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sábado, novembro 16, 2013

O mimimi não pode parar: outra crítica a "Blood Money"

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"MIMIMI!"
Mais um crítico não gosta de "Blood Money"
A reação da crítica estabelecida na mídia nacional ao filme "Blood Money - Aborto Legalizado" deixa bem claro que o documentário acertou bem no nervo de muita gente. Na verdade, nem se pode dizer que os críticos estejam fazendo seu trabalho, pois o que vem sendo escrito pode ter o nome de outra coisa, mas nunca de crítica de cinema.

É o caso do que escreveu Bruno Carmelo, do site "Adoro Cinema". Logo no início, chama atenção que ele tenha chamado o documentário utilizando a mesma palavra que o crítico Mario Abbade, do jornal O Globo, também utilizou, "panfletário". Pode ser que ambos tenho assistido o filme juntos ou algo assim, quem sabe? Pode ser que tenham trocado informações após verem o filme, não é? Nada de mais... Nenhum problema, claro. Mas ao menos poderiam combinar de mudar o vocabulário para a coisa não ficar muito chata.

Carmelo diz que fazer um documentário como "Blood Money" é pouco eficiente, pois o tom radical, segundo ele, não vai convencer ninguém. Como seria então um tom menos radical em filme sobre matéria de vida ou morte de milhões de seres humanos frágeis e inocentes? O diretor David Kyle deveria ter feito como? Deveria não ter mostrado especialistas da área médica afirmando o que a Ciência já atestou há tempos, que a vida começa na concepção? Deveria não ter trazido o depoimento de pessoas que trabalharam na indústria do aborto e que dela saíram enojadas e traumatizadas por tudo que viram e no que participaram? Deveria não ter mostrado o depoimento de mulheres que carregam até hoje a marca dolorosa que é ter cometido um aborto? Ou seja, parece que Bruno Carmelo quer um filme sobre o aborto sem que seja mostrado verdadeiramente o que é o aborto: suas conseqüências; como a militância abortista engana a opinião pública; os problemas psicológicos que atingem as mulheres que caem neste erro; etc. Ele quer, na verdade, um filme que apenas mostre mais o que o abortismo internacional vem há décadas enfiando goela abaixo da opinião pública, seja nos EUA, na Europa, na África ou no Brasil, no qual a militância abortista finge querer debater enquanto impõe seus objetivos através de falcatruas jurídicas ou apelos a dados estatísticos totalmente falsificados, como aconteceu nos EUA, com o caso Roe x Wade, ou mesmo no Brasil, com a liberação do aborto de bebês anencéfalos.

Em dado momento de sua crítica, Bruno Carmelo parece dar o braço a torcer quando diz que "(...) o documentário não se contenta com afirmações vagas como 'o aborto é errado', e esforça-se para achar argumentos muito precisos (...)". Mesmo? Desafio qualquer abortista a mostrar algum discurso de um pró-vida sério a dizer apenas que "o aborto é errado", sem que este mesmo pró-vida saiba mostrar o porquê de este ato ser um erro. Carmelo tem em sua mente limitada apenas uma caricatura do que pensa um pró-vida. Talvez ele devesse dizer a seus leitores porque então o aborto seria correto, já que ele parece acreditar nisto sem que mostre qualquer sustentação para tal crença.

É verdade que o crítico, talvez por ter mais espaço para escrever, tenha se mostrado ser de uma espécie diferente de seu colega Mario Abbade, e tenha até admitido méritos no filme, como no trecho abaixo:
"Outro mérito, talvez o maior do filme, seja o fato de Blood Money – Aborto Legalizado tentar convencer o espectador através de argumentos racionais, e não emocionais. Com exceção de alguns momentos sentimentalistas, rumo ao final, onde criancinhas felizes e mulheres chorosas tomam a cena, o documentário prefere agir em nome da razão. (...)"
A razão, o que parece ignorar o crítico, não é exceção no movimento pró-vida, é a tônica deste movimento. O apelo a argumentos sentimentalóides e emocionais, através da manipulação de dados (sobre o que há farta documentação) e da mais pura enganação é o método da militância pró-aborto. Só não sabe disto quem ignora por completo o assunto.

