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sábado, janeiro 29, 2011

Mais um blog na luta contra o aborto

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Recebi mensagem do blogueiro português Mats, responsável por um dos blogs mais inteligentes em Língua Portuguesa -- o "Darwinismo" -- anunciando a criação de mais um blog contra o aborto: "Aborto em Portugal"

O subtítulo do blog -- "Contra a legalização da matança" -- diz tudo o que vem sendo feito em Portugal, a exemplo de muitos outros países da Europa e mundo afora: uma verdadeira carnificina mascarada sob mil pseudo-argumentos, como bem dito pelos blogueiros portugueses.

Faço votos que os responsáveis pelo blog, o próprio Mats e Jairo Entrecosto (do blog "Paio com Ervilhas") permaneçam firmes neste novo empreendimento, que é muito importante.

Bem vindo às trincheiras e que o Senhor Deus os ajude!

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Quando bebês passaram a ser "acidentes"?

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ACIDENTES ACONTECEM
É por isto que temos a pílula do dia seguinte

Hoje nos EUA é o dia da mais importante manifestação Pró-Vida, que vem acontecendo há 35 anos na mesma época em que os abortistas comemoram a decisão judicial que levou à legalização do aborto.

Levado pela palavra de um dos conferencistas da ProLifeCon a checar certas informações na página da tristemente famosa Planned Parenthood, a maior rede abortista dos EUA e do mundo, a primeira imagem que vi foi a que vai acima.

Esta imagem aparentemente neutra, escolhida a dedo para passar uma idéia de leveza e de naturalidade, esconde uma realidade que não condiz com o sorriso da modelo. Quando pensamos que a chamada pílula do dia seguinte pode causar um aborto (sem contar a imoralidade da contracepção artificial), é de se perguntar o porquê do sorriso, da leveza, da naturalidade quando se trata de um assunto tão importante.

O ato sexual, que deveria ser a expressão de amor entre um homem e uma mulher dentro do casamento, aqui é rebaixado à categoria de mero "acidente". Nossa divina capacidade de demonstrar o amor é deixada aqui no mesmo patamar de uma topada ou no ato de perder as chaves de casa. É uma coisa casual, afinal "acidentes acontecem", como indicado na página da Planned Parenthood.

E os bebês concebidos nestes "acidentes" ganham também o mesmo status de acidente, obviamente. Quem diria que chegaria o dia em que crianças, o futuro da nação, nosso futuro, a maior alegria que pode ser dada a um casal, quem diria que um dia seriam chamados de "acidentes".

Não é por menos que vemos a cada dia aumentar o número de jovens, homens e mulheres, que têm visão negativa sobre gravidez, sobre serem pais e mães. 

O sorriso casual da jovem modelo indica outra coisa igualmente grave: que se pode viver do jeito que quiser sem que haja conseqüências. Talvez um dos momentos marcantes da passagem para a vida adulta é exatamente a compreensão de que nossos atos, pelos quais temos responsabilidades, têm conseqüências. E, no entanto, ao chamar uma potencial  gravidez de "acidente", como uma coisa praticamente desconectada do ato que a produziu, o que se está é criando gerações de jovens que entrarão pela vida adulta sem a consciência de seus atos.

E é exatamente este tipo de desconexão com a realidade que muito favorece a indústria abortista. Para uma indústria cujo lucro está no maior número possível de abortos, qualquer traço de consciência sobre o que é realmente o aborto deve ser escondido.

domingo, janeiro 23, 2011

Enquanto uns matam, outros acolhem

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Infelizmente, por absoluta falta de tempo, não pude traduzir e legendar o vídeo abaixo.





Neste é mostrado o caso de um vietnamita, Tuong Phuoc Phuc, que cuida de mais de 50 crianças. Destas, apenas duas são seus filhos de sangue; o restante, não fossem os cuidados deste santo dos nossos dias, teriam o triste destino de tantos bebês abortados.

