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segunda-feira, dezembro 14, 2009

"Bebereis o sangue de nossos abortos"


A frase que vai acima foi pichada na sede da Fundación Red Madre, uma entidade assistencial espanhola, com sede em Madrid, de apoio às mulheres grávidas que estejam passando por conflitos diante de uma gravidez inesperada.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2009/12/14/vandalismo-bebereis-o-sangue-de-nossos-abortos/

2 comentários:

O NOSSO MUNDO disse...

Assim como na religião existem fanáticos irracionais, nesse caso também.

Sou a favor da discrimnalização do aborto, e da discussão do assunto.

Sem mais.

William Murat disse...

Não, não e não…

O acontecido em Madrid não é obra de algum grupelho feminista/abortista que mostra-se radicalmente oposto ao que propõe uma outra parte pacífica do feminismo/abortismo oficial. Não mesmo!

O radicalismo de tal ação é meramente a evolução natural de um discurso feminista/abortista que vem sendo burilado ano a ano, cuja radicalidade irracional só cresce. E tudo isto aos olhos da mídia e dos intelectuais que não levantam uma pena para denunciar tais acontecimentos.

Por outro lado, não sei por que o comentarista tenta opor "fanáticos religiosos" a "fanáticos abortistas", como se a notícia tratasse de defender uns e condenar outros, ou como se quem é contra o aborto o seja sempre por motivos religiosos. Crer em tal coisa é exatamente cair na teia dos discursos abortistas, que procuram demonizar quem lhes faz oposição.

Ninguém no movimento Pró-Vida leva a sério quem com o pretexto de salvar vidas inocentes admite o uso de violência. Isto seria uma contradição às propostas Pró-Vida.

Mas e o contrário acontece? Qual foi a entidade feminista/abortista que veio a público condenar o vandalismo contra a "Fundación Red Madre"? Nem adianta esperar sentado, pois para um grupo que defende uma violência sem par como o aborto, umas paredes pichadas com ameaças é coisa bem pequena.

O comentarista diz-se a favor da descriminalização do aborto e de sua discussão, como se isto o afastasse completamente das radicais que vandalizaram a entidade espanhola. Na verdade o que temos, na eventualidade da descriminalização do aborto, é que importa bem pouco quem pichou ou não paredes se crianças inocentes virarem meros dejetos hospitalares.

Importará bem pouco quem pegava em pincel e tinta, quem pegava em bisturis ou quem ficava de fora aplaudindo e dando apoio. Todos contribuíram com alguma parcela para o mal.