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sexta-feira, agosto 28, 2015

O amor destas famílias é uma bela resposta a um juiz que autorizou um aborto no RJ

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Janaína e o pequeno Emmanuel
(imagem retirada do blog "Anjos sem Rins")
O juiz Edison Ponte Burlamaqui, da cidade do Rio de Janeiro, segundo informações do jornal O Dia, autorizou um casal a abortar seu filho em gestação devido a este ser portador de agenesia renal bilateral, anomalia na qual o bebê não desenvolve os rins, o que o deixa com expectativa de vida muito curta.





segunda-feira, fevereiro 02, 2015

Mãe recusa tratamento para salvar vida da filha em gestação

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A matéria original pode ser vista aqui.

terça-feira, fevereiro 05, 2013

O casal que lutou por seu filho quando o médico queria matá-lo

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Logo quando seu filho Aidan veio à luz, Jodi Peterson e seu marido Quentin sabiam que havia algo errado com ele. Ao invés de colocarem o recém-nascido Aidan junto de sua mãe, os médicos o tiraram de sua vista e sussuravam entre si. O problema do pequenino Aidan? Este: fissura bilateral dos lábios e do palato.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2013/02/05/o-casal-que-lutou-por-seu-filho-quando-o-medico-queria-mata-lo/

sábado, janeiro 05, 2013

A imperfeição é bela! -- A história de John Paul e sua família

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-- Sinto muito, mas as notícias não são boas...

Foi isto que Cliona Johnson ouviu da profissional que lhe fazia um exame de ultrasom. Ela e seu marido, já pais de quatro meninas e um menino, só resolveram fazer o procedimento para descobrir o sexo do bebê, o que não haviam feito das outras vezes, porque seu único filho homem estava ansioso para saber se ele finalmente teria um irmãozinho.

O chefe do departamento responsável pelo exame, explicou a ela e seu marido John Paul que seu bebê de 22 semanas de gestação sofria de anencefalia. Após o baque inicial do diagnóstico, Cliona e seu marido John Paul nem por 1 minuto pensaram em abortar o bebê e isto ficou claro quando seu marido disse a ela que queria dar o nome a seu filho de John Paul, como seu próprio nome.

Voltaram para casa e contaram à sua linda família a novidade. A reação, como natural, foi de tristeza, mas logo em seguida a normalidade voltou à casa dos Johnsons. Cliona teve a certeza de que teria esta criança pelo tempo que ela lhe fosse confiada, fosse até o dia seguinte, por mais 3 meses ou o que fosse possível.

Todos as noites, ao se deitar, Cliona dizia boa noite a seu filho ainda não nascido. A cada manhã ela agradecia porque ele estava com ela por mais um dia. Ela estava consciente, durante todo o tempo, da dor que haveria quando seu filho se fosse, mas ela sabia que apesar desta dor o importante seria as memórias que ela e sua família poderiam ter do tempo que passaram com o pequeno John Paul.

John Paul nasceu e faleceu após 17 minutos. Seu pai foi quem cortou seu cordão umbilical e quem o batizou. O bebê foi tomado nos braços por seus familiares e tudo ocorreu na paz enquanto a vida de John Paul expirava.

Cliona e sua bela família aprenderam através do pequeno John Paul, ela hoje tem conciência disto, que a dor faz parte da vida tanto quanto a alegria. Cliona, que se considerava uma perfeccionista, através da dor aprendeu com seu bebê que há beleza na imperfeição. Ele ensinou à sua família a aproveitar mais a vida, a viver as pequenas coisas e os breves momentos. Ensinou sua mãe a ser mais paciente com seus filhos e ensinou, principalmente, que a imperfeição nos seres humanos é uma coisa bela.