Tudo começou quando a esposa de Tuong passou por dificuldades no parto. Rezando, Tuong pediu a Deus pela vida de sua esposa e filho e Lhe disse que faria algo de bom pelos outros.

Quando sua esposa estava em recuperação do parto difícil, diz Tuong que viu várias mulheres grávidas entrando na sala de cirurgia e de lá saindo sozinhas. Em seguida ele viu os médicos jogando os bebês no lixo hospitalar.

"Sou católico e respeito o espírito dos seres humanos." -- palavras de Tuong sobre sua motivação. "Então solicitei se eu não podia levá-los comigo."

Isto levou Tuong a usar suas economias para comprar um pequeno terreno onde ele pudesse enterrar os corpos dos bebês abortados. Atualmente, já são mais de 9000 pequeninos túmulos, onde os bebês abortados têm o mínimo de dignidade na morte, a mesma dignidade que lhes foi negada em vida.

Muitas mulheres começaram a ir ao cemitério para rezar e outras, grávidas, começaram a procurar a casa de Tuong buscando abrigo. A partir daí algumas mulheres que não se sentiam, por um motivo ou outro, em condições de criar seus filhos, deixavam-nos com Tuong.

Várias destas crianças, após passarem um período de tempo sob os cuidados de Tuong, são recuperadas por suas mães. Não fosse o abnegado trabalho do vietnamita, sabemos bem o que aconteceria com tais crianças.


quarta-feira, janeiro 19, 2011

Assim é a indústria do aborto...

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Dr. Kermit Gosnell
Embora eu sempre evite principalmente imagens mais fortes aqui no blog e mesmo descrições mais cruas, creio que por vezes isto é necessário para que todos saibam como é e como funciona a indústria do aborto pelo mundo.

sábado, janeiro 15, 2011

Um vídeo sobre Santa Gianna!

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Monica, leitora do blog, enviou o vídeo abaixo e pediu divulgação.

Agradeço de coração o envio. Muito obrigado! Gostei muito.

Salve Santa Gianna!




sexta-feira, janeiro 14, 2011

Eu, um radical

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Sou um radical.

Não deixo meus cabelos crescerem muito -- e eles crescem rápido! -- e minha barba é feita algumas vezes por semana. Quando muito, quando tenho picos desta minha radicalidade insana, minha barba fica por fazer um semana inteira!

Apesar disto, sou um radical!

Meu guarda-roupa não tem nada de vermelho. Nada. Nada mesmo. Simplesmente não gosto da cor. Nem mesmo a devoção por São Sebastião e por São Jorge me fez gostar da cor. Não gosto e pronto.

E, mesmo com esta falha grave, sou um radical.

Não possuo sequer uma camisa com a famosa imagem do Che Guevara. Motivo: não gosto de assassinos estampados em meus trajes. Tampouco tenho frisson quando vejo Fidel Castro como acontece com muitos. Por que eu, afinal, admiraria um ditador sanguinário, que mantém seu povo na miséria por sua única e exclusiva vontade?

E, ainda assim, sou um radical.

De símbolos não gosto de suásticas, pois me lembram mortes e mais mortes. Tampouco gosto de foices e martelos cruzados, pois me lembram de mais mortes ainda, mortes que ainda se vêem hoje em dia. Acho muito curioso que ainda haja aqueles que dizem que a suástica e a foice-e-martelo são lados opostos. Para mim são ambos a mesmíssima face de uma moeda. Mortes e mais mortes, isto é que são.

E sou eu o radical.

Não coloco bombas, não invado propriedades alheias, não mato em nome de uma ideologia. Mato apenas por motivos práticos: o mosquito que me atrapalha o sono, a formiga que me deu uma ferroada, a barata que invade meu lar e deixa a esposa nervosa. Coisas assim.

Sou mesmo um radical.

Pode ser que talvez esta minha radicalidade toda ainda não seja suficiente... E não é que eu me senti um pouco mais radical neste início de 2011? Pois é! Como se isto pudesse acontecer!

