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terça-feira, fevereiro 09, 2016

Um comercial de TV deixou furiosos os defensores do aborto

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Um comercial divulgado durante o Super Bowl - a final do campeonato de futebol americano - causou faniquitos entre os abortistas dos EUA.

Cada segundo de transmissão de comerciais nos intervalos do evento esportivo é o mais caro do planeta e estes comerciais criam toda uma expectativa, havendo gente que nem mesmo se importa tanto com o jogo, mas com os comerciais. Ou seja, milhões e milhões de pessoas assistiram a mensagem passada pelos publicitários.

Um destes comerciais deixou raivosos os abortistas norte-americanos. O motivo? Simples: um bebê ainda não nascido era retratado de forma humana. Sim, é isto mesmo. Os abortistas têm horror a que SERES HUMANOS ainda no ventre de suas mães sejam mostrados como SERES HUMANOS. Ou seja, abortistas ligam bem pouco para a verdade, pois sabem que a verdade lhes é desfavorável e ligam bem pouco para a honestidade, pois sabem que o reconhecimento da humanidade do bebê não-nascido seria péssimo para seus "negócios".

Não à toa os não-nascidos são sempre referidos pelos abortistas como "amontoado de células", "parasitas" e nomes semelhantes. A negação da humanidade, o que é comprovado pela própria ciência, é fundamental para manter de pé o castelo de areia dos favoráveis ao aborto. Tudo o que reafirma este fato óbvio causa-lhes faniquitos, pois é exatamente isto que eles não querem que o público em geral fique sabendo. Eles sabem que é bem mais fácil defender o que chamam de "amontoado de células" vá para o lixo, mesmo que eles saibam bem que se trata de um ser humano frágil e inocente.

Exatamente por isto o comercial acima causou a fúria de inúmeras entidades abortistas dos EUA. Como pode alguém ousar mostrar um não-nascido como um ser humano? Como pode alguém ousar mostrar este "absurdo" para milhões de pessoas? O que eles mais querem e precisam é que esta humanidade seja escondida do público e, principalmente, das mulheres que pensam em abortar.

Para manter o negócio do aborto - e é um negócio mesmo, e de milhões de dólares - funcionando os abortistas fazem de tudo: enganam, mentem, são desonestos, negam a ciência, etc. Para eles, tudo isto está valendo. O que não vale mesmo, o que os deixa furiosos é que seja mostrada a óbvia verdade de que a partir da concepção já existe um novo ser humano.

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Assista o comercial abaixo:



domingo, fevereiro 07, 2016

Como o Brasil trata suas crianças: alguém se lembra de João Hélio?

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E não fizemos nada!
Há exatos 9 anos, morria o menino João Hélio Fernandes Vieites, de apenas 6 anos, no subúrbio do Rio de Janeiro. Preso pelo cinto de segurança, ele foi arrastado pelo lado de fora do carro que havia sido roubado de sua mãe por quatro bandidos no subúrbio do Rio de Janeiro. Sua mãe e sua irmã mais velha conseguiram sair do carro, mas João Hélio não conseguiu se desvencilhar do cinto que o prendia ao automóvel. Seu corpinho foi destroçado durante o trajeto feito pelos criminosos, que foram presos poucas horas depois do bárbaro crime.

abordei este caso anteriormente no blog e, mesmo após tantos anos, continua sendo difícil tratar disto. Imaginar o pequeno João Hélio, na inocência de seus 6 aninhos, tendo que passar por tamanho sofrimento é coisa que escapa a qualquer um que sequer tente imaginar o absurdo da situação. Assim como é impossível imaginar a dor dos pais do menino, que hoje estaria em plena adolescência se tivesse permanecido entre nós.

À época de sua morte, houve uma justa e esperada indignação, mas, como sempre acontece, não foram poucos os que vieram a público pedir "calma" e "civilidade". Calma e civilidade para lidar com a morte de uma criança que foi arrastada e despedaçada na frente de sua mãe e irmã? O tipo de morte que o menino teve não é aceita nem que seja dada aos animais. Imagine-se o que ocorreria se um pervertido amarrasse um cachorro em seu carro e o saísse arrastando pelas ruas de uma de nossas grandes cidades. Como reagiríamos? Por muito menos gente já perdeu emprego, reputação, etc.

"Ah! Mas os criminosos foram pegos!" Sim, foram. E o que fizemos para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer? Ainda temos de lidar com menores cometendo crimes impunemente, com o sucateamento e desmoralização de nossas polícias, com a incapacidade de nossa população de se defender minimamente. 

Um dos assassinos de João Hélio, Ezequiel Toledo da Silva, era menor de idade quando cometeu o crime. Cumpriu pena sócio-educativa de 3 anos e foi solto. Houve uma iniciativa que procurava colocá-lo em um programa de proteção a testemunhas, pois temia-se por sua integridade física. Houve até mesmo notícia de que ele iria morar no exterior, levado por uma ONG, o que parece não ter acontecido devido à indignação popular diante desta informação. A última notícia que se tem é que ele voltou a cometer crimes. Alguém se surpreende com isto? 

