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sexta-feira, agosto 28, 2015

O amor destas famílias é uma bela resposta a um juiz que autorizou um aborto no RJ

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Carolina e Arthur
(imagem retirada do blog "Anjos sem Rins")
O juiz Edison Ponte Burlamaqui, da cidade do Rio de Janeiro, segundo informações do jornal O Dia, autorizou um casal a abortar seu filho em gestação devido a este ser portador de agenesia renal bilateral, anomalia na qual o bebê não desenvolve os rins, o que o deixa com expectativa de vida muito curta.

Em sua decisão, o juiz lembrou que o STF decidiu liberar o abortamento de bebês portadores de anencefalia. O jornal informa que, para o juiz, o caso atual é semelhante:
"(...) Na decisão, o juiz da 4ª Vara Criminal da capital, Edison Ponte Burlamaqui, lembrou o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), em um caso de feto anencefálico (sem formação do cérebro), no qual foi autorizada a interrupção de gravidez. Para o magistrado o fato ocorrido agora com o casal é semelhante.
Edison Ponte Burlamaqui destacou que, diante do que foi relatado pelos pais do bebê, impor à gestante a manutenção de uma gravidez fadada ao insucesso, dado que a morte do feto é inevitável, afronta claramente a sua dignidade. “O sofrimento de saber, a cada dia, que se carrega uma vida inviável é algo imensurável, ainda mais por se tratar de sua prole”, apontou."
A única semelhança que há entre um bebê com anencefalia que seja abortado e um outro portador de agenesia renal bilateral que também seja abortado é que ambos estavam vivos até o aborto autorizado por um juiz ser concluído. A decisão do STF sobre os casos de bebês portadores de anencefalia já é polêmica e imoral o suficiente para que agora o magistrado do RJ queira esticá-la para o caso atual porque ele acha que é "semelhante". E o senhor juiz deveria saber que dois erros não fazem um acerto...

O juiz pode muita coisa, mas uma coisa que ele não pode é legislar. Qual será o limite então? A partir de agora qualquer juiz poderá decidir que o caso que está julgando é semelhante ao aborto de um bebê com anencefalia e autorizar o aborto sem problemas? Isto não me parece ser interpretação da lei, mas, sim, uma tentativa de usar uma decisão do STF para coisa bem diversa e, desta forma, ir tentando abrir o leque de opções para o aborto.

Ao justificar sua decisão por algo como "a morte do feto é inevitável", o magistrado parece que está apartado da realidade dos fatos da vida. Eis uma verdade que talvez ele ignore: a morte de todos nós é inevitável. Eu posso morrer antes de terminar de escrever este texto. A mesma coisa pode acontecer com o juiz, e nem ele e nem ninguém pode evitar isto. O que se pode evitar é ter um papel ativo na morte de um inocente e frágil ser humano, como é o bebê cujo abortamento foi autorizado pelo juiz. 

Contrastando com o juiz e sua péssima decisão, há casais que passaram pelo mesmo problema durante a gestação de seus filhos e, ao invés de procurar a Justiça para autorizar a morte de seus filhos, resolveram responder com a única resposta possível em tais casos: o amor.

Mães e pais quando enfrentam tais situações com seus filhos acham forças (sabemos bem de onde vem esta força) que imaginaram que não teriam para enfrentar as adversidades. É isto o que mostra o blog "Anjos sem Rins: bebês com Agenesia Renal Bilateral", da carioca Carolina Ornellas, que conta um pouco de sua história na primeira postagem de seu blog. Eis um pequeno trecho, onde ela fala de seu saudoso filhinho Arthur, que também foi diagnosticado com agenesia renal bilateral:
"Arthur nos deixou com 23 semanas, entre os dias 04 e 05/01/11, internei no dia 06/01 e após 19 horas em trabalho de parto ele “conheceu” (mesmo sem vida) esse nosso mundo. Tive febre, reações à anestesia, passei muito mal e meu marido não saiu do meu lado de jeito nenhum... Me consola saber que hoje meu pequeno grande ARTHUR está num lugar muito melhor que nós... Ele nasceu com 480 gramas... Um milagre aconteceu... como um feto sem rins cresceu tanto?!  
(...)
Creio em Deus, em seus propósitos e tento todos os minutos aceitar tudo o que aconteceu... Por que eu? Porque acho que sou a pessoa mais forte do mundo, já que passar por essa situação não é para qualquer pessoa... Realmente é de “endoidecer gente sã”, já cantava Renato Russo. E agradeço a ELE por minha família, que esteve o tempo todo ao meu lado, especialmente ao meu marido, que ficou em trabalho de parto comigo, tentando conduzir a situação da forma mais bem humorada e “leve” que conseguiu.
“E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu, e o SENHOR o tomou: bendito seja o nome do SENHOR”. (Jó 1:21)"
Esta é a resposta aceitável: amar. Foi o amor que sustentou Carolina e seu marido Fabio durante a provação que passaram. Seu filho Arthur esteve pouco tempo entre nós, mas foi amado ao máximo pela família que o Senhor Deus lhe deu.