Além de um baita radical, eu me vi, do nada, como um baita admirador de um outro gigantesco radical! 

Segundo a página do jornal "O Estado de São Paulo", o Pe. Lodi, uma das maiores lideranças pró-vida do Brasil, é presidente de um "movimento católico dos mais radicais do País". Faltou apenas o jornalista Roldão Arruda, que nada tem de "foca", dizer o que seria a tal radicalidade de Pe. Lodi e seu "movimento". 

Pega mal um jornalista experiente lançar termos desta forma e esperar que eles ganhem vida própria, não é mesmo? Ou será que ele subitamente deixou de ser jornalista e virou mero insinuador? 

Seria porque o padre usa batina? Seria porque ele prega exatamente o que a Igreja ensina em relação ao aborto? Seria o que exatamente que levou o jornalista a destacar a tal radicalidade do padre e seu movimento? 

Vejamos: não deve ser a questão do aborto, pois o que Pe. Lodi faz é exatamente o que a Igreja, o Papa e os bispos e clero que com ele estão em comunhão pregam: que a vida humana tem uma dignidade que lhe é intrínseca que deve ser preservada, jamais estando a mercê de "decisões individuais" como a que defende a ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Tampouco o motivo deva ser porque o padre escreveu contra as tentativas de criminalizar o que muitos vêm chamando de "homofobia". Faltou também o jornalista do Estadão dizer o que seria a já famosa "homofobia". Talvez seja este um dos segredos mais bem guardados das redações da grande mídia no Brasil. Convenhamos que não é nada fácil criar um termo que tem um significado absurdo e o expandir até que nele caiba que até mesmo um sacerdote possa ser acusado de crime se ele apenas repetir um ensinamento milenar e que vem mesmo escrito no coração de cada homem.

Mas é claro que a grande mídia não está nessa sozinha... O que não faltou foi ONG multicolorida para fazer pressão e indicar caminhos nada retos para que este rio de enganação desembocasse no que se chama de PNDH-3.

Mas creio que não é por causa disto que jornalista acusou o padre de radical. Afinal, o que o padre faz que não tenha de ser feito por qualquer católico ciente de sua missão sagrada?

Será que é porque o padre, nem bem Dilma teve tempo decorar seu escritório, já começou a alertar a todos sobre o rumo deste governo? Ah, não... Não deve ser por isto. O Pe. Lodi há muito alerta a todos sobre os governos petistas. E nem é preciso trabalhar no Estadão para saber que Dilma no governo é como um Lula no 3o. mandato, não é mesmo? Palocci, Zé Dirceu, Guido Mantega e outros estão bem aí para mostrar a quem quiser enxergar. E só para quem quiser enxergar.

Mas Roldão Arruda deve entender de radicalidade... No início do ano passado, quando Lula, em seu cálculo eleitoreiro, resolveu jogar para a galera que o aborto e outras questões polêmicas ficariam fora de seu PNDH-3, advinhem quem o jornalista foi procurar? As famosas "Católicas pelo Direito de Decidir"!

Para o jornalista, aquele grupo de senhoras, que não guarda do catolicismo sequer um mísero ensinamento, é voz ativa quando o assunto gira em torno de religião católica. Radical é o padre e seu "movimento". Normalidade são as CDDs e sua luta pelo aborto. Impressionante, não?

Mas a verdade é que o jornalista deu um tiro no pé. Ao chamar de "radical" ao Pe. Lodi, Roldão Arruda não se deu conta que isto é como que um elogio para um católico sério como o bom padre. Talvez quem se incomode com o adjetivo "radical" sejam as "Católicas pelo Direito de Decidir".

O Evangelho, caro jornalista mais despreparado que um "foca", vive-se na radicalidade. É exatamente quando o mundo diz "sim" que dizemos "não"; é quando os jornais lançam vãos louvores aos que entram pela porta escancarada que nós nos apertamos para passar pela estreira abertura que nos resta. E o fazemos exatamente por saber que é este o único caminho, e mesmo debaixo dos maiores impropérios que nos são lançados.

