quarta-feira, agosto 26, 2015
Recém-nascida é resgatada de vaso sanitário na China
sexta-feira, julho 17, 2015
Jandira Feghali e os números do aborto: a mesma mentira de sempre
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https://contraoaborto.wordpress.com/2015/07/17/jandira-feghali-e-os-numeros-do-aborto-a-mesma-mentira-de-sempre/
quarta-feira, junho 05, 2013
Ela salvou 30 bebês da morte: a história de Lou Xiaoying
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terça-feira, setembro 11, 2012
Freixo, o Caveirão da Esquerda
Mas o fato é que a imunidade parlamentar foi criada para que os representantes do povo pudessem atuar sem medo de represálias absurdas e perseguições feitas por grupos de interesse. Mas uma coisa que foro privilegiado algum consegue é preservar os políticos de suas próprias palavras. Paulo Maluf, o mais novo petistófilo da praça, até hoje lida com o tristemente famoso "Estupra, mas não mata!". Marta Suplicy, que hoje tem que engolir caladinha o sapão Paulo Maluf ao seu ladinho, ainda é lembrada pelo seu descaso com os passageiros que enfrentavam a confusão petista criadas em nossos aeroportos, quando pronunciou o também famoso "Relaxa e goza!". Lula, o mau-caráter (sim, ele é exatamente isto) que nos governou por 8 anos e colocou um poste com o corte de cabelo de uma cacatua em seu lugar, espertamente defendeu-se de suas inúmeras gafes discursivas ao se proclamar uma "Metamorfose ambulante", dando um novo e podre sentido ao que queria dizer o falecido Raul Seixas. É por isto que ele podia declarar que a maturidade o fez afastar-se da esquerda e, ao mesmo tempo, ficar trocando louvores de amor com um desqualificado como Hugo Chávez, o maior ícone da retrógrada esquerda latino-americana.
Como desgraça pouca nisto que achamos ser uma democracia é bobagem, há um fato novo aparecendo em nosso horizonte... Da mesma forma que eleitores têm o poder de colocar um Maluf, um Jáder Barbalho, um Lula e outros tipos no poder, há eleitores que agora tentam extrapolar seus poderes e criar imunidade em candidatos com um passado que gostariam fosse esquecido.
Infelizmente, nosso sistema democrático, ou melhor, isto que imaginamos uma democracia, vai tão corrompido que são os próprios eleitores que tentam reescrever o passado de seus preferidos.
As motivações que trazem à tona projetos que estabelecem o dia do nascituro estão ligadas a uma convicção religiosa de que o feto já é um ser humano, e de que, portanto, a sua vida deve ser respeitada e valorizada como a de qualquer outro ser humano já nascido. A lei que prega o dia do nascituro tem sido, na verdade, um debate escamoteado sobre o aborto. É praticamente, a instituição de "um dia contra o aborto".
A complexidade e a diversidade de opiniões que existem em torno do momento do desenvolvimento do embrião em que este se transforma num ser humano – hominização- é mais um elemento que reitera a necessidade de que esse debate seja feito com base no papel do Estado e nos direitos de cidadania para as mulheres. Considerando o caráter laico atribuído ao Estado Brasileiro, não há nenhuma justifica plausível à criação de um dia do nascituro.
As preocupações daqueles que ocupam cargos públicos deve ser com a saúde pública, com a saúde da mulher, com o direito de opção. Deve-se respeito total à visão de segmentos da Igreja e seus princípios, mas, como autoridades públicas, as preocupações dos poderes legislativos e executivos devem ser com a saúde da população, e não com convicções morais e religiosas.
O Brasil não pode seguir cultuando uma cultura de crueldade para com as mulheres que precisam e decidem abortar e que, diante da criminalização, recorrem a práticas inseguras que colocam em risco suas próprias vidas. É dever do Estado Brasileiro em geral, e do Estado do Rio de Janeiro em particular, apoiar as mulheres em suas decisões reprodutivas. Em respeito à democracia participativa, os governos deveriam acolher a diretriz aprovada na Conferência Nacional de Políticas para Mulheres: descriminalizar e legalizar o aborto.
