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sexta-feira, julho 17, 2015

Jandira Feghali e os números do aborto: a mesma mentira de sempre

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A deputada Jandira Feghali, do PC do B, recentemente divulgou em sua página no Facebook, uma imagem no qual é afirmado que "1 mulher morre a cada 2 dias por aborto clandestino". Curiosamente, no texto que acompanhava a imagem a deputada falava em 1.000.000 de abortos anuais no Brasil, como podemos ver na imagem acima. Oportunista, a publicação da deputada aproveitou a "deixa" da morte de Tatiana Camilato, que está sendo investigada devido a suspeitas que ela tenha se submetido a um aborto na cidade do Rio de Janeiro.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2015/07/17/jandira-feghali-e-os-numeros-do-aborto-a-mesma-mentira-de-sempre/

terça-feira, maio 05, 2015

Ataques à família, o "Cavalo-de-Tróia" da Cultura da Morte

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Que tal dar uma olhada no que andam pensando certos filósofos sobre a instituição familiar? Adam Swift e Harry Brighouse são filósofos que vêm tentando fazer uma reavaliação do papel da família na sociedade. Um pouco de sua visão pode ser vista em uma entrevista recentemente concedida a um programa de rádio australiano, "The Philosophers Zone".

Que acham eles do singelo ato de ler histórias para seu filho antes de dormir? Todos sabemos que isto é ótimo, e pesquisas indicam que crianças cujos pais têm este hábito saem-se melhor na vida em geral, mas, segundo os filósofos Swift e Brighouse, isto devia ser evitado, pois perpetua e acentua a "desigualdade" entre as crianças e na sociedade em geral. Pois é. Ou seja, o bem da criança deve ser sacrificado por uma idéia pervertida de "igualdade".

De um ponto de vista puramente instrumental, uma maneira de acabar com esta desigualdade, segundo eles, seria a eliminação da família, já que esta é a fonte primordial da desigualdade social. Uma das maneiras de eliminar algo, fora sua supressão direta, é tornar sua definição tão ampla que ela se torne totalmente diversa do que era originalmente. Bons entendedores já sabem o que isto significa. Alguém acha mesmo que a atual insistência no mantra de "novas configurações familiares" é coisa que não trará mal algum? Alguém é mesmo tão ingênuo a este ponto? Swift e Brighouse parece contar com tal legião de ingênuos.

Os filósofos acham também que nossa sociedade está presa ao passado em relação aos laços biológicos entre pais e filhos e aos direitos dos pais sobre a educação de sua prole. Ou seja, na visão deles, um casal pode ter os filhos, mas isto não indica que estes pais têm direito sobre as crianças apenas por tê-los gerado. Não é preciso levar muito à frente a imaginação para ver o rabinho do estado balançando atrás da cortina, não é mesmo?

E a coisa continua... Por que os pais da criança deveriam ser apenas 2? Por que não 3? Ou 4? Segundo os filósofos, isto está completamente em aberto na teoria que eles vêm desenvolvendo. Que tal 10, então? Aí, os filósofos já começam a ficar mais céticos, pois, segundo eles, fica parecendo que a criança não tem pais, mas sim uma comissão, e acaba que ninguém assume como pai e mãe da criança. Então tá. 

Quem fica achando que os ataques que vêm sendo feito à família é coisa pouca, devia começar a pensar aonde este pessoal quer chegar em vez de ficar aplaudindo tudo que a mídia anda mostrando como super antenado e "progressista". A entrevista dada por Adam Swift ao programa "The Philosopher Zone" é um bom indício do caminho que as coisas podem tomar se muitos não deixarem cair as escamas de seus olhos.


quinta-feira, dezembro 04, 2014

Proibir abortos aumenta a mortalidade materna? O Chile está provando o contrário.

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Um dos pseudo-argumentos mais utilizados pela militância abortista é o de que criminalizar abortos aumenta a mortalidade materna, pois segundo eles as mulheres não deixarão de abortar e irão procurar alternativas "inseguras". 

