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quarta-feira, novembro 30, 2016

E o STF virou megafone da militância abortista...

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Min. Rosa Weber e Min. Luis Roberto Barroso

No final desta noite, um verdadeiro furacão varreu os meios pró-vida do Brasil: a notícia de que a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal havia decidido que o aborto cometido até o 3º mês gestação não seria crime.

A 1ª Turma do STF emitiu esta controversa decisão ao analisar o caso do fechamento por parte da força policial de uma clínica de abortos na cidade de Duque de Caxias, RJ, onde várias pessoas tiveram a prisão preventiva decretada. Ao contrário do que certas manchetes tentam [des]informar, tal decisão, que foi a de conceder habeas corpus aos envolvidos no aborto, não cria precedente a ser utilizado em outras instâncias e tampouco pode-se dizer algo como se o STF tivesse legalizado o aborto. A decisão em questão tem o escopo específico para o caso em questão

É, porém, gravíssimo o que aconteceu ontem no STF por vários motivos. Um deles é que, mesmo que tal decisão não crie precedente jurídico direto, ela pode ser utilizada por juízes de outras instâncias para a fundamentação de suas decisões, o que é desastroso. Outro motivo é que a argumentação do ministro parece um imenso blablablá de militante abortista, onde ele desfiou termos e idéias que não têm qualquer aporte jurídico em nossa legislação. Exemplo:
"Na medida em que é a mulher que suporta o ônus integral da gravidez, e que o homem não engravida, somente haverá igualdade plena se a ela for reconhecido o direito de decidir acerca da sua manutenção ou não"
Chega a ser difícil sequer imaginar que tal disparate tenha saído da pena de um ministro que tem por obrigação zelar pela texto constitucional. Dizer que "homem não engravida" e ainda chamar isto de argumento? Desde quando há na Constituição algo que exija compensações entre os sexos devido às suas diferenças biológicas? E, devido ao homem não engravidar, a mulher deve então ter a possibilidade decidir "acerca da manutenção ou não" de uma gravidez? Esta decisão, senhor ministro, não cabe a um homem e nem a uma mulher - que tal esta igualdade? -, pois a vida que a mãe carrega no ventre deve ser preservada e é a própria Constituição que diz isto.

Em outro trecho, o ministro escreve esta outra pérola:
"O direito à integridade psicofísica protege os indivíduos contra interferências indevidas e lesões aos seus corpos e mentes, relacionando-se, ainda, ao direito à saúde e à segurança. Ter um filho por determinação do direito penal constitui grave violação à integridade física e psíquica de uma mulher"

É patético que o ministro Barroso discorra sobre "interferências indevidas e lesões aos seus corpos e mentes" enquanto tenta argumentar que não é crime eliminar uma vida humana frágil e inocente. Quanta cegueira, senhor ministro!

Ele quer falar de "saúde e segurança" defendendo que os nascituros sejam esquartejados nos ventres de suas mães, sejam expelidos através de drogas, sejam envenenados e tenham seus corpos retirados do ventre de suas mães. Esta é uma argumentação canalha! É apenas panfletagem de péssima qualidade, de um primarismo ridículo e absurdo.

E não é que o direito penal determine que a mulher tenha o filho, como ele afirma. O que o Código Penal faz é dispor que o ato do aborto é sim um ato criminoso contra uma vida humana, coisa que a patacoada retórica do ministro resolveu deixar de lado totalmente, preferindo "argumentar", ao que parece, tomando como base todos os clichês que são cuspidos pela militância abortista. Na prática, o ministro resolveu na canetada dizer que ele é quem decide o que é ou não crime. Ele pouco se importou que haja um Código Penal em vigência no Brasil; ele, e apenas ele, é quem decide o que é ou não crime no Brasil.

Min. Edson Fachin  

Ele falar em "integridade física" enquanto não dá a mínima para o que acontece com um ser humano que sequer tem voz para clamar por sua vida mostra bem o nível de canalhice que certos nomes do STF estão dispostos a atingir. Querer falar em integridade física da mulher e, convenientemente, esquecer que se está eliminando cruelmente um ser humano a cada aborto é típico de militantes abortistas, que tentam a todo custo esconder da população a realidade de um aborto. Quem diria que um ministro do STF também andaria por esta estrada?

Para termos um real entendimento do que o ministro e o restante da turma - ministro Edson Fachin e ministra Rosa Weber - entendem que não seja um crime, seria bom darmos uma espiada no caso para o qual eles resolveram conceder Habeas Corpus aos envolvidos no estouro de uma clínica de abortos no RJ. 