Revogar o dia do nascituro é, portanto, um primeiro passo para esse debate ser encarado como deve ser: como uma contraposição de idéias no campo democrático sobre a prática do aborto, e não sobre as – não comprovadas – convicções que versam sobre o momento de hominização dos fetos.
Não é objetivo desta postagem discutir a tacanhice do pensameno de Freixo, que, aliás, é coisa que não surpreende quem tem contato mínimo com o pensamento esquerdista sobre a questão do aborto. É objetivo desta postagem mostrar o passado de Freixo.
Por mais que seus eleitores fiquem incomodados com a recente demonstração do passado de Freixo, o fato é que ele usou seu mandato como deputado estadual para mostrar bem claramente seu posicionamento abortista.
O que causa surpresa não é a convergência do pensamento de Freixo com o da fina-nata do abortismo nacional. O que causa surpresa é que em época de eleição seus eleitores utilizem de densa cortina de fumaça para esconder o pensamento de seu candidato.
Quando o assunto finalmente apareceu na página deste blog no Facebook, os eleitores de Freixo começaram a defendê-lo querendo diminuir a questão:
O que este comentarista faz que não percebe é que Freixo fez e faz seu nome como um corajoso político contra o mal das milícias no RJ, mas quando o assunto é aborto -- QUE É UM CRIME TAMBÉM -- o político dá de ombros. Ou seja, quando se trata de combater o crime, Freixo escolhe a quais vai combater. Que ele seja assim é com ele e sua consciência... Só que não venha posar de arauto contra a criminalidade quando ele resolve filtrar o que vai combater.
Evidente que o mesmo comentarista, conforme seus "argumentos" foram sendo postos abaixo, partiu para o ataque pessoal e também começou a dar aulas de democracia. Quando um esquerdista começa a falar de democracia, podemos estar certos que ele está acuado e desesperado:
Na verdade, o povo brasileiro é amplamente contrário à legalização do aborto, mesmo com todas as mentiras há anos divulgadas por ONGs e partidos esquerdistas. Só que Freixo e seus partidários, como bons esquerdistas, estão nem aí para a vontade popular quando ela não converge com seus interesses e visão de mundo. Falam de democracia, mas o que lhes interessa mesmo é a vontade da minoria militante abortista.
E ao escrever que "do que adianta o teu bebê nascer, se no futuro esta criança não vai ter dignidade, educação, emprego (...)" isto mostra bem como um esquerdista encara o valor da vida. Eles querem é que a vida seja valorada pelos seus critérios e não porque ela tem um valor em si mesma. E isto é a receita para o desastre, para a morte de inocentes, para o caos. E esta é a história da esquerda desde o seu surgimento.
Mas a história do esquerdismo e sua proximidade com o aborto passa também pela ignorância. Como sempre existem os idiotas úteis, há os que se orgulham em demonstrar sua ignorância:
A medida da vida, para o comentarista acima, é a presença da dor. Talvez seja por isto que ele demonstra tanto descaso pela vida do próximo que não lhe está realmente próximo fisicamente. Mas como ignorância é coisa que nunca vem em doses pequenas quando se trata de esquerdistas, o mesmo comentarista resolveu adicionar o comentário abaixo.
O que dizer disto? Apenas que não é incomum que abortistas demonstrem tal nível de ignorância sobre o assunto. Na verdade, sua ignorância só perde para sua arrogância.
Uma outra tática também utilizada pela militância de Marcelo Freixo para tentar calar os que divulgam seu favorecimento ao abortismo é dizer que o aborto é um assunto secundário em eleições municipais ou até que isto nem deveria ser assunto. Como não é surpreendente, trata-se de mero diversionismo esquerdista. Há hospitais geridos pelos municípios que prestam-se ao serviço de "aborto legal", um eufemismo para que a municipalidade preste-se a cometer um crime contra a vida. Aliás, o pioneirismo da prática destes "abortos legais" em hospitais públicos, vem da gestão daquela que é uma esquerdista-ícone do Brasil, Luiza Erundina, que então era petista e prefeita da cidade de São Paulo.