E como o amor é sempre fecundo, Carolina criou seu blog para poder ajudar outras pessoas que passam pelo mesmo problema. Vários de seus leitores enviam-lhe depoimentos e ela já publicou alguns. Um dos mais emocionantes é o de Janaína, mãe do pequenino Emmanuel. Eis suas próprias palavras sobre sua reação quando soube do diagnóstico de seu bebê em gestação:
"Nessa hora falei para meu marido que aceitaria tudo, que me internassem, que eu faria repouso absoluto, mas que meu bebê estivesse perfeito e pudesse viver. 
A médica nos chamou novamente e disse que o bebê não tinha os rins e que sua vida fora do útero era impossível... COMO ASSIM IMPOSSÍVEL? Ela disse que deveríamos marcar para fazer um aborto já que eu estava com 20 semanas... Eu olhei pra ela e disse... Quais as chances do meu bebê sobreviver? Existe algum tratamento? É meu filho, eu faço qualquer coisa por ele, tem como doar meus rins? 
Ela disse que não tinha nada que pudesse ser feito e que ele morreria antes de nascer ou logo após o nascimento, que era melhor fazer o aborto.... Espere aí, aborto? Matar alguém? Mas e o coração, ainda bate?  Sim, bate. Ele está desenvolvendo normalmente só não tem os rins.... 
Então, enquanto o coração dele bater eu vou continuar com ele. Quem me deu é que tem o poder de tirá-lo de mim, e ele vai nascer... 
Mas ele vai morrer disse a médica... 
Tudo bem, mas vai nascer. Eu vou levar a gravidez até o final. E, mesmo que eu pegue ele no colo nem que seja por um minuto apenas, eu vou segurar, porque ele vai nascer e viver o tempo que Deus permitir. 
Ela abaixou a cabeça e pediu desculpas."
Que baita lição mães como Janaína e Carolina dão em juízes que acham que têm alguma autoridade sobre a vida de seres inocentes e fragilizados. Eis mais um pouco das palavras de Janaína que devem dar a exata dimensão da vitória do amor, do verdadeiro amor sobre decisões iníquas de uma "Justiça" que se aparta cada vez mais da preservação dos seres humanos:
"O Emmanuel nasceu lindo, perfeito. Abriu os olhos e chorou baixinho e já pedi para o médico me entregar ele. Foi quando ele veio e nos despedimos. Eu disse "Por que meu filho tem que ser assim? Eu te amo tanto!". Abençoei e nos despedimos... Emmanuel não sofreu como muitos bebês, ele partiu logo, seu caminho era curto. Arrumaram-me antes da placenta sair e então entrou nossa família. O quarto se encheu, todos pegaram o nosso anjo, abençoaram-no e se despediram... Não chorei. Não consegui. Não queria perder um momento sequer daquele momento maravilhoso e tão triste ao mesmo tempo. Queria guardar o máximo de lembrança do meu anjo na mémoria e no meu coração..."
Carolina e Janaína, seus maridos e suas famílias enfrentaram a dificílima situação com coragem, com fé e com a única arma que nos é dada para tais situações: o amor. Só o amor é capaz de nos fazer enfrentar as pedras e os espinhos do caminho, mesmo que eles doam tanto como foi o caso que aconteceu com estas pessoas tão especiais. 

Não há justiça humana que torne certo o que é errado. Mil vezes um juiz pode autorizar um aborto que isto jamais se tornará certo. Espero que os pais desta criança cuja morte foi "autorizada" caiam em si e façam a única escolha que é sempre possível: a escolha da vida.

Janaína e o pequeno Emmanuel
(imagem retirada do blog "Anjos sem Rins")



quarta-feira, agosto 26, 2015

Recém-nascida é resgatada de vaso sanitário na China

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O que podemos ver na reportagem da rede CNN disponível no vídeo abaixo é mais um exemplo dos resultados da Cultura da Morte, onde as mães e pais vão perdendo cada vez mais qualquer instinto pela preservação de seus filhos. 

