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Mostrando postagens com marcador Cultura da Vida. Mostrar todas as postagens
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sábado, dezembro 24, 2016

Uma adoção que aconteceu no Natal

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Entregar para adoção é um ato de amor. Adotar é um ato de amor.

Abby Johnson, ex-diretora de uma clínica de abortos e hoje pró-vida, tem um filho adotado.

quarta-feira, novembro 23, 2016

"Cara futura mamãe" Portadores da Síndrome de Down podem ter vidas muitos felizes

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O que haveria de condenável em um vídeo mostrando vários jovens portadores de Síndrome de Down, sorrindo e deixando a mensagem para as futuras mães de bebês também portadores da mesma síndrome de que tudo ficará bem? Será que um vídeo como este mereceria ser censurado?

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https://contraoaborto.wordpress.com/2016/11/23/cara-futura-mamae-portadores-da-sindrome-de-down/

sábado, setembro 10, 2016

"A pequena lutadora": o menor bebê já nascido

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O pezinho de Emilia media apenas 3 cm quando ela nasceu
Nascida com 229 gramas e 22 centímetros, Emilia Grabarczyk é a menor bebê prematura que conseguiu sobreviver. Ela nasceu na cidade de Witten, na Alemanha, há 9 meses.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2016/09/10/o-menor-bebe-ja-nascido/

sábado, setembro 03, 2016

Os médicos aconselharam seus pais a abortá-la. Hoje ela é atleta, quebra recordes e foi coroada Miss!

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Quando ainda estava em gestação, os médicos aconselharam aos pais de Eliza McIntosh que eles deviam abortá-la devido ao diagnóstico de uma rara má-formação em sua espinha dorsal. Os profissionais disseram aos pais que ela permaneceria em estado vegetativo e que não teria qualidade de vida.

segunda-feira, julho 18, 2016

Grávida após estupros seguidos, ela rejeitou o aborto ao ouvir a batida do coração de seu bebê

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Sara e seu filho William, no Zoológico

O que segue abaixo é o relato de Sara Gerardo, que há 12 anos viu-se grávida do homem que a abusou sexualmente durante um ano. Mesmo com muitas dúvidas, ela havia decidido pelo aborto, mas desistiu após ouvir as batidas do coração de seu filho.

sexta-feira, julho 08, 2016

Violentada por um estranho, ela rejeitou o aborto - e não se arrepende

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Foi divulgado pela organização pró-vida Live Action o depoimento de uma jovem que ficou grávida após ser violentada e que resolveu ter seu bebê e criá-lo.


"Dois meses após [o estupro] eu...

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https://contraoaborto.wordpress.com/2016/07/08/violentada-por-um-estranho-ela-rejeitou-o-aborto-e-nao-se-arrepende/ 

sexta-feira, janeiro 22, 2016

Na Marcha pela Vida nos EUA, os jovens dão o recado!

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"Uma vida é tirada.
Muitos corações são partidos."

Como ocorre todo ano desde 1974, hoje mais uma vez aconteceu em Washington D.C., a capital dos EUA, a "Marcha pela Vida".



"ABORTO: 1/3 de nossa geração está faltando"

"Terroristas mataram 3000 desde 1990.
Abortistas mataram 4000 desde ONTEM."

"Eu AMO mulheres e bebês!" 
"É assim que se parece uma FEMINISTA PRÓ-VIDA!"

"Pró-Vida - Pró-Mulher - Pró-Amor"

"Pode me chamar de extremista, mas eu penso que o desmembramento é errado"

"Esta feminista se opõe à discriminação por desmembramento"

"Espero que minha mamãe seja pró-vida"

"Todas as vidas são importantes"

"Somos todos humanos, certo?
Cada vida humana possui o mesmo valor e vale a pena ser salva."

"Um amor, dois batimentos.
Mal posso esperar para encontrar meu filho em 123 dias!"

"Uma pessoa é uma pessoa, não importa o tamanho"

Os jovens são a maioria 


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Fonte das imagens: 35 of the Most Interesting Signs at the March for Life

domingo, novembro 08, 2015

Um milagre chamado Maria Clara e o contraste entre dois médicos

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A pequenina Maria Clara sendo medida pela equipe do berçário

"Não vou tirar... Não consigo... É a esperança de manter uma vida..."

Foi com estas palavras que o médico Frederico Mendes Vieira respondeu a uma pergunta sobre o motivo pelo qual decidiu manter uma bebê no ventre de uma paciente mesmo que isto estivesse contrariando o que é relatado na literatura médica. 