Segundo informou a Folha de São Paulo à época:
"Entre os presos está o médico responsável pelos procedimentos. Segundo a polícia, ele tentou fugir do local com a ajuda de um policial civil, que também acabou preso. O médico foi autuado por tentativa de homicídio e foi obrigado pelos policiais a retornar à clínica para cuidar de uma paciente que passava por um aborto.
Além deles, foram presos um taxista que fazia o transporte das pacientes, uma faxineira da clínica, que auxiliava nos abortos, e a dona do estabelecimento. Segundo a polícia, a proprietária do local participava dos abortos como uma enfermeira."

Ou seja, dez pessoas foram presas em flagrante. Entre elas, médicos, enfermeiras, um policial civil, um taxista e até mesmo uma faxineira, que também ajudava nos abortos (!). Estas pessoas estavam conscientes de seus crimes e o faziam com o simples objetivo de ganhar dinheiro através do desespero de mulheres. É um caso clássico de formação de quadrilha. 

Ou seja, a polícia do RJ investiga uma denúncia anônima, monta uma operação para desbaratar uma quadrilha de criminosos que ganham dinheiro às custas do desespero de mulheres humildes, é eficiente e consegue fazer as prisões dos criminosos. E agora a 1ª Turma do STF diz que aquilo que os criminosos estavam fazendo não era crime? Então os policiais que valorosamente trabalharam para trancafiar os pulhas que ganham dinheiro desta forma apenas perderam tempo e desperdiçaram recursos de nossos impostos? Entre os criminosos, havia até mesmo um policial civil, o que indica planejamento para a atividade criminosa. Então a pessoa que fez a denúncia anônima também perdeu seu tempo?

Ora, francamente... Como o STF chegou a um ponto tão baixo? O STF agora resolveu legislar, o que está além de suas atribuições. Pior ainda: resolveu panfletar e se portar como um militante pela liberação total do aborto.


quarta-feira, novembro 23, 2016

"Cara futura mamãe" Portadores da Síndrome de Down podem ter vidas muitos felizes

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O que haveria de condenável em um vídeo mostrando vários jovens portadores de Síndrome de Down, sorrindo e deixando a mensagem para as futuras mães de bebês também portadores da mesma síndrome de que tudo ficará bem? Será que um vídeo como este mereceria ser censurado?

Aparentemente, segundo noticia o site Huffington Post, um órgão governamental da França achou que este vídeo deve sim ser censurado e impedido de ser transmitido na TV francesa. Segundo este órgão, mostrar pessoas portadoras de Síndrome de Down sorrindo era "inapropriado" porque esta expressão de felicidade "provavelmente perturbaria a consciência de mulheres que legalmente fizeram escolhas diferentes em suas vidas".

Evidente que este palavrório burocrático quer dizer que o vídeo poderia incomodar mulheres que resolveram abortar seus bebês portadores da Síndrome de Down. Em um país onde 96% dos bebês com Síndrome de Down são abortados, como é o caso da França, o que incomoda é um vídeo com jovens sorrindo e passando uma boa mensagem, e o que parece não incomodar nem um pouco é o verdadeiro genocídio de seres humanos apenas porque têm cromossomos a mais. 

Como é bem colocado no artigo do Huffington Post, "crianças que são injustamente descritas como um 'risco' antes de seu nascimento, agora são também classificadas como um 'risco' mesmo após seu nascimento". Quem diria que a Cultura da Morte estaria já tão avançada em nossa sociedade que até mesmo sorrisos seriam motivos de incômodo? 

Mundialmente, é estimado que 90% dos bebês portadores de Síndrome de Down são abortados. É um verdadeiro genocídio acontecendo diante de nossos olhos. E como isto acontece? Simples: criou-se um mito que pessoas portadoras da síndrome vivem uma vida de sofrimento e que são um peso para suas famílias e para a sociedade. E um vídeo como o que foi censurado pelo órgão francês bate de frente com esta narrativa ao mostrar que tais pessoas podem estudar, trabalhar, ter vidas plenamente produtivas. Em resumo: podem ser muito felizes. 

Como bem pergunta o articulista do Huffington Post: o que virá a seguir? Depois de censurar um vídeo como este, o que mais acontecerá? Os portadores serão impedidos de estudar? Serão apartados da sociedade porque seus sorrisos incomodam pessoas que acham que eles sequer deveriam ter nascido?

