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quarta-feira, janeiro 05, 2011

O verdadeiro Obama

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Nas últimas eleições presidenciais norte-americanas o que parecia ter acontecido não era apenas a escolha de um presidente. Não mesmo! Parecia que havia sido criado um novo deus no Olimpo. Barack Hussein Obama parecia ter saído direto da corte de Zeus para vir ajudar os pobres mortais a vencerem o mal. Este, claro, personalizado pelo malvadão George W. Bush.

Cá no Brasil, a julgar pelas notícias que chegavam então pelas Globo News da vida, parecia que um novo messias despontava no horizonte para levar o mundo todo a uma nova Terra Prometida.

Maria Clara Bingemer, teóloga e professora da PUC-RJ, não teve dúvidas em escrever um artigo inteiro só para tecer louvores ao messias norte-americano (ver em "Maria Clara Bingemer e seus delírios obâmicos"). Um dos trechos que mais gosto do meloso artigo da teóloga é quando ela diz ter duvidado das "pretensões democráticas dos americanos".

Ora... Se há coisa que o Brasil pode ensinar aos norte-americanos é como se faz uma democracia, não é mesmo? Afinal, nosso povo não elege uma presidente fantoche. Nunca mesmo! O presidente Lula quando ainda no exercício de seu mandato não utilizou o cargo para fazer campanha por sua candidata. Não mesmo! As obras do PAC, as mesmas que jamais saíram do papel, nunca foram utilizadas como manobra política. Jamais!

Ninguém melhor que nós pode ensinar ao mundo, mais ainda aos norte-americanos, como se faz uma democracia. Nós é que entendemos do traçado!

A eleição de Obama deixou-nos ver coisas interessantes. É muito interessante, por exemplo, que tenha sido estimado em 95% o número de votantes em Obama entre os negros. Que coisa, não? Uma maioria acachapante de negros norte-americanos decidiu votar em outro negro (bem... na verdade ele é mestiço, mas parece que isto não importa muito quando se é um messias). 95%! 

Isto para mim tem nome: racismo. É mais do que óbvio que a opção por Obama, para os negros norte-americanos, passou pela cor da pele. E, para muitos deles, parece que só ficou na cor da pele mesmo.

Se o contrário acontecesse, se 95% dos brancos norte-americanos tivessem optado por John McCain, o mundo inteiro apontaria dedos para os EUA, chamado-os de racistas. Mas como isto aconteceu com Obama, a coisa é diferente. Privilégio de messias, certo?

Mas o que mais me interessa sobre Obama não é sua cor da pele, é seu histórico sobre o assunto principal deste blog: aborto. E neste assunto, assim como em outros, o histórico de Obama é lamentável, digno de um fascínora.

Quando de sua eleição, uma postagem aqui no blog ("Obama perdeu") trazia dados que muitos desconheciam. O radical abortismo de Obama foi totalmente escondido pela mídia tupiniquim. E não se venha dizer que o aborto não é assunto nas eleições nos EUA, pois isto sempre é assunto lá. Mas aqui entre nós estas informações são sonegadas pela mídia. Nada pode manchar as vestes do messias, não é mesmo?

Mas o fato é que as vestes de Obama há muito vêm manchadas do sangue de inocentes. Desde o início de seu mandato que ele se notabilizou por nomeações de abortistas dos mais variados calibres para posições de destaque na administração pública dos EUA. Juízes, Secretários, Chefes de Gabinete e tantos outros cargos foram ocupados por uma turma da pesada.

Não só isto... O financiamento público de pesquisas com células-tronco embrionárias foi liberado; nova droga abortiva foi aprovada; o governo norte-americano pressionou governos de países em desenvolvimento pela liberação do aborto; sua reforma do Sistema de Saúde prevê o financiamento público de abortos, etc. 

É um catálogo de horrores de várias páginas. E tudo isto com um só objetivo: a promoção do aborto.

Há mulheres que não abortam por motivos financeiros? Obama quer financiamento público aos abortos.

Há leis que ainda causam impedimentos ao aborto livre? Obama nomeia juízes e conhecidos advogados militantes para cargos importantes para que estas leis sejam flexibilizadas.

O governo Bush impedia o financiamento público de pesquisas com células-tronco embrionárias? Obama libera!