Se dr. Frederico tivesse procedido de outra forma e feito o aborto, mesmo que por razões médicas, a bebê Maria Clara, filha de Charlô Pereira da Silva, não teria nascido na última sexta-feira (06/11) na cidade de São Joaquim, SC, no Hospital Sagrado Coração de Jesus. Segundo a reportagem da página São Joaquim Online, a gestação começou a mostrar-se problemática quando houve rompimento da bolsa com 21 semanas e 4 dias. Pelo que informou o dr. Frederico ao site, a literatura médica dá como certa a morto do bebê em casos deste tipo. 
Dr. Frederico Mendes Vieira

Eis as palavras do médico-obstetra:
“Não exitem relatos de bolsa rota (ruptura prematura) de fetos que tenham sobrevivido com 63 dias (sem o líquido amniótico). Existem relatos de 55 dias, mas não de 63. Vou inclusive levar ao Congresso Nacional de Medicina em Brasília e vou relatar o caso. Porque para a medicina é impossível que o feto tenha sobrevivido. Isto foi um milagre, pois não existia chances. Não era nem 99% de o feto morrer, era 100%… Era só levar para a sala do parto e abortar a criança para não causar riscos para a mãe.” 

Charlô estava internada no hospital há 2 meses devido a necessidade de cuidados intensos. Na sexta-feira passada, após dr. Frederico observar que a bebê não estava mais se desenvolvendo, foi feita uma cesariana de emergência para que Maria Clara viesse à luz. 

O tempo gestacional total foi de 30 semanas e 4 dias. Maria Clara permaneceu na barriga de sua mãe 9 semanas após o rompimento da bolsa, um verdadeiro milagre! E este milagre só foi possível porque no Hospital Sagrado Coração de Jesus havia um médico que estava comprometido com a preservação da vida, um médico que, por suas próprias palavras, tinha "esperança de manter uma vida", mesmo que para isto tivesse de contrariar até mesmo seus conhecimentos médicos.

E quando pensamos que nesta mesma semana a edição da Revista Veja São Paulo traz em sua capa o médico Jefferson Drezett que tem em seu currículo mais de 600 "abortos legais", podemos ver um dos maiores problemas do Brasil: damos valor aos que não merecem, premiamos o erro, louvamos a corrupção.
Charlô Pereira da Silva, a mãe

É evidente que a reportagem foi pautada pela militância abortista, que vê perigo com a votação do Projeto de Lei 5069/2013, que, dentre outras disposições, exige a apresentação de B.O. para o acesso ao eufemisticamente chamado "aborto legal" -- se preferir chamar de "assassinato legal" ou "esquartejamento assistido" também está valendo. Pois é... Para criar brechas para o aumento no caso de abortos no Brasil, a atual militância feminista está disposta até mesmo a deixar de lado que mulheres denunciem estupradores. A prova que a militância abortista tem o pé firme da redação de Veja (coisa que não é novidade para este blog...) pode ser visto neste trecho da reportagem:
"A questão do aborto legal vem sendo muito discutida devido ao recente projeto de lei do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele quer dificultar essa operação no país. A proposta, que passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia 21 de outubro, prevê, entre outras coisas, a obrigatoriedade de um boletim de ocorrência para a realização do procedimento (atualmente, basta a  palavra da vítima no hospital) e mais restrições à venda de medicamentos considerados abortivos no Brasil. Na prática, segundo os críticos da ideia, isso poderia impedir por aqui até a comercialização da pílula do dia seguinte, droga hoje vendida livremente nas farmácias."

Quando se quer manipular a opinião pública, começa-se sempre por criar um vilão. Neste caso, é Eduardo Cunha o alvo, por ser autor do Projeto de Lei original. Mas não apenas por isto, claro, pois há outros motivos políticos pelos quais a esquerda queira vê-lo longe do poder. Segundo a Veja, "ele quer dificultar essa operação no país". Certo... Curiosamente, a revista sequer menciona que a população brasileira é esmagadoramente contrária a mudanças na lei referente ao aborto e duvido muito que seja a favor de quem quer deixar brechas na lei para que o aborto possa ser feito por quem desejar. 

Faltou também a revista informar que os tais "críticos de idéia" são os militantes abortistas e também que a parte sobre a pílula do dia seguinte é uma deslavada mentira, tendo sido criada apenas uma cortina de fumaça pelos abortistas como é seu método conhecido.

Na reportagem da Veja São Paulo há todo um cuidado em mostrar o trabalho que dr. Drezett e sua equipe fazem com tanta eficiência há vários anos. É tudo muito "humano" e o hospital Pérola Byington até já ganhou um prêmio do Banco Mundial por seu trabalho de abortar bebês. É evidente que em momento nenhum a revista reporta que a cada aborto, independente de como tenha sido concebido, é um ser humano que é eliminado. Atendimento humanizado, neste caso, é para alguns apenas, certo?

