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sexta-feira, janeiro 22, 2016

Na Marcha pela Vida nos EUA, os jovens dão o recado!

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"Uma vida é tirada.
Muitos corações são partidos."

Como ocorre todo ano desde 1974, hoje mais uma vez aconteceu em Washington D.C., a capital dos EUA, a "Marcha pela Vida".



"ABORTO: 1/3 de nossa geração está faltando"

"Terroristas mataram 3000 desde 1990.
Abortistas mataram 4000 desde ONTEM."

"Eu AMO mulheres e bebês!" 
"É assim que se parece uma FEMINISTA PRÓ-VIDA!"

"Pró-Vida - Pró-Mulher - Pró-Amor"

"Pode me chamar de extremista, mas eu penso que o desmembramento é errado"

"Esta feminista se opõe à discriminação por desmembramento"

"Espero que minha mamãe seja pró-vida"

"Todas as vidas são importantes"

"Somos todos humanos, certo?
Cada vida humana possui o mesmo valor e vale a pena ser salva."

"Um amor, dois batimentos.
Mal posso esperar para encontrar meu filho em 123 dias!"

"Uma pessoa é uma pessoa, não importa o tamanho"

Os jovens são a maioria 


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Fonte das imagens: 35 of the Most Interesting Signs at the March for Life

quarta-feira, janeiro 13, 2016

"Meu corpo! Minha fraude!" - Na Espanha, mulheres engravidavam para fazer abortos e receber dinheiro do seguro

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Segundo informa um jornal espanhol, na província de Almería foram presas 16 pessoas que faziam parte de uma quadrilha que cometia fraudes para receber indenizações de seguradoras.

Continue lendo

https://contraoaborto.wordpress.com/2016/01/13/meu-corpo-minha-fraude-na-espanha-mulheres-engravidavam-para-fazer-abortos-e-receber-dinheiro-do-seguro

segunda-feira, janeiro 11, 2016

A quem interessa a impunidade pelo crime de aborto? - O jogo de interesses que lucra com a morte de mulheres e seus bebês

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No dia 14/10/2014, a polícia do Rio de Janeiro realizou a Operação Herodes, na qual 75 mandados de prisão e 118 de busca e apreensão foram executados para desbaratar a principal quadrilha responsável por clínicas de aborto no RJ. 

Dentre os presos na operação, havia médicos, policiais civis e militares, advogados, enfermeiras. A investigação foi a maior já realizada no Brasil para coibir e punir a prática do aborto, contando com 70 delegados e 430 agentes de polícia, e o inquérito policial produzido totalizou 14.108 páginas em 56 volumes, segundo informa a notícia do portal G1 à época. 

Apesar do sucesso da operação, apesar de todo o dinheiro dos pagadores de impostos investido para acabar com esta verdadeira máfia que ganha dinheiro sujo à custa do desespero de mulheres e do sangue de inocentes, os próprios policiais participantes da operação sabiam que lutavam uma luta ingrata em um país onde a impunidade é praxe, mesmo para os crimes tão baixos como o aborto.

Eis o que consta em reportagem do G1:
"'A história dessas pessoas demonstra que eles já vêm há muitos anos numa história de crimes sem punição. A legislação é muito benevolente com esse tipo de crime', afirmou Veloso, destacando que até hoje essas pessoas eram presas apenas em flagrante e depois acabavam sendo soltas por alguma medida cautelar."

A declaração foi de Fernando Veloso, então Chefe de Polícia Civil do RJ. Quando até a autoridade policial sabe que luta contra um mar de impunidade a coisa está bem difícil, a começar pela benevolência com um crime bárbaro, mas que é por muitos tolerado pelos mais variado motivos. Tudo fica mais fácil, claro, porque a principal vítima sequer tem voz para clamar contra a violência da qual é alvo.

Veloso, porém, não foi profético, não foi visionário e nem foi advinho. Foi apenas um realista. Ele sabia bem com o que estava lidando. A prova disto é a Medida Cautelar dada pelo Ministro Marco Aurélio, do STF, publicada em 12/11/2015, que deu a liberdade aos que haviam sido presos na Operação Herodes.