Esta forma de raciocínio é torta, como é de praxe entre os abortistas, e tenta apenas tirar do aborto toda a carga ética que envolve a questão, deixando o procedimento como uma mera redução de riscos para a saúde das mulheres que abortam. 

Colocando de lado o fato de que qualquer aborto jamais é seguro, pois sempre haverá ao menos uma morte, uma pesquisa no Chile mostrou que uma tal linha de pensamento é tão firme quanto um prego na areia. Nesta pesquisa é demonstrado que os índices de mortalidade materna caíram desde que aquele país proibiu a prática do aborto em 1989: de 41,3 para 12,7 -- redução de 69,2% -- foi a queda do número de mortes maternas por 100.000 mulheres, o que coloca o Chile como o 2o. melhor colocado nas Américas, à frente até mesmo dos EUA.

Porém, segundo o raciocínio da militância abortista, dada a proibição do aborto, era para se esperar um aumento do número de mulheres hospitalizadas em virtude do aumento de abortos ilegais, não é mesmo? Mas a realidade, esta velha desconhecida dos abortistas, mostra que isto não acontece no Chile, que vem registrando uma contínua queda no número de altas hospitalares devido a abortos ilegais. E para reforçar ainda mais este dado, o número de altas hospitalares devido a problemas naturais na gravidez, tais como gravidez ectópica ou abortos espontâneos, vem se mantendo constante, o que demonstra ainda mais a relevância da queda no número de altas relacionadas a abortos ilegais.



A pesquisa, coordenada pelo epidemiologista Elard Koch, revela ainda outros dados interessantes: medo e coerção são responsáveis por 70% das respostas quando as mulheres são inquiridas sobre o motivo de estarem pensando em recorrer ao aborto. Este dado deita por terra o tal "direito de escolha" tão na boca da militância abortista/feminista e mostra que liberar o aborto é exatamente dar força a quem oprime e coage as mulheres, seja o marido, namorado, companheiro ou família.

É evidente que a proibição do aborto por sí só não pode ser a responsável pela diminuição da mortalidade materna no Chile, e vários especialistas apontam diversas políticas públicas relacionadas à saúde da mulher, o aumento do nível de escolaridade da população e, mais recentemente, programas de apoio emergencial a mulheres vulneráveis e que passam por gravidezes indesejadas.

Ou seja, o Chile optou pelo caminho mais árduo, porém necessário: dar saúde de qualidade, educação e apoio às mulheres. Isto é bem diferente do que acontece no Brasil, em que a Saúde Pública está em frangalhos, a educação é de péssima qualidade e as mulheres que desejam ter seus filhos e que passam por dificuldades são tratadas como cidadãs de segunda-classe, sem o mínimo de apoio sério por parte do Estado.

E enquanto o Chile vai melhorando seus índices populacionais indo na contramão do senso comum abortista, provando que para diminuir mortes maternas não é preciso descriminalizar o aborto, mas sim dar acesso a serviços de saúde de qualidade, educação e apoio, nós ficamos aqui vendo militantes feministas/abortistas e até mesmo revistas de circulação nacional tentando empurrar a agenda abortista à toda a população, mesmo que isto signifique mais e mais mortes, seja de mães ou de filhos.

quarta-feira, abril 23, 2014

"Sua casa será destruída e seu gado será tomado" -- Aborto e esterilização na China

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"Se você devia ter abortado e não o fez, sua casa
será destruída e seu gado será tomado"
Dentre os inúmeros malefícios que a mentalidade abortista faz à sociedade, talvez o que tenha efeito mais duradouro e nocivo seja a flexibilização das consciências em relação ao valor da vida humana. Quando este valor é relativizado, como vem acontecendo, o resultado é desastroso não apenas para os nascituros. Estes são apenas os primeiros a pagar com suas vidas pelos erros, pelos crimes e pela omissão de uma sociedade que decidiu olhar para o outro lado enquanto a Cultura da Morte vai corroendo suas bases.