É fácil dar de ombros em relação aos milhões de mortes de crianças abortadas por todo o mundo anualmente. Elas não gritam, não aparecem em manchetes, não pautam textos jornalísticos com pesquisas mentirosas, não arrumam verbas federais e internacionais, não fazem lobby... 


De radicalismos um verdadeiro católico entende bastante, pois o vive diariamente. Talvez não seja bem o radicalismo que vai na mente do jornalista Roldão Arruda, mas fazer o que, não é mesmo? Ele acha que as "Católicas pelo Direito de Decidir" têm alguma parte com o catolicismo! Só por isto dá para saber o quanto ele entende do assunto sobre o qual quer escrever...

Nós, os radicais, insistimos para que os gritos das milhões de vozes silenciadas pelo aborto sejam ouvidas. Eu estou muito feliz com o lado que escolhi. Difícil mesmo deve ser para quem tem que justificar centenas de milhões de mortes de seres inocentes e frágeis.

Não há "direito de escolha" que justifique isto. Mas o que sei eu? Sou só um radical...

sexta-feira, janeiro 07, 2011

"Quem cala, consente" -- que o digam as feministas!

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Por um motivo ou outro, esperei passar a comoção justificada que se seguiu às declarações do governador Sergio Cabral. 

A fala infeliz e irresponsável do governador do RJ já foi suficientemente rebatida e aparentemente não há quem venha a público defendê-lo. 

Cabral já teve declarações anteriores, igual mente infelizes, expostas neste blog -- "Sérgio Cabral Filho e o aborto - I" e "Sérgio Cabral Filho e o aborto - II". À época, Cabral conseguiu um tiete de peso: o jornalista Gilberto Dimenstein, que teve calafrios extáticos com a "coragem" do governador (ver em "Coragem e coragem").

A fala de Cabral desta vez foi tão asquerosa que nem mesmo seu fãzoca número 1, Dimenstein, resolveu abrir o peito para levar a bala. E olha que Dimenstein alguns dias antes havia defendido a "coragem" do governador em defender a descriminalização da maconha. Mas quando o assunto é levar namoradinhas a abortar, Dimenstein viu que a coisa estava demais e deixou Cabral falando sozinho desta vez.

Mas não é o silêncio de Dimenstein que mais faz barulho... O que parece impressionante a todos é como não houve uma "feminista" que tenha aparecido na mídia e denunciado o machismo da declaração do governador. Parece que a fala do governador não teve efeito sobre as militantes ou então resolveram engolir mais este sapo. Sabem como é: mais um, menos um, tanto faz...

Sempre tão presentes na mídia, não houve uma feminista de peso ou mesmo uma simples ONG, entre as muitas que se dedicam à pressão pelo aborto livre e irrestrito, que desse declaração sobre o absurdo que saiu da boca do governador. Santo silêncio, Batman!

Ora, mas como cobrar princípios de quem não os tem? Como cobrar coerência de quem aceita mudar a cada minuto para que o fim último seja alcançado. É exatamente isto que acontece com quem justifica seus meios pelo fim procurado. Maquiavel puro!

No site das "Católicas pelo Direito de Decidir" não há um mísero texto contra a fala do governador. Curiosamente, há na íntegra a reportagem do portal G1 que mostrou ao mundo o método Cabral de relacionamentos inconseqüentes. Críticas à fala? Não, nenhuma. Nada. Zero. 

Que coisa, não? As senhoras leram a declaração de Sergio Cabral e acharam normal ele se referir daquele jeito às mulheres. O termo "namoradinha" de Cabral refere a uma coisa descartável, passageira, à qual não se dá importância... Enfim, um objeto.

A essas mulheres descartáveis, pela fala de Cabral, caso engravidem de seus namorados que não as valorizam, o aborto é o melhor caminho. Para os homens, claro... Já a "namoradinha" e seu "bebezinho" isto não é problema dele.