A justificativa para que os acusados respondam ao processo em liberdade que foi acolhida pelo ministro foi que "o ato que implicou a prisão preventiva mostrou-se fundamentado na prática delituosa, sem lançamento de qualquer motivação individualizada, relativa a cada réu". Em um inquérito de 14.108 páginas produzido por uma investigação de uma equipe de mais de 500 policiais, entre delegados e agentes, é de se imaginar que o que não falte é "motivação individualizada" de cada réu. Ou a polícia do RJ foi extremamente incompetente ou a justiça brasileira parece mais disposta a ater-se a detalhes técnicos mínimos do que tirar de circulação pessoas que cometem o crime de aborto há décadas.

E tudo isto feito, claro, com o dinheiro dos impostos da população, que espera que criminosos contumazes sejam processados e presos, e não que seu dinheiro seja gasto em uma operação que ao final resulte na soltura dos acusados devido a algum erro técnico.

Deixando de lado os labirintos técnicos de nossa justiça, podemos falar um pouco do trabalho executado pela quadrilha de aborteiros, para que se tenha idéia com o que estamos lidando neste caso.

O delegado Glaudiston Galeno declarou o seguinte sobre os médicos que haviam sido presos:
"Os médicos que estão sendo presos hoje são açougueiros humanos. Eles matam como se estivessem matando bezerros. Essa é a visão dessas pessoas."
Um destes presos é o médico Aloísio Soares Guimarães, apontado como um dos chefes da quadrilha, que tinha mais de 80 anos de idade quando da operação, e, segundo informa o G1, faz abortos desde 1972. É isto mesmo: há mais de 40 anos o médico faz abortos sem que a Justiça seja capaz de colocá-lo atrás das grades e sem que sequer o Conselho Regional de Medicina do RJ (Cremerj) o puna de alguma forma. Seu registro no Cremerj está ativo e uma simples busca na internet revela até o endereço de seu consultório.

Um outro destes presos é o médico Bruno Gomes da Silva, que estava com 80 anos à época da Operação Herodes. Conhecido pela alcunha de "Doutor Aborto", a página do jornal O Globo informa que ele até mesmo tomou cerveja enquanto fazia um aborto, segundo consta do inquérito policial.


O médico Bruno Gomes da Silva sendo preso em 2007


Dr. Bruno faz jus ao apelido de "Doutor Aborto". Basta algumas buscas na internet para traçarmos um pouco de sua história no ramo de lucrar com o sangue de inocentes e com o desespero de mulheres. Eis algumas notícias envolvendo o "Doutor Aborto" antes mesmo da Operação Herodes:


  • Em 13/10/2008 - Madureira (bairro da Zona Norte do Rio):
"O médico responsável pelo estabelecimento, identificado como Bruno Gomes da Silva, não foi encontrado pela polícia. Ele e outro funcionário teriam escapado pelos fundos da clínica ao perceberem a chegada dos policiais." (notícia original aqui)


  • Em 13/08/2009 - Botafogo (bairro da Zona Sul do Rio):
"No estabelecimento da Rua Paulo Barreto, os agentes prenderam, em flagrante, o médico Bruno Gomes da Silva, e detiveram funcionários do local e mulheres que aguardavam para realizar o aborto. Uma das vítimas, que estava sendo preparada para o procedimento, foi encaminhada para o Hospital Miguel Couto, na Gávea" (notícia original aqui)


  • Em 09/05/2014 - Jacarezinho (bairro da Zona Norte do Rio):
"A responsável pela clínica, não identificada pela polícia, conseguiu fugir antes da operação, assim como um dos médicos, Bruno Gomes da Silva, de 80 anos, que deixou a clínica ao ver a movimentação da polícia. Ele realizava abortos desde 1957 e já teve várias clínicas ilegais de aborto. A clínica lucrava de R$ 2,5 mil a R$ 6 mil por aborto." (notícia original aqui)

O registro no Cremerj do "Doutor Aborto" também continua ativo. Quando de sua prisão em 13/08/2009, assim informou o Jornal do Brasil em sua página:
"O Cremerj informou que aguarda a comunicação da polícia sobre a participação de médicos nas clínicas de aborto para tomar as medidas cabíveis, que vão de advertência a cassação que precisa ser referendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Na década de 1970, Bruno Gomes da Silva chegou a ter a cassação recomendada pelo Cremerj, mas o Conselho Federal de Medicina (CFM) reduziu a pena para suspensão por 30 dias."

