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terça-feira, maio 28, 2013

Mãe recusa o aborto, apesar de raríssima gravidez de alto risco

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No estado de Arizona, EUA, uma mulher, Nicollete Soto, soube que sua vida corria perigo devido a uma raríssima gravidez: seu filho estava se desenvolvendo fora de seu útero.

Ela não considerou o aborto e levou a gravidez até 32 semanas de gestação, quando então os médicos fizeram o procedimento para o nascimento do bebê, o pequenino Azelan Cruz, que veio à luz pesando pouco mais de 1 Kg.

Seu pai, Victor Perfecto, assim disse sobre o processo da gravidez de alto risco que enfrentaram: "Nós deixamos os médicos decidirem quando fariam o parto e Deus decidir todo o resto".

Sábia decisão!


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Fonte:

Na China, um bebê é resgatado de cano de esgoto

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Esta é mais uma para o rol do abortismo e da Cultura da Morte...

Como todos já sabem, a China, principalmente devido à sua política criminosa de limitar o número de filhos por casal e promover o aborto como forma de controle populacional de forma ampla, é dos países onde o horror desta prática mais se faz notar.

Regimes totalitários, como o da China, formam com o aborto uma combinação explosiva, onde a degradação da família e a falta de valor pela vida humana dá resultados capazes de espantar até os corações mais frios. Dúvidas? Veja: "'Pescadores de Homens' em versão comunista", "Do Blog PESADELO CHINÊS: 400 milhões de pessoas foram impedidas de nascer na China", "'Bebês meninas não contam': uma história de mulheres", "Como a China trata suas crianças" e "Abortos forçados na China: a Caixa de Pandora aberta pelos abortistas".

Foi exatamente isto que aconteceu na cidade de Jinhua, onde os bombeiros locais foram chamados para retirar um bebê recém-nascido que foi parar na encanação de esgoto de um prédio. Alertados pelos responsáveis pelo prédio residencial, os bombeiros resgataram o bebê e conseguiram salvá-lo. Segundo informações, o bebê encontra-se estável. Um curto vídeo sobre o resgate pode ser visto abaixo.

O caso ainda está sendo investigado e não se tem mais informações sobre como tudo aconteceu. Porém, seja por qual motivação tenha ocorrido tal crime, é de se destacar o ambiente criado para que tais casos ocorram, que indicam uma total desvalorização da vida humana, onde bebês que deveriam ser acolhidos com alegria e repousarem em berços são jogados na privada para morrerem no encanamento de esgotos, junto a dejetos humanos, o que demonstra bem que o que vai no coração de certos homens é bem pior do que sequer conseguimos imaginar.




sexta-feira, maio 17, 2013

Esclarecimentos do Pe. Lodi sobre o Estatuto do Nascituro

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Pró-Vida de Anápolis
Página de responsabilidade do Pe. Lodi

O mesmo assunto já havia sido abordado aqui recentemente, mostrando a posição do Brasil Sem Aborto sobre a questão.

Creio que as lideranças pró-vida nacionais precisam acertar suas diferenças o quanto antes sobre esta questão. As questões levantadas pelo padre são pertinentes e, exatamente como ele diz e demonstra, certos aspectos do texto em votação reforçam a idéia por demais espalhada de que existe mesmo "aborto legal" no Brasil. Este ponto é muito importante, não é coisa para ser deixada de lado. Uma das frentes mais eficientes de avanço do abortismo no Brasil é exatamente a via jurídica e o que o padre demonstra é que este terreno vem sendo minado por atitudes dos parlamentares e grupos envolvidos na questão, conscientemente ou não.

