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domingo, novembro 08, 2015

Um milagre chamado Maria Clara e o contraste entre dois médicos

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A pequenina Maria Clara sendo medida pela equipe do berçário

"Não vou tirar... Não consigo... É a esperança de manter uma vida..."

Foi com estas palavras que o médico Frederico Mendes Vieira respondeu a uma pergunta sobre o motivo pelo qual decidiu manter uma bebê no ventre de uma paciente mesmo que isto estivesse contrariando o que é relatado na literatura médica. 

Se dr. Frederico tivesse procedido de outra forma e feito o aborto, mesmo que por razões médicas, a bebê Maria Clara, filha de Charlô Pereira da Silva, não teria nascido na última sexta-feira (06/11) na cidade de São Joaquim, SC, no Hospital Sagrado Coração de Jesus. Segundo a reportagem da página São Joaquim Online, a gestação começou a mostrar-se problemática quando houve rompimento da bolsa com 21 semanas e 4 dias. Pelo que informou o dr. Frederico ao site, a literatura médica dá como certa a morto do bebê em casos deste tipo. 
Dr. Frederico Mendes Vieira

Eis as palavras do médico-obstetra:
“Não exitem relatos de bolsa rota (ruptura prematura) de fetos que tenham sobrevivido com 63 dias (sem o líquido amniótico). Existem relatos de 55 dias, mas não de 63. Vou inclusive levar ao Congresso Nacional de Medicina em Brasília e vou relatar o caso. Porque para a medicina é impossível que o feto tenha sobrevivido. Isto foi um milagre, pois não existia chances. Não era nem 99% de o feto morrer, era 100%… Era só levar para a sala do parto e abortar a criança para não causar riscos para a mãe.” 

Charlô estava internada no hospital há 2 meses devido a necessidade de cuidados intensos. Na sexta-feira passada, após dr. Frederico observar que a bebê não estava mais se desenvolvendo, foi feita uma cesariana de emergência para que Maria Clara viesse à luz. 

O tempo gestacional total foi de 30 semanas e 4 dias. Maria Clara permaneceu na barriga de sua mãe 9 semanas após o rompimento da bolsa, um verdadeiro milagre! E este milagre só foi possível porque no Hospital Sagrado Coração de Jesus havia um médico que estava comprometido com a preservação da vida, um médico que, por suas próprias palavras, tinha "esperança de manter uma vida", mesmo que para isto tivesse de contrariar até mesmo seus conhecimentos médicos.

E quando pensamos que nesta mesma semana a edição da Revista Veja São Paulo traz em sua capa o médico Jefferson Drezett que tem em seu currículo mais de 600 "abortos legais", podemos ver um dos maiores problemas do Brasil: damos valor aos que não merecem, premiamos o erro, louvamos a corrupção.
Charlô Pereira da Silva, a mãe

É evidente que a reportagem foi pautada pela militância abortista, que vê perigo com a votação do Projeto de Lei 5069/2013, que, dentre outras disposições, exige a apresentação de B.O. para o acesso ao eufemisticamente chamado "aborto legal" -- se preferir chamar de "assassinato legal" ou "esquartejamento assistido" também está valendo. Pois é... Para criar brechas para o aumento no caso de abortos no Brasil, a atual militância feminista está disposta até mesmo a deixar de lado que mulheres denunciem estupradores. A prova que a militância abortista tem o pé firme da redação de Veja (coisa que não é novidade para este blog...) pode ser visto neste trecho da reportagem:
"A questão do aborto legal vem sendo muito discutida devido ao recente projeto de lei do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele quer dificultar essa operação no país. A proposta, que passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia 21 de outubro, prevê, entre outras coisas, a obrigatoriedade de um boletim de ocorrência para a realização do procedimento (atualmente, basta a  palavra da vítima no hospital) e mais restrições à venda de medicamentos considerados abortivos no Brasil. Na prática, segundo os críticos da ideia, isso poderia impedir por aqui até a comercialização da pílula do dia seguinte, droga hoje vendida livremente nas farmácias."

Quando se quer manipular a opinião pública, começa-se sempre por criar um vilão. Neste caso, é Eduardo Cunha o alvo, por ser autor do Projeto de Lei original. Mas não apenas por isto, claro, pois há outros motivos políticos pelos quais a esquerda queira vê-lo longe do poder. Segundo a Veja, "ele quer dificultar essa operação no país". Certo... Curiosamente, a revista sequer menciona que a população brasileira é esmagadoramente contrária a mudanças na lei referente ao aborto e duvido muito que seja a favor de quem quer deixar brechas na lei para que o aborto possa ser feito por quem desejar. 