Este é Obama! Todos estes fatos podem ser vistos em uma página do LifeSiteNews que traz exatamente todo o histórico abortista de Obama enquanto presidente: Obama Pro-Abortion Record

Esta página é atualizada constantemente e nela pode ser visto o ataque sistemático contra a vida feito em várias frentes ao mesmo tempo. Coisa de quem sabe bem o que quer: abortos e mais abortos.

O verdadeiro Obama está aí para quem quiser ver. 

Se alguém, de posse destes dados, ainda mais sendo católico, resolver olhar para o lado enquanto milhões de vidas são ceifadas e outras tanto são colocadas em perigo, precisa mesmo é rever onde está seu coração, se junto a um messias de palha ou se junto ao único Messias que realmente existe, o único que nos pode salvar e que sempre nos ensinou "Não matarás".


quinta-feira, março 26, 2009

Do Blog A IGREJA UNA E SANTA: Como um Bispo deve se portar – Exemplo de Dom John D'Arcy

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Recomendo a leitura de uma excelente postagem no blog do Danilo Augusto, que sempre faz comentários muito pertinentes sobre a situação da Igreja no Brasil.

Desta vez ele nos traz a informação sobre as atitudes exemplares do bispo norte-americano, D. John D´Arcy, que criticou fortemente a direção da prestigiosa Universidade de Notre-Dame, uma das mais tradiocionais universidades católicas daquele país.

O blogueiro Danilo faz uma pertinente comparação com nossa situação, na qual as PUCs estão infestadas de abortistas e pessoas que utilizam de um espaço disponibilizado pela Igreja para corroer-lhe por dentro.

Destaco um trecho:
"E a nobre presidência da CNBB, envolvendo-se sempre em casos tão desnecessários como Reforma Tributária, Agrária, Dia da Água, etc e deixando temas como Aborto, ditadura gayzista, ensino socialista e tantos outros (patrocinados pelo governo) de lado, não estaria escolhendo o prestígio e preterindo a Fé? Creio que sim...

Se Dom D’Arcy faz uma objeção de consciência no caso Obama, nada mais justo (e necessário) que façamos uma objeção clara sobre a CNBB! Não podemos fechar os olhos aos abomináveis erros cometidos por essa egrégia instituição só porque nela estão filiados os nossos bispos diocesanos. Alguns acreditam que ir contra a CNBB é ir contra a Igreja! Ora, mas se a CNBB está diametralmente oposta ao catolicismo, então como resolver essa questão? Amar um significará rejeitar o outro. Eu fico com a Igreja, e você?"
Perfeito! Também fico com a Igreja.

quinta-feira, dezembro 18, 2008

O ex-obamista

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Recebi uma mensagem de um colega blogueiro que muito apreciei. O colega Everth Queiroz Oliveira, responsável pelo ótimo blog "Bein'Better" mudou de posição em relação ao apoio que dava ao recém eleito presidente dos EUA.

Eis as palavras de Everth:

"Visitando seu blog, conclui uma verdade de fé em minha vida. Sempre fui contra o aborto, mas apoiava Barack Obama como presidente. Nunca pensei que estivesse apoiando um abortista!"

Pois é... Infelizmente, inúmeros brasileiros -- e muitos católicos -- acharam o máximo a vitória de Barack Obama. Mal sabem, como era o caso de Everth, que Obama é o presidente mais radicalmente pró-aborto da história dos EUA jamais eleito, o que poderá se tornar uma verdadeira catástrofe para os não-nascidos não apenas de lá, mas de todo o mundo, pois a influência norte-americana é enorme, além de suas fronteiras.

Louvo aqui a profunda humildade de Everth, que, quando confrontado com um fato por ele desconhecido -- o abortismo descarado de Obama --, não teve dúvidas de rever seu posicionamento. Isto é coisa rara nos dias atuais, em que tanta gente prefere olhar para o lado mesmo quando a verdade lhe toca o nariz.

Somos humanos. Erramos. O conserto de nossos erros é como um chamado divino, no qual Deus nos apresenta um novo caminho a seguir e ao qual podemos ou não percorrer, segundo nossas escolhas. Só um coração humilde, um coração de uma ovelha que conhece a voz de seu pastor, é que se mostra pronto a deixar o erro para trás e seguir confiante seu Senhor.