O pai de Maria Clara, Anderson, e o médico Frederico Mendes Vieira,
emocionados com o milagre chamado Maria Clara

É também ótimo sabermos que em um país onde a Saúde Pública está totalmente falida, com gestantes muitas vezes sendo atendidas no chão de hospitais, o Pérola Byington ganha um prémio "pela excelência do trabalho ali realizado". O "trabalho realizado" no caso, é sempre bom lembrar, é a morte de bebês no ventre de suas mães. É evidente que nem dr. Drezett e nem a revista irão contar aos leitores que a partir da concepção já existe um novo ser humano. Pelo jeito, há verdades que os leitores de Veja não merecem ler.
Dr. Drezett e a capa de Veja SP

E é este tipo de trabalho realizado pelo dr. Drezett que merece uma capa da Veja São Paulo e um prêmio do Banco Mundial. Já o milagre que foi o nascimento de Maria Clara, milagre que só foi possível porque o dr. Frederico Mendes Vieira teve esperança de manter aquela vida em gestação, não merecerá uma capa de Veja ou coisa parecida. O Brasil é mesmo só para iniciados...


Mas a verdade é que isto pouco importa. As lágrimas de emoção nos olhos do médico e do pai de Maria Clara valem bem mais que uma capa de revista semanal. 

Dr. Frederico teve esperança na vida que estava em gestação e foi partícipe de um milagre que se chama Maria Clara; já o dr. Drezett, que após mais de 600 abortos declarou não ter qualquer problema de consciência, pode contemplar o resultado de seu trabalho olhando para o lixo hospitalar. Que contraste, não?

Em sua página no Facebook, o dr. Frederico assim escreveu sobre a experiência única que foi o nascimento de Maria Clara:
"Obrigado meu Deus pelos 63 milagres que trouxeram Maria Clara ao mundo e por me permitir fazer parte desta historia. 
Obrigado a família pela confiança. Especialmente aos pais Charlô e Anderson! 
Obrigado ao hospital pela estrutura disponibilizada. 
Obrigado à equipe de enfermagem pelo suporte e comprometimento. 
Obrigado a todos que se emocionaram com o milagre da vida!"

E todos nós agradecemos ao dr. Frederico e por ele representar tão bem o que é a missão da verdadeira Medicina: salvar e preservar a vida humana. 



sexta-feira, junho 05, 2015

"Tudo de mim" - a declaração de amor de um pai por seu filho ainda por nascer

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Bowen, quando ainda estava em tratamento intensivo

Quando o pequenino Bowen Matthew Hammitt veio à luz, seus pais Matt e Sarah já sabiam de sua rara doença congênita, que uma ultrassonografia já havia revelado: ele sofria de Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE), condição cujos portadores apresentam o lado esquerdo do coração pouco desenvolvido, o que incapacita o órgão a bombear sangue suficiente para atender às necessidades do corpo.

Após alguns dias de seu nascimento, Bowen -- este nome significa "pequeno vitorioso" -- teve de passar por uma cirurgia. Depois do procedimento, ele sofreu uma parada cardíaca e foi necessário que a equipe médica executasse procedimento de reanimação cardiorrespiratória durante 1 hora até que ele pudesse se recuperar da parada. E tudo isto foi feito com seu tórax ainda aberto devido à cirurgia. Matt e Sarah imaginavam que perderiam ali mesmo seu filho recém-nascido.

Passado o pior, Bowen foi enviado para a UTI e teve sua vida mantida por aparelhos por várias semanas. Após isto, ele ainda sofreu um derrame e teve  também hiperinsulinismo. A recuperação foi difícil e veio bem aos poucos.

Situação difícil? Sim, com certeza! A SHCE é uma doença de tratamento complicado e altíssimo risco à vida dos bebês, mas de forma alguma, ainda mais com os recursos disponíveis com a medicina moderna, significa uma sentença de morte. Apesar disto, muitas crianças que são diagnosticadas com esta condição em exames pré-natais são abortadas. Há informações de que em países europeus ultrapassa de 70% o número de abortos de bebês que têm detectada esta rara doença.