Faltou também a revista informar que os tais "críticos de idéia" são os militantes abortistas e também que a parte sobre a pílula do dia seguinte é uma deslavada mentira, tendo sido criada apenas uma cortina de fumaça pelos abortistas como é seu método conhecido.

Na reportagem da Veja São Paulo há todo um cuidado em mostrar o trabalho que dr. Drezett e sua equipe fazem com tanta eficiência há vários anos. É tudo muito "humano" e o hospital Pérola Byington até já ganhou um prêmio do Banco Mundial por seu trabalho de abortar bebês. É evidente que em momento nenhum a revista reporta que a cada aborto, independente de como tenha sido concebido, é um ser humano que é eliminado. Atendimento humanizado, neste caso, é para alguns apenas, certo?

O pai de Maria Clara, Anderson, e o médico Frederico Mendes Vieira,
emocionados com o milagre chamado Maria Clara

É também ótimo sabermos que em um país onde a Saúde Pública está totalmente falida, com gestantes muitas vezes sendo atendidas no chão de hospitais, o Pérola Byington ganha um prémio "pela excelência do trabalho ali realizado". O "trabalho realizado" no caso, é sempre bom lembrar, é a morte de bebês no ventre de suas mães. É evidente que nem dr. Drezett e nem a revista irão contar aos leitores que a partir da concepção já existe um novo ser humano. Pelo jeito, há verdades que os leitores de Veja não merecem ler.
Dr. Drezett e a capa de Veja SP

E é este tipo de trabalho realizado pelo dr. Drezett que merece uma capa da Veja São Paulo e um prêmio do Banco Mundial. Já o milagre que foi o nascimento de Maria Clara, milagre que só foi possível porque o dr. Frederico Mendes Vieira teve esperança de manter aquela vida em gestação, não merecerá uma capa de Veja ou coisa parecida. O Brasil é mesmo só para iniciados...


Mas a verdade é que isto pouco importa. As lágrimas de emoção nos olhos do médico e do pai de Maria Clara valem bem mais que uma capa de revista semanal. 

Dr. Frederico teve esperança na vida que estava em gestação e foi partícipe de um milagre que se chama Maria Clara; já o dr. Drezett, que após mais de 600 abortos declarou não ter qualquer problema de consciência, pode contemplar o resultado de seu trabalho olhando para o lixo hospitalar. Que contraste, não?

Em sua página no Facebook, o dr. Frederico assim escreveu sobre a experiência única que foi o nascimento de Maria Clara:
"Obrigado meu Deus pelos 63 milagres que trouxeram Maria Clara ao mundo e por me permitir fazer parte desta historia. 
Obrigado a família pela confiança. Especialmente aos pais Charlô e Anderson! 
Obrigado ao hospital pela estrutura disponibilizada. 
Obrigado à equipe de enfermagem pelo suporte e comprometimento. 
Obrigado a todos que se emocionaram com o milagre da vida!"

E todos nós agradecemos ao dr. Frederico e por ele representar tão bem o que é a missão da verdadeira Medicina: salvar e preservar a vida humana. 



segunda-feira, setembro 21, 2015

Uma nova batalha pela vida se aproxima

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Mesmo em tempos de instabilidade política e econômica, não podemos deixar de estar vigilantes sobre os ataques à vida e à família por parte de certas forças políticas.

Nesta semana acontecerá mais uma batalha contra as forças que lutam pela implantação do aborto -- mesmo que de forma velada -- no Congresso Nacional.

Em 2013, o deputado Eduardo Cunha, quando ainda não era presidente do Câmara, protocolou o Projeto de Lei 5.069, que tem o objetivo de dotar "(...)o sistema jurídico pátrio de mecanismos mais efetivos para refrear a prática do aborto, que vem sendo perpetrada sob os auspícios de artimanhas jurídicas, em desrespeito da vontade amplamente majoritária do povo brasileiro", segundo as próprias palavras do relator do PL, o deputado Evandro Gussi (PV-SP).