Fica óbvio que o aborto é sim um tema que tem a ver com eleições municipais.
Mas o que os militantes pró-Freixo também não querem que apareça é que o fato de ele ter atuado contra o crescimento de milícias é que realmente tem bem pouco a ver com eleições municipais, pois Segurança Pública é um assunto, no Brasil, principalmente de âmbito estadual.
Infelizmente, mais uma vez a atenção da população está sendo desviada para que os eleitores não vejam, principalmente, quem é o partido por trás de Freixo. Sua estampa de bom moço é muito boa para a tv, sua coragem em enfrentar milícias também é coisa que tem um baita efeito, mas e seu partido?
O PSOL é meramente um anexo do PT, nada mais que isso. Foi criado a partir da desilusão de membros petistas quando os métodos fisiologistas do PT começaram a atingir sua visão limitada de mundo. Tudo que é ruim no PT é absurdamente piorado no PSOL, se é que isto é possível. Para se ter uma breve idéia, basta ver os louvores que são feitos na própria página do partido à Venezuela de Hugo Chávez. Dá para ver bem como a democracia é encarada pelo partido...
Marcelo Freixo é contra o Caveirão, o veículo blindado da Polícia Militar do RJ utilizado para entrar em Favelas. Talvez ele tenha lá suas razões, mas uma coisa que podemos ver é que ele e seus militantes entendem um bocado de blindagem, pois haja aço para separar Freixo de seu passado. O que podemos ver mesmo é que Freixo é o Caveirão da Esquerda... Ele quer subir até o topo das eleições, mas seus eleitores o querem blindado de seu favorecimento ao aborto.
terça-feira, outubro 18, 2011
Como a China trata suas crianças
Em resumo, o vídeo mostra uma criança de 2 anos que foi atropelada por uma van e que ficou estirada em uma estreita rua de um mercado. Uma outra van passou por cima do corpo da menina. Dezoito pessoas passaram pela menina estirada na rua e ensangüentada, muito provavelmente gemendo devido às dores atrozes. Passaram e nada fizeram... Até que uma mulher viu, horrorizada, a menina e a retirou do caminho dos carros e procurou ajuda. Em seguida, sua mãe chega desesperada e toma a filha nos braços e corre procurando socorro.
Que o Senhor Deus a ajude.
quarta-feira, agosto 04, 2010
Aborto: vai lavar as mãos, Marina Silva?

quinta-feira, julho 29, 2010
Sim ou não, Serra?
quarta-feira, julho 28, 2010
segunda-feira, abril 26, 2010
"Pescadores de Homens" em versão comunista

quarta-feira, março 03, 2010
A verdade incomoda

sábado, março 21, 2009
Manifesto de Madri
«Os abaixo assinantes, professores de universidade, pesquisadores, acadêmicos, e intelectuais de diferentes profissões, ante a iniciativa do Grupo Socialista no Congresso, por meio da Subcomissão do aborto, de promover a total liberação do aborto, assinamos o presente Manifesto em defesa da vida humana em sua etapa inicial, embrionária e fetal e rechaçamos sua instrumentalização ao serviço de lucrativos interesses econômicos ou ideológicos.
Em primeiro lugar, reclamamos uma correta interpretação dos dados da ciência em relação com a vida humana em todas suas etapas e a este respeito desejamos se tenham em consideração os seguintes feitos:
a) Existe suficiente evidência científica de que a vida começa no momento da fecundação. Os conhecimentos mais atuais assim o demonstram: a Genética assinala que a fecundação é o momento em que se constitui a identidade genética singular; a Biologia Celular explica que os seres pluricelulares se constituem a partir de uma única célula inicial, o zigoto, em cujo núcleo se encontra a informação genética que se conserva em todas as células e é a que determina a diferenciação celular; a Embriologia descreve o desenvolvimento e demonstra sua continuidade sem interrupção.
b) O zigoto é a primeira realidade corporal do ser humano. Depois da fusão dos núcleos gaméticos materno e paterno, o núcleo resultante é o centro coordenador do desenvolvimento, que reside nas moléculas de DNA, resultado da adição dos genes paternos e maternos em uma combinação nova e singular.