Quando da morte de João Hélio, houve até sociólogo que chamou de "reposta bárbara" o fato de que muitos desejavam a redução da maioridade penal. Houve políticos que não aceitavam sequer discutir o assunto, pois, segundo eles, estávamos ainda sob efeito do impacto emocional do horrível crime que havia sido cometido. Mas e agora? Passados nove anos do acontecido, o que podemos dizer que fizemos de concreto para que mais crianças não corram o risco de morrer como João Hélio? Temos agora por volta de 60.000 homicídios por ano., e muitos destes são cometidos por menores de idade que no máximo cumprirão penas de recolhimento de 3 anos em instituições de segurança baixíssima, onde a única coisa que aprenderão será como cometer mais crimes. 

É assim que o Brasil trata suas crianças. Elas nunca são prioridade. Não merecem educação de qualidade; nossas escolas públicas tornaram-se, fora as pouquíssimas exceções, depósitos de crianças, que de lá sairão em sua maioria analfabetas funcionais. Não merecem investimentos em saneamento, o que diminuiria drasticamente o número de crianças que ainda morrem por doenças que podem ser perfeitamente controladas. 

Mas o que elas parecem merecer, na cabeça de certos políticos, de jornalistas com agenda, de militantes e de todos que lhes dão apoio é a morte. Parece que é melhor que elas nem mesmo venham à luz, que sequer existam, que pereçam ainda no ventre de suas mães. O mesmo Estado que lhes nega educação, que lhes nega condições básicas de saúde, que lhes nega proteção contra crimes tais como foi vítima o pobre João Hélio, é este mesmo Estado que busca que o aborto seja liberado. 

Quando foi que nossas crianças se tornaram o problema? Nosso problema, na verdade, é a incompetência, é a corrupção, é a opção por ideologias comprovadamente assassinas. As más condições deixadas às nossas crianças são a herança de tudo o que criamos por aqui. E serão elas que terão de pagar por nossos erros?

E agora, diante da calamidade da Saúde Pública e da incompetência para pesquisar vacinas ou controlar a proliferação de mosquitos, a primeira resposta dos bem-pensantes é liberar o aborto? Mais uma vez serão nossas crianças que irão pagar por nossa estúpida incompetência? E isto com o aplauso de tantos que ainda têm a petulância de se dizerem preocupados com a saúde da população? 

O pequeno João Hélio morreu faltando poucos dias para o Carnaval de 2007. Em 2011, escrevi isto:
"Nossa sociedade, principalmente a sociedade carioca com seus dândis politicamente corretos metidos a cosmopolitas e antenados com o progressismo mais retrógrado, há 4 anos achou por bem homenagear o menino recém falecido com uma faixa durante desfile de uma escola de samba; outra escola chegou ao máximo da benevolência ao fazer sua comissão de frente mostrar seu nome em uma coreografia.
Lindo, não? A um menino despedaçado por frios criminosos, nada como homenagear seu nome em meio a uma festa com muita gente nua, regada a muito chope, com todo mundo afetando alegria e deixando de lado qualquer limite moral. Isto, na minha opinião de não-sociólogo, é que é barbaridade!"
O Brasil não é apenas um país que não é sério. O Brasil é um país que tornou-se profundamente sem vergonha, pois é exatamente isto o que se pode dizer de um país que trata suas crianças não como o futuro a ser preservado, mas como o problema a ser eliminado. 


sábado, fevereiro 06, 2016

Feminista chama epidemia de vírus Zika de "OPORTUNIDADE" para a liberação do aborto

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"É UMA OPORTUNIDADE" para legalizar o aborto, diz a feminista Ilana Löwy

A mais nova estrela da turma pró-aborto não está entre os parlamentares, não está entre os intelectuais, não está entre os jornalistas que divulgam dados fraudulentos para tentar enganar os incautos, não está em alguma das inúmeras ONGs cujo único objetivo é lutar pela legalização do aborto, não está no Poder Judiciário e tampouco está no governo petista, que desde sua ascensão ao poder busca incansavelmente a completa liberação do aborto no Brasil. (Mas é bom notar que também o PSDB, representado principalmente por José Serra, já foi responsável por desastrosas decisões favoráveis ao aborto no Brasil.)

Nada disto. A nova estrela do movimento abortista no Brasil é o mosquito Aedes Aegypt, que transmite o vírus Zika e que vem causando pânico no Brasil e em outras partes do mundo. Este mosquito é a esperança de inúmeros defensores do assassinato de bebês no ventre de suas mães. Simples assim? Sim, simples assim. Como a população é esmagadoramente contrária ao aborto, e os esforços jurídicos e políticos vêm demorando muito mesmo após mais de 12 anos de governo petista, que era a grande esperança dos abortistas, parece que eles resolveram apelar para a guerra biológica e resolveram ir atrás do bloco do mosquito.