A página da organização pró-vida Live Action acerta no ponto ao comentar sobre a atitude lamentável de vários médicos que indicam o aborto como um "tratamento" para casos de SHCE:
"Enquanto é compreensível que os pais queiram evitar a dor e sofrimento de seus filhos, isto não é uma razão válida para matá-los. Um diagnóstico de SHCE não é uma sentença de morte; um aborto é. Doenças não são tratadas pela escolha da morte. Um dos principais problemas com o qual os pais têm de lidar é enfrentar médicos que lhes dizem que o aborto é a melhor opção, apesar de haver chances para um bebê com SHCE."
Uma mãe que infelizmente abortou seu filho devido a esta condição, revela o ambiente que foi criado pelo médico que a acompanhava para que ela tomasse esta trágica decisão:
"O cardiologista também parecia pensar que o aborto era a melhor opção, embora ele não dissesse isto abertamente. Ele apenas nos contava em detalhes os mais explícitos como era a vida de bebês que ficavam internados em UTIs."
É lamentável, ainda mais após todos os avanços da ciência médica acontecidos nos últimos anos, que tantos profissionais estejam mais preocupados em esmagar as esperanças de pais já fragilizados pelo diagnóstico de uma grave doença que atingiu seus filhos do que dar-lhes motivos para renovar as esperanças em relação à vida de seus filhos.

Há pais que enfrentam o péssimo conselho de alguns médicos e decidem lutar pela vida de seus filhos. Este é o caso de uma mãe que contou sua experiência no site Medhelp:
"Meu filho foi diagnosticado com Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE) quando eu estava com 5 meses de gestação. Fiquei muito assustada. Meu obstetra sugeriu um aborto, mas eu procurei um segunda opinião e não me arrependo disto, embora seja muito difícil ver seu filho passar por uma cirurgia de peito aberto por duas vezes. Meu homenzinho hoje está com 4 anos, passou por sua última cirurgia, e ele é muito alegre, amoroso e ativo. Ninguém sequer consegue imaginar pelo que ele já passou ou que ele tenha qualquer problema. Eu amo meu filho e faria tudo novamente para tê-lo comigo. Ele valeu todas as noites sem dormir e todas as noites dormidas no hospital: ele é o meu anjinho e tem um grande propósito na vida."
Matt e Sarah, assim como esta mãe, também optaram pela vida, mesmo sabendo das dificuldades. Bowen fará 5 anos em setembro próximo e é um menino alegre e que faz de tudo que uma criança de sua idade faz. Mais detalhes de sua jornada pode ser visto no blog "Bowen´s Heart".

Nesta foto atual da família Hammitt, Bowen é o que está no colo de sua mãe.
Matt, que é o cantor principal e compositor da banda cristã Sanctus Real, que já foi inclusive nomeada ao Grammy e teve várias canções que atingiram a primeira colocação entre as mais tocadas, conta um pouco no vídeo abaixo sobre o que ele e sua família passaram desde o momento em que tiveram de enfrentar o difícil diagnóstico de seu bebê ainda em gestação. Toda esta experiência levou Matt a compor a música "All of Me" ("Tudo de mim"), cuja principal mensagem ele mesmo assim nos conta:
"Eu percebi que, ao me preparar para o pior, eu estava na verdade limitando um bocado do amor e do entusiasmo que eu tive com meus outros filhos porque havia incerteza se ele iria sobreviver ou não. Foi nessa época que eu escrevi a letra de "All of Me". (...) Foi uma das últimas canções que escrevi antes do nascimento de Bowen, e é minha declaração de que eu darei meu coração a este filho, mesmo que isto me custe um pedaço dele; de que eu o amarei incondicionalmente, mesmo que meu coração tenha de sangrar."



Evidente que nem tudo são flores e nem sempre as coisas terminam bem, mesmo com todos os recursos médicos e com toda a esperança dos pais. Nossa vida é feita de alegrias e dores, mas uma coisa é certa: cada momento vivido é uma nova oportunidade para amar. 

Matt e Sarah Hammitt optaram por lutar pela vida do pequeno Bowen, optaram por lhe dar todo o coração e é exatamente isto que os filhos merecem de seus pais. E nada menos que isto.


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Eis o vídeo com a letra traduzida da canção "All of Me":





quarta-feira, junho 03, 2015

Masha, a gata de rua que deu lição em muitos humanos

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Masha e o bebê que ela salvou

No começo deste ano, durante o rigoroso inverno russo, uma gata de rua salvou a vida de um bebê que havia sido abandonado.

A gata, de nome Masha, que vive junto a um conjunto de prédios na cidade de Obninsk há três anos, chamou a atenção de uma das moradoras do conjunto por estar miando alto, coisa que não faz normalmente, pois sempre se mostra calma e amigável. Pensando que talvez Masha tivesse se ferido por algum motivo, a moradora Irina Lavrova foi ver o que estava acontecendo com a gata e teve uma surpresa ao ver Masha aconchegada junto ao bebê, que estava em uma caixa, lambendo-lhe a face e aquecendo-o. 



