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quinta-feira, junho 26, 2008

Aborto e racismo: tudo a ver!

Planned Parenthood é a maior cadeia de clínicas de aborto dos EUA. Sua fundadora, Margaret Sanger, há anos já falecida, foi uma militante feminista e grande incentivadora do controle da natalidade, principalmente entre a população mais humilde.

O que muita gente procura esconder são os motivos que esta feminista de alto calibre utilizava para sua tão nobre causa. A senhora Margaret Sanger era uma entusiasta de teorias eugenistas. A utopia que fazia a alegria da feminista era mais ou menos assim, segundo suas próprias palavras:

"Imaginemos por um momento um mundo sem o peso das classes de pessoas delinqüentes e dependentes, uma população expressiva de homens e mulheres maduros, inteligentes e críticos. No lugar da classe inerte, explorável e mentalmente passiva que agora forma o substrato improdutivo de nossa civilização, tentemos imaginar uma população de indivíduos ativos, resistentes, dinâmicos e socialmente ativos vindos de entre os mais contentes e saudáveis."

É isto mesmo! A senhora Margaret Sanger enxergava um futuro, segundo ela, sem o fardo de tantos que apenas atrapalham os mais fortes no desenvolvimento de seu pleno potencial. Entre o pessoalzinho que ficava no entorno da líder feminista, estava Lothrop Stoddard, um racista de alto calibre, e que também fez parte do conselho da organização criada pela Sra. Sanger. Resumindo, só gente boa.

Mas e hoje em dia? É de se imaginar que a organização fundada pela Sra. Sanger tenha deixado de lado estes traços racistas e eugenistas que faziam a alegria da feminista e seus companheiros. Será mesmo?

Foi exatamente esta pergunta que um grupo de estudantes pró-vida da Califórnia se fez. Para obter uma resposta direta a esta indagação, estes estudantes resolveram utilizar o expediente de ligar para várias unidades da Planned Parenthood em alguns estados norte-americanos dizendo-se interessados em fazer doações com a condição de que este dinheiro fosse utilizado por mulheres negras para o aborto de seus bebês.

Seguindo a linha da feminista fundadora, as funcionárias contactadas não demonstraram qualquer constrangimento em aceitar a doação de uma pessoa que claramente desejava que o dinheiro fosse destinado à diminuição da população negra norte-americana. Elas bem que notaram que estavam dialogando e aceitando o dinheiro de um racista cara-de-pau, mas nem se importaram. Uma das funcionárias disse, literalmente, que "qualquer que seja o motivo, nós aceitaremos o dinheiro".

As transcrições de alguns diálogos destes telefonemas estão traduzidos abaixo.


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IDAHO

Autumn Kersey, da Unidade da Planned Parenthood, em Boise - Idaho: Boa tarde! Autumn falando.

Doador: Alô, Autumn. Tenho interesse em fazer uma doação hoje.

Kersey:
Fantástico!

Doador: E [doações] para abortos em grupos minoritários?

Kersey:
Oh, claro. Temos, na verdade, ótimas notícias. Acabamos de receber uma generosa doação para o nosso Fundo para Mulheres Carentes.

Doador:
Ótimo. Eu quero especificar que os abortos ajudem um grupo minoritário -- seria isto possível?

Kersey: Claro.

Doador: Como a comunidade negra, por exemplo?

Kersey: Certamente.
Doador:
Ok. Então... Para o aborto... Posso dar dinheiro especificamente para um bebê negro -- este seria o propósito?

Kersey:
Sim, claro. Se você quer designar que sua doação seja usada para ajudar uma mulher afro-americana carente, então nós certamente asseguraremos que esta doação seja utilizada especificamente para este propósito.

Doador:
Fantástico. Isto é porque eu realmente enfrento problemas com ações afirmativas, e não quero que meus filhos estejam em desvantagem, você sabe, em relação às crianças negras. Tive um filho há pouco e queria colocar isto em seu nome.

Kersey: Mmmmm, certo.

Doador: Então, isto é realmente possível.

Kersey: Oh, claro, claro.

Doador: Então, eu queria... Eu posso colocá-lo em nome de meu filho?

Kersey: Claro.

Doador: Ok. Ele está tentando entrar na faculdade, e ele apenas... você sabe... nós apenas, ele apenas... ele está realmente enfrentando problemas com a ação afirmativa.