É evidente que não deixa de ser chocante ver uma bebezinha ser abandonada à própria sorte dentro do vaso sanitário de um banheiro público como mostra a reportagem, mas é forçoso dizer que certas coisas não mais surpreendem.

A comunista China já foi assunto deste blog em algumas postagens e o que acontece por lá é um festival de horrores. Bebês são abandonados à morte, mães são forçadas a abortar seus filhos, corpos de bebês são encontrados em rios, ou até mesmo o puro e simples infanticídio é cometido às vistas de muitos. O aborto liberado, a política de filho único por casal e mais fatores culturais contribuíram para a atual situação do que acontece por lá.

É devastador ver o quanto se pode descer quando a vida humana passa a ser relativizada e a China é um exemplo pronto disto. A imagem que vem da China é a que os abortistas jamais querem que seja vista pelo público em geral. Quando se fala na legalização do aborto, principalmente com a glamourização deste ato hediondo como desejado pela imensa maioria da militância feminista/abortista, o que se tenta esconder é que a dessensibilização de homens e mulheres em relação a seus papéis de pais e mães leva ao que podemos ver acontecendo na China e em outras partes do mundo. 


terça-feira, julho 21, 2015

"2229" é a senha

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"2229" era a senha para o sistema de alarme em uma das clínicas de abortos da Planned Parenthood, a maior rede de abortos dos EUA, que está aparecendo nos notíciários devido à divulgação de vídeos secretos nos quais são mostradas gente graúda da organização negociando preço para a venda de partes de bebês abortados.

Quem conta sobre esta senha é Abby Johnson, que foi diretora da clínica em questão, mas que atualmente é uma conhecida líder pró-vida nos EUA. Ela diz que achou estranho uma senha tão simples, até que alguém explicou-lhe o motivo da senha: as letras no teclado indicavam a palavra "BABY" [BEBÊ]. Era a indicação de que os trabalhadores da clínica utilizavam de ironia com o tipo de trabalho que faziam lá. Eles faziam piada com o assassinato de bebês.

Alguns dias após tomar conhecimento da senha do sistema de alarme, ela foi levada para conhecer o Laboratório de POC (Products of Conception - Produtos da Concepção). Neste laboratório havia um freezer onde ficavam guardados os tecidos fetais resultantes de abortos até que o caminhão de lixo biológico viesse fazer a coleta. Ela descobriu que os empregados da clínica chamavam este freezer pelo singelo nome de "BERCÁRIO". Novamente, uma piada com o assassinato cruel de bebês que eram feitos corriqueiramente na clínica.

Anos depois, ela relata que viu um empregado e um médico conversando sobre como o que eles viam em um dos recipientes no Laboratório de POC se parecia como "carne de churrasco". O outro objetou: "Na verdade, eu acho que esta parte é mais parecida com geléia de morango". Ela saiu de perto, enojada com o que ouviu. Mas isto não era ainda o suficiente para fazê-la abandonar a clínica. "Eu era uma deles agora" -- ela mesma diz.

Eis mais um trecho do que ela conta de sua jornada como abortista:

"Alguns anos após este acontecimento [sobre a "geléia de morango"], fiquei sabendo que nossa organização iria abrir a maior clínica de abortos do Oeste. Lembro de minha chefe fazendo o anúncio: "Estamos construindo o maior abortuário* do país!". Todos demos boas gargalhadas enquanto aplaudíamos. Nós adorávamos ouvir todas as palavras com as quais os pró-vidas se referiam às nossas clínicas. Nós estávamos tão orgulhosos. Estávamos fazendo algo que estaria presente nos livros de história. Que bom para nós, pensávamos."
 * no original, "abortuary" - corruptela da palavra "mortuary", utilizada pelos pró-vidas norte-americanos para referir clínicas de aborto.

É ela mesma quem explica o motivo de revelar tais detalhes sórdidos da indústria do aborto:
"Por que eu estou falando de coisas que são tão horríveis? Penso que é porque eu preciso que você veja como é a realidade dentro destas clínicas. Minha experiência foi única? A minha era a única clínica onde tais piadas eram feitas? Não. Nós éramos a mesma coisa. (...)"
É assim a indústria do aborto. Apesar de tentar mascarar o que realmente é feito com todo um discurso pré-fabricado de defesa das mulheres, de ajuda aos necessitados, de autonomia individual e outros mais, o que cada vez mais vem ficando claro é o que pessoas como Abby Johnson vêm contando sobre a realidade de tal indústria. Tudo isto é exatamente o que sempre foi alertado pelos pró-vidas: é degradante e espalha degradação lidar com a morte como um negócio, que é exatamente o que faz a indústria do aborto. 

