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segunda-feira, dezembro 09, 2013

Mandela, um ídolo para chamar de seu

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"Eis o que diz o Senhor: Maldito o homem que confia
em outro homem, que da carne faz o seu apoio e
cujo coração vive distante do Senhor!" (Jer 17, 5)

Se há coisa que pudemos ver nos últimos dias é que a idolatria vai muito bem, obrigado. O falecido líder sul-africano junta-se a outros ícones do mundo moderno e toda uma mitologia sobre suas ações foi criada para elevar-lhe a este posto. Mas parece que Mandela, por causa da cor de sua pele, ganha aura que vai mesmo além do que poderíamos imaginar.

Comunista ferrenho, do tipo que elogia Cuba por seus amplos direitos humanos, Mandela mereceu louvores de gente que nada tem a ver com suas escolhas políticas. Talvez com quem nos abraçamos e sorrimos não diga tanto sobre quem somos e Mandela seria a prova disto, já que ele pode ser visto neste gesto com o Papa João Paulo II ou com a Princesa Diana, e também com Mugabe, Fidel Castro, Kadafi, Arafat, etc. Se Mandela era esta metamorfose ambulante, por que então muitos agora só querem enxergar seu "lado bom"?

Se Stalin apagava seus desafetos das fotos oficiais, hoje em dia, diante desta impossibilidade, em que até uma twittada em momento irascível ficará guardada para todo o sempre, muitos querem que acreditemos que as ações de uma pessoa não dizem mais nada sobre ela. E aí o terrorismo de Mandela vai sendo varrido para debaixo do tapete, a mesma coisa com seu abortismo escancarado, com sua conivência e aproveitamento de empresas comercializadoras de diamante e toda a rede trabalho escravo e assassinatos que isto traz, sua inépcia e despreparo como governante, etc. E a quem tropeça no calombo que toda aquela sujeira acumulou, muitos vêm dizer que a crítica é direcionada à cor de sua pele.

Mesmo? Pois Mandela poderia ser até mesmo verde que seu impenitente terrorismo não traria novamente à vida as pessoas mortas em atentados. Não traria novamente à vida os milhões de não-nascidos que foram mortos por causa de uma das legislações abortistas mais liberais em todo o mundo. Não traria novamente à vida ou sequer daria dignidade às pessoas que as perderam por causa dos diamantes de sangue cujo comércio ele defendeu. 

A cor de Mandela importa nada perto de suas escolhas. Escolhas não têm cor, têm conseqüências. Humanos que somos, todos cometemos erros, uns maiores, outros menores. E mesmo os maiores erros, mesmo aquele pelos quais sofreremos as conseqüências até o resto de nossas vidas, um sincero pedido de perdão tem o poder de nos recolocar no caminho correto e também dar o exemplo aos irmãos, o que é fundamental para uma figura pública que tenha consciência de seu papel.

Mandela não fez nada disto... Terrorista na juventude, ele não pediu perdão por seus atos. É mais ou menos como a presidente Dilma... E chega a ser engraçado ver gente que não hesitaria em chamar a presidente de terrorista e que se mostra cheia de dedos no caso de Mandela.

Mandela foi um baita abortista, e mesmo assim muitos querem -- até no meio pró-vida! -- que este fato seja esquecido e que as mortes cruéis de inocentes e frágeis seres humanos não sejam sequer uma nota de pé de página na hagiografia do mais novo santo moderno.

Mandela defendeu o comércio de diamantes, dizendo-se contrário a um filme que expôs um pouco do que acontece na África em relação a isto. Já as mortes, a escravidão, os estupros, nada disto é lembrado como conseqüência de tais escolhas, pois, afinal, nenhuma mancha deve ser lembrada em sua biografia.

Se trabalhar alguns anos como torneiro mecânico e perder um dedo ou ser dona de uma lojinha de R$ 1,99 não qualifica ninguém para ser presidente de uma nação, tampouco passar 27 anos em uma cadeia pelo crime de terrorismo o faz. Resultado: a África do Sul, ainda hoje dominada pelo partido de Mandela e seguindo na estrada que ele pavimentou, está mergulhada em desemprego, em violência, em corrupção, com uma economia em frangalhos, etc. Lá a probabilidade de uma mulher ser estuprada é maior do que ela terminar o 2o. grau. Mas, claro, depois da soltura de Mandela a África do Sul ganhou um salvo-conduto da mídia mundial, pois mostrar seus problemas poderia respingar na figura do estimado líder. E então ficamos com a África do Sul da Copa do Mundo e do filme "Invictus".