Ou seja, se o Cremerj tivesse atuado como deveria contra um aborteiro em 1970, muitas vidas humanas teriam sido poupadas das mãos gananciosas do "Doutor Aborto". Ao invés disto, o Cremerj o deixou escapar apenas com 30 dias de suspensão, o que equivale a um tapinha na mão. Afinal, o que são 30 dias de suspensão em relação a mais 40 anos de abortos, não é mesmo?

Entre os presos na Operação Herodes, encontrava-se também a médica Ana Maria G. Barbosa. Ela, que também tem o registro em dia junto ao Cremerj, já é conhecida do Ministério Público do RJ, que há mais de uma década já a havia denunciado pela prática de abortos - 6.352 abortos, para sermos mais precisos. Eis o que informa a página do jornal Gazeta do Povo, do Paraná:
"Uma médica foi presa nesta terça-feira (14) durante uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra uma quadrilha que realizava abortos. Ana Maria G. Barbosa é do município de Montanha, norte do Espírito Santo, e morava em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca. A médica tem uma casa em São Mateus, Região Norte do Espírito Santo, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão pela Polícia Civil do Rio. O material apreendido será investigado. Contra ela ainda pesam mais de 6 mil denúncias pela prática de aborto.  O Ministério Público do Rio de Janeiro já havia denunciado a médica pela prática de 6.352 abortos no período de janeiro de 2001 a 9 de abril de 2003. Ela teria realizado os procedimentos em uma clínica na cidade de São João do Meriti, na Baixada Fluminense."

Os médicos Aloísio Soares Guimarães, Bruno Gomes da Silva e Ana Maria G. Barbosa são apenas 3 dos presos durante a Operação Herodes, e o que se colocou aqui como exemplo é apenas uma amostra do que se pode encontrar em simples buscas na internet.

Agora, vamos falar um pouco sobre as vítimas. 

Quando foi deflagrada a Operação Herodes, os casos das mortes de duas mulheres haviam causado comoção na sociedade há poucos meses. Jandira Magdalena dos Santos, de 27 anos, e Elizângela Barbosa, de 32 anos, morreram após fazerem abortos em clínicas clandestinas. Como não poderia deixar de acontecer, os favoráveis ao aborto instrumentalizaram ambas as mortes para tentar levar à frente sua agenda que busca a total liberação do aborto no Brasil.

Entidades e sites feministas, como é de praxe, sentiram o cheiro de sangue e saíram gritando o absurdo que tais mulheres tenham sido "obrigadas" a recorrer a clínicas clandestinas para fazerem abortos. Em um destes sites, uma jovem feminista escreveu uma longa peça culpando todo mundo pela morte de Jandira: os machistas, os políticos, os religiosos, a sociedade hipócrita, etc. Ou seja, todos os que ela, jovem feminista em seu mundo paranóico, combate em "textões" publicados em Facebook e sites feministas, é que são os reais assassinos de Jandira. Não foi a máfia abortista que matou Jandira, não foram médicos como o "Doutor Aborto", nada disto. Os reais assassinos foram os que dizem às mulheres para não abortar, pois isto poderá custar sua própria vida e certamente custará a vida do filho que está em seu ventre. Os reais assassinos são aqueles que dizem às mulheres que elas merecem mais que abortos. Os reais assassinos são aqueles que chamam à responsabilidades os homens, para que jamais neguem apoio às suas companheiras no caso de uma gravidez. É nesta farsa que as ativistas feministas querem que todos acreditem.


Sala de cirurgia em uma das clínicas de aborto.
Abaixo, um triturador de fetos. (fonte)
Mas o que impressiona não é que tais grupos tenham aproveitado a chance criada pela morte das duas mulheres para empurrar sua agenda, pois isto não é incomum. O que impressiona mesmo é a facilidade com que elas se esqueceram da morte das duas mulheres.

Curiosamente, não se viu feminista que tenha vindo à público apoiar os resultados da Operação Herodes, que ocorreu apenas alguns meses após as tragédias das duas mulheres. Não se soube de feminista que tenha procurado a imprensa e parabenizado a polícia por ter prendido aborteiros que há décadas ganhavam dinheiro às custas do desespero de mulheres.