Da próxima vez que alguém se mostrar favorável ao aborto e vier com aquele discurso que tenta diminuir a dignidade do ser humano ainda não nascido, diga-lhe qual o nome que os empregados da clínica de Abby Johnson davam ao freezer do laboratório que continha partes de serem humanos trucidados no ventre de suas mães. Conte-lhe também da senha "2229". Se ele ou ela se mostrar cético(a), peça-lhe para tentar teclar a palavra "BABY" no teclado para fazer chamadas de seu telefone celular. Pode ser que vendo tais coisas ele ou ela no futuro consiga ver o que Abby Johnson afinal viu após muitos anos e passe a defender a vida, a mesma que é motivo de piadas para indústria do aborto.


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Fonte: Abby Johnson Recalls: Planned Parenthood Alarm Was 2229 (BABY)


Vídeo mostra o que é a indústria do aborto

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Dra. Mary Gater dizendo o preço que pretende receber por partes de corpos de bebês abortados

Há alguns poucos dias, a Planned Parenthood, maior rede de clínicas de abortos dos EUA, foi exposta, através de um vídeo gravado secretamente, comercializando partes de corpos de bebês abortados.

Claro que a PP veio a público se defender e sua presidente, Cecile Richards, divulgou mensagem afirmando com todas as letras que esta não era uma prática da entidade, que tudo estava dentro da legalidade, etc. Um trecho de suas justificativas para o injustificável aparece logo no início do vídeo abaixo. Ela diz isto:

"Quero deixar uma coisa bem clara. A alegação de que a Planned Parenthood lucra de alguma forma com a doação de tecidos [humanos] não é verdadeira."

O "The Center for Medical Progress", que divulgou o primeiro vídeo com a denúncia contra a PP. vem agora divulgar um novo vídeo, no qual uma outra executiva da PP conversa despudoradamente durante um almoço de negócios sobre a venda de partes de bebês abortados. Eu já suspeitava que isto fosse acontecer, pois eles estão fazendo esta investigação há muito tempo e dá para imaginar o que mais eles têm em mãos.

Eis o vídeo:




Durante a conversa, a atriz que se fingia de compradora, pergunta a Dra. Mary Gatter, presidente do Conselho Médico da Planned Parenthood, sobre o preço do tecido humano que ele desejava comprar:

"Compradora: O que você espera receber pelo tecido intacto? Que tipo de compensação? 
Dra. Mary Gatter: Por que você não diz primeiro o quanto você está acostumada a pagar?"

Ficou mais complicado ainda para a Cecile Richards tentar mais uma vez justificar que a organização que preside não lucra com a venda de tecidos humanos retirados de bebês abortados, não é mesmo?

Mas há mais. Um pouco mais à frente no vídeo, há uma negociação em que a atriz procura obter um preço da Dra. Gatter. Após as normais indas e vindas de qualquer negociação -- aborto é sempre um negócio para empresas como Planned Parenthood --, a médica diz o valor que ela tinha em mente para cada "espécime" é de US$ 75.

Depois do esclarecimento do preço, no qual a atriz diz que US$ 75 é pouco e que ela estaria disposta a pagar até US$ 100 por "espécime", a dra. Gatter procura esclarecer a questão sobre o que os compradores realmente estão buscando. Ela indaga se bebês com gestação de 8 ou 9 semanas interessam ou apenas bebês que já estejam no 2o. trimestre de gestação.

O que se segue é mais bizarro ainda do que se viu até o momento. A dra. Gatter explica aos compradores que há um problema. Segundo o protocolo que a PP segue, a técnica utilizada para abortos de bebês de 10 a 12 semanas de gestação é a sucção e eles teriam que passar a utilizar uma técnica diferente, que utilizaria um tipo de sucção manual, o que aumentaria as chances de obter a maior quantidade possível de obtenção de um "espécime intacto", o que, segundo ela, violaria os termos do consentimento dado pela paciente e que diz que nada seria feito diferente no caso de aprovação de doação de tecidos.