Este mosquito virou o mascote entre a turma do aborto. ONGs abortistas, parlamentares supostamente "progressistas", jornalistas que afetam isenção sobre o assunto, intelectuais e militantes feministas radicais, todos estão adorando o pânico causado pelo o aumento dos casos de infecção pelo vírus Zika entre a população e pela suspeita de que esta infecção seja a causa do surto de casos de microcefalia que vem ocorrendo principalmente no Nordeste do País, coisa que sequer foi comprovada pelos dados disponíveis até o momento.

Dizer que tais pessoas estão adorando o pânico da população é uma palavra muito dura? Será mesmo que alguém seria capaz de ser baixo ao ponto de ver a fundamentada preocupação da população como, digamos, uma oportunidade para levar à frente a agenda da liberação do aborto? Será que alguém seria capaz de tal baixeza? Resposta: sim. Um retumbante "SIM".

E há provas disto? Sim, há. Vez por outra um militante favorável ao aborto deixa-nos ver claramente suas reais intenções e seus métodos. Foi exatamente o que fez a professora Ilana Löwy em entrevista à revista "Época" desta semana. Eis o trecho em questão:
"ÉPOCA – O surto de zika vírus e sua provável relação com o aumento de casos de microcefalia podem influenciar, como ocorreu com a rubéola na Europa, mudanças na legislação sobre o aborto no Brasil?
Ilana LöwyÉ uma oportunidade. Espero de verdade que a epidemia de zika vírus no Brasil abra espaço para se debater o direito de decisão da mulher de ter ou não o bebê, como aconteceu com a epidemia de rubéola no Reino Unido. (...)"
Ficou claro o suficiente? A professora Löwy chama de "oportunidade" a epidemia do vírus Zika que vem causando pânico entre a população. Ela, ao invés de esperar e cobrar que a epidemia seja debelada, espera que esta tragédia na área da Saúde "abra espaço" para o debate sobre o aborto.

A professora não poderia ser mais clara sobre como é o método abortista de proceder e aproveitar o que eles chamam de "oportunidades". Seja o estupro de mulheres, seja a gravidez de menores de idade, seja o drama das mulheres que têm de enfrentar gravidezes de fetos anencéfalos, nada parece escapar à sanha abortista pela busca de "oportunidades" para que o aborto seja totalmente liberado.

Mas, como não poderia deixar de acontecer, a revista "Época" não conta tudo sobre a professora Ilana Löwy. Ao chamar sra. Löwy apenas de "pesquisadora", a revista foi, digamos assim, bem superficial sobre o currículo da professora. 

Quem é Ilana Löwy, seria ela apenas uma apenas uma pesquisadora? Segundo a "Revista Estudos Feministas", vol. 23, nº 2, de 2015, ela é:
"bióloga, historiadora das ciências e feminista. (...) e autora de vários ensaios sobre as relações entre ciências biomédicas, gênero e feminismo, envolvendo temáticas como a assistência médica à reprodução, história da contracepção e os problemas ligados à utilização dos hormônios como medicamentos."
Por que a "Época" não indicou que a professora Löwy é feminista? A revista a qualifica como historiadora científica e esquece de fazer referência ao feminismo da professora? E isto justo agora que qualquer cantora, blogueira, atriz e até mesmo "homens" (os patéticos "feministos") adoram serem reconhecido como feministas?

Sobre os interesses da professora, a publicação diz apenas que "são voltados para diagnósticos pré-natais e prevenção e tratamento de doenças relacionadas a mudanças no material genético do feto", sem uma palavra sequer sobre o espectro real dos interesses da acadêmica, que pode ser visto em seu mini-currículo publicado na "Revista Estudos Feministas". Isto é, no mínimo, curioso, mas não é incomum que a "Época" saia dos trilhos quando trata do assunto aborto. Em 2008, a então redatora-chefe da revista, Ruth de Aquino, escreveu um artigo panfletário sobre o aborto e este foi abordado aqui mesmo neste blog ("Não, não é tudo verdade"). Na verdade, a "Época" apenas segue a linha editorial da imensa maioria da imprensa brasileira quando trata da questão do aborto.

É muito indicada a leitura de toda a entrevista, pois nela pode-se ver claramente o que vai na cabeça dos abortistas quando falam francamente sobre o assunto. Apenas para finalizar e ser breve, e deixando de lado o "esquecimento" da revista "Época" sobre o feminismo da professora Löwy, eis o último trecho da entrevista:
"ÉPOCA – A senhora estudou a febre amarela urbana, também transmitida pelo Aedes aegypti. É possível eliminar esse vetor, que transmite ainda dengue e zika vírus? 
Ilana Löwy – É uma meta importante, mas muito difícil de ser atingida rapidamente. Minha crença de que será difícil eliminar os mosquitos está baseada na observação da dificuldade de eliminar a epidemia de dengue."
Ou seja, se está difícil matar os mosquitos, vamos então liberar a matança de bebês. É isto mesmo? A conclusão que se tira, por mais perversa que esta seja, é de que, para certas pessoas, até mosquitos têm mais direitos à vida que bebês não-nascidos.


sexta-feira, janeiro 22, 2016

Na Marcha pela Vida nos EUA, os jovens dão o recado!

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"Uma vida é tirada.
Muitos corações são partidos."

Como ocorre todo ano desde 1974, hoje mais uma vez aconteceu em Washington D.C., a capital dos EUA, a "Marcha pela Vida".

Enfrentando um frio congelante, milhares de pessoas vindas das mais diversas localidades de todo o território norte-americano, fizeram a tradicional caminhada, que ocorreu pela primeira vez logo no ano seguinte à decisão da Suprema Corte daquele país que liberou o aborto.

Abaixo, seguem algumas imagens de cartazes que foram mostrados pelos participantes. Estima-se que por volta de metade destes são de pessoas com 30 anos ou menos, o que mostra como a defesa da vida humana tem um forte apelo junto aos mais jovens.


"ABORTO: 1/3 de nossa geração está faltando"

"Terroristas mataram 3000 desde 1990.
Abortistas mataram 4000 desde ONTEM."

"Eu AMO mulheres e bebês!" 
"É assim que se parece uma FEMINISTA PRÓ-VIDA!"

"Pró-Vida - Pró-Mulher - Pró-Amor"

"Pode me chamar de extremista, mas eu penso que o desmembramento é errado"

"Esta feminista se opõe à discriminação por desmembramento"

"Espero que minha mamãe seja pró-vida"

"Todas as vidas são importantes"

"Somos todos humanos, certo?
Cada vida humana possui o mesmo valor e vale a pena ser salva."

"Um amor, dois batimentos.
Mal posso esperar para encontrar meu filho em 123 dias!"

"Uma pessoa é uma pessoa, não importa o tamanho"

Os jovens são a maioria 


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Fonte das imagens: 35 of the Most Interesting Signs at the March for Life

quarta-feira, janeiro 13, 2016

"Meu corpo! Minha fraude!" - Na Espanha, mulheres engravidavam para fazer abortos e receber dinheiro do seguro

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Segundo informa um jornal espanhol, na província de Almería foram presas 16 pessoas que faziam parte de uma quadrilha que cometia fraudes para receber indenizações de seguradoras.

Assim era o golpe: as mulheres engravidavam e, após algum tempo de gestação, faziam abortos através da ingestão de medicamento abortivo; concretizado o aborto, os integrantes da quadrilha simulavam um acidente leve de trânsito e depois procuravam receber indenizações da seguradora alegando que haviam perdido a gestação devido ao acidente.

Embora algumas páginas de notícias espanholas falem que as golpistas seriam feministas, ainda não temos como confirmar isto, principalmente porque as investigações seguem boa parte envolvidas em sigilo e novas prisões ainda podem acontecer. De qualquer forma, não há como fugir do fato de que um golpe tão baixo, que utiliza e descarta vidas humanas por pura ganância é o clímax do famoso slogan feminista "Meu corpo! Minhas regras!".

É o tal "direito ao próprio corpo" somado à ganância exatamente o que leva a alguém cometer este tipo de fraude, pois é a desumanização do ser concebido que cria as condições para que este ser seja tratado como simples coisa, como um objeto que pode ser descartado até o momento de seu nascimento.

Uma feminista que grita "Meu corpo! Minhas regras!" não tem qualquer fundamento moral para dizer algo contra os integrantes da quadrilha de Almería. Na verdade, tais feministas, para serem realmente coerentes, deveriam dizer que não há fraude alguma e que nem mesmo deveria haver algum tipo de indenização a quem perde seu filho ainda não-nascido em um acidente de trânsito. Para tais feministas, perder um filho em gestação em um acidente é a mesma coisa que perder o pedaço de um dedo.

E ao criar o ambiente para que não haja diferença entre um ser humano não-nascido e um pedaço de um membro perdido em um acidente, o feminismo atual mostra o que é realmente: a verdadeira fraude.


segunda-feira, janeiro 11, 2016

A quem interessa a impunidade pelo crime de aborto? - O jogo de interesses que lucra com a morte de mulheres e seus bebês

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No dia 14/10/2014, a polícia do Rio de Janeiro realizou a Operação Herodes, na qual 75 mandados de prisão e 118 de busca e apreensão foram executados para desbaratar a principal quadrilha responsável por clínicas de aborto no RJ. 