É claro que isto jamais aconteceria, pois aos favoráveis ao aborto a existência de um "Doutor Aborto" tomando sua cerveja enquanto retalha bebês no ventre de suas mães é um fato que ajuda a causa que defendem. Tanto médicos inescrupulosos quanto mulheres que morrem em suas mãos, tais como Jandira e Elizângela, são dados que ajudam na manutenção da narrativa da "necessidade e urgência da liberação do aborto". Aos que apóiam o aborto, uma Operação Herodes mais atrapalha do que ajuda. Aos que apóiam o aborto, as mortes de duas mulheres que buscavam abortar seus filhos servem perfeitamente a seus objetivos.

É duro dizer tal coisa? É forçar demais? Será mesmo? Onde então está a indignação pela recente liberação dos que haviam sido presos durante a Operação Herodes? Onde está a revolta com médicos que por décadas ganharam dinheiro com o desespero e com o sangue de mulheres desesperadas? Nada... Só há silêncio. Não há passeatas. Nâo há "textão" no Facebook. Nada. 

Não são as feministas que dizem lutar pelos direitos das mulheres? Por que então o desbaratamento de uma máfia de aborteiros não mereceu qualquer atenção de tais grupos? Por que a liberação de gente que era capaz de tomar cerveja enquanto fazia abortos não criou qualquer tipo de comoção?

A verdade é que a existência de clínicas clandestinas, de médicos inescrupulosos, de máfias de aborteiros e de mulheres que morrem cometendo o crime de aborto cabe perfeitamente no plano de quem deseja ver a lberação do aborto no Brasil. E é por isto que há tanta impunidade em relação ao aborto. É por isto que a liberação dos que haviam sido presos em uma operação policial exemplar não causa o mínimo de indignação entre feministas, entre políticos defensores do aborto e nem na mídia.

No Brasil, o assassino Rei Herodes provavelmente seria endeusado e tratado como "progressista". A única coisa que desejam os abortistas é que apareçam mais Jandiras e mais Elizângelas para que suas mortes sirvam à sua causa. E enquanto isto não acontece, quanto mais "Doutores Aborto" estiverem livres, melhor.


sexta-feira, janeiro 08, 2016

Homem contratou uma "barriga de aluguel" e depois quis obrigá-la a abortar um de seus trigêmeos

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Melissa Cook
Melissa Cook, norte-americana de 47 anos e que já é mãe de 4 filhos, foi contratada por um homem de 49 anos, solteiro e que ainda vive com seus pais, para ser a barriga de aluguel de um bebê concebido com o esperma dele e o óvulo de uma jovem doadora de 20 anos. 

domingo, novembro 08, 2015

Um milagre chamado Maria Clara e o contraste entre dois médicos

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A pequenina Maria Clara sendo medida pela equipe do berçário

"Não vou tirar... Não consigo... É a esperança de manter uma vida..."

Foi com estas palavras que o médico Frederico Mendes Vieira respondeu a uma pergunta sobre o motivo pelo qual decidiu manter uma bebê no ventre de uma paciente mesmo que isto estivesse contrariando o que é relatado na literatura médica. 

Se dr. Frederico tivesse procedido de outra forma e feito o aborto, mesmo que por razões médicas, a bebê Maria Clara, filha de Charlô Pereira da Silva, não teria nascido na última sexta-feira (06/11) na cidade de São Joaquim, SC, no Hospital Sagrado Coração de Jesus. Segundo a reportagem da página São Joaquim Online, a gestação começou a mostrar-se problemática quando houve rompimento da bolsa com 21 semanas e 4 dias. Pelo que informou o dr. Frederico ao site, a literatura médica dá como certa a morto do bebê em casos deste tipo. 
Dr. Frederico Mendes Vieira

Eis as palavras do médico-obstetra:
“Não exitem relatos de bolsa rota (ruptura prematura) de fetos que tenham sobrevivido com 63 dias (sem o líquido amniótico). Existem relatos de 55 dias, mas não de 63. Vou inclusive levar ao Congresso Nacional de Medicina em Brasília e vou relatar o caso. Porque para a medicina é impossível que o feto tenha sobrevivido. Isto foi um milagre, pois não existia chances. Não era nem 99% de o feto morrer, era 100%… Era só levar para a sala do parto e abortar a criança para não causar riscos para a mãe.” 