Segundo informações, o bebê, que tinha no máximo 3 meses de idade à época, esteve exposto ao frio abaixo de zero por algumas horas e fatalmente teria morrido ou teria ficado com seqüelas se não fosse protegido pela gata. Após o infeliz incidente, ele foi levado ao hospital para cuidados, onde foi constatado que ele estava passando bem e em boa saúde. Os moradores contam ainda que Masha, ao ver o bebê partindo na ambulância, perseguiu o veículo por vários metros.


Masha tornou-se uma heroína e o orgulho do quarteirão. Todos os moradores tratam-na melhor ainda agora, mimando-a com sua comida favorita.

O caso de Masha não é único. Aqui mesmo no blog já tive a oportunidade de relatar o caso de Puti, uma cadela argentina que salvou um bebê abandonado também no frio, e ainda houve o caso de Pui, um cachorro tailandês que salvou uma recém-nascida que havia sido abandonada no lixo.

Há abortistas que usam o fato de crianças serem abandonadas para defender o "direito" ao aborto. Pois é... Os abortistas querem resolver o problema tornando legal o assassinato de bebês ainda no ventre de suas mães. Talvez, se pudessem, eles "abortariam" as crianças que estão nas ruas. 

O que os abortistas não querem entender é que a vida humana, a partir da concepção, é uma realidade, um fato já atestado até pela ciência, e exatamente por isto o aborto jamais será solução para qualquer problema, sendo simplesmente a eliminação direta e cruel de uma vida humana que já existe. E enquanto isto, animais como a gata Masha, e como os cães Pui e Puti dão lição a todos sobre a dignidade dos seres humanos, até mesmo daqueles que são abandonados e que merecem serem acolhidos, e não tratados como mera munição para a causa abortista.


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sábado, maio 30, 2015

Uma jovem mãe conta a história de seu filhinho que tem uma raríssima condição de saúde

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Lacey Buchanan e seu marido Chris conheceram-se na adolescência e se casaram ainda jovens. Poucos anos depois estavam esperando seu primeiro filho, Christian.

Após a ultrassonografia de 18 semanas, eles receberam um telefonema de seu médico e suas vidas jamais foram as mesmas. 

Continue lendo:


domingo, maio 03, 2015

Jornalista argentino dá emocionante testemunho sobre a coragem de seus pais

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Em um debate na TV argentina sobre um caso acontecido com uma das participantes do Gran Hermano 2015 (O BBB de lá), o testemunho de um dos debatedores causou emoção em todos que assistiam. 

Nadia Terazzolo, uma mãe solteira de 31 anos, que está participando da atual edição do Gran Hermano, contou que aos 19 anos namorava com um rapaz que, ao descobrir que ela estava grávida, convenceu-a a fazer uma viagem junto com ele. Durante a viagem, ao fazerem uma parada para descanso e, segundo o que ela contou, ela só lembra de ter acordado no meio de um monte de gaze e algodão. Ela havia abortado.

Esta revelação muito pessoal estava sendo debatida durante o programa apresentado por Pamela David e então o jornalista Adrian Pallares tomou a palavra e contou, entre lágrimas e com a voz embargada, a história de como ele veio ao mundo.
"Minha mãe ficou grávida aos 16 anos. E ela e meu pai se amavam muito. Mesmo sendo adolescentes, decidiram pela minha vida. (...) Peço desculpas, eu não queria falar sobre isto. Nem sei se meus pais gostarão de me ver falando sobre isto, mas como isto acontece com muitas pessoas, há muitos que se amam mas que se assustam, não sabem o que fazer, que seus pais não os ajudam nem apoiam. E então decidem fazer algo que pode prejudicar a mulher que mata a criança."
A apresentadora, também em lágrimas, o abraçou. E o jornalista finalizou:
"Não quero me colocar aqui como fanático ou coisa parecida, quero dizer que sou fruto de pessoas que tiveram coragem, de duas pessoas que com 16 e 17 anos decidiram levar à frente a gravidez."
Que este belíssimo testemunho sirva de incentivo a muitos jovens que se encontram na mesma situação na qual estiveram os pais de Adrian Pallares no passado.

Veja o vídeo abaixo ou clique aqui.




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segunda-feira, fevereiro 16, 2015

Desordem moral, a raiz de nossos males

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No dia 7 de fevereiro de 2007, há 8 anos portanto, falecia de forma absurdamente cruel o menino João Hélio, de 6 anos de idade, nas violentas ruas da cidade do Rio de Janeiro. Alguém se lembra? Talvez poucos, bem poucos mesmo.