Dentre os presos na operação, havia médicos, policiais civis e militares, advogados, enfermeiras. A investigação foi a maior já realizada no Brasil para coibir e punir a prática do aborto, contando com 70 delegados e 430 agentes de polícia, e o inquérito policial produzido totalizou 14.108 páginas em 56 volumes, segundo informa a notícia do portal G1 à época. 

Apesar do sucesso da operação, apesar de todo o dinheiro dos pagadores de impostos investido para acabar com esta verdadeira máfia que ganha dinheiro sujo à custa do desespero de mulheres e do sangue de inocentes, os próprios policiais participantes da operação sabiam que lutavam uma luta ingrata em um país onde a impunidade é praxe, mesmo para os crimes tão baixos como o aborto.

Eis o que consta em reportagem do G1:
"'A história dessas pessoas demonstra que eles já vêm há muitos anos numa história de crimes sem punição. A legislação é muito benevolente com esse tipo de crime', afirmou Veloso, destacando que até hoje essas pessoas eram presas apenas em flagrante e depois acabavam sendo soltas por alguma medida cautelar."

A declaração foi de Fernando Veloso, então Chefe de Polícia Civil do RJ. Quando até a autoridade policial sabe que luta contra um mar de impunidade a coisa está bem difícil, a começar pela benevolência com um crime bárbaro, mas que é por muitos tolerado pelos mais variado motivos. Tudo fica mais fácil, claro, porque a principal vítima sequer tem voz para clamar contra a violência da qual é alvo.

Veloso, porém, não foi profético, não foi visionário e nem foi advinho. Foi apenas um realista. Ele sabia bem com o que estava lidando. A prova disto é a Medida Cautelar dada pelo Ministro Marco Aurélio, do STF, publicada em 12/11/2015, que deu a liberdade aos que haviam sido presos na Operação Herodes.

A justificativa para que os acusados respondam ao processo em liberdade que foi acolhida pelo ministro foi que "o ato que implicou a prisão preventiva mostrou-se fundamentado na prática delituosa, sem lançamento de qualquer motivação individualizada, relativa a cada réu". Em um inquérito de 14.108 páginas produzido por uma investigação de uma equipe de mais de 500 policiais, entre delegados e agentes, é de se imaginar que o que não falte é "motivação individualizada" de cada réu. Ou a polícia do RJ foi extremamente incompetente ou a justiça brasileira parece mais disposta a ater-se a detalhes técnicos mínimos do que tirar de circulação pessoas que cometem o crime de aborto há décadas.

E tudo isto feito, claro, com o dinheiro dos impostos da população, que espera que criminosos contumazes sejam processados e presos, e não que seu dinheiro seja gasto em uma operação que ao final resulte na soltura dos acusados devido a algum erro técnico.

Deixando de lado os labirintos técnicos de nossa justiça, podemos falar um pouco do trabalho executado pela quadrilha de aborteiros, para que se tenha idéia com o que estamos lidando neste caso.

O delegado Glaudiston Galeno declarou o seguinte sobre os médicos que haviam sido presos:
"Os médicos que estão sendo presos hoje são açougueiros humanos. Eles matam como se estivessem matando bezerros. Essa é a visão dessas pessoas."
Um destes presos é o médico Aloísio Soares Guimarães, apontado como um dos chefes da quadrilha, que tinha mais de 80 anos de idade quando da operação, e, segundo informa o G1, faz abortos desde 1972. É isto mesmo: há mais de 40 anos o médico faz abortos sem que a Justiça seja capaz de colocá-lo atrás das grades e sem que sequer o Conselho Regional de Medicina do RJ (Cremerj) o puna de alguma forma. Seu registro no Cremerj está ativo e uma simples busca na internet revela até o endereço de seu consultório.

Um outro destes presos é o médico Bruno Gomes da Silva, que estava com 80 anos à época da Operação Herodes. Conhecido pela alcunha de "Doutor Aborto", a página do jornal O Globo informa que ele até mesmo tomou cerveja enquanto fazia um aborto, segundo consta do inquérito policial.


O médico Bruno Gomes da Silva sendo preso em 2007


Dr. Bruno faz jus ao apelido de "Doutor Aborto". Basta algumas buscas na internet para traçarmos um pouco de sua história no ramo de lucrar com o sangue de inocentes e com o desespero de mulheres. Eis algumas notícias envolvendo o "Doutor Aborto" antes mesmo da Operação Herodes:


  • Em 13/10/2008 - Madureira (bairro da Zona Norte do Rio):
"O médico responsável pelo estabelecimento, identificado como Bruno Gomes da Silva, não foi encontrado pela polícia. Ele e outro funcionário teriam escapado pelos fundos da clínica ao perceberem a chegada dos policiais." (notícia original aqui)