Segue um trecho do texto do padre, que pode ser integralmente lido em seu blog ("Aos amigos do "Brasil Sem Aborto" sobre o Estatuto do Nascituro"):

"Pergunto: por que pôr em evidência essa excludente de punibilidade do artigo 128 do Código Penal? Da maneira como está redigido o texto, os deputados - que não costumam fazer distinções jurídicas - entenderão que a EXCLUDENTE DE PUNIBILIDADE (em letras enormes) significa o direito ao aborto. O que os deputados entenderão dessa mensagem é: vote com o relator, porque o projeto não extingue o direito de abortar uma criança concebida em um estupro. 
Uma hipótese - a ser excluída imediatamente - é que a mensagem acima tenha sido escrita para enganar os deputados, ou seja, com a intenção de que eles interpretem a isenção de pena como um verdadeiro e próprio direito de abortar. Mas isso seria uma grande fraude, embora praticada com "boas intenções". 
Se o objetivo da mensagem não é enganar os deputados, ela deveria ser mais precisa na explicação. Deveria afirmar que o projeto pretende manter a proibição de a mulher estuprada matar seu filho, embora conserve a não aplicação da pena (escusa absolutória) caso o crime já se tenha consumado. Mas pergunto: o que se lucraria com essa mensagem? 
Até agora, por mais que eu me esforçasse, não entendi o motivo pelo qual o Movimento insiste em fazer da complementação de voto da relatora uma arma a ser usada na aprovação do projeto em etapas posteriores."

Em resumo, o que se pede, o que se espera é que estas lideranças abram um diálogo, acertem seus ponteiros e esclareçam a opinião pública. A hora é grave e há vidas em jogo.


quinta-feira, maio 16, 2013

Abortistas querem que os bebês agradeçam por serem abortados

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"TEU BEBÊ VAI TE AGRADECER"

A imagem acima é mais uma para o rol de absurdos vindo dos abortistas. A Planned Parenthood, a maior rede de abortos dos EUA, veiculou em seu site este anúncio asqueroso. Nele a este abatedouro de seres humanos tem a coragem de vincular sua imagem à de uma mãe segurando seu filho sorridente nos braços e ainda com os dizeres "TEU BEBÊ VAI TE AGRADECER".

quarta-feira, maio 15, 2013

Mais casos de infanticídio na indústria abortista dos EUA

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Nem bem o médico-monstro Kermit Gosnell começa a passar o resto de sua vida na cadeia, mais um caso sobre infanticídio surge nos EUA. O acusado agora é o médico Douglas Karpen, proprietário de três clínicas abortistas no estado do Texas.

Continue lendo:

https://contraoaborto.wordpress.com/2013/05/15/mais-casos-de-infanticidio-na-industria-abortista-dos-eua/

segunda-feira, maio 13, 2013

Esclarecimentos sobre o Estatuto do Nascituro

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Indico para leitura os importantes esclarecimentos feitos pela Dra. Lenise Garcia, presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida, sobre o Estatuto do Nascituro em tramitação no Parlamento.

O texto original pode ser lido aqui. 

Destaco, abaixo, as análises das críticas feitas pelas professoras Débora Diniz, Lola Aronovich e pelo Padre Lodi em relação ao nascituro ser ou não tratado como pessoa.

  1. "Análise das críticas
Débora Diniz começa errando na biologia, pois a fecundação é de uma única célula, gerando um indivíduo único que começa a se desenvolver como um “punhado de células” até chegar ao “montão de células” que somos cada um de nós. Por isso, o ser que é formado na fecundação efetivamente é um ser humano, pois, como dizia sabiamente o geneticista Lejeune, “se não fosse humano desde o início nunca se tornaria humano, pois nada é acrescentado a ele.” 
Ao falar em “células recém-fecundadas”, ela mostra não admitir a evidente unidade que existe entre o ser que no primeiro momento se forma e aquilo que será ao longo de toda a sua existência, desenvolvendo-se em um processo contínuo. 
Lola Aronovich diz que o Estatuto pretende “considerar um embrião uma pessoa já nascida, digna de todos os direitos jurídicos”. Realmente, a proposta em discussão considera o embrião digno dos direitos que lhe cabem, essa é exatamente a sua finalidade. Considera-o, como de fato é, já gerado – não já nascido, pois é nascituro.
É interessante notar que ambas, embora discordem de que o nascituro seja pessoa, consideram que o Estatuto do Nascituro assim reconhece o embrião. 
Já o Pe. Lodi acusa o substitutivo de poder ser interpretado como "expectativas de direitos", quando esse termo constava textualmente do projeto original, e foi retirado no substitutivo, que garante ao nascituro “direitos da personalidade”. Embora não se use a palavra pessoa, fica evidente que o Estatuto do Nascituro garante todos os seus direitos fundamentais. Em síntese, Pe. Lodi está acusando o substitutivo de ter introduzido um problema que ele na realidade solucionou. 
Conclusão: o Estatuto do Nascituro trata o embrião como pessoa, garantindo-lhe os direitos, embora não use diretamente esse termo, mas outros análogos, fazendo referência a “dignidade e natureza humanas”, e a “direitos de personalidade”."