A narrativa que é derrubada com um vídeo como este é a mesma que tenta esconder a realidade do aborto. Não interessa aos defensores do aborto que seja mostrado que o futuro não é negro, que a vida se ajusta, que as pessoas podem encontrar felicidade após crises e graves problemas. Interessa mostrar o aborto como uma necessidade imperativa.

A vida real não é linear como muitos nos querem fazer acreditar, mas o aborto é. No final da linha existe um ser humano ao qual foi cruelmente negado até mesmo seu direito à existência, e é por isto que simples sorrisos como os mostrados no vídeo incomodam tanto.

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sexta-feira, novembro 04, 2016

"A voz do coração": no Chile, os bebês não-nascidos puderam ser ouvidos

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No meio de um acirrado debate sobre o aborto que vem ocorrendo no Chile, um grupo pró-vida teve uma idéia genial para mostrar que o que as mães carregam no ventre é, a partir da concepção, um novo ser humano. 

As mulheres da organização feminista pró-vida "Reivindica" reuniram-se na Plaza da la Constituición e caminharam em direção aos prédios governamentais. Ao invés de gritarem palavras de ordem ou carregarem cartazes com mensagens defendendo a vida humana por nascer, elas fizeram algo que teve um impacto muito maior: elas colocaram microfones conectados a megafones em seus ventres e o que se pôde ouvir na praça foi o som das batidas dos corações de seus bebês ainda não nascidos.

Estas mamães chilenas arrumaram uma interessante forma de dar voz aos seus filhos que ainda não nasceram e, principalmente, mostrar a todos a realidade crua do aborto: ele pára um coração humano que já bate, ele elimina cruelmente uma vida humana frágil e inocente.

A partir da concepção não existe algo abstrato que possa ser descartado. No ventre das mães não existe apenas um "amontoado de células" como os abortistas querem nos fazer acreditar. O que lá está é um novo ser humano que tem tanto direito à vida quanto qualquer um de nós.

As batidas destes pequeninos corações trazem um dilema importante à toda sociedade (e não apenas aos chilenos): reconheceremos a evidente realidade de uma vida humana que já existe e a protegeremos ou nos fecharemos em nosso egoísmo mesmo que para isto inocentes tenham que pagar com seu próprio sangue?

Fora isto, a demonstração das feministas do "Reivindica" atinge também em cheio a narrativa que a maior parte do movimento feminista tenta envolver todas as mulheres. É como disse Rosario Vidal, presidente do "Reivindica", no vídeo de divulgação da campanha "La voz del corazón":
"Estava evidente que faltava uma representação da mulher que inclua a maternidade no debate público."
É exatamente isto! Infelizmente a esmagadora maioria do movimento feminista, principalmente a ala mais radical, quer criar uma narrativa que marginaliza a maternidade na vida das mulheres. Vem daí uma verdadeira idolatria ao aborto, que passa a ser encarado como "direito" ou mesmo algo virtuoso e necessário para a felicidade das mulheres.

Excelente ver que mais mulheres posicionam-se contra esta caricatura perversa do que seja a maternidade e também contra a falsa opção do aborto, exatamente como a "Reivindica" respondeu a um comentário no vídeo da campanha:
"Ser pró-aborto não é ser pró-mulher. Reduzir a liberdade e opções apenas ao aborto é tão degradante como pensar que às mulheres se lhes dá liberdade aumentando o espaço da cozinha."



sábado, setembro 10, 2016

"A pequena lutadora": o menor bebê já nascido

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Emilia Grabarczy - "A pequena lutadora"

Nascida com 229 gramas e 22 centímetros, Emilia Grabarczyk é a menor bebê prematura que conseguiu sobreviver. Ela nasceu na cidade de Witten, na Alemanha, há 9 meses. 

Seu nascimento aconteceu no Hospital Maria, após seus pais Lukas e Sabine, junto com a equipe médica, decidirem por uma cesareana a 26 semanas de gestação. Isto foi necessário, pois a placenta não estava mais fornecendo os nutrientes para o desenvolvimento da bebezinha.

Os médicos dizem que até 6 meses após o nascimento, eles não tinham certeza se ela iria sobreviver ou não. Apenas recentemente ela vem se fortalecendo. No momento ela está já com 3 kg e sua condição não indica problemas ou seqüelas mais graves para o futuro.

Seus pais dizem que não tiveram nenhuma dúvida em dar à sua filha a chance de sobreviver, mesmo que a probabilidade fosse bem pequena. "Tivemos muitos dias difíceis e muitas lágrimas, mas ela queria sobreviver." - disse a mãe.