Charlô estava internada no hospital há 2 meses devido a necessidade de cuidados intensos. Na sexta-feira passada, após dr. Frederico observar que a bebê não estava mais se desenvolvendo, foi feita uma cesariana de emergência para que Maria Clara viesse à luz. 

O tempo gestacional total foi de 30 semanas e 4 dias. Maria Clara permaneceu na barriga de sua mãe 9 semanas após o rompimento da bolsa, um verdadeiro milagre! E este milagre só foi possível porque no Hospital Sagrado Coração de Jesus havia um médico que estava comprometido com a preservação da vida, um médico que, por suas próprias palavras, tinha "esperança de manter uma vida", mesmo que para isto tivesse de contrariar até mesmo seus conhecimentos médicos.

E quando pensamos que nesta mesma semana a edição da Revista Veja São Paulo traz em sua capa o médico Jefferson Drezett que tem em seu currículo mais de 600 "abortos legais", podemos ver um dos maiores problemas do Brasil: damos valor aos que não merecem, premiamos o erro, louvamos a corrupção.
Charlô Pereira da Silva, a mãe

É evidente que a reportagem foi pautada pela militância abortista, que vê perigo com a votação do Projeto de Lei 5069/2013, que, dentre outras disposições, exige a apresentação de B.O. para o acesso ao eufemisticamente chamado "aborto legal" -- se preferir chamar de "assassinato legal" ou "esquartejamento assistido" também está valendo. Pois é... Para criar brechas para o aumento no caso de abortos no Brasil, a atual militância feminista está disposta até mesmo a deixar de lado que mulheres denunciem estupradores. A prova que a militância abortista tem o pé firme da redação de Veja (coisa que não é novidade para este blog...) pode ser visto neste trecho da reportagem:
"A questão do aborto legal vem sendo muito discutida devido ao recente projeto de lei do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele quer dificultar essa operação no país. A proposta, que passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia 21 de outubro, prevê, entre outras coisas, a obrigatoriedade de um boletim de ocorrência para a realização do procedimento (atualmente, basta a  palavra da vítima no hospital) e mais restrições à venda de medicamentos considerados abortivos no Brasil. Na prática, segundo os críticos da ideia, isso poderia impedir por aqui até a comercialização da pílula do dia seguinte, droga hoje vendida livremente nas farmácias."

Quando se quer manipular a opinião pública, começa-se sempre por criar um vilão. Neste caso, é Eduardo Cunha o alvo, por ser autor do Projeto de Lei original. Mas não apenas por isto, claro, pois há outros motivos políticos pelos quais a esquerda queira vê-lo longe do poder. Segundo a Veja, "ele quer dificultar essa operação no país". Certo... Curiosamente, a revista sequer menciona que a população brasileira é esmagadoramente contrária a mudanças na lei referente ao aborto e duvido muito que seja a favor de quem quer deixar brechas na lei para que o aborto possa ser feito por quem desejar. 

Faltou também a revista informar que os tais "críticos de idéia" são os militantes abortistas e também que a parte sobre a pílula do dia seguinte é uma deslavada mentira, tendo sido criada apenas uma cortina de fumaça pelos abortistas como é seu método conhecido.

Na reportagem da Veja São Paulo há todo um cuidado em mostrar o trabalho que dr. Drezett e sua equipe fazem com tanta eficiência há vários anos. É tudo muito "humano" e o hospital Pérola Byington até já ganhou um prêmio do Banco Mundial por seu trabalho de abortar bebês. É evidente que em momento nenhum a revista reporta que a cada aborto, independente de como tenha sido concebido, é um ser humano que é eliminado. Atendimento humanizado, neste caso, é para alguns apenas, certo?