Dra. Mary Gatter, porém, logo após diz que isto não seria um grande problema, mas que apenas gostaria de deixar isto claro. Ou seja, ela admite que eles farão algo que irá até mesmo burlar seus protocolos.

Já no final da negociação, a médica solicita aos compradores que eles lhes enviem uma proposta sobre o assunto e ela, após isto, irá contactar o cirurgião que faz os abortos na localidade na qual ela é responsável para saber se ele teria algum problema em utilizar a técnica "menos trituradora" para obter os "espécimes". 

Então é isto. A Planned Parenthood encontra-se mais uma vez em maus lençóis, como também estão gente que durante anos e anos deu apoio a esta organização. O próprio presidente Barack Obama é um de seus mais ferrenhos apoiadores, tendo até mesmo já feito discurso em evento da Planned Parenthood. Nomes graúdos do Partido Democrata também são defensores. Gente como a provável futura candidata democrata às próximas eleições dos EUA. Gente como Nancy Pelosi, deputada norte-americana que já foi a presidente da Câmara dos Deputados de lá.

O que o vídeo mostra é nada mais que a pura verdade, mostra perfeitamente o que o aborto é. Seres humanos são tratados como "espécimes", seus corpos totalmente dessacralizados são negociados entre um gole e outro de vinho, uma médica que jurou salvar vidas conversa despudoradamente sobre a melhor técnica para matar um bebê e preservar seus tecidos. Coisas de virar o estômago de qualquer um que não tenha uma pedra batendo em seu peito.

É isto que os abortistas mais querem esconder de todos. "Direito ao próprio corpo", "luta pela saúde das mulheres", "ajuda às mulheres necessitadas" e outras frases criadas pela turma defensora do aborto -- feministas, políticos, imprensa, academia -- nada mais são que palavras ao vento que apenas buscam esconder da opinião pública a realidade que a dra. Mary Gatter revelou: a indústria do aborto negocia com a morte cruel de seres humanos fragilizados e inocentes.

sexta-feira, julho 17, 2015

Jandira Feghali e os números do aborto: a mesma mentira de sempre

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A deputada Jandira Feghali, do PC do B, recentemente divulgou em sua página no Facebook, uma imagem no qual é afirmado que "1 mulher morre a cada 2 dias por aborto clandestino". Curiosamente, no texto que acompanhava a imagem a deputada falava em 1.000.000 de abortos anuais no Brasil, como podemos ver na imagem acima. Oportunista, a publicação da deputada aproveitou a "deixa" da morte de Tatiana Camilato, que está sendo investigada devido a suspeitas que ela tenha se submetido a um aborto na cidade do Rio de Janeiro.

A tara da esquerda, do qual a deputada Jandira Feghali é uma representante de peso, com números agigantados de abortos no Brasil é coisa para anos de divã. Digno de tratamento também é o fato de ela e toda a esquerda "bloquearem" o fato de que a cada aborto "bem sucedido" (segundo os parâmetros dos abortistas) pelo menos uma vida humana é cruelmente eliminada. Talvez mesmo esta peculiar capacidade de decidir quem merece ou não viver seja uma coisa bem própria do comunismo e as mais de 100 milhões de morte desta ideologia macabra estão aí como testemunha. E que fique claro: 100 milhões sem contar números de abortos. Se eles já fizeram isto com quem tinha a capacidade de se defender, não surpreende que eles procurem fazer o mesmo com seres humanos ainda não nascidos e que não têm qualquer capacidade de se defender.

Dado este fetiche por números exagerados de abortos, não é de surpreender ninguém que os defensores da liberação do aborto utilizem-se de uma trágica morte como a de Tatiana Camilato para tentar levar um pouco mais à frente a agenda abortista. Instrumentalização da desgraça alheia não é coisa que lhes cause dilemas éticos.