Eis as palavras de Cliona ao final do vídeo abaixo:

"Quando uma mãe está diante de um diagnóstico de uma condição que seu bebê irá morrer em breve a tendência é que ela tente afastar de si esta dor. Todos preferiríamos que esta dor fosse embora. Mas o que eu gostaria de fazer é encorajar uma mãe que se encontre nesta situação a parar e pensar que o futuro, de um jeito ou de outro, reserva que eu permaneça viva e meu filho faleça. Eu não tenho escolha. A escolha que eu tenho é o que eu farei, qual será minha participação na vida de meu bebê enquanto eu o tenha comigo e qual será minha participação em sua morte. E eu ficarei aqui, de uma forma ou de outra, com a dor de tudo isso pelo que passei.
A escolha é se eu ficarei aqui com a dor, mas também com as lembranças e a capacidade de cura desta dor ou se ficarei aqui com a dor e sem as doces lembranças. 
Então o que eu gostaria de dizer a uma mulher que se encontre também nesta situação é que isto é sim possível. É difícil, mas é um sentimento único poder segurar seu filho neste momento."

Quem ama de verdade, como Cliona e sua família, não ama APESAR das imperfeições, mas ama COM as imperfeições, pois esta é uma das principais características de nós, humanos. E não é isto exatamente uma imagem do amor que o Senhor Deus tem por nós? Ele não nos ama mesmo que tenhamos os maiores defeitos em nossos corações?

John Paul pode ter visto a luz por apenas 17 minutos, mas foi e será amado para sempre. E a luz de sua vida está a brilhar cada vez mais para sua família e para todos nós.



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quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Do blog MÃE DE DOIS: O verdadeiro feminismo

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Mariana Passaglia, autora do blog "Mãe de Dois", faz uma interessantíssima reflexão sobre a atual condição da mulher que tenta equilibrar-se nos vários papéis de mãe, profissional, mulher, etc. 

No começo de sua reflexão, Mariana faz uma síntese, que beira a perfeição, sobre o estrago feito pelo -- assim chamado por ela -- "feminismo comercial":
"Uma mulher nos anos 50 tem a oportunidade de trabalhar fora. Outra consegue estudar numa grande Universidade. Chega a década de 60, período revolucionário regado pelo movimento feminista ilustrado por mulheres queimando seus sutiãs em praça pública. A década de 70 traz a idéia da liberdade para amar, trabalhar, estudar e de repente a mulher dos anos 80 abraça o mundo. O céu é o limite. Momento de lutar pela igualdade entre homens e mulheres.  Igualdade? Em respeito, dignidade? Ok. Mas de repente a mulher começou a querer ser igual ao homem. Mas chega a mulher da década de 90. Uma mulher que não se vê mãe tão cedo, que quer fazer mil coisas ao mesmo tempo e que acha que o homem é seu maior inimigo na luta pelo feminismo. Isso porque o feminismo que lutava pela igualdade de direitos agora vê o homem como concorrente. Concorrente no mercado de trabalho e na vida pessoal também. Independência vira moda. A mulher se vangloria de não precisar financeiramente do homem e diz com todo orgulho que não precisa dele pra mais nada. Nem para o amor? Não, diz. O lema é não precisar do outro. Estar com ele somente enquanto for agradável. O problema é que no ano 2000, ela quer fazer tudo igual ao seu algoz numa tentativa frustrada de ser melhor agindo da mesma forma como se isso fosse possível. Não é mais a busca pela liberdade que está em pauta. É um jogo de poder. Escolhe  homem e dispensa como um produto fora da validade ou quando o “produto” não satisfez suas expectativas na tentativa de se sentir superior. É o ressentimento de séculos de submissão que veio a cavalo atropelando qualquer feminilidade naturalmente tranquila e co-dependente. Sim, co-dependente. A fêmea que precisa do macho assim como o macho precisa da fêmea. Que fêmea? Como são as fêmeas na natureza? Tem suas próprias necessidades que se casam perfeitamente com as necessidades do macho (apesar de diferentes) juntando os dois numa relação perfeita de co-dependencia na preservação da espécie. Onde está a fêmea humana? As verdadeiras necessidades estão sufocadas em prol da mulher idealizada, aquela que faz tudo igual ao homem. E então esse “feminismo sombra” onde a mulher tenta imitar o homem como um macaquinho de circo que já não sabe mais agir pelo instinto chega a 2010 num beco sem saída. A mulher não sabe mais quem ela é, quais são seus desejos, suas necessidades. Assim como suas avós e tataravós, vive numa prisão sem paredes onde a sociedade lhe diz como deve agir, pensar, o que deve almejar. A mulher da década de 2010 tenta correr atrás do tipo idealizado na década de 80: a mulher-maravilha. Aquela que tem carreira consolidada, é mãe, aparenta ser mais jovem do que é e é independente financeiramente e emocionalmente do homem. E está correndo atrás...do próprio rabo."
E isto é só o começo... Mais à frente a autora continua mostrando as mazelas da condição feminina atual:
"A mulher virou um bem de consumo e pobre ou rica, ela está voltada para fora de seu corpo, insatisfeita, subjugada por ela mesma em primeiro lugar. Morreu de vaidade a nova mulher que prometia emergir; está mais ignorante e menos sensível, mais competitiva e menos corajosa.  Tendo comportamento adolescente mesmo depois dos 30 e mesmo depois dos filhos. Não cresce porque não se desenvolve no sentido mais puro de ser mulher. Não conhece a si mesma, não conhece seu corpo, joga pra debaixo do tapete seus próprios sentimentos. Se a dama da sociedade só pensa em plásticas e as realiza, retaliando-se inteira para conseguir mais um up grade nas armas de sedução; as Marias estão pregadas nas novelas, economizam para comprar creme de aveia barato, se ressentem com o descascado do esmalte de quinta categoria, sonham em não ser elas mesmas. O que sobrou do feminismo além de um certo direito a um empreguinho, uma tripla jornada e um total desentendimento das relações humanas afetuosas, foi depurado pela peruíce generalizada das formadoras de opinião, elas próprias preocupadas com creminhos e soluções milagrosas pra aparentarem ter 20 anos a menos e arrancar qualquer evidência de que já tiveram filhos."
E muitos outros trecho excelentes poderiam ser destacados, mas o que vale mesmo é lê-lo na íntegra. Recomendo muito: "O verdadeiro feminismo".