A sobrevivência de Emilia é um verdadeiro milagre. Bebês prematuros com mais peso que ela dificilmente conseguem sobreviver. Não é à toa que a equipe médica a chama de "a pequena lutadora". 

O pezinho de Emilia media apenas 3 cm quando ela nasceu


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sábado, setembro 03, 2016

Os médicos aconselharam seus pais a abortá-la. Hoje ela é atleta, quebra recordes e foi coroada Miss!

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Quando ainda estava em gestação, os médicos aconselharam aos pais de Eliza McIntosh que eles deviam abortá-la devido ao diagnóstico de uma rara má-formação em sua espinha dorsal. Os profissionais disseram aos pais que ela permaneceria em estado vegetativo e que não teria qualidade de vida.

É a própria Eliza que nos conta o que fizeram seus pais:
"Meus pais são muito religiosos e são contrários ao aborto, e a atitude que eles tiveram foi 'esta tarefa nos foi confiada e nós faremos o melhor que pudermos'. Eles não me deixariam morrer, eles decidiram modificar nossa casa para que ela ficasse mais acessível e nunca me trataram de forma diferente."
Os médicos estavam errados. Muito errados. Ela usa uma cadeira de rodas, mas sua condição é muito menos severa do que eles haviam previsto. 

Hoje, aos 21 anos, Eliza não pára de mostrar o valor que toda vida humana tem. Ela já foi recordista do Guiness - em 2011 e com apenas 17 anos - como a pessoa que percorreu a maior distância fazendo "wheelie" (locomover-se equilibrando-se apenas com as 2 rodas traseiras da cadeira-de-rodas) - que pode ser visto neste vídeo -, tendo percorrido por volta 20 km, o que durou 3 horas e 51 minutos. Ela também é jogadora de basquete em cadeira-de-rodas e está relacionada como substituta da equipe norte-americana dos jogos que acontecerão na cidade do Rio de Janeiro.

Sua mais nova conquista foi ter sido coroada como "Miss Cadeira-de-Rodas" dos EUA. A todas estas conquistas, Eliza sempre lembra da importância do apoio de seus pais:
"Eles me ensinaram que eu deveria saber que há diferença entre ter uma deficiência e ser deficiente. Ter uma deficiência é uma coisa com a qual você nasce, mas ser deficiente significa que você permite que isto o impeça de fazer algo."
E pensar que uma pessoa assim poderia ter sido impedida de viver se a opinião dos médicos tivesse sido aceita e seus pais tivessem optado pelo aborto...



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segunda-feira, julho 18, 2016

Grávida após estupros seguidos, ela rejeitou o aborto ao ouvir a batida do coração de seu bebê

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Sara e seu filho William, no Zoológico

O que segue abaixo é o relato de Sara Gerardo, que há 12 anos viu-se grávida do homem que a abusou sexualmente durante um ano. Mesmo com muitas dúvidas, ela havia decidido pelo aborto, mas desistiu após ouvir as batidas do coração de seu filho.