Um menino arrastado e despedaçado ao ser levado pendurado em um carro com criminosos em fuga não bastou para interromper o carnaval carioca, que aconteceria duas semanas depois. Em uma postagem de 2011, quando dos 4 anos da morte de João Hélio, assim escrevi:
"Nossa sociedade, principalmente a sociedade carioca com seus dândis politicamente corretos metidos a cosmopolitas e antenados com o progressismo mais retrógrado, há 4 anos achou por bem homenagear o menino recém falecido com uma faixa durante desfile de uma escola de samba; outra escola chegou ao máximo da benevolência ao fazer sua comissão de frente mostrar seu nome em uma coreografia.

Lindo, não? A um menino despedaçado por frios criminosos, nada como homenagear seu nome em meio a uma festa com muita gente nua, regada a muito chope, com todo mundo afetando alegria e deixando de lado qualquer limite moral. (...)"
Pelo jeito o menino João Hélio virou estatística, pois nada da indignação causada por aquela morte crudelíssima parece ter restado.

Onde, aliás, ficou a indignação da sociedade brasileira quando no dia 3 de janeiro do ano passado a menina Ana Clara, também de 6 anos, teve 95% de seu corpo queimado em ato de terror contra o ônibus no qual ela viajava com sua mãe. Este ato foi cometido por menores de idade a mando de encarcerados do sistema prisional do Maranhão. A menina veio a falecer 3 dias após o ataque.

Houve alguma indignação profunda em nossa sociedade? Algo foi feito para que casos assim possam ser minimizados ou não voltem mais a ocorrer? Nada.

E nossa sociedade vai, ano após ano, perdendo sua sensibilidade... Na madrugada deste Domingo, na cidade de Jaguarão, no RS, uma adolescente de 16 anos morreu atropelada por um caminhão de Trio Elétrico. Não entro no mérito do que aconteceu, principalmente por respeito aos familiares, mas o que aconteceu após o acidente é de estarrecer, conforme relatado pela página da revista Veja:
"Ainda de madrugada, a prefeitura da cidade suspendeu os festejos. Entretanto, já na tarde deste domingo a programação teve autorização para ser retomada. Durante os eventos, haverá um minuto de silêncio em homenagem à jovem."
Certo. Uma jovem morre na "festa" e a reação é retomar tudo de onde parou. Que tal desviar um trio elétrico para passar na porta do cemitério também? Que tal uma batucada no velório? A canalhice do carnaval carioca e suas "homenagens" ao menino João Hélio parece que vem fazendo escola Brasil afora.

Melhor, bem melhor, fez o bloco cujo caminhão de Trio Elétrico atropelou e matou a jovem gaúcha. Em nota oficial, o bloco declarou:
"Apesar de a menina não ser integrante do trio elétrico Marajás do Trago, estamos extremamente abalados e não temos condições psicológicas de continuar com os desfiles no Carnaval de 2015."
E quem teria condições? Um bloco de carnaval -- "Marajás do Trago"! -- mostra mais tutano moral que a administração pública de uma cidade. Que tempos!

E é bom que se diga que Jaguarão é uma cidade de menos de 30.000 habitantes. Ou seja, nem mesmo a impessoalidade e o egoísmo típico das grandes cidades podem servir de desculpa. E é claro que o problema não é Jaguarão, o problema é o Brasil, é nossa desordem moral, esta força que está nos corroendo por dentro e que nos impele ao que é errado, que nos cega e impede que vejamos o que é correto. 

Um dos exemplos desta desordem é um vídeo que apareceu esta semana nas redes sociais. Nele era mostrado o resultado de um acidente em uma estrada no Brasil e podia-se ver pessoas saqueando a carga do caminhão que havia sofrido o maior dano. Conforme o veículo da pessoa que estava filmando a cena ia ultrapassando o caminhão que estava sendo saqueado, podia-se ver o frenesi dos saqueadores em tomar para si a maior parte possível da carga. A grande surpresa é que quando é filmada a cabine do caminhão que estava semi-destruída podia-se ver o motorista preso ás ferragens, provavelmente morto, ou desacordado e precisando de ajuda. E ninguém o ajudava, caso necessitasse, ou ninguém mostrava o mínimo de respeito por uma pessoa que havia acabado de falecer. Nada. A única coisa que importava era o roubo, o crime, o levar vantagem tão típico nosso. Foi coisa de embrulhar o estômago ver homens portando-se de forma pior que animais.