A morte de Mandela deixou claro que a maioria gosta mesmo é de ter um ídolo para chamar de seu. E quando alguns mostram que os ídolos são apenas defeituosas criações humanas, a queda para muitos parece estar além do suportável, e daí vem as acusações, as agressões, o histerismo, coisa típica de quem vê um ídolo desmanchar-se diante de seus olhos.

Mandela teve pontos positivos? Claro que sim! Evitar um banho de sangue quando da época de sua libertação foi o maior deles. Ponto para ele! Mas mesmo isto não apaga o que ele fez e os métodos que utilizou, coisas das quais ele não mostrou arrependimento. Ninguém deve ser protegido de sua própria biografia... Será que não aprendemos nada com os péssimos exemplos recentes de Caetano, Gilberto Gil e Chico Buarque?

A santidade, a verdadeira santidade, dá trabalho, é uma luta diária, uma luta feita de quedas e mais quedas. Mas principalmente é feita de inúmeros e reiterados pedidos de perdão porque nos sabemos humanos e necessitados até mesmo do perdão de nossos semelhantes. E, de mais a mais, até onde eu sei, não utilizar meios ruins para atingir um fim bom vale para mim, para você que está lendo, para o papa e, veja só!, até mesmo para Mandela.

sexta-feira, dezembro 06, 2013

Mandela e o aborto

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 Que ainda em vida Nelson Mandela tenha se tornado uma referência ética, não me surpreende... Não por quem ele fosse, mas por quem dá tais títulos nos dias atuais. Aos "santos" dos dias atuais - gente como Al Gore, Bill Gates, Steven Jobs e outros mais - basta-lhes apenas agradar ao mundo. Mandela sai deste mundo e mesmo antes de sair já constava nos livros de história como um destes "santos".

Sinto discordar da onda de unanimidade que provavelmente varrerá nossa imprensa e principalmente a mídia social, alvo fácil de todo pensamento politicamente correto produzido atualmente.

Mandela e seu partido, African National Congress (ANC), por décadas têm uma relação muito próxima ao Partido Comunista da África do Sul, que, como é corriqueiro entre os esquerdistas, encara o aborto como direito da mulher, sem, claro, fazer qualquer referência à humanidade do nascituro. Eis um trecho do posicionamento deste partido em relação ao assunto:

"The South African Communist Party believes that every woman has the right to control over her own body and thus the right to make independent reproductive decisions. 
In addition, every woman therefore should have the right to choose whether or not she wishes to terminate a pregnancy." 
"[O Partido Comunista da África do Sul acredita que toda mulher tem direito ao controle sobre seu próprio corpo e também direito a tomar decisões independentes sobre sua vida reprodutiva. 
Somado a isto, toda mulher deveria ter o direito a escolher se ou não deseja terminar uma gravidez.]"

Já Mandela, que sempre direcionou politicamente o ANC, deu a seguinte declaração sobre o aborto
"As mulheres têm o direito de decidir o que querem fazer com seus corpos."

Tanto a declaração do Partido Comunista Sul-Africano como as palavras de Nelson Mandela reverberam o discurso do abortismo internacional, que se lixa para os "corpos" dos nascituros, seres humanos como qualquer um de nós. 

Mas Mandela não ficou apenas nas palavras... Após ganhar a histórica eleição na qual foi eleito presidente em 1994, Mandela e seu então ministro da Saúde, Nkosazana Dlamini-Zuma, apresentaram ao parlamento de seu país um projeto de legislação, posteriormente aprovado, que tornou a legislação sul-africana relacionada ao aborto uma das mais liberais do mundo. Adicionado a isto, Mandela, seu partido e coligados tiveram um preponderante papel na confecção da nova constituição sul-africana, por ele assinada em 1996, que deu relevante papel aos "direitos reprodutivos", um conhecido eufemismo para abortos, esterilizações, etc.