A deputada em sua postagem alega que os números vêm da OMS. Bem, tais entidades internacionais, embora tenham peso no nome, estão infestadas de gente que pensa provavelmente como a deputada, principalmente em relação a assuntos como o aborto, mas é forçoso dizer que nem é este o problema neste caso. O fato é que este número de 1.000.000 de abortos anuais no Brasil é uma rematada farsa, o que já havia sido apontado pela saudosa Dra. Zilda Arns, que fez um questionamento sobre a veracidade de tais números à OMS. Esta foi a resposta que ela obteve da entidade:
"1. A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde não auspiciaram, financiaram nem realizaram qualquer estudo ou investigação sobre abortos no Brasil. 
2. Tampouco temos conhecimento de algum estudo ou investigação que tenha sido feito com bases cientificamente sólidas e cujos resultados possam extrapolar-se confiavelmente para todo o país.
3. Em alguns documentos oficiais da OMS ou da OPAS, publicam-se informações de fontes nacionais, também oficiais. Porém, nesse caso não temos conhecimento de se haver feito levantamento com informação referente ao Brasil e de âmbito nacional. 
4. Há três ou quatro anos, um professor brasileiro fez uma publicação jornalística com dados sobre abortos, assinalando que era uma informação da Organização Mundial de Saúde. Nessa oportunidade nossa Representação enviou uma nota esclarecedora, no sentido do exposto nos pontos anteriores [...]. 
5. Lamentavelmente, não é a primeira vez que, levianamente, toma-se o nome da Organização Mundial de Saúde e/ou da Organização Pan-Americana de Saúde para dar informações que não emanam dessas instituições." (negrito meu)

O trecho em negrito é para que fique bem claro o que a própria OMS pensa sobre a atitude de quem usa o nome da instituição para divulgar dados que não partiram dela: é leviandade.

Mas parece que a leviandade não atinge apenas a divulgação da fonte de números de abortos clandestinos no Brasil. A coisa é tão grave que sobrou até para a Matemática! Causa estranheza até em uma criança que esteja aprendendo a fazer contas que morra uma mulher devido a abortos clandestinos a cada 2 dias no Brasil e ao final de um ano tenhamos mais de 1 milhão de mortes. 

Evidente que quem viu a postagem de Jandira Feghali torceu o nariz para a peculiar aritmética da deputada e começou a fazer troça com este "deslize" nas redes sociais. Para tentar minimizar a gafe, a postagem foi editada e a deputada retirou as palavras "no Brasil" (como pode ser visto na imagem), querendo com isto indicar que as mais de 1 milhão de mortes às quais ela se referia eram no mundo inteiro. 

Boa tentativa, deputada! Mas, como parece que os comunistas não aprendem mesmo que suas mentiras têm pernas bem curtas, o número de mais de 1 milhão de mortes por abortos anuais não se sustenta nem mesmo se for tomado como indicativo do que acontece no mundo inteiro. Segundo a OMS -- a mesma entidade que classifica como leviandade, como fez a deputada, que se divulgue dados falsos em seu nome --, estima-se (note-se bem: estima-se) que morram 47.000 mulheres anualmente devidos a complicações causadas por "abortos inseguros". 

Ou seja, os números estão errados para o Brasil e estão igualmente errados para o mundo. Talvez a deputada devesse editar novamente sua publicação e alegar que os números são referentes aos abortos da galáxia ou do universo, pois deve ser mais fácil a ela provar a existência de vida fora da Terra que conseguir fazer alguém acreditar nestes números. Se nem assim isto colar, ela pode tentar tratar de mundos paralelos ou coisa parecida. Stalin deve estar todo orgulhoso desta sua filhota querida.

Mas o que faria bem mesmo é se a nobre deputada admitisse que errou feio e não sabia onde estava com a cabeça quando resolveu divulgar tais números fantasiosos. Algo me diz que isto não vai acontecer...

Ironias à parte, mas não que ela não as mereça, o que a deputada fez não é um deslize e tampouco uma gafe. Isto é método, é coisa calculada. A militância abortista e quem lhes dá apoio, seja da classe política, seja da classe artística ou mesmo da mídia faz isto de caso pensado. E faz sempre que possível. É por isto que este número de 1 milhão de mortes por aborto clandestinos volta e meia é repetido por políticos como Jandira Feghali ou por formadores de opinião.

O já falecido Dr. Bernard Nathanson, que era um ferrenho abortista que converteu-se e passou a ser um destemido pró-vida, denunciou a tática abortista de aumentar absurdamente o número de abortos como forma de criar comoção junto à opinião pública sobre o assunto. Ou seja: não há deslize ou gafe por parte de Jandira Feghali e o número absurdo que ela divulgou, é apenas o velho método abortista de enganar ao máximo o maior número de pessoas.

Se a deputada quer mesmo falar sobre aborto, como ela indicou pela utilização da hashtag "#PrecisamosFalarSobreAborto", por que então ela não começa deixando dados fictícios de lado e procurando realmente os números reais do problema? Por que, afinal, a necessidade de exagerar os números? Por que a tentativa de enganar? Por que aproveitar uma tragédia como a morte de uma mulher (que ainda está sendo investigada) e instrumentalizá-la mais uma vez para a liberação do aborto em nosso país?