O pai de Maria Clara, Anderson, e o médico Frederico Mendes Vieira,
emocionados com o milagre chamado Maria Clara

É também ótimo sabermos que em um país onde a Saúde Pública está totalmente falida, com gestantes muitas vezes sendo atendidas no chão de hospitais, o Pérola Byington ganha um prémio "pela excelência do trabalho ali realizado". O "trabalho realizado" no caso, é sempre bom lembrar, é a morte de bebês no ventre de suas mães. É evidente que nem dr. Drezett e nem a revista irão contar aos leitores que a partir da concepção já existe um novo ser humano. Pelo jeito, há verdades que os leitores de Veja não merecem ler.
Dr. Drezett e a capa de Veja SP

E é este tipo de trabalho realizado pelo dr. Drezett que merece uma capa da Veja São Paulo e um prêmio do Banco Mundial. Já o milagre que foi o nascimento de Maria Clara, milagre que só foi possível porque o dr. Frederico Mendes Vieira teve esperança de manter aquela vida em gestação, não merecerá uma capa de Veja ou coisa parecida. O Brasil é mesmo só para iniciados...


Mas a verdade é que isto pouco importa. As lágrimas de emoção nos olhos do médico e do pai de Maria Clara valem bem mais que uma capa de revista semanal. 

Dr. Frederico teve esperança na vida que estava em gestação e foi partícipe de um milagre que se chama Maria Clara; já o dr. Drezett, que após mais de 600 abortos declarou não ter qualquer problema de consciência, pode contemplar o resultado de seu trabalho olhando para o lixo hospitalar. Que contraste, não?

Em sua página no Facebook, o dr. Frederico assim escreveu sobre a experiência única que foi o nascimento de Maria Clara:
"Obrigado meu Deus pelos 63 milagres que trouxeram Maria Clara ao mundo e por me permitir fazer parte desta historia. 
Obrigado a família pela confiança. Especialmente aos pais Charlô e Anderson! 
Obrigado ao hospital pela estrutura disponibilizada. 
Obrigado à equipe de enfermagem pelo suporte e comprometimento. 
Obrigado a todos que se emocionaram com o milagre da vida!"

E todos nós agradecemos ao dr. Frederico e por ele representar tão bem o que é a missão da verdadeira Medicina: salvar e preservar a vida humana. 



segunda-feira, setembro 21, 2015

Uma nova batalha pela vida se aproxima

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Mesmo em tempos de instabilidade política e econômica, não podemos deixar de estar vigilantes sobre os ataques à vida e à família por parte de certas forças políticas.

Nesta semana acontecerá mais uma batalha contra as forças que lutam pela implantação do aborto -- mesmo que de forma velada -- no Congresso Nacional.

Em 2013, o deputado Eduardo Cunha, quando ainda não era presidente do Câmara, protocolou o Projeto de Lei 5.069, que tem o objetivo de dotar "(...)o sistema jurídico pátrio de mecanismos mais efetivos para refrear a prática do aborto, que vem sendo perpetrada sob os auspícios de artimanhas jurídicas, em desrespeito da vontade amplamente majoritária do povo brasileiro", segundo as próprias palavras do relator do PL, o deputado Evandro Gussi (PV-SP).

Este PL está atualmente em discussão na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O relator Evandro Gussi apresentou parecer favorável ao Projeto de Lei e também apresentou um substitutivo que inclui até mesmo a revogação de parte da lei 12.845/2013, cuja entrada em vigor foi muito criticada pelas lideranças pró-vida por seu texto que veladamente facilitava o acesso ao aborto, mesmo este sendo ilegal e tendo a esmagadora maioria da população brasileira contrária a esta hedionda prática.

Eis um breve resumo do que é pretendido pelo substitutivo do deputado Evandro Gussi:

1) criminaliza o induzimento, instigação ou auxílio ao aborto (adição de art. 126-A no CP), bem como o anúncio de meio abortivo. 
2) altera o texto da Lei 12845/2013, para adequar o texto do art 1º, 2º e 3º para impedir que o aborto vire prática de planejamento familiar. Como consequência, prevê exame de corpo de delito para atendimento de caso de violência sexual, como requisito para se proceder ao aborto, nos casos inimputáveis pela lei (estupro, risco de vida da gestante).


Além de criminalizar tanto a propaganda de meios abortivos - como é o caso de pessoas que criam páginas para venda de medicamentos proibidos que causam aborto -, estas modificações buscam minimizar o estrago feito pela lei 12.845/2013, que ficou conhecida no meio pró-vida como "Lei Cavalo de Tróia", pois ficou claro a todos que o texto da lei foi produzido especificamente com a intenção de abrir brechas para o acesso ao aborto. Mais detalhes sobre esta lei podem ser vistos aqui e aqui.