E pensar que um monte de feministas fizeram um escarcéu danado quando Paris Hilton fez um comercial de cerveja. Pobre riquinha Paris Hilton... Fosse ela uma "namoradinha" o máximo que teria seria a complacência bovina de muitas feministas e ONGs abortistas. 

Ficamos assim: mulher objeto para vender cerveja não pode. Já se for para ajudar na luta pelo aborto livre está liberado. Palavra de feminista!

Eu continuo insistindo em dizer o óbvio: que o ser humano desde sua concepção tem uma dignidade que lhe é intrínseca e que por isto jamais deve ser tratado como objeto, seja para vender bebida ou para resolver "problemas de Saúde Pública".


As engolidoras de sapo

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É assim que se parece uma feminista
Em outubro passado, em plena campanha eleitoral para a presidência, quando o PT sentia na carne o efeito do debate sobre o aborto, publiquei aqui no blog uma postagem na qual eu perguntava "Afinal, onde se meteram os favoráveis ao aborto?".

Foi realmente um bocado divertido ver gente que não perde uma oportunidade de aparecer em jornais revistas e televisões ficar bem quietinha em seu canto, só esperando a tempestade passar. Não houve uma feminista militante que pulasse nas tamancas e viesse a público dizer que o aborto tem que ser liberado sim e que Dilma não devia recuar coisa nenhuma em suas declarações.

Que nada! Os favoráveis ao aborto ficaram todos com o rabinho entre as pernas. Para quem não perde a oportunidade de dizer que a sociedade deve debater a questão do aborto, é peculiar que os abortistas tenham deixado passar o grande debate da questão durante as eleições.

A verdade é uma só: querem debater coisa nenhuma! Quem é simplesmente empurrar goela abaixo da população a liberação total do aborto. É isto o que se tem. O resto é enganação, coisa na qual são mestres.

Rose Marie Muraro, patrona feminista, deu aval à enganação eleitoral de Dilma e disse que faria a mesma coisa. "Há oito anos [de governo] para isso, ou quatro que seja. Não é o fim do mundo" -- declarou à Folha de São Paulo.

A senhora Muraro manda às favas o debate e aplaude a dissimulação de Dilma, que disse que não disse o que está gravado em vídeo em mais de uma oportuidade: que ela é sim favorável ao aborto.

Que debate nada! O negócio é enganar a populáção eleitora.

Segundo a mesma reportagem da Folha, outras feministas também manifestaram opinião semelhante.

"Numa campanha eleitoral só traz esse tema quem quer queimar o movimento feminista", afirma Maria Laura Pinheiro, ex-secretária-adjunta da SEPM (Secretaria de Políticas para as Mulheres) e coordenadora da comissão tripartite que fez o projeto de lei da descriminalização do aborto, em 2005.
Ou seja, quando os olhos e ouvidos da população estão atentos ao debate, não é o momento de o assunto ser trazido à luz. Vale muito mais esperar baixar a poeira e criar uma comissãozinha para mandar lei para o Congresso pela porta dos fundos. 

Detalhe: quem já deu uma olhada na composição da tal Comissão Tripartite criada logo nos primeiros tempos do governo Lula sabe bem o que é um jogo de cartas marcadas.

"Queimar o movimento feminista", para Maria Laura Pinheiro, é trazer o tema a debate. Que coisa, não? E não é que as sapecas sabem bem que o tema lhes é desfavorável e é exatamente por isto que evitam a luz sobre suas ações? Coisa feia, senhoras!

Já Clara Ant, assessora de Lula que estava licenciada para servir à campanha da fantoche Dilma, chamou a questão do aborto de secundária na campanha eleitoral.

É isso aí! A morte de milhões de seres humanos ainda no ventre de suas mães mundo afora e no Brasil é questão pequena, coisa pouco relevante. 