Este PL está atualmente em discussão na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O relator Evandro Gussi apresentou parecer favorável ao Projeto de Lei e também apresentou um substitutivo que inclui até mesmo a revogação de parte da lei 12.845/2013, cuja entrada em vigor foi muito criticada pelas lideranças pró-vida por seu texto que veladamente facilitava o acesso ao aborto, mesmo este sendo ilegal e tendo a esmagadora maioria da população brasileira contrária a esta hedionda prática.

Eis um breve resumo do que é pretendido pelo substitutivo do deputado Evandro Gussi:

1) criminaliza o induzimento, instigação ou auxílio ao aborto (adição de art. 126-A no CP), bem como o anúncio de meio abortivo. 
2) altera o texto da Lei 12845/2013, para adequar o texto do art 1º, 2º e 3º para impedir que o aborto vire prática de planejamento familiar. Como consequência, prevê exame de corpo de delito para atendimento de caso de violência sexual, como requisito para se proceder ao aborto, nos casos inimputáveis pela lei (estupro, risco de vida da gestante).


Além de criminalizar tanto a propaganda de meios abortivos - como é o caso de pessoas que criam páginas para venda de medicamentos proibidos que causam aborto -, estas modificações buscam minimizar o estrago feito pela lei 12.845/2013, que ficou conhecida no meio pró-vida como "Lei Cavalo de Tróia", pois ficou claro a todos que o texto da lei foi produzido especificamente com a intenção de abrir brechas para o acesso ao aborto. Mais detalhes sobre esta lei podem ser vistos aqui e aqui.

Como não surpreende ninguém, há resistências a esta proposta de legislação, principalmente por parte de deputados ligados ao governo que integram a CCJ, como pode ser visto em reportagem da própria Câmara de Deputados

O PT e seus aliados há muito vêm tentando legalizar o aborto no Brasil e a Lei Cavalo de Tróia é mais uma das tentativas neste sentido. Lembre-se também que a autoria original da lei partiu exatamente deste partido. 

Estivessem mesmo preocupados em manter o ordenamento jurídico, os deputados contrários à iniciativa dos deputados Eduardo Cunha e Evandro Gussi não permaneceriam com este posicionamento, pois tanto o Projeto de Lei original quanto seu substitutivo procuram assegurar que a legislação que foi criada para auxílio às mulheres vítimas de violência sexual não seja utilizada para outros fins.

Ao insistir em combater tanto o PL original quanto o substitutivo, os deputados contrários a este ajuste necessário na legislação parecem indicar exatamente o que se suspeitava: toda a Lei Cavalo de Tróia foi produzida para servir de base para a liberação do aborto de forma velada, como indicado por várias lideranças pró-vida.

Não fosse assim, qual seria o problema em tornar criminoso o ato de anunciar a venda de meios abortivos, já que em nosso país o aborto continua sendo um crime contra a vida? Qual seria o problema em especificar claramente o que seja violência sexual, tal como está no substitutivo? Qual seria o problema em retirar a polêmica nomenclatura "profilaxia da gravidez" do texto da lei? Afinal, qual seria o problema estabelecer que vítimas de violência sexual devem passar por exame de corpo de delito?

Tudo isto consta do substitutivo e é um avanço positivo para uma legislação que pretende - ao mesmo é o que diz pretender em seu texto -- servir de auxílio às vítimas de violência sexual. Por que então vários deputados estão contrários a estas propostas?

Ou será que interessa ao governo do PT, que desde sua subida ao poder com o presidente Lula tenta de todas as formas possíveis a liberação do aborto, que o texto da lei permaneça ambíguo, confuso e aberto às mais absurdas interpretações, exatamente para facilitar brechas na legislação que impede o aborto?

É vergonhoso que o PT e seus aliados abortistas tenham instrumentalizado até mesmo um tema tão sensível quanto violência sexual para levar à frente sua agenda abortista. Não satisfeito de quebrar o país para implantar seu projeto de poder, este partido é capaz de descer até tal ponto para criar formas de burlar nossa legislação contrária ao aborto.

Isto é um desrespeito direto à vontade da população, que é amplamente contrária à legalização do aborto. O cálculo político petista é de tal maneira maquiavélico, que a presidente Dilma apenas sancionou esta lei após a Jornada Mundial da Juventude. Somente após a partida do Papa Francisco é que a presidente Dilma sancionou a lei. Isto é cálculo político, é maquiavelismo, práticas comuns quando se trata de PT.