  • Em 13/08/2009 - Botafogo (bairro da Zona Sul do Rio):
"No estabelecimento da Rua Paulo Barreto, os agentes prenderam, em flagrante, o médico Bruno Gomes da Silva, e detiveram funcionários do local e mulheres que aguardavam para realizar o aborto. Uma das vítimas, que estava sendo preparada para o procedimento, foi encaminhada para o Hospital Miguel Couto, na Gávea" (notícia original aqui)


  • Em 09/05/2014 - Jacarezinho (bairro da Zona Norte do Rio):
"A responsável pela clínica, não identificada pela polícia, conseguiu fugir antes da operação, assim como um dos médicos, Bruno Gomes da Silva, de 80 anos, que deixou a clínica ao ver a movimentação da polícia. Ele realizava abortos desde 1957 e já teve várias clínicas ilegais de aborto. A clínica lucrava de R$ 2,5 mil a R$ 6 mil por aborto." (notícia original aqui)

O registro no Cremerj do "Doutor Aborto" também continua ativo. Quando de sua prisão em 13/08/2009, assim informou o Jornal do Brasil em sua página:
"O Cremerj informou que aguarda a comunicação da polícia sobre a participação de médicos nas clínicas de aborto para tomar as medidas cabíveis, que vão de advertência a cassação que precisa ser referendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Na década de 1970, Bruno Gomes da Silva chegou a ter a cassação recomendada pelo Cremerj, mas o Conselho Federal de Medicina (CFM) reduziu a pena para suspensão por 30 dias."

Ou seja, se o Cremerj tivesse atuado como deveria contra um aborteiro em 1970, muitas vidas humanas teriam sido poupadas das mãos gananciosas do "Doutor Aborto". Ao invés disto, o Cremerj o deixou escapar apenas com 30 dias de suspensão, o que equivale a um tapinha na mão. Afinal, o que são 30 dias de suspensão em relação a mais 40 anos de abortos, não é mesmo?

Entre os presos na Operação Herodes, encontrava-se também a médica Ana Maria G. Barbosa. Ela, que também tem o registro em dia junto ao Cremerj, já é conhecida do Ministério Público do RJ, que há mais de uma década já a havia denunciado pela prática de abortos - 6.352 abortos, para sermos mais precisos. Eis o que informa a página do jornal Gazeta do Povo, do Paraná:
"Uma médica foi presa nesta terça-feira (14) durante uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra uma quadrilha que realizava abortos. Ana Maria G. Barbosa é do município de Montanha, norte do Espírito Santo, e morava em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca. A médica tem uma casa em São Mateus, Região Norte do Espírito Santo, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão pela Polícia Civil do Rio. O material apreendido será investigado. Contra ela ainda pesam mais de 6 mil denúncias pela prática de aborto.  O Ministério Público do Rio de Janeiro já havia denunciado a médica pela prática de 6.352 abortos no período de janeiro de 2001 a 9 de abril de 2003. Ela teria realizado os procedimentos em uma clínica na cidade de São João do Meriti, na Baixada Fluminense."

Os médicos Aloísio Soares Guimarães, Bruno Gomes da Silva e Ana Maria G. Barbosa são apenas 3 dos presos durante a Operação Herodes, e o que se colocou aqui como exemplo é apenas uma amostra do que se pode encontrar em simples buscas na internet.

Agora, vamos falar um pouco sobre as vítimas. 

Quando foi deflagrada a Operação Herodes, os casos das mortes de duas mulheres haviam causado comoção na sociedade há poucos meses. Jandira Magdalena dos Santos, de 27 anos, e Elizângela Barbosa, de 32 anos, morreram após fazerem abortos em clínicas clandestinas. Como não poderia deixar de acontecer, os favoráveis ao aborto instrumentalizaram ambas as mortes para tentar levar à frente sua agenda que busca a total liberação do aborto no Brasil.

Entidades e sites feministas, como é de praxe, sentiram o cheiro de sangue e saíram gritando o absurdo que tais mulheres tenham sido "obrigadas" a recorrer a clínicas clandestinas para fazerem abortos. Em um destes sites, uma jovem feminista escreveu uma longa peça culpando todo mundo pela morte de Jandira: os machistas, os políticos, os religiosos, a sociedade hipócrita, etc. Ou seja, todos os que ela, jovem feminista em seu mundo paranóico, combate em "textões" publicados em Facebook e sites feministas, é que são os reais assassinos de Jandira. Não foi a máfia abortista que matou Jandira, não foram médicos como o "Doutor Aborto", nada disto. Os reais assassinos foram os que dizem às mulheres para não abortar, pois isto poderá custar sua própria vida e certamente custará a vida do filho que está em seu ventre. Os reais assassinos são aqueles que dizem às mulheres que elas merecem mais que abortos. Os reais assassinos são aqueles que chamam à responsabilidades os homens, para que jamais neguem apoio às suas companheiras no caso de uma gravidez. É nesta farsa que as ativistas feministas querem que todos acreditem.


