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sexta-feira, fevereiro 25, 2011

O genocídio dos negros norte-americanos

["O lugar mais perigoso para um afro-americano é o útero"]
Em Nova York, uma propaganda de um grupo pró-vida vem causando desconforto, para dizer o mínimo, entre abortistas e assemelhados daquela cidade.

O cartaz, exposto na região do SoHo, um reduto de artistas e gente prafrentex, é o que está aí ao lado. O pessoal do SoHo, que não vê nada de mais em obras como "Piss Christ" -- no qual é mostrado um crucifixo imerso na urina do "artista" --, está esperneando por causa do cartaz, que só diz uma verdade que vai sendo cada vez mais por todos conhecida: a população negra norte-americana é a que mais está sendo dizimada pelo aborto.

Também pudera, a feminista Margaret Sanger, uma das fundadoras da Planned Parenthood, a maior cadeia de matadouros de criancinhas dos EUA, ficou conhecida por seu apoio às práticas eugênicas e por ligações com grupos racistas. Ligação tão forte que a senhora Sanger foi convidada a discursar em um comício da Klu Klux Klan, aqueles palhaços racistas que gostam de se esconder sob capuzes.

Mas o que incomoda mesmo os dândis do Soho é que o cartaz traga verdades. Apesar de os negros serem 13% da população norte-americana, 1/3 dos abortos daquele país são feitos entre as pessoas desta raça. No geral, na cidade de Nova York, 6 de cada 10 gravidezes de mulheres negras norte-americanas terminam em abortos provocados.

A Planned Parenthood, provavelmente honrando o nome de sua fundadora, prefere abrir seus matadouros exatamente em locais de população de baixa renda e junto à minorias raciais. A oportunidade é tudo em certos negócios, não?

Por tudo isto, o que vai no cartaz é a mais pura verdade. Os esquerdistas de lá podem espernear, bater o pezinho e tirar as calças pela cabeça que isto não mudará a realidade que eles tentam esconder: para um negro norte-americano é realmente o útero o lugar mais perigoso por lá. Em Nova York, de cada 10, apenas 4 saem com vida.

5 comentários:

Ferdinand disse...

É bom que eles se incomodem, já é o começo de um despertar para a realidade. Os negros já foram usados, pelo movimento comunista via Marcuse e Escola de Frankfurt, como instrumentos para a revolução; e agora são mais uma vez usados, desta vez pelos eugenistas, para quererem seu próprio extermínio como se fosse um direito: inversão de sucesso fantástico que só poderia ter origem no inversor-mor desde o princípio, inimigo da espécie humana desde antes do aparecimento do primeiro homem.

Beatrice disse...

E as mães que fazem isso? Elas também são racistas? Tendo em vista que a grande maioria das mulheres que provocam o aborto são negras. Soa meio estranho, não?

William disse...

Não, nada estranho...

O racismo que ali vai é o que move tais organizações a priorizarem a abertura de clínicas de aborto junto a populações negras, facilitando, assim, a matança dos negros.

[]'s

Suzana Helcias disse...

Beatrice, sou negra, e do meu ponto de vista fica muito claro que os grupos pró-aborto na maior parte das vezes pretendem arvorar-se nossos porta-vozes.

Hamanndah disse...

Eu sou contra o ABORTO. Sou uma feminista humanista, sou a favor de homens e mulheres e crianças e animais e contra o ABORTO..

Como posso colocar no meu blog um BANNER que dá acesso a uma página anti-ABORTO?

eu sou feminista mas nao considero as feministas abortistas minhas porta vozes. São inimigas da causa pois colocam todas as mulheres no mesmo saco que elas,que colocam todas as mulheres como assassinas.

Uma mulher pode ser doce e meiga, sem ser submissa e cuidar de vida mais fraca. Aliás, o homem tambem. Todos nós.

Grata,
Hamanndah