quarta-feira, outubro 19, 2011

Amor de mãe: a história de Stacie Crimm

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Quando Stacie Crimm recebeu a notícia de que estava grávida, ela não acreditou. Tudo era surpresa para ela. Médicos lhe haviam dito que ela não poderia engravidar e, aos 41 anos, uma gravidez realmente parecia improvável. Mas cinco teste de gravidez positivos mostraram que os médicos estavam errados.

Stacie Crimm
Durante a gravidez, Stacie notou que algo estava errado. Fortíssimas dores-de-cabeça e visão dupla indicavam algo grave. Ela foi encorajada por seus familiares a procurar médicos que pudessem diagnosticar o que havia de errado com ela.

Infelizmente, o diagnóstico foi devastador: câncer na cabeça e no pescoço. Stacie agora tinha que decidir entre a quimioterapia e a vida de seu bebê. O irmão de Stacie, Ray Phillips, conta que a decisão não foi fácil e que ela demorou uma semana neste dilema. Ao final, a admirável mãe escolheu adiar o tratamento, esperando que em breve pudesse segurar em seus braços sua filhinha.

O câncer de Stacie era de um tipo altamente agressivo e um dia ela caiu em sua casa e foi levada às pressas para um hospital da Cidade de Oklahoma. Ela jamais retornaria à sua casa. Seu estado piorou e, após uma parada cardíaca, a equipe médica decidiu fazer uma cesariana e a pequena Dottie Mae Crimm nasceu prematuramente, em 18 de agosto passado.

Enquanto Dottie Mae foi encaminhada a uma unidade de tratamento intensivo neonatal, sua mãe foi para uma UTI em um prédio diferente. A luta de Stacie por sua vida durava já vários dias sem que ela pudesse sequer ver a filhinha pela qual fez tamanho sacrifício. Ciente disto, uma enfermeira de nome Agi Beo, não pôde suportar a idéia de que a corajosa mãe deixasse esta vida sem poder segurar sua filhinha.

Dottie Mae Crimm
A determinada enfermeira então tratou de arrumar uma maneira para que Stacie e Dottie Mae pudessem passar alguns momentos novamente juntas. A família, a equipe médica e a equipe de transporte neonatal foram envolvidos, pois a operação de levar a bebezinha para junto de sua mãe não era de fácil execução, pois tudo deveria ser feito sem qualquer risco para a pequenina.