Negar o direito à vida, o primeiro de todos os direitos, traz conseqüências não apenas para o ser humano frágil e inocente que será eliminado, as conseqüências serão impostas a cada um de nós.

"Mesmo que você sangre em profusão, você
não deve dar à luz um outro filho"

É o que vem acontecendo na China com sua política totalitária e criminosa de impor aos casais que tenham apenas um único filho. Muitos podem dizer que a China não é exemplo para nada em relação ao aborto ou planejamento familiar, dado que isto é imposto aos seus cidadãos, o que não acontece em países do primeiro mundo. Já eu penso exatamente o contrário: a China é um exemplo exatamente por demonstrar até onde se pode chegar com a falência da preservação dos direitos mais básicos, principalmente dos direitos daqueles que não têm como se defender.

"Se você deveria ter sido esterilizada e ainda não o fez, você
será detida e processada.Se você deveria ter abortado e
não o fez, sua casa será destruída e seu gado será tomado"

Quando o estado impõe suas políticas à revelia dos direitos fundamentais de seus cidadãos, o resultado é o que podemos ver nestas imagens de cartazes com ameaças graves aos que resistirem ao aborto compulsório ou à esterilização forçada. A gênese de tais mensagens foi a relativização da vida humana. Foi quando se distorceu e diminuiu o valor de uma vida humana que se deu a permissão para que o estado encarasse seus cidadãos não como homens e mulheres, nascituros ou não, mas como simples elementos sujeitos às suas políticas.

"Entrem em contato os que residem longe. Apresentem-se os que
estão escondidos. As que estão grávidas devem ter o parto induzido.
As que têm que ser esterilizadas devem ser trazidas."
Mas quando a legislação proíbe o aborto não está o estado também sendo autoritário? -- alguém pode perguntar. É exatamente o contrário. Em primeiro lugar, não é o estado que diz se o aborto é certo ou errado, é a Lei Natural, aquela que vai inscrita no coração de cada homem, que diz que matar um inocente é errado. Em segundo lugar, uma legislação proibitiva ao aborto nada mais fez que se adequar ao que já diz a própria Lei Natural.

"Se você deveria usar o DIU, mas ainda não o usa, ou deveria
ter suas trompas ligadas, mas ainda não tem,
você será presa imediatamente"

Uma legislação perfeitamente adequada à Lei Natural é aquela em que a vida humana ainda por nascer é preservada até mesmo da vontade de seus próprios genitores. Quando a legislação de um país distancia-se da Lei Natural, como no caso extremo da China, toda a sociedade pagará mais cedo ou mais tarde. Os cidadãos chineses já sentem isto diariamente.


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sexta-feira, outubro 26, 2012

Quer um aborto ou uma aspirina?

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Menina: "Se eu estiver com dor após o aborto, posso tomar uma aspirina?"
Enfermeira: "Não sem a permissão de seus pais."

Em certos estados dos EUA, se uma adolescente resolve abortar seu filho ela o fará sem que seus pais sequer saibam que ela esteve grávida. Já se esta mesma adolescente sinta uma corriqueira dor-de-cabeça, ela não receberá uma mísera aspirina sem que seus pais autorizem a escola a lhe fornecer o medicamento. 

Curioso e estranho isto? Sim, muito. Muito mesmo.

O aborto é uma coisa tão anti-natural, tão errada, que onde passa desvirtua tudo à sua volta. Seja a legislação ou o natural e especialíssimo sentimento materno, tudo onde a praga do abortismo tem acesso deixa conseqüências desastrosas. Requerer que uma adolescente receba autorização para receber uma aspirina e liberar que ela faça um procedimento médico de alto risco sem consentimento de seus pais é coisa que salta aos olhos de qualquer um que esteja com os neurônios funcionando. É um absurdo total. E é isto que ocorre quando se tenta moldar a sociedade segundo os ditames da militância abortista.

Pode haver aqueles que dirão: "Ah... Mas isto é coisa dos EUA!". É mesmo? E cá entre nós? Muitos se esquecem que nossa legislação pune com prisão quem ousar destruir ovos de tartaruga marinha, mas há quem busque descriminalizar o aborto porque este deveria ser uma escolha da mulher. Tendo sucesso nestas tentativas, como já tiveram no caso de abortos de bebës portadores de anencefalia ou na utilização de embriões humanos em pesquisas, a legislação brasileira ocupará um lugar de destaque no mundo bizarro do abortismo, no qual um simples ovo de tartaruga valerá mais que um ser humano.


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quarta-feira, março 11, 2009

O Estado cínico - Cláudio Fonteles

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A discussão sobre o aborto assume grande relevo porque necessariamente diz com o tipo de sociedade em que almejamos viver: a sociedade amorosa, fraterna, solidária ou a sociedade do egoísmo, do abandono, da violência. E, porque a discussão é assim posta, assim devendo ser, efetivamente, o Estado, como a sociedade politicamente organizada, tem que enfrentar a questão e não, cinicamente, reduzi-la à esfera de opção individual.

A mulher e o embrião, ou o feto, se já alcançado estágio posterior na gestação, que está em seu ventre, são as grandes vítimas do cinismo estatal.


A mulher porque ou por todos abandonada – seu homem, sua família, seus amigos – ou porque, e o que é pior por assim caracterizar um estado de coisas, teme venha a ser abandonada pelo homem, pela família, pelos amigos.

A mulher porque incentivada, e estimulada, pela propaganda oficial e privada a desfazer-se da vida, presente em seu ser, como se a vida fosse um estorvo, um empecilho, um obstáculo que deve ser eliminado em nome, hipocritamente do direito à liberdade de escolha.

Não há liberdade de escolha quando a escolha é matar o indefeso.

O embrião, ou o feto, porque vida em gestação, mas, repito, vida-presente não se lhes permite a interação amorosa, já plenamente, ainda que no espaço intra-uterino, com sua mãe, e com os demais, caso esses não adotem a covarde conduta do abandono da mulher.

O Estado brasileiro consolidou em seu ordenamento jurídico “mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher”, editando a lei nº. 11.340/06, conhecida como a lei “Maria da Penha”.

Vamos ler alguns artigos dessa importante lei:

- “Poderá o Juiz, quando necessário, sem prejuízo de outras medidas: encaminhar a ofendida e seus dependentes a programa oficial ou comunitário de proteção ou de atendimento (art. 23, I);

- Caberá ao Ministério Público, sem prejuízo de outras atribuições, nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, quando necessário: fiscalizar os estabelecimentos públicos e particulares de atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar, e adotar, de imediato, as medidas administrativas ou judiciais cabíveis no tocante a quaisquer irregularidades constatadas (art. 26, II);

- A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios poderão criar e promover, no limite das respectivas competências: centros de atendimento integral e multidisciplinar para mulheres e respectivos dependentes em situação de violência doméstica e familiar; casas-abrigos para mulheres e respectivos dependentes menores em situação de violência doméstica e familiar; programas e campanhas de enfrentamento da violência doméstica e familiar (art. 35, I, II e IV)”

Ora, se assim o é, justamente para que a integridade física da mulher seja protegida, por que, cinicamente, o Estado brasileiro detém-se aqui e, em relação à mulher, que está grávida, que acolhe em si a vida, estimula-a a matar, também a abandonando?

Por que o Estado brasileiro, repito cínico, pela omissão e pela frouxa, errônea e irresponsável justificativa de inserir-se o tema na órbita privada, não tira, como tirou o tema da violência doméstica, portanto também privada, dessa estrita órbita e à mulher gestante não lhe oferece todos os mecanismos oferecidos à mulher fisicamente agredida, para que, assim claramente amparada, a mulher, em ambas as situações, tenha o direito de viver e fazer viver a vida que consigo traz?

Aguarda-se o governante municipal, estadual e federal que tenha coragem de defender a vida-mulher e a vida-embrião, ou a vida-feto, que a primeira acolhe em seu ventre.