É esta desordem que devemos combater, pois é ela a raiz de inúmeros males; males que vêm deixando um rastro de crianças mortas de forma cruel, tais como João Hélio, Ana Clara e inúmeras outras; males que levam as mulheres a encarar o aborto como se solução fosse para algo. Nesta desordem moral quem mais sofre são os pequeninos, são os frágeis, são os necessitados; estejam eles no ventre de suas mães, no banco de trás de nossos carros, ao lado de sua mãe em um ônibus ou até mesmo na cabine de um caminhão de carga. Esta desordem moral nos atingirá a todos.



segunda-feira, fevereiro 02, 2015

Mãe recusa tratamento para salvar vida da filha em gestação

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A matéria original pode ser vista aqui.

quinta-feira, abril 03, 2014

O homem que jogou fora o Prêmio Nobel

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Dr. Jérôme Lejeune e pacientes
Eis um breve trecho do livro "Poder Global e Religião Universal", escrito pelo Monsenhor Juan Claudio Sanahuja, publicado pela Editora Ecclesiae.

Continue lendo:

https://contraoaborto.wordpress.com/2014/04/03/o-homem-que-jogou-fora-o-premio-nobel/

Amar e ser amada: a escolha de Elizabeth Joice

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Elizabeth, Max e a pequenina Lily
Elizabeth Joice, uma novaiorquina, foi diagnosticada com câncer em 2010. Após cirurgia e tratamento quimioterápico, ela foi dada como curada da grave doença. 

segunda-feira, fevereiro 03, 2014

Zion Isaiah Blick: lição de amor e eternidade em 10 dias

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Onde foi que perdemos a verdadeira alegria? Onde deixamos nossa capacidade de nos emocionarmos com o que realmente importa?

https://contraoaborto.wordpress.com/2014/02/03/licao-de-amor-e-eternidade-em-10-dias/



Zion e sua mãe, Robbyn





Zion Isaiah Blick, R.I.P.
* 11/01/2014
+ 21/01/2014

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sábado, dezembro 14, 2013

"Gimme Shelter" - Mais um filme pró-vida para os críticos odiarem

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"Gimme Shelter" é um novo filme com temática pró-vida que chegará aos cinemas norte-americanos em 24 de janeiro de 2014. Baseado em fatos reais, traz a história de uma jovem de 16 anos que se torna sem-teto após abandonar sua casa devido à péssima relação que tinha com sua abusiva e viciada mãe. Vivendo nas ruas, onde engravida, e vendo-se sem alternativas, a jovem procura abrigo com seu pai que sempre esteve ausente de sua vida. Este, um bem sucedido financista, a pressiona a fazer um aborto. A menina chega a ir até à clínica, mas foge.

Após colocar sua vida e a vida de seu bebê em perigo, ela tem um encontro com o capelão do hospital onde estava internada e este a encaminha para um abrigo onde adolescentes grávidas e sem teto são acolhidas. No trailler abaixo, dá para se ter uma idéia da mensagem forte que este filme nos passa.

Mas a história não é apenas a generalização de uma realidade por nós já conhecida, ela é baseada em fatos reais. O abrigo para jovens sem-teto e grávidas no qual se baseia o filme, foi fundado por Kathy DiFiore, que em 1981 sentiu que em sua vida, apesar do sucesso profissional como executiva em Wall Street, ainda havia um grande vazio espiritual. Kathy sentiu-se inspirada a fazer algo mais concreto pelo próximo ao se aprofundar mais na vida de São Francisco de Assis e resolveu acolher uma adolescente grávida e sem-teto em sua própria casa. Foi o começo de tudo e então ela soube que esta era sua missão.

Em 1984, porém, Kathy foi multada pelo estado de New Jersey por ser responsável por uma entidade sem a documentação adequada.  Ela argumentou com o governador que apenas utilizava sua casa como abrigo para as jovens necessitadas, mas isto não bastou e a multa deveria ser paga. É a própria Kathy DiFiore que explica como a questão foi resolvida:
"Durante minhas preces matinais, eu ouvi uma voz que me dizia 'Entre em contato com Madre Teresa de Calcutá'. E foi o que fiz. Eu conhecia alguém que trabalhava em uma de suas obras de caridade e ele me colocou em contato com ela. Ela então disse que iria me ajudar. Um dia ela encontrou-se com o governador e o convenceu para que eu conseguisse levar minha missão à frente."
Kathy DiFiore e Madre Teresa

No anos seguintes o projeto de Kathy cresceu e tornou-se o Several Sources Shelters, uma rede de cinco abrigos em New Jersey nos quais já foram salvas milhares de vidas de bebês que corriam risco de serem abortados e também suas mães foram ajudadas a passar por este momento de crise dando-lhes o necessário apoio, educação e aconselhamento para a nova realidade de suas vidas.