A moral estúpida desta história toda é que as militantes feministas estão nem aí para a vontade da população. O que querem mesmo é levar à frente sua agenda abortista. Mestres da dissimulação, da enganação, sabem como ninguém quando recuar taticamente para continuar na caminhada rumo ao objetivo.

Isto não é coisa nova no movimento. Na verdade, é muito antiga. Quando se trata de mostrar como funcionam tais grupos, gosto muito de trazer uma pequena declaração dada por uma feminista histórica. Este trecho já foi publicado em outra postagem aqui neste blog. Ei-lo:

"Vejamos o que escreveu a feminista Leila de Andrade Linhares Barsted citando Danda Prado, no artigo "Legalização e descriminalização do aborto no Brasil - 10 anos de luta feminista", publicado na revista Estudos Feministas vol. 0 n° 0 do 2° semestre de 1992:
"(...) o único valor da proposta de lei sobre o aborto com indicação embriopática (...) a partir do ângulo da integridade e autonomia das mulheres, reside no fato de ampliar o leque de possibilidades de abortamento, como etapa tática para alcançar, dentro de uma estratégia de luta, a liberação mais ampla dos casos permitidos na lei para a interrupção da gravidez." 
É isto aí! As feministas pró-aborto, quando brigam por aborto por motivo de estupro ou anencefalia ou outro defeito embrionário, o fazem apenas como "etapa tática" em seu objetivo principal: a liberação total do aborto. Não é compaixão, não é justiça, nada. É apenas cálculo. Um frio cálculo." (postagem original aqui)
O mesmo cálculo frio pode ser visto na declaração de Rose Marie Muraro quando ela diz que faria exatamente como Dilma Rousseff fez. Épocas diferentes, mesmo método.

Ou seja, acredita que abortista quer debater algo quem quiser... 

Mas que as militantes tenham tais atitudes só pode surpreender quem não conhece o mínimo sobre como funciona o movimento. Esperando vitória futura, elas sabem bem engolir um belo sapo caladinhas. Há gosto para tudo.


quarta-feira, janeiro 05, 2011

O verdadeiro Obama

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Nas últimas eleições presidenciais norte-americanas o que parecia ter acontecido não era apenas a escolha de um presidente. Não mesmo! Parecia que havia sido criado um novo deus no Olimpo. Barack Hussein Obama parecia ter saído direto da corte de Zeus para vir ajudar os pobres mortais a vencerem o mal. Este, claro, personalizado pelo malvadão George W. Bush.

Cá no Brasil, a julgar pelas notícias que chegavam então pelas Globo News da vida, parecia que um novo messias despontava no horizonte para levar o mundo todo a uma nova Terra Prometida.

Maria Clara Bingemer, teóloga e professora da PUC-RJ, não teve dúvidas em escrever um artigo inteiro só para tecer louvores ao messias norte-americano (ver em "Maria Clara Bingemer e seus delírios obâmicos"). Um dos trechos que mais gosto do meloso artigo da teóloga é quando ela diz ter duvidado das "pretensões democráticas dos americanos".

Ora... Se há coisa que o Brasil pode ensinar aos norte-americanos é como se faz uma democracia, não é mesmo? Afinal, nosso povo não elege uma presidente fantoche. Nunca mesmo! O presidente Lula quando ainda no exercício de seu mandato não utilizou o cargo para fazer campanha por sua candidata. Não mesmo! As obras do PAC, as mesmas que jamais saíram do papel, nunca foram utilizadas como manobra política. Jamais!

Ninguém melhor que nós pode ensinar ao mundo, mais ainda aos norte-americanos, como se faz uma democracia. Nós é que entendemos do traçado!

A eleição de Obama deixou-nos ver coisas interessantes. É muito interessante, por exemplo, que tenha sido estimado em 95% o número de votantes em Obama entre os negros. Que coisa, não? Uma maioria acachapante de negros norte-americanos decidiu votar em outro negro (bem... na verdade ele é mestiço, mas parece que isto não importa muito quando se é um messias). 95%! 