A verdade é que não há defensor do aborto que queira debater seriamente o assunto. Vem daí sua necessidade patológica de mentir e enganar sobre a realidade do problema. Políticos como Jandira Feghali não ajudam a resolver nada, pois são parte do problema.


sexta-feira, junho 05, 2015

"Tudo de mim" - a declaração de amor de um pai por seu filho ainda por nascer

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Bowen, quando ainda estava em tratamento intensivo

Quando o pequenino Bowen Matthew Hammitt veio à luz, seus pais Matt e Sarah já sabiam de sua rara doença congênita, que uma ultrassonografia já havia revelado: ele sofria de Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE), condição cujos portadores apresentam o lado esquerdo do coração pouco desenvolvido, o que incapacita o órgão a bombear sangue suficiente para atender às necessidades do corpo.

Após alguns dias de seu nascimento, Bowen -- este nome significa "pequeno vitorioso" -- teve de passar por uma cirurgia. Depois do procedimento, ele sofreu uma parada cardíaca e foi necessário que a equipe médica executasse procedimento de reanimação cardiorrespiratória durante 1 hora até que ele pudesse se recuperar da parada. E tudo isto foi feito com seu tórax ainda aberto devido à cirurgia. Matt e Sarah imaginavam que perderiam ali mesmo seu filho recém-nascido.

Passado o pior, Bowen foi enviado para a UTI e teve sua vida mantida por aparelhos por várias semanas. Após isto, ele ainda sofreu um derrame e teve  também hiperinsulinismo. A recuperação foi difícil e veio bem aos poucos.

Situação difícil? Sim, com certeza! A SHCE é uma doença de tratamento complicado e altíssimo risco à vida dos bebês, mas de forma alguma, ainda mais com os recursos disponíveis com a medicina moderna, significa uma sentença de morte. Apesar disto, muitas crianças que são diagnosticadas com esta condição em exames pré-natais são abortadas. Há informações de que em países europeus ultrapassa de 70% o número de abortos de bebês que têm detectada esta rara doença.

A página da organização pró-vida Live Action acerta no ponto ao comentar sobre a atitude lamentável de vários médicos que indicam o aborto como um "tratamento" para casos de SHCE:
"Enquanto é compreensível que os pais queiram evitar a dor e sofrimento de seus filhos, isto não é uma razão válida para matá-los. Um diagnóstico de SHCE não é uma sentença de morte; um aborto é. Doenças não são tratadas pela escolha da morte. Um dos principais problemas com o qual os pais têm de lidar é enfrentar médicos que lhes dizem que o aborto é a melhor opção, apesar de haver chances para um bebê com SHCE."
Uma mãe que infelizmente abortou seu filho devido a esta condição, revela o ambiente que foi criado pelo médico que a acompanhava para que ela tomasse esta trágica decisão:
"O cardiologista também parecia pensar que o aborto era a melhor opção, embora ele não dissesse isto abertamente. Ele apenas nos contava em detalhes os mais explícitos como era a vida de bebês que ficavam internados em UTIs."
É lamentável, ainda mais após todos os avanços da ciência médica acontecidos nos últimos anos, que tantos profissionais estejam mais preocupados em esmagar as esperanças de pais já fragilizados pelo diagnóstico de uma grave doença que atingiu seus filhos do que dar-lhes motivos para renovar as esperanças em relação à vida de seus filhos.

Há pais que enfrentam o péssimo conselho de alguns médicos e decidem lutar pela vida de seus filhos. Este é o caso de uma mãe que contou sua experiência no site Medhelp:
"Meu filho foi diagnosticado com Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE) quando eu estava com 5 meses de gestação. Fiquei muito assustada. Meu obstetra sugeriu um aborto, mas eu procurei um segunda opinião e não me arrependo disto, embora seja muito difícil ver seu filho passar por uma cirurgia de peito aberto por duas vezes. Meu homenzinho hoje está com 4 anos, passou por sua última cirurgia, e ele é muito alegre, amoroso e ativo. Ninguém sequer consegue imaginar pelo que ele já passou ou que ele tenha qualquer problema. Eu amo meu filho e faria tudo novamente para tê-lo comigo. Ele valeu todas as noites sem dormir e todas as noites dormidas no hospital: ele é o meu anjinho e tem um grande propósito na vida."
Matt e Sarah, assim como esta mãe, também optaram pela vida, mesmo sabendo das dificuldades. Bowen fará 5 anos em setembro próximo e é um menino alegre e que faz de tudo que uma criança de sua idade faz. Mais detalhes de sua jornada pode ser visto no blog "Bowen´s Heart".