Para se ter uma idéia da liberalidade da legislação introduzida por Mandela, até 12 semanas de gestação nem mesmo é necessário um médico para fazer o procedimento, sequer uma enfermeira, bastando para tanto uma simples parteira. Mais um detalhe: o acesso ao aborto é garantido para mulheres de qualquer idade, mesmo menores. Resultado disto? O número de abortos na África do Sul teve um aumento gigantesco enquanto que, bem ao contrário do que previam os abortistas, também o número de mortes maternas teve aumento.

Esta é a obra de Nelson Mandela em relação aos seres humanos mais fragilizados que estão entre nós, os não-nascidos. Suas ações tiveram, tem e terão um efeito desastroso para seu país e para a humanidade em geral. Se muitas mulheres se vêem pressionadas e em momento de desespero e falta de perspectiva recorrem ao aborto, é exatamente esta mulher que deveria ser amparada pela sociedade. E são políticos como Nelson Mandela, que têm os instrumentos para minimizar este drama e escolhem não agir assim, preferindo muito mais o caminho fácil dos tais "direitos reprodutivos" enquanto lavam as mãos pelo sangue derramado dos inocentes, qual um Pilatos do mundo pós-moderno.

Que Nelson Mandela encontre a misericórdia e a proteção do Senhor Deus, a mesma proteção que ele negou aos não-nascidos através de sua atuação política.


quarta-feira, dezembro 04, 2013

E assim vamos indo: golfinhos, baleias, florestas e até rios têm direitos, mas não os nascituros

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Finja que eu sou uma árvore e me salve!
No início de 2012, dois pesquisadores de Ética escandalizaram o mundo ao perguntarem "Por que um bebê deve viver?", assunto que foi abordado aqui no blog ("Pergunta abortista: E por que um bebê deveria viver?"). Em outra postagem ("Cultura da Morte: o infanticídio") podemos ver que a pergunta dos pesquisadores não traz nada tão novo assim em relação ao que já vem acontecendo mundo afora conforme descemos cada vez no poço impulsionados pela Cultura da Morte. 

Bebês prematuros abandonados à morte já não são coisa que abale uma sociedade como a inglesa. Nos EUA, Barack Obama é simplesmente o presidente mais comprometido com o avanço do aborto em seu próprio país e no mundo inteiro que já passou por lá. Aqui no Brasil, com a proteção de certos órgãos oficiais e "missionários", há tribos indígenas que ainda praticam o infanticídio de bebês com alguma deficiência ou até mesmo caso o nascimento tenha sido de gêmeos.

Ou seja, os pesquisadores Alberto Giubilini e Francesca Minerva nada mais fizeram que dizer às claras o que muita gente evita por vários motivos. Eles são apenas a vanguarda do atraso, aqueles que têm a coragem de levantar bem alto o estandarte de uma ética que há muito virou as costas para o que seria aceitável.

Mas como o fundo do poço é uma utopia ao lidarmos com a Cultura da Morte, não é de admirar o que legisladores, pressionados pela radical militância ambiental e defensora dos direitos dos animais, venham aprovando mundo afora. Na Índia, por exemplo, onde o aborto é liberado e devido à preferência cultural por bebês do sexo masculino há já detectado o aborto seletivo de bebês meninas ("A Índia e o generocídio feminino"), recentemente os golfinhos e outros cetáceos obtiveram o status de "pessoa não-humana", o que lhes conferirá direitos específicos. Esta iniciativa veio após protestos contra um parque que promovia shows aquáticos com golfinhos no estado de Kerala.

Como justificar o status de pessoa para golfinhos, orcas e assemelhados e negá-lo para seres humanos ainda não nascidos? É impensável que um golfinho possa fazer uma performance em um show, mas tudo está bem quando um bebê é trucidado ainda no ventre de sua mãe?

Mas há mais... Se os golfinhos são a bola da vez, é porque os grandes primatas (chimpanzés, gorilas, orangotangos, bonobos) já tiveram seu status de pessoa aprovado, não? Pois sim... Foi o que fez o parlamento da Espanha em 2008 ao dar direitos humanos a estes animais, o que impede, por exemplo, que estes animais sejam utilizados em comerciais, filmes, circos, etc. E isto aconteceu no mesmo país onde o aborto vem tendo seus números aumentados ano a ano. Tudo isto, claro, capitaneado pelos esquerdistas que chegaram ao poder e modificaram a legislação.