Como não surpreende ninguém, há resistências a esta proposta de legislação, principalmente por parte de deputados ligados ao governo que integram a CCJ, como pode ser visto em reportagem da própria Câmara de Deputados

O PT e seus aliados há muito vêm tentando legalizar o aborto no Brasil e a Lei Cavalo de Tróia é mais uma das tentativas neste sentido. Lembre-se também que a autoria original da lei partiu exatamente deste partido. 

Estivessem mesmo preocupados em manter o ordenamento jurídico, os deputados contrários à iniciativa dos deputados Eduardo Cunha e Evandro Gussi não permaneceriam com este posicionamento, pois tanto o Projeto de Lei original quanto seu substitutivo procuram assegurar que a legislação que foi criada para auxílio às mulheres vítimas de violência sexual não seja utilizada para outros fins.

Ao insistir em combater tanto o PL original quanto o substitutivo, os deputados contrários a este ajuste necessário na legislação parecem indicar exatamente o que se suspeitava: toda a Lei Cavalo de Tróia foi produzida para servir de base para a liberação do aborto de forma velada, como indicado por várias lideranças pró-vida.

Não fosse assim, qual seria o problema em tornar criminoso o ato de anunciar a venda de meios abortivos, já que em nosso país o aborto continua sendo um crime contra a vida? Qual seria o problema em especificar claramente o que seja violência sexual, tal como está no substitutivo? Qual seria o problema em retirar a polêmica nomenclatura "profilaxia da gravidez" do texto da lei? Afinal, qual seria o problema estabelecer que vítimas de violência sexual devem passar por exame de corpo de delito?

Tudo isto consta do substitutivo e é um avanço positivo para uma legislação que pretende - ao mesmo é o que diz pretender em seu texto -- servir de auxílio às vítimas de violência sexual. Por que então vários deputados estão contrários a estas propostas?

Ou será que interessa ao governo do PT, que desde sua subida ao poder com o presidente Lula tenta de todas as formas possíveis a liberação do aborto, que o texto da lei permaneça ambíguo, confuso e aberto às mais absurdas interpretações, exatamente para facilitar brechas na legislação que impede o aborto?

É vergonhoso que o PT e seus aliados abortistas tenham instrumentalizado até mesmo um tema tão sensível quanto violência sexual para levar à frente sua agenda abortista. Não satisfeito de quebrar o país para implantar seu projeto de poder, este partido é capaz de descer até tal ponto para criar formas de burlar nossa legislação contrária ao aborto.

Isto é um desrespeito direto à vontade da população, que é amplamente contrária à legalização do aborto. O cálculo político petista é de tal maneira maquiavélico, que a presidente Dilma apenas sancionou esta lei após a Jornada Mundial da Juventude. Somente após a partida do Papa Francisco é que a presidente Dilma sancionou a lei. Isto é cálculo político, é maquiavelismo, práticas comuns quando se trata de PT.

Para finalizar, no momento precisamos que o maior número possível de pessoas pressionem os deputados da CCJ, principalmente os indecisos quanto à questão, para que eles apareçam na reunião da CCJ da próxima terça-feira, onde este assunto será discutido. 

Abaixo segue o contato dos deputados que, segundo informações, encontram-se indecisos sobre o assunto. Quem puder, deve, de preferência, ligar para estes parlamentares. Ao clicar no nome do deputado, será aberta uma página com os contatos do mesmo. 

Uma lista com todos os membros da CCJ - a favor, contrários e indecisos em relação à matéria -  podem ser vistos neste link




TITULARES

PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB



PSD/PR/PROS



PSDB/PSB/PPS/PV



PDT



SUPLENTES

PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB



PSD/PR/PROS



PSDB/PSB/PPS/PV



PDT




sexta-feira, agosto 28, 2015

O amor destas famílias é uma bela resposta a um juiz que autorizou um aborto no RJ

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Janaína e o pequeno Emmanuel
(imagem retirada do blog "Anjos sem Rins")
O juiz Edison Ponte Burlamaqui, da cidade do Rio de Janeiro, segundo informações do jornal O Dia, autorizou um casal a abortar seu filho em gestação devido a este ser portador de agenesia renal bilateral, anomalia na qual o bebê não desenvolve os rins, o que o deixa com expectativa de vida muito curta.