Nesta foto atual da família Hammitt, Bowen é o que está no colo de sua mãe.
Matt, que é o cantor principal e compositor da banda cristã Sanctus Real, que já foi inclusive nomeada ao Grammy e teve várias canções que atingiram a primeira colocação entre as mais tocadas, conta um pouco no vídeo abaixo sobre o que ele e sua família passaram desde o momento em que tiveram de enfrentar o difícil diagnóstico de seu bebê ainda em gestação. Toda esta experiência levou Matt a compor a música "All of Me" ("Tudo de mim"), cuja principal mensagem ele mesmo assim nos conta:
"Eu percebi que, ao me preparar para o pior, eu estava na verdade limitando um bocado do amor e do entusiasmo que eu tive com meus outros filhos porque havia incerteza se ele iria sobreviver ou não. Foi nessa época que eu escrevi a letra de "All of Me". (...) Foi uma das últimas canções que escrevi antes do nascimento de Bowen, e é minha declaração de que eu darei meu coração a este filho, mesmo que isto me custe um pedaço dele; de que eu o amarei incondicionalmente, mesmo que meu coração tenha de sangrar."



Evidente que nem tudo são flores e nem sempre as coisas terminam bem, mesmo com todos os recursos médicos e com toda a esperança dos pais. Nossa vida é feita de alegrias e dores, mas uma coisa é certa: cada momento vivido é uma nova oportunidade para amar. 

Matt e Sarah Hammitt optaram por lutar pela vida do pequeno Bowen, optaram por lhe dar todo o coração e é exatamente isto que os filhos merecem de seus pais. E nada menos que isto.


***



Eis o vídeo com a letra traduzida da canção "All of Me":





quarta-feira, junho 03, 2015

Masha, a gata de rua que deu lição em muitos humanos

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Masha e o bebê que ela salvou

No começo deste ano, durante o rigoroso inverno russo, uma gata de rua salvou a vida de um bebê que havia sido abandonado.

A gata, de nome Masha, que vive junto a um conjunto de prédios na cidade de Obninsk há três anos, chamou a atenção de uma das moradoras do conjunto por estar miando alto, coisa que não faz normalmente, pois sempre se mostra calma e amigável. Pensando que talvez Masha tivesse se ferido por algum motivo, a moradora Irina Lavrova foi ver o que estava acontecendo com a gata e teve uma surpresa ao ver Masha aconchegada junto ao bebê, que estava em uma caixa, lambendo-lhe a face e aquecendo-o. 



Segundo informações, o bebê, que tinha no máximo 3 meses de idade à época, esteve exposto ao frio abaixo de zero por algumas horas e fatalmente teria morrido ou teria ficado com seqüelas se não fosse protegido pela gata. Após o infeliz incidente, ele foi levado ao hospital para cuidados, onde foi constatado que ele estava passando bem e em boa saúde. Os moradores contam ainda que Masha, ao ver o bebê partindo na ambulância, perseguiu o veículo por vários metros.


Masha tornou-se uma heroína e o orgulho do quarteirão. Todos os moradores tratam-na melhor ainda agora, mimando-a com sua comida favorita.

O caso de Masha não é único. Aqui mesmo no blog já tive a oportunidade de relatar o caso de Puti, uma cadela argentina que salvou um bebê abandonado também no frio, e ainda houve o caso de Pui, um cachorro tailandês que salvou uma recém-nascida que havia sido abandonada no lixo.

Há abortistas que usam o fato de crianças serem abandonadas para defender o "direito" ao aborto. Pois é... Os abortistas querem resolver o problema tornando legal o assassinato de bebês ainda no ventre de suas mães. Talvez, se pudessem, eles "abortariam" as crianças que estão nas ruas. 

O que os abortistas não querem entender é que a vida humana, a partir da concepção, é uma realidade, um fato já atestado até pela ciência, e exatamente por isto o aborto jamais será solução para qualquer problema, sendo simplesmente a eliminação direta e cruel de uma vida humana que já existe. E enquanto isto, animais como a gata Masha, e como os cães Pui e Puti dão lição a todos sobre a dignidade dos seres humanos, até mesmo daqueles que são abandonados e que merecem serem acolhidos, e não tratados como mera munição para a causa abortista.


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