Isto para mim tem nome: racismo. É mais do que óbvio que a opção por Obama, para os negros norte-americanos, passou pela cor da pele. E, para muitos deles, parece que só ficou na cor da pele mesmo.

Se o contrário acontecesse, se 95% dos brancos norte-americanos tivessem optado por John McCain, o mundo inteiro apontaria dedos para os EUA, chamado-os de racistas. Mas como isto aconteceu com Obama, a coisa é diferente. Privilégio de messias, certo?

Mas o que mais me interessa sobre Obama não é sua cor da pele, é seu histórico sobre o assunto principal deste blog: aborto. E neste assunto, assim como em outros, o histórico de Obama é lamentável, digno de um fascínora.

Quando de sua eleição, uma postagem aqui no blog ("Obama perdeu") trazia dados que muitos desconheciam. O radical abortismo de Obama foi totalmente escondido pela mídia tupiniquim. E não se venha dizer que o aborto não é assunto nas eleições nos EUA, pois isto sempre é assunto lá. Mas aqui entre nós estas informações são sonegadas pela mídia. Nada pode manchar as vestes do messias, não é mesmo?

Mas o fato é que as vestes de Obama há muito vêm manchadas do sangue de inocentes. Desde o início de seu mandato que ele se notabilizou por nomeações de abortistas dos mais variados calibres para posições de destaque na administração pública dos EUA. Juízes, Secretários, Chefes de Gabinete e tantos outros cargos foram ocupados por uma turma da pesada.

Não só isto... O financiamento público de pesquisas com células-tronco embrionárias foi liberado; nova droga abortiva foi aprovada; o governo norte-americano pressionou governos de países em desenvolvimento pela liberação do aborto; sua reforma do Sistema de Saúde prevê o financiamento público de abortos, etc. 

É um catálogo de horrores de várias páginas. E tudo isto com um só objetivo: a promoção do aborto.

Há mulheres que não abortam por motivos financeiros? Obama quer financiamento público aos abortos.

Há leis que ainda causam impedimentos ao aborto livre? Obama nomeia juízes e conhecidos advogados militantes para cargos importantes para que estas leis sejam flexibilizadas.

O governo Bush impedia o financiamento público de pesquisas com células-tronco embrionárias? Obama libera!

Este é Obama! Todos estes fatos podem ser vistos em uma página do LifeSiteNews que traz exatamente todo o histórico abortista de Obama enquanto presidente: Obama Pro-Abortion Record

Esta página é atualizada constantemente e nela pode ser visto o ataque sistemático contra a vida feito em várias frentes ao mesmo tempo. Coisa de quem sabe bem o que quer: abortos e mais abortos.

O verdadeiro Obama está aí para quem quiser ver. 

Se alguém, de posse destes dados, ainda mais sendo católico, resolver olhar para o lado enquanto milhões de vidas são ceifadas e outras tanto são colocadas em perigo, precisa mesmo é rever onde está seu coração, se junto a um messias de palha ou se junto ao único Messias que realmente existe, o único que nos pode salvar e que sempre nos ensinou "Não matarás".


terça-feira, janeiro 04, 2011

5 anos e outra resposta

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5 anos de blog!

Como eu disse ano passado, estou ainda desejando que este blog termine por falta de assunto. Infelizmente, o que vai no horizonte é exatamente o contrário, como bem mostrou o amigo blogueiro Wagner Moura.

É isto que temos... Uma presidente fantoche eleita pela vontade de um ignorante manipulador. E tudo, claro, com o aval de tanta gente que se diz católica mas que é capaz de votar em abortista.

Dizer o quê? Nada. Se os porcos gostam de lama...

Eu, nestes mais de 5 anos já (só de blog...) estou ainda esperando um argumento abortista que valha este nome. E venha ele de onde vier, seja de um cientista social, de uma feminazista ou de um político. O que sei é que até hoje não vi nada que justifique o hediondo ato de matar um ser humano ainda no ventre de sua mãe.

