Uma navegada pela lista das CDD e podemos ver o quão profunda é sua espiritualidade. Em meio às mensagens amigáveis, nas quais muitas vezes elas se chamam pelo singelo nome de "coléguas", vamos adentrando no mundo Zen-Abortista.
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3 comentários:
Ótimo blog, William! Está na minha pasta de favoritos, junto com o Provida Anapolis, o Movimento Tamar e outros.
No caso das "Católicas" pelo Direito (?) de Decidir, acredito que o seu texto tem grande fundamento, mas penso que a veia puramente feminista, com a sua típica truculência, também é um ingrediente ativo desse bando abortista.
Os abortistas costumam invocar a figura de um suposto direito natural da mulher. Precisamos alertar as pessoas da falsidade desse raciocício, uma inversão do próprio conceito de direito natural. Por este conceito, a gestante tem, sim, o direito natural de carregar o novo ser em seu ventre, com todas as condições que lhe propiciem segurança, até o nascimento. É o direito da natureza, que tem como um de seus processos mais caros a reprodução, portanto interrompê-la por simples manifestação de vontade não tem nada de natural e, desse modo, muito menos de direito.
Eis, em síntese (na minha avaliação), a verdade sobre as "Católicas" pelo Direito (?) de Decidir: uma falsidade que se revela já na fachada.
Abraço
Caro Eduardo:
Perfeitas tuas palavras!
Um grande abraço!
Essa foi muito boa! :D Não é impressionante como essas abortistas são bem mais verdadeiras na intimidade? E veja só como são as coisas... Na lista elas diziam que não estavam tão bem nutridas financeiramente. É um dinheiro maldito mesmo... Vem fácil, vai fácil... Queira Deus que se arrependam!
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