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Já se passaram 12 anos desde que eu fui estuprada. Estou finalmente pronta para quebrar o silêncio e contar minha história. 
Por quase um ano eu fui mantida em cárcere privado e abusada. Quando finalmente consegui me libertar, eu estava grávida. Todos me pressionaram para que eu fizesse um aborto, e isto parecia o lógico à época. Eu desejaria o filho de um estuprador? E se o bebê ficasse parecido com ele? Eu iria querer uma lembrança diária do estupro que sofri vivendo comigo?
Por motivos médicos eu tenho problemas de memória, mas eu lembro do dia quando fui ao médico antes do aborto agendado. Lembro que eu rezava pedindo perdão e tinha esperanças de que eu estava tomando a decisão correta. Eu estava resolvida a passar por aquilo até que ouvi as batidas do coração de meu bebê. E então o técnico de ultrassom disse "Seu bebê parece estar bem".
Ele não disse "o bebê de meu estuprador". E nem disse "um punhado de células". Batidas de um coração. Uma criança. Meu bebê.
Meu bebê não era culpado de algo feito por meu estuprador, e ele não merecia morrer por isto. Matá-lo não mudaria coisa alguma do que havia acontecido. Ele era MEU filho! Eu não poderia prosseguir com o aborto. 
Ultrassom do bebê de Sara
Eu não tive onde morar por um tempo, mas ficar com meu filho foi a melhor decisão que já tomei em minha vida. E finalmente consegui um emprego e me dediquei a tentar uma promoção - coisa que eu jamais teria feito se não tivesse meu filho. Com o tempo, eu ganhei um aumento. Eu sou a primeira pessoa de ambos os lados de minha família a completar uma graduação.
Lembro perfeitamente do dia em que meu filho nasceu e como o segurei sem que nem acreditasse naquilo. Como alguém podia ser tão perfeito? Como eu podia amar alguém tão completamente? Eu estava maravilhada por cada parte dele. Meu maravilhoso menininho.
Hoje estou casada e tenho mais duas crianças, e estou para conseguir meu mestrado. E quanto ao meu filho, ele é incrível. Seu coração tem tanta compaixão. Aos 5 anos, ele iniciou uma coleta para a caridade, e seus esforços lhe valeram o reconhecimento do ator Patrick Dempsey. Ele é muito inteligente, tem um QI de 120. Ele foi selecionado para uma das principais escolas do país, pulou um ano e está em um programa para alunos super-dotados.
Meu filho não age como o estuprador. Ele não se parece muito com ele. Ele não é uma lembrança diária do abuso que eu sofri. Ele é MEU filho, meu tesouro. No dia que eu ouvi a batida de seu coração foi quando me tornei pró-vida. Sem exceções!"

Segurando seu filho pela primeira vez

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São depoimentos como o de Sara e também como o de uma outra jovem que publiquei na semana passada que nos preparam para dar uma resposta afirmativa pela vida humana mesmo em uma situação-limite como é o caso de uma gravidez em decorrência de um estupro.

Ambas as jovens mães tiveram consciência de que seus filhos não são culpados dos crimes de seus genitores e que não podem pagar com a vida por isto. Além da inocência das crianças geradas através da violência, elas resolveram focar no que seus bebês realmente eram: seus filhos.

O amor é sempre a resposta.


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sexta-feira, julho 08, 2016

Aborto e racismo: Cardeal denuncia o genocídio de bebês negros nos EUA

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Em uma série de tweets, o cardeal Wilfrid Fox Napier, de Durban, apontou dados devastadores que mostram o verdadeiro genocídio - exatamente a palavra utilizada por ele - que vem ocorrendo entre os bebês afro-americanos nos EUA.

Utilizando dados públicos do Guttmacher Institute, uma entidade abortista - que é o braço de pesquisas da Planned Parenthood, a maior rede de clínicas de aborto do mundo -, o cardeal Napier levantou sua voz sobre este verdadeiro absurdo que é mantido atrás de uma cortina de silêncio com a conivência de muita gente: imprensa, entidades de defesas dos direitos de afro-americanos, governo, etc. 

O cardeal apontou que os negros são 13% da população dos EUA, enquanto que 31% dos abortos naquele país são feitos em mulheres negras. Eis seus tweets:




Estes fatos são conhecidos e vêm sendo denunciados por várias entidades que lutam pelos direitos dos negros dos EUA. Aqui mesmo neste blog, já tive a oportunidade de abordar este tema algumas vezes. Em uma postagem de 2008, mostrei que um grupo de estudantes da Califórnia demonstrou que a Planned Parenthood aceitava sem problemas doações de pessoas que se diziam interessadas que seu dinheiro servisse para abortos entre a população afro-americana.

Em outra postagem, agora em 2011, foi mostrado que um outdoor mostrando dados sobre o aborto de negros na cidade de Nova York, onde o número de abortos de bebês afro-americanos supera o número de nascimentos, causou "desconforto" entre os defensores do aborto. É bom que se diga que Nova York é um dos maiores bastiões do abortismo nos EUA.

Ainda em 2011, uma postagem dava mais dados sobre o genocídio entre os negros daquele país. São dados estarrecedores e que todos deviam tomar conhecimento, pois uma das falácias mais difundidas pelos abortistas é o de que o aborto ajuda as populações mais carentes. O que vem acontecendo nos EUA, onde o abortismo vem conseguido fazer o trabalho que séculos de racismo explícito não conseguiu, mostra bem que não só o aborto não ajuda coisa nenhuma os mais carentes, mas serve bem para varrê-los do mapa, como vem acontecendo por lá.

E é por isto que ver o cardeal Napier elevar sua voz contra este absurdo que vem ocorrendo às vistas de muitos é altamente positivo. Esperemos que mais pessoas e autoridades levantem também sua voz.