Na verdade, mesmo uma feminazista sabe que não há nada que justifique tal ato, só que ela ou não está nem aí ou acha que o tal "direito" da mãe sobrepõe o direito à vida. Não sei o que é pior, se a pura indiferença à vida humana ou se a gradação sobre quem merece mais viver seja por qual motivo for.

Uma coisa é certa: quem cunhou o termo "feminazista" acertou em cheio.

E como fiz ano passado, também este ano vai uma resposta a um dos "argumentos" que chegam aqui na área de comentários. Abaixo, comentário vai em vermelho e minha resposta em azul.


***



Anjinha deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Pílula do dia seguinte: Folha de São Paulo falha f...":
A pílula do dia seguinte NÃO é abortiva!!
A gravidez só ocorre quando o óvulo fecundado prende-se à parede uterina. O fato de o óvulo ser fecundado não necessariamente quer dizer que ele vai grudar no útero.
E mais: O DIU faz o msm que a pílula do dia seguinte... impede a nidação do embrião!
Pesquise mais antes de afirmar algo incoerente! ;-)
E mais: Sou contra o aborto!


Para responder à Anjinha, basta apenas dar uma olhada em uma postagem de abril de 2009: "Pílula do dia seguinte: Folha de São Paulo falha feio", a mesma na qual ela deixou o comentário.

Assim como a Folha de São Paulo, Anjinha também parece ter embarcado no blablablá do Ministério da Saúde, o mesmo que vem há anos tendo papel ativo na tentativa de descriminalizar o aborto. E o pior é que o falatório ministerial, ao qual Anjinha parece aderir, vai de encontro ao que o próprio fabricante diz sobre o medicamento.

Eu, que segundo Anjinha não pesquisei sobre o assunto, prefiro dar crédito a quem produz o medicamento; já ela, que é entendida no assunto e pesquisou bastante, prefere seguir a cartilha do Ministério da Saúde e da Folha de São Paulo. Então tá.

E a professora Anjinha ainda vai mais longe no seu ensino: "O fato de o óvulo ser fecundado não necessariamente quer dizer que ele vai grudar no útero.".

É mesmo? Sério? E quem decide qual óvulo fecundado vai ou não "grudar" no útero? O Ministério da Saúde? A Folha de São Paulo? A Anjinha?

Será que é tão difícil entender que qualquer ato que tenha como alvo a eliminação do fruto da concepção é um ato abortivo? Será necessário desenhar?

Uma das formas do medicamentos em questão é exatamente impedir a implantação de óvulos fecundados na parede do útero (o que a pesquisadora Anjinha chama de "grudar"). Se um óvulo é fecundado, mas tem sua implantação impedida pelo medicamento, Anjinha não chama isto de aborto.

É mais ou menos assim: para Anjinha, a criação de ambiente desfavorável ao natural desenvolvimento do nascituro não tem nada a ver com aborto. Levando este método angelical de pensar à frente, um médico aborteiro que retirasse um bebê de 32 semanas de gestação do ventre de sua mãe e o colocasse em um ambiente impróprio (no caso, qualquer lugar que não fosse uma incubadora) não estaria fazendo nada de mais.

Pois é exatamente isto que fazem muitos médicos mundo afora! Exemplos? Ei-los: "Hitler venceu?" e "Um bebê abandonado à morte".

Para Anjinha, não há problema algum em que ela ou outra pessoa decida qual ou quando um óvulo fecundado deve "grudar no útero". Talvez os médicos das postagens logo acima achem o mesmo quando retiram bebês do útero de suas mães e os abandonam à morte. Talvez, para eles, a única coisa que fazem é um parto no qual o bebê é colocado em um ambiente impróprio após a retirada do útero. Somente isto.

Mas eu não sei nada... Afinal, não pesquisei sobre o assunto.

Ah, sim! Anjinha é contra o aborto. Ainda bem que ela avisou! Eu já estava suspeitando o contrário... Eu sei nada mesmo.