Seu post sobre o assunto é um exemplo de como um católico deve se portar quando ciente de um erro. Há gente que prefere ficar se equilibrando e saindo pela tangente (como esta "católica" aqui), mas este não é o caso de Everth. Graças a Deus!

quarta-feira, novembro 05, 2008

Obama perdeu

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Obama ganhou?

Triste dia para qualquer pró-vida em qualquer lugar do mundo. Triste dia para qualquer católico também. Dia trágico para milhões de crianças que morrerão sem jamais ver a luz do dia, sem jamais poderem olhar para suas mães e pais, os mesmos pais e mães que lhes rejeitam e os destinam ao lixo hospitalar.

São estas crianças que no dia 20/01/2009 serão imoladas no altar do politicamente correto, como oblação a um messias (a inicial é minúscula mesmo) bem diferente do real Messias (agora, sim, maiúscula). Existe apenas um Messias e ele não atende pelo nome de Barack.

Aqui no Brasil, desavergonhadamente houve uma "obamamania". Qual o motivo? Ninguém sabe... Horror ao Bush, provavelmente; mas claro que ele tornou-se a válvula de escape de um anti-americanismo bocó que sempre há entre os brasileiros. Coisa de povo complexado, que prefere jogar a culpa por suas mazelas no colo dos outros. Coisa besta, vergonhosa mesmo.

Mas o que levou a população brasileira a admirar uma pessoa como Obama? Alguém explica? Alguém procurou realmente saber quem é o verdaddeiro Barack Obama. Nem estou falando sobre a suspeita se ele é ou não um norte-americano nato, coisa que até o momento ele não explicou.

Não é disto que falo. Como este é um blog visceralmente contrário ao aborto, interessa-me primordialmente o que Obama pensa disto -- não que o restante seja sem importância ou irrelevante.

Nesta linha, será que os brasileiros obamistas têm conhecimento de que o messias deles discursou nas comemorações do aniversário de 35 anos da decisão "Roe x Wade", decisão que abriu as portas para o maior holocausto da história?

O simples comparecimento de Obama a esta comemoração -- comemoraram o quê? -- é o indicativo de seu desprezo pela vida alheia. Mas a coisa piora. E muito... Eis um trecho de seu discurso, em tradução livre (original pode ser visto aqui):

"Por toda minha carreira política, tenho dado consistente e firme apoio aos direitos reprodutivos [eufemismo para abortos] e obtive um índice de 100% "pró-escolha" [eufemismo para pró-aborto] das organizações Planned Parenthood e NARAL*.

Quando o estado da Dakota do Sul aprovou uma lei proibindo qualquer tipo de aborto, em direta afronta à decisão "Roe x Wade", fui o único candidato à presidência a levantar fundos para ajudar aos cidadãos daquele estado a revogarem tal lei. Quando ativistas "anti-escolha" [termo pejorativo para pró-vidas] bloquearam a entrada de uma clínica da Planned Parenthood localizada em uma comunidade onde tratamento médico de baixo custo é parcamente provido, fui o único candidato à presidência que levantou a voz contra. E eu continuarei defendendo este direito, como presidente, através da aprovação do Freedom of Choice Act (Ato da Liberdade de Escolha)."


* Planned Parenthood é a multinacional do aborto responsável pela maior rede de "clínicas" abortivas dos EUA e com ramificações em vários países. NARAL é uma organização dedicada ao avanço da agenda pró-aborto, principalmente do lobby político e midiático.


Obama orgulha-se de ser um abortista, utiliza isto muito bem em sua carreira política. Ele fala a verdade, recebeu a classificação de 100% pró-aborto da NARAL. Algo como ele tirar 10 em uma prova para avaliar seu nível de abortismo. E seu opositor? John Mccain recebeu da mesma NARAL uma classificação de 0%.

Mas a coisa piora...

Algum dos obamistas sabe o que é o tal "Freedom of Choice Act" (FOCA)? O escritor David Freddoso, autor do livro "The case against Barack Obama", assim esclarece:

"Este ato cancelará qualquer norma estadual, federal ou municipal que regule o aborto, mesmo que seja modesta ou razoável. E abolirá, de acordo com a Organização Nacional de Mulheres, quaisquer restrições estaduais ao custeamento federal a abortos. Se Obama se tornar presidente e levar à frente sua promessa, todos que pagam impostos estarão pagando para um abortista fazer abortos."

