o dia do nascituro é, portanto, um primeiro passo para esse debate ser encarado como deve ser: como uma contraposição de idéias no campo democrático sobre a prática do aborto, e não sobre as – não comprovadas – convicções que versam sobre o momento de hominização dos fetos.

Apenas estas palavras de Freixo já bastam para ver a visão tosca que o candidato possui sobre a atuação pública de quem professa uma religião. Quando a coisa não o agrada, ele não pensa duas vezes e vai pelo fácil caminho de demonizar a parte contrária. E, claro, como todo bom esquerdista, o faz querendo que seu deus Estado tenha preponderância sobre quaisquer outras convicções e princípios. É incontável a quantidade de sangue que já foi derramado por um pensamento como este.

Não é objetivo desta postagem discutir a tacanhice do pensameno de Freixo, que, aliás, é coisa que não surpreende quem tem contato mínimo com o pensamento esquerdista sobre a questão do aborto. É objetivo desta postagem mostrar o passado de Freixo.

Por mais que seus eleitores fiquem incomodados com a recente demonstração do passado de Freixo, o fato é que ele usou seu mandato como deputado estadual para mostrar bem claramente seu posicionamento abortista.

O que causa surpresa não é a convergência do pensamento de Freixo com o da fina-nata do abortismo nacional. O que causa surpresa é que em época de eleição seus eleitores utilizem de densa cortina de fumaça para esconder o pensamento de seu candidato.

Quando o assunto finalmente apareceu na página deste blog no Facebook, os eleitores de Freixo começaram a defendê-lo querendo diminuir a questão:



O que este comentarista faz que não percebe é que Freixo fez e faz seu nome como um corajoso político contra o mal das milícias no RJ, mas quando o assunto é aborto -- QUE É UM CRIME TAMBÉM -- o político dá de ombros. Ou seja, quando se trata de combater o crime, Freixo escolhe a quais vai combater. Que ele seja assim é com ele e sua consciência... Só que não venha posar de arauto contra a criminalidade quando ele resolve filtrar o que vai combater.

Evidente que o mesmo comentarista, conforme seus "argumentos" foram sendo postos abaixo, partiu para o ataque pessoal e também começou a dar aulas de democracia. Quando um esquerdista começa a falar de democracia, podemos estar certos que ele está acuado e desesperado:



Na verdade, o povo brasileiro é amplamente contrário à legalização do aborto, mesmo com todas as mentiras há anos divulgadas por ONGs e partidos esquerdistas. Só que Freixo e seus partidários, como bons esquerdistas, estão nem aí para a vontade popular quando ela não converge com seus interesses e visão de mundo. Falam de democracia, mas o que lhes interessa mesmo é a vontade da minoria militante abortista.

E ao escrever que "do que adianta o teu bebê nascer, se no futuro esta criança não vai ter dignidade, educação, emprego (...)" isto mostra bem como um esquerdista encara o valor da vida. Eles querem é que a vida seja valorada pelos seus critérios e não porque ela tem um valor em si mesma. E isto é a receita para o desastre, para a morte de inocentes, para o caos. E esta é a história da esquerda desde o seu surgimento.

Mas a história do esquerdismo e sua proximidade com o aborto passa também pela ignorância. Como sempre existem os idiotas úteis, há os que se orgulham em demonstrar sua ignorância:



A medida da vida, para o comentarista acima, é a presença da dor. Talvez seja por isto que ele demonstra tanto descaso pela vida do próximo que não lhe está realmente próximo fisicamente. Mas como ignorância é coisa que nunca vem em doses pequenas quando se trata de esquerdistas, o mesmo comentarista resolveu adicionar o comentário abaixo.



O que dizer disto? Apenas que não é incomum que abortistas demonstrem tal nível de ignorância sobre o assunto. Na verdade, sua ignorância só perde para sua arrogância.

Uma outra tática também utilizada pela militância de Marcelo Freixo para tentar calar os que divulgam seu favorecimento ao abortismo é dizer que o aborto é um assunto secundário em eleições municipais ou até que isto nem deveria ser assunto. Como não é surpreendente, trata-se de mero diversionismo esquerdista. Há hospitais geridos pelos municípios que prestam-se ao serviço de "aborto legal", um eufemismo para que a municipalidade preste-se a cometer um crime contra a vida. Aliás, o pioneirismo da prática destes "abortos legais" em hospitais públicos, vem da gestão daquela que é uma esquerdista-ícone do Brasil, Luiza Erundina, que então era petista e prefeita da cidade de São Paulo.

Fica óbvio que o aborto é sim um tema que tem a ver com eleições municipais.

Mas o que os militantes pró-Freixo também não querem que apareça é que o fato de ele ter atuado contra o crescimento de milícias é que realmente tem bem pouco a ver com eleições municipais, pois Segurança Pública é um assunto, no Brasil, principalmente de âmbito estadual.


Infelizmente, mais uma vez a atenção da população está sendo desviada para que os eleitores não vejam, principalmente, quem é o partido por trás de Freixo. Sua estampa de bom moço é muito boa para a tv, sua coragem em enfrentar milícias também é coisa que tem um baita efeito, mas e seu partido?

O PSOL é meramente um anexo do PT, nada mais que isso. Foi criado a partir da desilusão de membros petistas quando os métodos fisiologistas do PT começaram a atingir sua visão limitada de mundo. Tudo que é ruim no PT é absurdamente piorado no PSOL, se é que isto é possível. Para se ter uma breve idéia, basta ver os louvores que são feitos na própria página do partido à Venezuela de Hugo Chávez. Dá para ver bem como a democracia é encarada pelo partido...

Marcelo Freixo é contra o Caveirão, o veículo blindado da Polícia Militar do RJ utilizado para entrar em Favelas. Talvez ele tenha lá suas razões, mas uma coisa que podemos ver é que ele e seus militantes entendem um bocado de blindagem, pois haja aço para separar Freixo de seu passado. O que podemos ver mesmo é que Freixo é o Caveirão da Esquerda... Ele quer subir até o topo das eleições, mas seus eleitores o querem blindado de seu favorecimento ao aborto.