Kersey:
Mmmm.

Doador: E nós não, você entende, nós pensamos, entenda, quanto menos crianças negras por aí, melhor.

Kersey:
Haha. É compreensível, é compreensível. ... Ehh... Hum, David, deixe-me, se possível, apenas obter algumas informações específicas, para que possamos resolver este assunto. Você quer colocar a doação em nome de seu filho, e também gostaria que isto fosse designado especificamente para o auxílio de uma mulher afro-americana que procura interromper sua gravidez.

Doador:
Exatamente. Ehh... Eu quero proteger meu filho para que ele possa entrar na faculdade.

Kersey: Certo. Perdoe minha hesitação. É que esta é a primeira vez que um doador faz este tipo de pedido e eu quero ter certeza de que nada faltará.

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NEW MEXICO

Doador: Ehhh... Posso fazer a doação especificamente para um grupo minoritário?

Planned Parenthood:
Como um grupo específico, ou cor... ou a grupo de ...

Doador:
Sim, sim. Quer dizer, desejo que o aborto seja para um bebê negro?

Planned Parenthood:
Ok.

Doador:
... E eu estava pensando se isto seria possível?

Planned Parenthood: O valor exato no momento é de $450 para um aborto.

Doador:
Ok, $450.

Planned Parenthood:
Mmm, ehhh, nós definitivamente o designaremos para uma afro-americana.

Doador: Excelente.

Planned Parenthood:
Sim.

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OHIO

Doador: Quando eu faço doação para abortos, isto se aplica para minorias também?

Planned Parenthood:
Se você quer que este aborto seja para uma pessoa de um grupo minoritário, este direcionamento pode ser feito. Você pode especificar que deseja que este dinheiro seja gasto desta forma.

Doador:
Ok. É porque definitivamente há muitos negros em Ohio, e eu apenas estou tentando fazer a minha parte.

Planned Parenthood:
Ok, certo.

Doador: Bem... Especialmente os negros necessitam de abortos, e é isto que estou tentando fazer.

Planned Parenthood: Bem... Qualquer que seja o motivo, nós aceitaremos o dinheiro.

Doador:
Ok. Ótimo. Obrigado.

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Esta é a ética superior da indústria abortista, a mesma indústria que olha para o Brasil esfregando as mãos com o mercado farto que aqui encontrará se o aborto for legalizado.

Na questão do aborto, olhar para o que acontece nos EUA é muito esclarecedor. Se em um país de instituições bem estáveis é os EUA -- à diferença do Brasil --, fatos como os acima mostrados acontecem, podemos imaginar o que acontecerá cá entre nós.

Como pudemos ver, à uma multinacional do aborto, como é a Planned Parenthood, pouco importa de onde vem o dinheiro, seja do governo ou seja do mais baixo dos racistas, a quem apenas importa que haja menos negros no mundo. Definitivamente, as teorias nas quais Margaret Sanger acreditava com grande entusiasmo continuam a fazer parte do ideário da organização que ela criou.

Eis alguns dados do estrago feito pelo aborto entre os negros norte-americanos:

  • Embora os negros sejam apenas 13% da população norte-americana, é neste grupo da população que são feitos 36% de todos os abortos;
  • A cada dia, 1200 bebês negros são abortados;
  • Em inúmeras cidades norte-americanas, há um maior número de abortos do que o de bebês nascidos vivos entre a população negra.
Quando vemos esta obscenidade acontecendo em um país do 1o. Mundo, não é preocupante o poderá ocorrer aqui? Também por lá há muita gente que diz que a liberação do aborto é uma condição para uma maior igualitarismo entre as classes sociais. Deve ser por isto que a Planned Parenthood possui quase 80% de suas unidades em áreas de minorias (negros e hispânicos).

Esta gente está, na verdade, é se lixando para minorias ou pobres. O que eles querem mesmo é que haja menos deles por perto.

Do tempo em que Margaret Sanger e seus companheiros davam as cartas a única coisa que mudou foi o método utilizado para eliminar os indesejáveis: antes era um forno crematório; hoje, é uma cadeia de clínicas de aborto.

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Fontes:

PART I: Planned Parenthood Racism Investigation
PART II: Planned Parenthood Racism Investigation
African-American Pastors Call Planned Parenthood Racist
The Advocate

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