Para finalizar, no momento precisamos que o maior número possível de pessoas pressionem os deputados da CCJ, principalmente os indecisos quanto à questão, para que eles apareçam na reunião da CCJ da próxima terça-feira, onde este assunto será discutido. 

Abaixo segue o contato dos deputados que, segundo informações, encontram-se indecisos sobre o assunto. Quem puder, deve, de preferência, ligar para estes parlamentares. Ao clicar no nome do deputado, será aberta uma página com os contatos do mesmo. 

Uma lista com todos os membros da CCJ - a favor, contrários e indecisos em relação à matéria -  podem ser vistos neste link




TITULARES

PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB



PSD/PR/PROS



PSDB/PSB/PPS/PV



PDT



SUPLENTES

PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB



PSD/PR/PROS



PSDB/PSB/PPS/PV



PDT




sexta-feira, agosto 28, 2015

O amor destas famílias é uma bela resposta a um juiz que autorizou um aborto no RJ

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Janaína e o pequeno Emmanuel
(imagem retirada do blog "Anjos sem Rins")
O juiz Edison Ponte Burlamaqui, da cidade do Rio de Janeiro, segundo informações do jornal O Dia, autorizou um casal a abortar seu filho em gestação devido a este ser portador de agenesia renal bilateral, anomalia na qual o bebê não desenvolve os rins, o que o deixa com expectativa de vida muito curta.





quarta-feira, agosto 26, 2015

Recém-nascida é resgatada de vaso sanitário na China

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O que podemos ver na reportagem da rede CNN disponível no vídeo abaixo é mais um exemplo dos resultados da Cultura da Morte, onde as mães e pais vão perdendo cada vez mais qualquer instinto pela preservação de seus filhos. 

É evidente que não deixa de ser chocante ver uma bebezinha ser abandonada à própria sorte dentro do vaso sanitário de um banheiro público como mostra a reportagem, mas é forçoso dizer que certas coisas não mais surpreendem.

A comunista China já foi assunto deste blog em algumas postagens e o que acontece por lá é um festival de horrores. Bebês são abandonados à morte, mães são forçadas a abortar seus filhos, corpos de bebês são encontrados em rios, ou até mesmo o puro e simples infanticídio é cometido às vistas de muitos. O aborto liberado, a política de filho único por casal e mais fatores culturais contribuíram para a atual situação do que acontece por lá.

É devastador ver o quanto se pode descer quando a vida humana passa a ser relativizada e a China é um exemplo pronto disto. A imagem que vem da China é a que os abortistas jamais querem que seja vista pelo público em geral. Quando se fala na legalização do aborto, principalmente com a glamourização deste ato hediondo como desejado pela imensa maioria da militância feminista/abortista, o que se tenta esconder é que a dessensibilização de homens e mulheres em relação a seus papéis de pais e mães leva ao que podemos ver acontecendo na China e em outras partes do mundo. 


terça-feira, julho 21, 2015

"2229" é a senha

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"2229" era a senha para o sistema de alarme em uma das clínicas de abortos da Planned Parenthood, a maior rede de abortos dos EUA, que está aparecendo nos notíciários devido à divulgação de vídeos secretos nos quais são mostradas gente graúda da organização negociando preço para a venda de partes de bebês abortados.

Vídeo mostra o que é a indústria do aborto

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Dra. Mary Gater dizendo o preço que pretende receber por partes de corpos de bebês abortados

Há alguns poucos dias, a Planned Parenthood, maior rede de clínicas de abortos dos EUA, foi exposta, através de um vídeo gravado secretamente, comercializando partes de corpos de bebês abortados.

sexta-feira, julho 17, 2015

Jandira Feghali e os números do aborto: a mesma mentira de sempre

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A deputada Jandira Feghali, do PC do B, recentemente divulgou em sua página no Facebook, uma imagem no qual é afirmado que "1 mulher morre a cada 2 dias por aborto clandestino". Curiosamente, no texto que acompanhava a imagem a deputada falava em 1.000.000 de abortos anuais no Brasil, como podemos ver na imagem acima. Oportunista, a publicação da deputada aproveitou a "deixa" da morte de Tatiana Camilato, que está sendo investigada devido a suspeitas que ela tenha se submetido a um aborto na cidade do Rio de Janeiro.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2015/07/17/jandira-feghali-e-os-numeros-do-aborto-a-mesma-mentira-de-sempre/