Em um dos poucos momentos de lucidez de Stacie -- o agressivo câncer ia já em seu estágio final --, seu irmão lhe perguntou o que ela acharia sobre a possibilidade de poder ver sua filha. Os olhos de Stacie abriram ao máximo e ela esticou os braços como que perguntando onde estava sua bebê (em virtude do câncer, ela já nem mais podia falar direito).

Minutos depois, a equipe médica trouxe Dottie Mae e a colocou no peito de sua mãe. Stacie sorriu para sua filha, que finalmente estava em seu braços. Ninguém disse uma palavra; todos tinham os olhos marejados.

Stacie faleceu três dias depois. Dottie Mae já deixou a unidade de tratamento neonatal e está vivendo com seu tio Ray Phillips, como era a vontade de sua mãe.

Dottie Mae e seu tio Ray Phillips e sua esposa




***

Stacie Crimm junta-se à galeria de outras mães heroínas, como a brasileira Edivaine Cristina e a inglesa Lorraine Allard, que foram capazes de colocar o bem-estar de seus filhos não-nascidos em primeiro lugar.

Em um tempo em que pais são capazes de abandonar filhos recém-nascidos portadores de doenças graves, um testemunho como o destas mães é mais eloqüente ainda. 

Stacie, Edivaine e Lorraine, como tantas outras, souberam dar ao Senhor Deus o que pertence a Ele, e mostraram a todos nós o que é o verdadeiro amor de mãe.

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sábado, outubro 15, 2011

"40 minutos na Terra, para sempre em nossos corações"

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"O que faz uma mulher durante toda a gestação de um bebê que vai morrer logo após o nascimento?"
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https://contraoaborto.wordpress.com/2011/10/15/o-que-faz-uma-mulher-gravida-de-um-bebe-que-vai-morrer-apos-o-parto/

segunda-feira, março 08, 2010

Um aceno pela vida!

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segunda-feira, agosto 31, 2009

A vida de Thomas

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"Escolhe, pois, a vida"

Durante a 20a. semana de gestação de seu primeiro filho, o casal T.K. e Deidrea Laux, através de uma ultrasonografia, tomou conhecimento de que o pequenino ser era do sexo masculino.


A alegria do pai, T.K., que àquela altura já passava mensagens através do celular para todos os seus contatos sobre a grande novidade, foi interrompida pelas palavra do médico de que havia um problema com a criança. O médico então mostrou-lhes na imagem o lábio fendido do bebê.


Ambos os pais. atônitos nos primeiros instantes, reagiram à péssima notícia. Deidrea, que já havia atuado como missionária na Guatemala, acalmava-se pensando que isto era uma coisa com a qual eles podiam lidar. T.K., que tem um primo que sofre do mesmo problema e que aos 30 anos ainda passa por cirurgias corretivas, sentiu seus olhos ficarem marejados.


Mas a notícia que o médico tinha a lhes dar era pior ainda que o lábio fendido do menino. Ao ver a imagem dos rins da criança, o médico teve a certeza que o problema era mais grave.


As palavras ditas pelos médicos não saíam das cabeças de T.K.: "incompatível com a vida", "geralmente fatal", "optar pelo término da gravidez", etc. Ele pensava que já que seu bebê não sobreviveria, por que deixá-lo sofrer ou colocar sua esposa em risco?


Deidrea não conseguiu dormir naquela noite. De madrugada, ela orava: Por que isto acontecia justo com eles? Por que agora? Como eles, como casal, poderiam passar por isto sem se afastarem?


Ela então balbuciou o nome que já haviam combinado dar ao bebê se ele fosse menino: Thomas Gordon Laux.


Sentiu então em seu ventre um forte movimento. Thomas havia lhe chutado bem forte.


Ela sentiu que suas preces foram ouvidas.


***

A partir daí, a mãe e o bebê em seu ventre passaram por uma bateria de exames para que fosse detectada a gravidade da má formação. Ficou-se sabendo que o bebê era possuidor de Trissomia 13, ou Síndrome de Patau, doença congênita que leva a uma gama de problemas neurológicos, cardíacos e renais, além do palato e lábios fendidos e outras má formações.