Já sobre a questão de como o Estatuto do Nascituro trata a punição às mulheres que abortam, especialmente em casos de estupro, ais a análise das críticas:
  1. "Análise das críticas
Dada a evidência de que nada muda em matéria penal, não fazem qualquer sentido as afirmações de Débora Diniz e Lola Aronovich a esse respeito. Parece claro que elas estão se referindo ao documento errado, ao PL 478/2007 original, já sepultado. 
Já o Pe. Lodi cai em contradição, ao dizer que a lei atual apenas faz o excludente de punibilidade em determinados casos, nos quais o aborto permanece crime (interpretação, aliás, com a qual concordo), e que o Estatuto do Nascituro transformaria em “aborto legal”. Não havendo qualquer modificação no Código Penal, sendo feita a ressalva do Art 128, a interpretação do mesmo continuará sendo a que até hoje se fez. 
Conclusão: em matéria penal, nada muda. O Código Penal continua como está, e as divergências na sua interpretação, que atualmente ocorrem, continuarão ocorrendo do mesmo modo: nem mais, nem menos."

E em seguida, as conclusões finais:
"CONCLUSÕES FINAIS: O Estatuto do Nascituro é uma proposta equilibrada, que explicita direitos fundamentais da criança ainda no ventre da mãe, e merece ser aprovada em nosso parlamento. Para se fazer um debate sensato e maduro a seu respeito, buscando inclusive eventual aperfeiçoamento, é preciso ter em conta os textos oficiais, especialmente o do substitutivo da Deputada Solange Almeida, que é o texto atualmente em discussão, e não textos antigos ou que só existem no imaginário de cada um."



sexta-feira, maio 10, 2013

Avó de bebê com anencefalia: "Ele nos ensinou tudo, Ele nos ensinou amor. Ensinou-nos como ser uma família."

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Nickolas e sua mãe, Sheena Cardona
Quem é favorável ao aborto de bebês anencéfalos talvez devesse ver bem atentamente o vídeo abaixo. Ele mostra o que eles insistem em negar: há uma vida humana. E as imagens nesta página mostram também algo mais, coisa que infelizmente parece que muitos dos defensores do aborto cismam em deixar de lado, que o amor, principalmente o amor de mãe, supera muito.
 
Nickolas Coke nasceu com anencefalia. Nickolas foi chamado de "Miracle Baby" ("Bebê Milagre") pois viveu por 3 anos e meio na companhia de seus pais e familiares, apenas tomando medicamentos para que tirarem algum desconforto devido à sua condição.

Este é o vídeo da reportagem de quando o menino completou 2 anos.




Sua família, após os cuidados iniciais e o natural período de aprendizado para lidar com a novidade que é cuidar de uma criança com sua condição, procurou que ele tivesse uma vida familiar a mais normal possível, levando-o a acampamentos, ao zoológico, festas, etc. E um pouco disto pode ser visto nas imagens abaixo.



Recentemente um comentarista na página do blog no Facebook escreveu que bebês anencéfalos estão "tecnicamente mortos". Talvez Nickolas e sua família possam fazer o rapaz mudar de idéia. Ou não... Mas eu fico com o que nos ensinou a avó de Nickolas:
"Ele nos ensinou tudo, Ele nos ensinou amor. Ensinou-nos como ser uma família. (...) Ele foi nosso herói porque ele mostrou força; se isto pode ser feito, tudo mais também pode."
Que coisa, não? Como poderia alguém "tecnicamente morto" ensinar algo tão profundo e positivo para seus familiares? Nickolas nasceu com um cérebro defeituoso, mas o amor de sua família compensou tal obstáculo.

 
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Fontes: