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quinta-feira, abril 03, 2014

Amar e ser amada: a escolha de Elizabeth Joice

Elizabeth, Max e a pequenina Lily
Elizabeth Joice, uma novaiorquina, foi diagnosticada com câncer em 2010. Após cirurgia e tratamento quimioterápico, ela foi dada como curada da grave doença. 

Vencida esta barreira, Elizabeth e seu marido Max -- ele a propôs em casamento no dia em que ela recebeu os resultados indicando a doença -- decidiram ter um filho. Os médicos, porém, disseram-lhes que seria virtualmente impossível que ela engravidasse. Mas, como aconteceu com o câncer, sua luta deu resultado e no verão norte-americano de 2013 Elizabeth e Max anunciaram a amigos e parentes que eles estavam grávidos. Desnecessário dizer que a alegria de todos foi imensa.

Apenas um mês depois do feliz anúncio, Elizabeth foi informada por seus médicos de que o câncer havia retornado. Ela e seu marido estavam agora diante de uma difícil escolha: abortar a criança e iniciar imediatamente o tratamento ou adiar o quanto possível o tratamento para preservar a vida de sua filha em gestação.

Elizabeth decidiu adiar o tratamento e dar uma chance à sua filhinha. "Ter um filho era uma das coisas mais importantes no mundo para ela", declarou Max ao jornal New York Post.

Apesar de marcada para o início de março, a cesariana que trouxe sua filhinha Lily à luz teve de ser feita em janeiro, pois Elizabeth precisava o quanto antes entrar em tratamento. Cinco dias após o parto, Elizabeth foi para casa e passou lá sua única noite junto a Max e Lily em sua residência, pois depois ela teve que ir para o hospital iniciar o difícil tratamento.

Infelizmente, já era tarde demais. O câncer havia voltado de forma violenta e Elizabeth Joice veio a falecer no dia 9 de março. Max estava ao seu lado. Ele disse isto de sua falecida esposa:
"Ela tinha esta energia positiva que nos fazia ser o melhor que pudéssemos. Ela não tolerava auto-piedade."

***

O exemplo de Elizabeth Joice, que deu sua vida pela vida de sua filha, mostra-nos do que são feitas as mães. Ela foi uma heroína, tais como foram Stacie Crimm, Edivaine Cristina e Lorraine Allard.

Em uma época em que tantas mulheres pensam que expor seus corpos equivale a protestar, em que o aborto é buscado como um "direito humano", são exemplos como o de Elizabeth Joice e tantas outras mães e pais que se sacrificam diariamente por seus filhos, chegando até um sacrifício extremo como no relato que aqui se pode ler, que nos mostram que a melhor resposta aos ataques à vida humana é mostrar que fomos feitos para amar e para sermos amados.



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