Mas se o crítico começa o parágrafo louvando os argumentos racionais do lado pró-vida, ele, claro, nem mesmo se permite terminar este mesmo parágrafo sem voltar à carga:
"(...) Isso também significa que ele não mede esforços para encontrar argumentos racionais favoráveis ao seu discurso, incluindo a afirmação surpreendente de que o aborto seria pior do que a escravidão ou, mais chocante ainda, que ele seria uma versão moderna do nazismo, por impactar principalmente mulheres negras. O aborto, segundo o filme, teria como objetivo reduzir a população negra nos Estados Unidos."
Bruno Carmelo acha "surpreendente" que alguém diga que o aborto é pior que a escravidão. Vamos colocar assim, para ver se ele entende: um escravo pode ser liberto; já um bebê abortado pode voltar à vida? Será preciso desenhar? E além disto, é claro que ninguém esteja dizendo que escravidão é coisa boa, não é mesmo? E é o crítico que acha ruim utilizar "momentos sentimentalistas", não é? Sei...

Ele acha também absurdo que se compare o aborto como uma visão moderna do nazismo. Certo. Será que ele sabe quantos milhões já morreram por aborto? Vou dar apenas um dado: mais de 50 milhões desde 1973, somente nos EUA! Imagine este número na China, na Índia, na Europa... Será que ele acharia isto sentimental demais para o seu gosto? Será que ele sabe que os primeiros países a liberarem o aborto foram a extinta União Soviética e a Alemanha Nazista? Será que ele sabe que a conexão aborto-racismo está já bem documentada e inúmeros líderes afro-americanos estão procurando dar visibilidade a este problema? Aqui mesmo no blog podem ser visto dois textos sobre este assunto: "Aborto e racismo: tudo a ver!" e "O genocídio dos negros norte-americanos".

Mas Bruno Carmelo chama isto de "afirmações absurdas"... Baseado em que ele classifica assim os argumentos apresentados no filme? Não se sabe... Talvez na posição de Saturno ou na configuração da borra do último café que ele tomou, em búzios ou algo do tipo. Na realidade é que não foi.

Se lhe falta contato com a realidade do aborto, disposição para servir à causa sobra bastante. Eis o que um trecho que deixa isto bem à mostra:
"Aliás, é surpreendente que Blood Money – Aborto Legalizado não contenha nenhuma opinião favorável ao aborto, nem que seja para condená-la. Em uma discussão tabu como esta, seria normal expor o ponto de vista alheio e explicar as falhas deste raciocínio. Mas o documentário prefere fingir que o “outro lado”, como é chamado, simplesmente não tem ideias.(...)"
Uau! Bruno Carmelo se surpreende que um documentário contrário ao aborto não traga nenhuma opinião favorável ao aborto! É mesmo para levar a sério isto? Isto não é crítica, é apenas "mimimi". Isto, ele e seu colega de profissão Mario Abbade têm em comum: ambos queriam que o documentário mostrasse também os argumentos do outro lado. Isto só demonstra, além da incrível similaridade de suas "críticas", que ambos sofrem de um sério descolamento da realidade da discussão sobre o aborto. Eu os ajudo então: os abortista não têm, até hoje, sequer um único argumento aceitável. Sim, é isto mesmo. Tudo o que a militância abortista faz é impor sua vontade baseada em mentiras, em dados incorretos, em argumentos falaciosos. Apenas isto; nada mais.

Como já ficou claro, a falta de contato com o tema do aborto não é páreo para a garbosidade com que Bruno Carmelo se entrega ao assunto. Eis mais um parágrafo em que ele se supera:
"Ironicamente, o filme é obrigado a aceitar que existem sim, outras maneiras de pensar, já que ele adota um ponto de vista da oposição, da minoria. Ora, se o aborto foi legalizado por diversos Estados americanos, defendido por vários juízes e grupos sociais, então certamente alguém aprova a prática, não? De qualquer maneira, ao se afastar da imagem conservadora do cristianismo (é inusitado que o filme quase não mencione o catolicismo, apesar de defender todos os seus dogmas), Blood Money – Aborto Legalizado adota um ar de filme moderno, contestador, jovem. Ele até parece – quem diria – ter um discurso pseudo feminista, sugerindo que a proibição do aborto seria uma defesa das mulheres, abusadas por instituições e médicos gananciosos."
"Minoria"? Se o crítico deixasse um pouco as escuras salas de cinema e olhasse para o mundo que o cerca, talvez ele soubesse que nos EUA, exatamente a realidade mostrada no documentário, a posição pró-vida já é maioria entre a população. E isto mesmo com a maciça propaganda abortista na grande mídia e na academia, o que não é pouca coisa. E por que, afinal, o filme deveria mencionar o catolicismo? Na verdade, Bruno Carmelo gostaria que o diretor lhe tivesse facilitado o trabalho para que ele pudesse qual um Dan Brown pular da cadeira de dedo em riste e gritar "Ahá! Eu sabia que tudo isto tinha o dedo da Igreja!". Coitado... Ele sequer sabe o que seja dogma, mas diz que o filme defende TODOS os dogmas católicos. É... Talvez David Kyle tenha feito um documentário não contra o aborto, mas sim o Catecismo em forma de película. Pfui...

Bruno Carmelo reclama que o filme não se presta ao diálogo. Pois eu pergunto: quem quer dialogar com quem se propõe a eliminar seres humanos frágeis e inocentes merece mesmo ficar falando em uma sala escura de frente a uma tela ignorando a realidade que o cerca. E, além do mais, os abortistas têm todo um aparato midiático à sua disposição, jornais, revistas, universidades, filmes, programas de tv, sites como o Adoro Cinema, etc.; não acho que eles precisem de tempo em um documentário contrário ao aborto para que equilibrem o jogo, pois o jogo está desequilibrado há muito para o lado deles, exatamente porque gente como este crítico presta-se a um papel ridículo de defensor do aborto sem que sequer saiba o básico sobre a discussão.

Fechando com chave de ouro e, claro, como não poderia deixar de ser, pagando o tributo ao marxismo cultural onipresente em nossos meios de comunicação, Carmelo sai-se com a seguinte pérola:
"Blood Money é um filme da nova direita, do conservadorismo cool, passivo-agressivo, desesperado ao perceber que não tem mais o monopólio da reflexão social no século XXI."
Ganha uma viagem à Cuba quem descobrir algo neste trecho que faça algum sentido. É apenas uma frase de adolescente que veste uma camisa de Che Guevara e usa uma boina vermelha com uma estrelinha. Só isto... Não tem sentido (quando foi que a "direita" teve "monopólio da reflexão social" mesmo?), mas serve para ele colocar no currículo e descolar uns tapinhas nas costas e frases como "Você é um dos nossos!". Pelo jeito, há quem seja carente ao ponto de procurar tal coisa...


"Blood Money" e uma crítica da Terra do Nunca

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Este é o cartaz correto do filme
Chega a ser divertido ver as reações que aparecem na mídia entre o pessoal ligado à área da cultura em relação ao documentário "Blood Money - Aborto Legalizado". O bom de produções assim é que elas servem para desmascarar muita gente que fica por aí pavoneando-se de crítico, talvez até de arauto da liberdade de expressão.

Longe de mim impedir que um crítico de cinema teça suas considerações sobre o filme "Blood Money - Aborto Legalizado". Eu, que não sou Caetano Veloso, Chico Buarque ou Gilberto Gil, tenho apreço pela livre expressão. Vivi minha vida adulta vendo gente como Arnaldo Jabor defendendo qualquer pífia película do cinema nacional como se fosse um novo marco da cinematografia internacional. Ou seja, estou bem acostumado às besteiras que saem dos teclados de nossos críticos, estes pilares de nossa cena cultural, tudo, claro, regado a muito jabá, muito convitezinho, que é o que eles precisam para se sentirem realmente importantes.

É o caso do crítico Mario Abbade, do jornal O Globo. Abbade não gostou, claro, do filme. E teria como gostar? Ora, convenhamos, "Blood Money" foi feito para muita gente não gostar mesmo, não é? Principalmente para as pessoas que acham que o aborto é uma coisa abstrata, uma coisa que fica lá bem longe, uma coisa que não trata da eliminação cruel e fria de um ser humano. Confrontadas com a realidade de dor, de sofrimento, de lucro com o sofrimento alheio, tudo deve mesmo ficar meio nebuloso para quem acha que ser favorável ao aborto é dar poder às mulheres sobre seus corpos, esta peça de retórica vazia criada pelo movimento feminista/abortista. Não! Ser favorável ao aborto é dar apoio à industria da morte que é bem mostrada no documentário.

Abbade reclama do diretor David Kyle, cuja  "única intenção do diretor era fazer uma obra panfletária contra o aborto". É para rir? O nome do filme é "Blood Money" [Dinheiro de Sangue]! O crítico esperava mesmo algo diferente do que um filme contrário ao aborto? Se Abbade se sentiu incomodado que o diretor não tenha dado voz ao outro lado, esta entidade abstrata, como forma de equilibrar o assunto, talvez ele devesse ligar para o diretor e ensinar-lhe a fazer filmes, não? Ao menos filmes que passem por seu isento crivo crítico.

O crítico, um evidente amante do debate de idéias -- desde que somente as suas sejam dignas de serem filmadas, claro --, reclama que o documentário não devia sequer ter chegado às salas de cinema nacionais, pois está ocupando salas bem disputadas. Deixa ver se entendi... Abbade aceita filmes endeusando um assassino frio e cruel como Che Guevara; aceita filme sobre um calhorda como Lamarca, que estava mais preocupado em implementar uma ditadura comunista no Brasil que preservar qualquer tipo de democracia; aceita filme sobre Marighella, um homem cuja maior obra foi escrever um manual para guerrilheiros. Entendi... As disputadas salas nacionais servem para para filmes que teçam louvores a pulhas como Che, Lamarca e Marighella, mas não para mostrar a verdade sobre o que é a indústria do aborto, uma indústria cujos insumos são a dor e o desespero, e cujo produto principal é a morte cruel de seres humanos inocentes.

Abbade fica incomodado também que a Dra. Alveda King, que narra o filme, esteja em uma "cruzada contra a Suprema Corte dos EUA, a Planned Parenthood (que defende a livre escolha) e quem quer que seja contrário a suas convicções". É bom que se diga que a Dra. King é uma liderança de primeira grandeza entre os pró-vidas norte-americanos. Então o que Abbade sugeriria que ela fizesse, que ficasse em casa escrevendo péssimas críticas de cinema? Ele faria melhor se contasse um pouco para quem o lê sobre o motivo de a Dra. King estar nesta cruzada. Eu conto: a decisão da Suprema Corte foi um erro jurídico sem precedentes na história daquele país. Os juízes que votaram favoravelmente o fizeram baseando-se em dados incompletos, incorretos e em enganações espalhadas pela militância abortista. Abbade e sua "rápida pesquisa", como ele mesmo admite em sua superficial argumentação contra o tema do filme, sabia disto? Há literatura suficiente sobre o assunto e com uma "rápida pesquisa" na Amazon ele poderá encontrar algum título que satisfaça sua curiosidade. Ou não.

O crítico refere-se à Planned Parenthood como uma defensora da liberdade de escolha. Isto nem mesmo é uma meia-verdade. A Planned Parenthood é simplesmente a maior rede de clínicas abortistas dos EUA, tendo faturamento na casa de centenas de milhões de dólares. A tal "liberdade de escolha" -- este conceito fictício criado também pela militância abortista -- tem nada a ver com o negócio da Planned Parenthood. Ela lucra com a morte de seres humanos frágeis e inocentes, com o desespero de mulheres e casais em dificuldades. Apenas isto. Ponto.

Mas qual é afinal a bronca de Abbade? Ele tem problema que a Dra. King enfrente quem é contrário às suas convicções? Ora, talvez ele devesse crescer um pouco e sair da Terra do Nunca em que se encontra e vir para o mundo real, o mundo onde o aborto é tratado como um negócio sujo e cruel, exatamente como mostrado no filme de David Kyle.

É engraçado que Abbade, o crítico, prefira desfilar sua superficialidade sobre um assunto sério, mas que não faça o que deveria ser seu trabalho e sequer diga que no documentário há depoimentos de gente que trabalhou na indústria do aborto nos EUA e que mostram bem como funciona o sujo negócio. Ele prefere apenas escrever que o filme "Empurra ideias de especialistas como se fossem verdades absolutas (...)". Mesmo? É apenas isto? Então Abbade deveria dar a sua verdade relativa, não? Ah... Nada como viver na Terra do Nunca dos suplementos de cultura da grande mídia!

A superficialidade de Abbade é tão grande que a página online onde está publicada a sua crítica curiosamente mostra o cartaz de um outro filme, como pode ser visto abaixo, que também tem o título de "Blood Money" e que é uma produção indiana (Bollywood) de 2012! Só isto já dá para ver a seriedade com que o assunto é tratado por Abbade e pelo Globo Online. E são estes que querem dizer quais filmes merecem ou não estar em cartaz? Ok!



Esta é a imagem da página da crítica com o cartaz de um filme de Bollywood.
Amadorismo pouco é bobagem!