Sala de cirurgia em uma das clínicas de aborto.
Abaixo, um triturador de fetos. (fonte)
Mas o que impressiona não é que tais grupos tenham aproveitado a chance criada pela morte das duas mulheres para empurrar sua agenda, pois isto não é incomum. O que impressiona mesmo é a facilidade com que elas se esqueceram da morte das duas mulheres.

Curiosamente, não se viu feminista que tenha vindo à público apoiar os resultados da Operação Herodes, que ocorreu apenas alguns meses após as tragédias das duas mulheres. Não se soube de feminista que tenha procurado a imprensa e parabenizado a polícia por ter prendido aborteiros que há décadas ganhavam dinheiro às custas do desespero de mulheres.

É claro que isto jamais aconteceria, pois aos favoráveis ao aborto a existência de um "Doutor Aborto" tomando sua cerveja enquanto retalha bebês no ventre de suas mães é um fato que ajuda a causa que defendem. Tanto médicos inescrupulosos quanto mulheres que morrem em suas mãos, tais como Jandira e Elizângela, são dados que ajudam na manutenção da narrativa da "necessidade e urgência da liberação do aborto". Aos que apóiam o aborto, uma Operação Herodes mais atrapalha do que ajuda. Aos que apóiam o aborto, as mortes de duas mulheres que buscavam abortar seus filhos servem perfeitamente a seus objetivos.

É duro dizer tal coisa? É forçar demais? Será mesmo? Onde então está a indignação pela recente liberação dos que haviam sido presos durante a Operação Herodes? Onde está a revolta com médicos que por décadas ganharam dinheiro com o desespero e com o sangue de mulheres desesperadas? Nada... Só há silêncio. Não há passeatas. Nâo há "textão" no Facebook. Nada. 

Não são as feministas que dizem lutar pelos direitos das mulheres? Por que então o desbaratamento de uma máfia de aborteiros não mereceu qualquer atenção de tais grupos? Por que a liberação de gente que era capaz de tomar cerveja enquanto fazia abortos não criou qualquer tipo de comoção?

A verdade é que a existência de clínicas clandestinas, de médicos inescrupulosos, de máfias de aborteiros e de mulheres que morrem cometendo o crime de aborto cabe perfeitamente no plano de quem deseja ver a lberação do aborto no Brasil. E é por isto que há tanta impunidade em relação ao aborto. É por isto que a liberação dos que haviam sido presos em uma operação policial exemplar não causa o mínimo de indignação entre feministas, entre políticos defensores do aborto e nem na mídia.

No Brasil, o assassino Rei Herodes provavelmente seria endeusado e tratado como "progressista". A única coisa que desejam os abortistas é que apareçam mais Jandiras e mais Elizângelas para que suas mortes sirvam à sua causa. E enquanto isto não acontece, quanto mais "Doutores Aborto" estiverem livres, melhor.


sexta-feira, janeiro 08, 2016

Homem contratou uma "barriga de aluguel" e depois quis obrigá-la a abortar um de seus trigêmeos

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Melissa Cook
Melissa Cook, norte-americana de 47 anos e que já é mãe de 4 filhos, foi contratada por um homem de 49 anos, solteiro e que ainda vive com seus pais, para ser a barriga de aluguel de um bebê concebido com o esperma dele e o óvulo de uma jovem doadora de 20 anos. 

Como infelizmente é prática na indústria de fertilizações in vitro, são implantados mais óvulos fertilizados do que o número desejado de bebês, pois conta-se que nem todos sobreviverão ao processo. No caso de Melissa, todos os três embriões implantados sobreviveram e, o que deveria ser uma alegria no meio de todo este artificialismo, tornou-se o início de um pesadelo para ela.

O homem que a contratou não queria que ela levasse até o final a gestação dos três bebês que carrega em seu ventre. Ele exigia que ela abortasse ao menos um deles, provavelmente porque sabe dos riscos envolvidos em tais gestações. E é bom que se diga que ele nem mesmo pretende ficar com dois bebês. Ele quer ficar com um deles e encaminhar o outro para adoção.

Melissa rejeitou a proposta de seu contratante e pretendia ficar com o terceiro bebê. Ele, não concordando com isto, então acionou seu advogado e a ameaçou com processos e pedidos de indenizações altíssimos, o que causaria a ruína financeira de Melissa.

O que podemos dizer sobre isto? Muitas coisas e, infelizmente, nada é bom. Em primeiro lugar, quando se cria todo um comércio envolvendo vidas humanas, pode-se contar que novos e complexos problemas virão junto. Ciência e tecnologia sem preocupações éticas levam ao estado de coisas que podemos ver neste caso, que nem é tão incomum e que só apareceu na mídia porque Melissa procurou a imprensa ao se ver pressionada a abortar um de seus bebês.

