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https://contraoaborto.wordpress.com/2009/03/14/bill-clinton-sobre-celulas-tronco-embrioes-nao-fertilizados/
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"Todos os esforços desta Arquidiocese foram no sentido de salvar a vida das TRÊS crianças."

"Vocês viram aquele caso de Pernambuco. É mais do que absurdo. Como você pode proibir a Medicina de cuidar de uma menina que ficou grávida indevidamente?"Talvez Lula devesse também explicitar exatamente o que ele chama de "a Medicina cuidar" da menina. O que ele chama de "cuidado" tem, na verdade, o significado de "dar cabo" dos bebês que ela carregava em seu ventre. Fale a palavra mágica, presidente! Não deixe que outros pensem que o senhor é hipócrita! Fale com todas as letras que o senhor defendeu o ABORTO das crianças que eram geradas. Lula pode muito... Sua incoerência entre o que ele faz e o que ele diz é escandalosa para os católicos cientes da seriedade do que é ser católico. É por isto que ele diz coisa assim:
"Só não criamos com o Dia da Luta contra a Hipocrisia, mas eu sonho com isso. Precisamos quebrar um monte de tabus. Ninguém disse que tinha que ser assim."
"Como cristão, sou contra o aborto, mas como chefe de Estado tenho que tratar como uma questão de saúde pública."Lula é realmente um mestre da enganação, mas seu poder é limitadíssimo, graças a Deus, pois ele só engana a quem assim o permite. É, porém, interessante como há gente que não resiste ao poder deste falso messias, como há gente que permite ser enganada por este ser bipartido, que defende o aborto de inocentes e quando lhe convém diz-se católico.
"(...) A posição da Igreja é clara. Sempre o foi. Não mudou, nem mudará.
(...)
Não somos hipócritas. Nem o fomos. Nem o seremos. Somos coerentes."
"3.6. Revisar a legislação punitiva que trata da interrupção voluntária da gravidez."
"Nesse sentido quero, pela minha identificação com os valores éticos do Evangelho, e pela fé que recebi de minha mãe, reafirmar minha posição em defesa da vida em todos os seus aspectos e em todo o seu alcance. Os debates que a sociedade brasileira realiza, em sua pluralidade cultural e religiosa, são acompanhados e estimulados pelo nosso governo, que, no entanto, não tomará nenhuma iniciativa que contradiga os princípios cristãos, como expressamente mencionei quando tive a honra de receber a direção da CNBB no Palácio do Planalto."
-- "(...) Não matarás criança por aborto nem criança já nascida." - Didaqué - primeiro Catecismo Católico, datado entre os anos de 90 a 100.
-- "[A vida] deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis." - Constituição Pastoral Gaudium et Spes, 1965.-- "O Magistério (...) reafirma de maneira constante a condenação moral de qualquer aborto provocado. Este ensinamento não mudou e é imutável." - Congregação para Doutrina da Fé - Instrução sobre o respeito à vida humana recente e a dignidade da procriação, 1987.-- "2270. A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta desde o momento da concepção." - Catecismo da Igreja Católica, 1992. -- "Dentre todos os crimes que o homem pode realizar contra a vida, o aborto provocado apresenta características que o tornam particularmente grave e abjurável." - Encíclica Evangelium Vitae, 1995.
-- "A Tradição cristã (...) é clara e unânime, desde as suas origens até aos nossos dias, em classificar o aborto como desordem moral particularmente grave." - Encíclica Evangelium Vitae, 1995.
"Faz 86 anos que sirvo a Deus e nunca Ele me fez mal algum. Como poderia blasfemar o meu Redentor?"

A mulher porque incentivada, e estimulada, pela propaganda oficial e privada a desfazer-se da vida, presente em seu ser, como se a vida fosse um estorvo, um empecilho, um obstáculo que deve ser eliminado em nome, hipocritamente do direito à liberdade de escolha.
Não há liberdade de escolha quando a escolha é matar o indefeso.
O embrião, ou o feto, porque vida em gestação, mas, repito, vida-presente não se lhes permite a interação amorosa, já plenamente, ainda que no espaço intra-uterino, com sua mãe, e com os demais, caso esses não adotem a covarde conduta do abandono da mulher.
O Estado brasileiro consolidou em seu ordenamento jurídico “mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher”, editando a lei nº. 11.340/06, conhecida como a lei “Maria da Penha”.
Vamos ler alguns artigos dessa importante lei:
- “Poderá o Juiz, quando necessário, sem prejuízo de outras medidas: encaminhar a ofendida e seus dependentes a programa oficial ou comunitário de proteção ou de atendimento (art. 23, I);
- Caberá ao Ministério Público, sem prejuízo de outras atribuições, nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, quando necessário: fiscalizar os estabelecimentos públicos e particulares de atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar, e adotar, de imediato, as medidas administrativas ou judiciais cabíveis no tocante a quaisquer irregularidades constatadas (art. 26, II);
- A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios poderão criar e promover, no limite das respectivas competências: centros de atendimento integral e multidisciplinar para mulheres e respectivos dependentes em situação de violência doméstica e familiar; casas-abrigos para mulheres e respectivos dependentes menores em situação de violência doméstica e familiar; programas e campanhas de enfrentamento da violência doméstica e familiar (art. 35, I, II e IV)”
Ora, se assim o é, justamente para que a integridade física da mulher seja protegida, por que, cinicamente, o Estado brasileiro detém-se aqui e, em relação à mulher, que está grávida, que acolhe em si a vida, estimula-a a matar, também a abandonando?
Por que o Estado brasileiro, repito cínico, pela omissão e pela frouxa, errônea e irresponsável justificativa de inserir-se o tema na órbita privada, não tira, como tirou o tema da violência doméstica, portanto também privada, dessa estrita órbita e à mulher gestante não lhe oferece todos os mecanismos oferecidos à mulher fisicamente agredida, para que, assim claramente amparada, a mulher, em ambas as situações, tenha o direito de viver e fazer viver a vida que consigo traz?
Aguarda-se o governante municipal, estadual e federal que tenha coragem de defender a vida-mulher e a vida-embrião, ou a vida-feto, que a primeira acolhe em seu ventre.