| Janaína e o pequeno Emmanuel (imagem retirada do blog "Anjos sem Rins") |
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https://contraoaborto.wordpress.com/2015/08/28/o-amor-destas-familias-e-uma-bela-resposta/
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| Janaína e o pequeno Emmanuel (imagem retirada do blog "Anjos sem Rins") |
-- Sinto muito, mas as notícias não são boas...
"Quando uma mãe está diante de um diagnóstico de uma condição que seu bebê irá morrer em breve a tendência é que ela tente afastar de si esta dor. Todos preferiríamos que esta dor fosse embora. Mas o que eu gostaria de fazer é encorajar uma mãe que se encontre nesta situação a parar e pensar que o futuro, de um jeito ou de outro, reserva que eu permaneça viva e meu filho faleça. Eu não tenho escolha. A escolha que eu tenho é o que eu farei, qual será minha participação na vida de meu bebê enquanto eu o tenha comigo e qual será minha participação em sua morte. E eu ficarei aqui, de uma forma ou de outra, com a dor de tudo isso pelo que passei.
A escolha é se eu ficarei aqui com a dor, mas também com as lembranças e a capacidade de cura desta dor ou se ficarei aqui com a dor e sem as doces lembranças.
Então o que eu gostaria de dizer a uma mulher que se encontre também nesta situação é que isto é sim possível. É difícil, mas é um sentimento único poder segurar seu filho neste momento."
"Uma mulher nos anos 50 tem a oportunidade de trabalhar fora. Outra consegue estudar numa grande Universidade. Chega a década de 60, período revolucionário regado pelo movimento feminista ilustrado por mulheres queimando seus sutiãs em praça pública. A década de 70 traz a idéia da liberdade para amar, trabalhar, estudar e de repente a mulher dos anos 80 abraça o mundo. O céu é o limite. Momento de lutar pela igualdade entre homens e mulheres. Igualdade? Em respeito, dignidade? Ok. Mas de repente a mulher começou a querer ser igual ao homem. Mas chega a mulher da década de 90. Uma mulher que não se vê mãe tão cedo, que quer fazer mil coisas ao mesmo tempo e que acha que o homem é seu maior inimigo na luta pelo feminismo. Isso porque o feminismo que lutava pela igualdade de direitos agora vê o homem como concorrente. Concorrente no mercado de trabalho e na vida pessoal também. Independência vira moda. A mulher se vangloria de não precisar financeiramente do homem e diz com todo orgulho que não precisa dele pra mais nada. Nem para o amor? Não, diz. O lema é não precisar do outro. Estar com ele somente enquanto for agradável. O problema é que no ano 2000, ela quer fazer tudo igual ao seu algoz numa tentativa frustrada de ser melhor agindo da mesma forma como se isso fosse possível. Não é mais a busca pela liberdade que está em pauta. É um jogo de poder. Escolhe homem e dispensa como um produto fora da validade ou quando o “produto” não satisfez suas expectativas na tentativa de se sentir superior. É o ressentimento de séculos de submissão que veio a cavalo atropelando qualquer feminilidade naturalmente tranquila e co-dependente. Sim, co-dependente. A fêmea que precisa do macho assim como o macho precisa da fêmea. Que fêmea? Como são as fêmeas na natureza? Tem suas próprias necessidades que se casam perfeitamente com as necessidades do macho (apesar de diferentes) juntando os dois numa relação perfeita de co-dependencia na preservação da espécie. Onde está a fêmea humana? As verdadeiras necessidades estão sufocadas em prol da mulher idealizada, aquela que faz tudo igual ao homem. E então esse “feminismo sombra” onde a mulher tenta imitar o homem como um macaquinho de circo que já não sabe mais agir pelo instinto chega a 2010 num beco sem saída. A mulher não sabe mais quem ela é, quais são seus desejos, suas necessidades. Assim como suas avós e tataravós, vive numa prisão sem paredes onde a sociedade lhe diz como deve agir, pensar, o que deve almejar. A mulher da década de 2010 tenta correr atrás do tipo idealizado na década de 80: a mulher-maravilha. Aquela que tem carreira consolidada, é mãe, aparenta ser mais jovem do que é e é independente financeiramente e emocionalmente do homem. E está correndo atrás...do próprio rabo."
"A mulher virou um bem de consumo e pobre ou rica, ela está voltada para fora de seu corpo, insatisfeita, subjugada por ela mesma em primeiro lugar. Morreu de vaidade a nova mulher que prometia emergir; está mais ignorante e menos sensível, mais competitiva e menos corajosa. Tendo comportamento adolescente mesmo depois dos 30 e mesmo depois dos filhos. Não cresce porque não se desenvolve no sentido mais puro de ser mulher. Não conhece a si mesma, não conhece seu corpo, joga pra debaixo do tapete seus próprios sentimentos. Se a dama da sociedade só pensa em plásticas e as realiza, retaliando-se inteira para conseguir mais um up grade nas armas de sedução; as Marias estão pregadas nas novelas, economizam para comprar creme de aveia barato, se ressentem com o descascado do esmalte de quinta categoria, sonham em não ser elas mesmas. O que sobrou do feminismo além de um certo direito a um empreguinho, uma tripla jornada e um total desentendimento das relações humanas afetuosas, foi depurado pela peruíce generalizada das formadoras de opinião, elas próprias preocupadas com creminhos e soluções milagrosas pra aparentarem ter 20 anos a menos e arrancar qualquer evidência de que já tiveram filhos."
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| Stacie Crimm |
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| Dottie Mae Crimm |
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| Dottie Mae e seu tio Ray Phillips e sua esposa |
Continue lendo"O que faz uma mulher durante toda a gestação de um bebê que vai morrer logo após o nascimento?"
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29 de junho de 2009 - 21:10
Meu precioso bebê:
Eu não escrevi a você tanto quanto eu havia planejado porque é sempre a mesma história que tenho para contar: estou te amando e já sentindo tua falta.
Mas hoje quero escrever a você uma nova história: uma celebração. Você chegou a este mundo às 08:03. E tantos sonhos meus já foram realizados nestas últimas 13 horas.
-- Eu te ouvi chorar
-- Você mamou em meu peito
-- Nós te demos um banho
-- Eu beijei seu pezinho cheio de dobrinhas
-- Eu olhei sua linda face
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03 de julho de 2009 - 09:09
Feliz 4o. dia de vida, garotão!
Quase não chegamos a este dia. Noite passada você parou de respirar pelo que pareceu uma eternidade. Provavelmente mais do que 5 minutos. Mas você voltou para nós. Creio que você ainda não estava pronto para dizer adeus. Isto foi bom, pois nós também não estávamos prontos. Estamos fazendo o melhor para te manter confortável. A casa está em paz e você está descansando nos braços de papai enquanto ele conta a você histórias sobre amadurecimento. Há até histórias que eu nunca ouvi. Ele te levou até a garagem nesta manhã para te mostrar as ferramentas e, quando ele abriu a porta da garagem, você ouviu o latido de um cão pela primeira vez. Mais tarde, ele te levou para uma caminhada pela rua. Havia um homem passeando com um collie e quando eu olhei pela janela vi seu papai te apresentando a um cachorro pela primeira vez.
Você é tão amado e nós somos tão abençoados. Temos que nos despedir embora não desejemos que você se vá ainda. Amamos tanto a você e te queremos perfeito e em paz, e é assim que você estará quando você dormir e acordar nos braços de Jesus.
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