O homem, o contratante - curioso termos que utilizar "contratante" em vez de "pai" -, por algum motivo abdicou de tentar ter filhos pelas vias naturais e resolveu tornar todo o processo um verdadeiro comércio, envolvendo contratos, advogados, leis, indenizações, etc. Idealisticamente, bebês deveriam vir a este mundo como frutos do amor de seus pais. Sabe-se, porém, que isto nem sempre acontece. Filhos são gerados em momentos inesperados, em condições não ideais e por pais que sequer se amam, mas uma coisa permanece sempre inalterada independente da forma como somos concebidos: nossa dignidade. E é esta dignidade que o pai/contratante quis comprar e tornar mero objeto de comércio. Para ele, o terceiro bebê é apenas uma "mercadoria excedente", uma "ponta de estoque", que pode ser perfeitamente descartada. Ele nem mesmo aceita que Melissa fique com o bebê, pois deve temer um futuro pedido de pensão.

Melissa, que se viu sendo absurdamente pressionada a abortar um de seus trigêmeos, já havia sido barriga de aluguel no passado. É de se imaginar que ela já tenha passado por este processo de ver mais embriões sendo implantados em seu ventre do que os que efetivamente viriam à luz. Como será que a "redução" (nome dado ao processo) ocorreu? Foram os embriões descartados? Foram congelados e aguardam descarte? "Descarte" é, claro, apenas um eufemismo para o ato de matar.

Um outro ponto interessante é ver que Melissa, mesmo vivendo em um país no qual as mulheres têm o tal "direito de escolha", está sendo absurdamente pressionada a abortar um bebês. Onde, afinal, está o tal "direito de escolha" de Melissa? Não se sabe de qualquer entidade feminista que tenha se disposto a lutar pelos direitos de Melissa em manter sua gestação, mesmo que ela esteja sendo pressionada por um homem a abortar! Por um homem que utiliza seu poderia financeiro para mandar no corpo de uma mulher e no destino dos bebês que ela carrega em seu ventre. E não há uma feminista que venha a público e diga que isto é um verdadeiro absurdo. Ou seja, parece - parece? - que o feminismo atual só se importa com mulheres que querem abortar, mas não com as que querem manter suas gestações, principalmente quando estão sendo tratadas como meras mercadorias por homens financeiramente abastados.

Enfim, todo o caso é bizarro, mas, infelizmente, nem é tão incomum. Ativistas que advogam contra a fertilização in vitro informam que o caso de Melissa é um dos raros no qual a "barriga de aluguel" resolveu publicamente lutar pela vida dos bebês em gestação. Imagina-se que inúmeros outros casos ocorram, que muitas sejam pressionadas a abortar e aceitem o fatal destino para os bebês que carregam em seus ventres.

Felizmente, o caso todo agora está caminhando para um término menos traumático, pois Melissa entrou com medida judicial para fazer valer seu direito de manter a gestação e o contratante parece ter desistido de lutar pelo aborto de um de seus filhos. O problema não irá terminar, porém, e provavelmente haverá briga judicial pela guarda das crianças. O advogado do contratante agora tenta colocar a culpa de toda a confusão em grupos anti-aborto e contrários à fertilização artificial, pois, segundo ele, tais grupos teriam se aproveitado do caso de Melissa. Pois é... O contratante paga uma mulher para carregar seus filhos e, quando algo sai diferente do que ele havia cuidadosamente planejado, pressiona-a a fazer um aborto, ameaçando-a com a ruína financeira, e quem está se aproveitando da mãe de aluguel são os grupos que procuram que toda esta bagunça ética tenha um fim? Mesmo sendo isto papo de advogado, há limites para o ridículo.

Casos como este devem servir de alerta para que pensemos nos problemas éticos criados por certos avanços tecnológicos. A dignidade do ser humano jamais deve poder ser fonte de comércio. O poder fazer não equivale necessariamente ao correto a ser feito. Caso como o relatado aqui é apenas uma pequena amostra do que vem ocorrendo em várias partes do mundo, e infelizmente muita gente evita sequer pensar no assunto. 

A própria Melissa Cook, no meio de toda a batalha judicial, declarou que todo o processo que regula a utilização de barrigas de aluguel na Califórnia (estado dos EUA onde ela vive) deveria ser examinado e reconsiderado. Ela disse também que não mais vê todo o arranjo de aluguel de ventres com a luz favorável com a qual via anteriormente.

Para finalizar, não devemos jamais esquecer que, no meio de tudo isto, de toda esta batalha de egos e interesses financeiros, existem três crianças cujas vidas são tão dignas quanto a de qualquer um de nós. E esperemos que, após este início tortuoso, suas vidas sigam de forma mais suave.

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