A intenção, claro está, é eliminar qualquer tipo de restrição ao aborto que ainda haja por parte de estados e localidades. Nos EUA, bem ao contrário do Brasil -- talvez à exceção de São Paulo --, a força e a identidade dos estados é muito grande. Há estados em que a maioria da população é contrária ao aborto, e são estes estados onde há várias restrições ao aborto, tais como exigência de entrevista psicológica antes da decisão final, exigência do consentimento dos pais para adolescentes, limitação ao tempo de gestação, etc.

O que Obama quer, e é a isto que os obamistas deram seu aval, é a eliminação de toda e qualquer restrição ao aborto. E não apenas isto, até mesmo a violação da consciência de trabalhadores da saúde que se recusem a participar de abortos e também aos abortos em final de gestação. Coisa assim: uma mulher é livre para solicitar o trucidamento de seu filho em seu ventre, não importando o tempo de gestação. Este é o belíssimo mundo abortista do messias Obama.

Mas há gente que acha que o abortismo de Obama é coisa pequena, sem relevância. Enganam-se, e muito. Obama prometeu que seu primeiro ato como presidente será assinar o "Freedom of Choice Act".

Isto não é pouca coisa.

No dia 20 de janeiro de 2009, Obama se sentará na cadeira do dirigente mais poderoso deste mundo. Haveria muita coisa que ele poderia fazer como seu primeiro ato, mas o que ele escolheu mesmo é ajudar a aumentar o maior holocausto já havido na face da Terra.

E era este o candidato da esperança? Esperança de quem? Não dos milhões de mortos, com certeza.

Tenhamos esperança! 2000 anos atrás, um verdadeiro homem, um verdadeiro Deus aceitou humilhações, aceitou surras, aceitou flagelações, aceitou que aos que Lhe olhassem nem mesmo vissem seu aspecto humano, tamanho sofrimento que Lhe foi imposto. Servo obediente, humilhou-se para nos salvar, mesmo àqueles que têm a luz negada por falsos messias como Obama, mesmo até aos Obamas arrependidos.

Este Servo Sofredor venceu a Cruz, o que era símbolo de ignomínia ele transformou em Lenho da Salvação. Venceu o Mundo, mostrou-nos que nossa pátria não é aqui, convidou-nos a ir além, a termos esperança de que com Ele também poderemos vencer o mundo. O Messias, o verdadeiro, aceitou o sofrimento e, humilhado, derrotado, ressuscitou e tornou-se o exemplo para uma multidão.

E Obama? É um exemplo para os Chávez, os Evo Morales, os Lulas, os Ahmadinejads, a Planned Parenthood, a NARAL, todos torcendo por sua vitória., pois que façam bom proveito com seu falso messias.

Obama perdeu.

segunda-feira, janeiro 21, 2008

É assim que se faz!

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Enquanto os católicos brasileiros não recebem uma mísera declaração sobre a confusão da sabotagem do DVD da Campanha da Fraternidade de 2008, cujo tema é "Escolhe, pois, a vida", em San Francisco, EUA, houve uma grande manifestação pró-vida no último sábado, dia 19.

Todas as imagens foram retiradas, com a devida permissão de seu proprietário, a quem agradeço muitíssimo, do excelente blog "The cafeteria is closed".


Aqui vemos um pouco da extensão da passeata. A estimativa foi de que 30.000 pessoas compareceram e mostraram a força do movimento pró-vida.



Bem ao contrário da propaganda abortista, o movimento pró-vida atinge em cheio às mulheres jovens!




Uma coisa raríssima de se ver no Brasil: frades dominicanos pró-vida. E de hábito! Quem souber de qualquer coisa parecida, favor enviar foto.





Uma freirinha da congregação "Sisters of Life". Maria, modelo de vida!



Oito bispos estiveram presentes à passeata! Por lá, onde o aborto é legalizado, não há espaço para silêncio.


É lamentável que nós, brasileiros, que ainda temos legislação que protege os não-nascidos (embora não totalmente), ainda damos excessivo espaço àqueles que investem contra a dignidade humana.

É lamentável que setores da Igreja advoguem uma suposta necessidade de ouvir a parte contrária a pessoas que frontalmente vão contra a Sã Doutrina e relativizam o direito mais fundamental de todos: o direito à vida.