c) O embrião (da fecundação até a oitava semana) e o feto (a partir da oitava semana) são as primeiras fases do desenvolvimento de um novo ser humano e no claustro materno não interfere em de nenhum órgão da mãe e nem em sua sustentabilidade, embora dependa desta para seu próprio desenvolvimento.
d) A natureza biológica do embrião e do feto humano é independente da forma como foi originada, bem seja proveniente de uma reprodução natural ou produto de reprodução assistida.
e) Um aborto não é só a «interrupção voluntária da gravidez», mas um ato simples e cruel de «interrupção de uma vida humana».
f) É preciso que a mulher a quem se proponha abortar adote livremente sua decisão, depois de um conhecimento informado e preciso do procedimento e das conseqüências.
g) O aborto é um drama com duas vítimas: alguém morre e a outra sobrevive e sofre diariamente as conseqüências de uma decisão dramática e irreparável. Quem aborta é sempre a mãe e quem sofre as conseqüências também, embora seja o resultado de uma relação compartilhada e voluntária.
h) É portanto preciso que as mulheres que decidam abortar conheçam as seqüelas psicológicas de tal ato e em particular do quadro psicopatológico conhecido como o «Síndrome Pós-aborto» (quadro depressivo, sentimento de culpa, pesadelos recorrentes, alterações de conduta, perda de auto-estima, etc.).
i) Dada a trascendência do ato para o qual se procura a intervenção de pessoal médico é preciso respeitar a liberdade de objeção de consciência nesta matéria.
j) O aborto é além disso uma tragédia para a sociedade. Uma sociedade indiferente à matança de perto de 120.000 bebês ao ano é uma sociedade fracassada e doente.
k) Longe de supor a conquista de um direito para a mulher, uma Lei do aborto sem limitações deixaria a mulher como a única responsável por um ato violento contra a vida de seu próprio filho.
l) O aborto é especialmente duro para uma jovem de 16-17 anos, a quem se pretende privar da presença, do conselho e do apoio de seus pais para tomar a decisão de seguir com a gravidez ou abortar. Obrigar uma jovem de tão pouca idade a decidir sozinha é uma irresponsabilidade e uma forma clara de violência contra a mulher.
Desta forma, consideramos que as conclusões que o Grupo Socialista no Congresso, por meio da Subcomissão do aborto, serão encaminhadas ao Governo para que sejam dados prazos de implementação, o que agravará a situação atual e não escuta a sociedade, que longe de desejar uma nova Lei para legitimar um ato violento para o não nascido e para sua mãe, reclama uma regulação para deter os abusos e a fraudes legais cometidas nos centros onde se praticam os abortos».
Fdo.:
Nicolás Jouve (Catedrático de Genética; DNI 1154811)
Francisco Ansón (Escritor; DNI 847005)
Cessar Nombela (Catedrático de Microbiologia; 1346619S)
Francisco Javier do Arco (Biólogo, Filósofo e Escritor; DNI: 00138438-N)
Vicente Bellver (Professor Titular Filosofia do Direito: DNI: 24335564T)
Luís Franco Beira (Catedrático de Bioquímica: DNI é 02.464.829B)
…/…
sábado, março 14, 2009
"Dá cá um abraço, dr. Mengele!"

quinta-feira, outubro 23, 2008
A triste Rússia e um ótimo blog

Um país sem crianças -- ou com poucas -- é um país triste. É um povo que caminha para o fim. A Rússia é um país triste.
Obrigado camaradas Lênin e Stalin!
Não posso deixar de recomendar o blog de Marcos Ludwig.
Que tal juntar Conservadorismo e Heavy Metal? Tecnologia e Cultura? E ainda vários outros assuntos... Pois é, ele faz isto e, na minha humilde opinião, faz muito bem.
Vale a pena dar uma olhada, podemos achar postagens ótimas. Por exemplo:
-- Manual do "intelequitual" brasileiro
-- O “direitismo” de Adolf Hitler