Não dá para saber ainda se este filme chegará ao Brasil, mas é de imaginar que se depender de certos críticos de cinema isto não vá mesmo acontecer. De qualquer modo, um filme como "Gimme Shelter" e o tocante exemplo de Kathy DiFiore mostra que o que muitos chamam de "escolha" é na verdade, na maioria das vezes, uma mulher que se vê pressionada por pessoas ou circunstâncias a tomar uma atitude que a marcará por toda a vida e da qual poderá ser tão vítima quanto seu filho abortado.




terça-feira, outubro 01, 2013

Bispos da Regional Sul 2 defendem a vida!

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Uma ótima notícia! Os bispos da Regional Sul 2, reunidos em Maringá-PR, emitiram um comunicado com um firme posicionamento pela vida humana e contra o aborto.

Aproveitando a ocasião da Semana da Vida, que acontece entre os dias 1o. e 8 de outubro, os bispos daquela regional redigiram um texto com palavras fortes e inequívocas, tais como:
"O ser humano, desde a fecundação e em todas as fases da vida, até seu fim natural, tem direito a todos os cuidados por parte da gestante, da família, da medicina e das autoridades políticas. A vida é única, original, sagrada, bem primário e fundamental da sociedade."

Os senhores bispos também lembraram duas santas mulheres, que lutaram pela dignidade da vida humana, cada uma segundo sua própria vocação: Santa Gianna Beretta Molla e a Dra. Zilda Arns.
"Interceda por nós Santa Gianna Beretta Molla, recentemente canonizada, mãe e médica pediatra, padroeira da vida e da família, que recomendava a seus médicos: "Entre a minha vida e a do meu filho, salvem a criança". Lembramos as últimas palavras da Dra. Zilda Arns: "Os pássaros fazem seus ninhos no alto das árvores para defender seus filhotes". Promover, defender e cuidar da vida desde a fecundação até seu fim natural, é nossa missão."

Parabéns aos senhores bispos da Regional Sul 2! E esperamos que mais bispos tomem consciência da profunda urgência da defesa da vida, que vem sendo tão atacada nos últimos anos.


quarta-feira, julho 31, 2013

Puti, a cachorra que salvou um bebê abandonado

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Puti e seus filhotes no carrinho onde
o bebê Santino também passou a noite
Virrey del Pino é um bairro da região metropolitana de Buenos Aires, Argentina. É lá que uma cachorra vira-lata deu uma lição para muita gente que insiste em menosprezar a vida dos mais frágeis entre nós.

Puti recentemente foi reconhecida como uma verdadeira heroína e ficou conhecida em todo seu bairro. Motivo: na noite do dia 12 de julho, em uma destas frias noites pelas quais a região sul da América Latina vem passando, esta cadela acolheu junto a si ao bebê Santino, de 1 mês e 10 dias, que havia sido abandonado no carrinho de bebê que a cachorra utiliza como cama e que estava no quintal da casa de seus donos. Puti, que estava com filhotes de poucos dias, aceitou sem problemas a nova companhia e ficou durante toda a noite, aconchegando suas crias e o bebê, dando-lhe o calor necessário para protegê-lo do frio. Foi o que o salvou.

Pela manhã, a família dona de Puti ouviu um barulho estranho vindo da direção de onde ficava a cadela. Foram averiguar e viram que se tratava de um bebê chorando, que foi então acudido para ser limpo e alimentado. Após, Santino foi encaminhado para um hospital infantil.

A mãe do bebê apareceu dois dias após o acontecido e foi detida pela polícia. Santino e seus outros irmãos, foram encaminhados para uma Casa de Custódia.

Que dizer disto? O caso da cadela Puti evoca-nos o de um outro cão que teve a mesma atitude de acolhimento, em um caso acontecido na Tailândia e que foi aqui divulgado recentemente. Que tempos estamos vivendo, em que as mulheres, mães como a de Santino, se vêem tão desamparadas que abandonam seus filhos passando fome e no frio. Mas se "onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Rm 5,20), até mesmo os cachorros estão aí para dar lição a todos nós sobre a dignidade da vida humana, que deve ser acolhida, tratada, cuidada.

O desamparo às mães, principalmente, e às famílias em geral, está na raiz de problemas assim. Uma mulher não deve se sentir tão desesperada que possa achar que a solução para seus problemas é abandonar seu filho à própria sorte no frio e passando fome. E também o aborto, que muitos governantes, políticos e militantes abortistas querem que seja uma solução fácil, não é sequer um arremedo de solução. É, na verdade, a opção para deixar as mulheres entregues à sua própria sorte ao não atacar as raízes de seu desespero, de sua falta de perspectiva, preferindo muito mais dar-lhe algo que apenas contribui para a perpetuação do problema.

Esperemos que chegue um dia que os cães não tenham mais que ensinar aos homens como tratar seus filhos.




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