Grave e rara, este tipo de Trissomia geralmente leva a uma curta vida após o nascimento, de horas ou dias, embora haja casos na literatura médica de até 10 anos.


Os vídeos que vão abaixo mostram a jornada da família Laux desde o nascimento do pequeno Thomas Gordon. O menino foi para casa junto com seus pais, já completamente cientes de sua grave condição. Mesmo falado em Inglês, os vídeos mostram uma linguagem universal, pois fala direto ao coração de cada um de nós.


Cada pequeno momento e cada diminuto gesto de Thomas foi uma benção para T.K. e Deidrea. O carinho dos pais de Thomas com seu pequeno filho possuidor de uma gravíssima deficiência é arrebatador, é o que nos dá certeza de que o amor sempre vence.


Nascido no dia 29 de junho de 2009, Thomas Gordon Laux faleceu 5 dias após, exatamente no dia 4 de julho de 2009. Esteve entre nós durante 5 dias. Ele faleceu ao lado de seus pais.


Aos que pensam que o casal Laux passou por um sofrimento desnecessário, apenas duas entradas do diário de Deidrea podem mostrar o quanto vai errado tal pensamento:

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29 de junho de 2009 - 21:10

Meu precioso bebê:


Eu não escrevi a você tanto quanto eu havia planejado porque é sempre a mesma história que tenho para contar: estou te amando e já sentindo tua falta.


Mas hoje quero escrever a você uma nova história: uma celebração. Você chegou a este mundo às 08:03. E tantos sonhos meus já foram realizados nestas últimas 13 horas.


-- Eu te ouvi chorar


-- Você mamou em meu peito


-- Nós te demos um banho


-- Eu beijei seu pezinho cheio de dobrinhas


-- Eu olhei sua linda face


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03 de julho de 2009 - 09:09


Feliz 4o. dia de vida, garotão!


Quase não chegamos a este dia. Noite passada você parou de respirar pelo que pareceu uma eternidade. Provavelmente mais do que 5 minutos. Mas você voltou para nós. Creio que você ainda não estava pronto para dizer adeus. Isto foi bom, pois nós também não estávamos prontos. Estamos fazendo o melhor para te manter confortável. A casa está em paz e você está descansando nos braços de papai enquanto ele conta a você histórias sobre amadurecimento. Há até histórias que eu nunca ouvi. Ele te levou até a garagem nesta manhã para te mostrar as ferramentas e, quando ele abriu a porta da garagem, você ouviu o latido de um cão pela primeira vez. Mais tarde, ele te levou para uma caminhada pela rua. Havia um homem passeando com um collie e quando eu olhei pela janela vi seu papai te apresentando a um cachorro pela primeira vez.


Você é tão amado e nós somos tão abençoados. Temos que nos despedir embora não desejemos que você se vá ainda. Amamos tanto a você e te queremos perfeito e em paz, e é assim que você estará quando você dormir e acordar nos braços de Jesus.


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Deidrea Laux assim resumiu o que a curta vida de seu filho lhe ensinou:

- O quanto somos amados


- O quanto é importante a família, os amigos, a religião


- Viver um dia por vez


- Nossa capacidade para amar


- Deu-nos coragem


- Que super-heróis não estão apenas nas revistas


- Fortaleceu nossa família


- Deus cuida dos detalhes de nossas vidas


- Não é a quantidade de dias que conta, é a qualidade


- Deus ainda está fazendo milagres


T.K. e Deidrea Laux poderiam, como muitos podem pensar, enxergar apenas o sofrimento, mas não foi assim. Ao optar pela vida, pelo milagre da vida, eles e seu filho Thomas, nos ensinaram que sofrimento só se supera com amor, com a família, com Deus.


E eles nos ensinaram, principalmente, uma coisa que insistimos em esquecer nos inúmeros afazeres de nosso dia-a-dia: que grande milagre é nossa vida!


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Fontes: Dallas News - Choosing Thomas




A vida de Thomas - Parte 1



A vida de Thomas - Parte 2



A vida de Thomas - Parte 3



terça-feira, janeiro 29, 2008

Lorraine Allard, mãe.

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Lorraine Allard. Guardemos este nome.