Mais? Pois não! Na Nova Zelândia o rio Whanganui -- sim: um rio! --, o terceiro maior daquele país, obteve o status de pessoa, tendo seus direitos e interesses protegidos pela lei, tendo apontado até mesmo dois guardiões legais. Que coisa curiosa, não? Ah, sim... O aborto também é legalizado na Nova Zelândia. Faz sentido.

Basta isto? Mas claro que não... Faltava a América Latina dar sua contribuição a esta loucura coletiva mundial, não é mesmo? O Equador, indo mais além, em sua mais recente Constituição deu direitos legais à natureza:
"Art. 71.- La naturaleza o Pacha Mama, donde se reproduce y realiza la vida, tiene derecho a que se respete integralmente su existencia y el mantenimiento y regeneración de sus ciclos vitales, estructura, funciones y procesos evolutivos. Toda persona, comunidad, pueblo o nacionalidad podrá exigir a la autoridad pública el cumplimiento de los derechos de la naturaleza."
Até o momento, o aborto segue ilegal no Equador, mas obviamente que grupos abortistas há anos pressionam sua legalização.

Como o Brasil não poderia ficar de fora, nunca é demais lembrar que aqui é crime inafiançável eliminar ovos de tartaruga marinha enquanto políticos, o Governo e inúmeras ONGs lutam para que o aborto seja liberado, o que deixaria tartarugas não-nascidas protegidas por lei enquanto bebês humanos não-nascidos poderiam ser eliminados livremente.

É curioso que alguns poucos levantem sua voz para mostrar que o rei está nu e deixar à vista de todos o absurdo que animais e até acidentes geográficos tenham mais "direitos" que um seu semelhante, um ser humano ainda não nascido. Milhões morrem porque não há quem lhes defenda e porque há aqueles que até negam sua humanidade para facilitar sua eliminação cruel enquanto se escandalizam ao verem um golfinho fazer uma pirueta ou um chimpanzé participar de um filme. 

segunda-feira, dezembro 02, 2013

Rindo, abortista ensina : "Não podemos trazer à luz uma criança viva"

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O vídeo que vai acima é resultado de uma investigação feita pela equipe da organização Live Action, uma das mais atuantes no meio pró-vida norte-americanos e que vem ao longo dos anos, principalmente através de vídeos-denúncia, mostrando como funciona a indústria do aborto nos E.U.A.

Desta vez, a equipe ligou para uma clínica de abortos da cidade de Albuquerque, New Mexico, fazendo-se passar por uma jovem que procurava aborto estando já em gestação avançada. Note-se a falsidade do pessoal da clínica ao tentar esconder da jovem que seu bebê, já em gestação há 27 semanas, provavelmente não sentiria dor durante o procedimento.

Os abortistas da clínica sabem perfeitamente o que estão fazendo, o que fica claro quando a conselheira, ao ser perguntada se ela se sentia bem com a idéia de que o nascituro poderia sentir dor, diz à jovem que o fato de aplicarem uma injeção para parar o coração do feto é a forma mais humana de se proceder, porque, afinal de contas, eles não podem trazer uma criança viva à luz. E a esta declaração seguem-se risadas... É para se perguntar que tratamento "humano" é este que leva alguém a friamente aplicar uma injeção letal em uma criança inocente, frágil e ainda não nascida.

É esta a indústria do aborto. Seus lucros provém da dor, do desespero, da morte de inocentes. Tudo, claro, em nome de uma autonomia feminina que vai deixando atrás de si um rastro de sangue de milhões de mortos.

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Fonte: Cámara oculta: la abortera, ante un aborto de 6 meses: «No podemos dar a luz un niño vivo [Risas]»

terça-feira, novembro 26, 2013

Aborto não é solução - um vídeo pró-vida de John Elefante

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John Elefante foi vocalista da banda Kansas, banda da qual os mais velhos devem conhecer o sucesso "Play the game tonight", e como produtor foi vencedor de quatro prêmios Grammy. Recentemente, ele lançou um vídeo com uma nova música sua, na qual ele conta a história de como sua filha adotiva, Sami Elefante, veio ao mundo.

É o que pode ser visto no vídeo acima. É uma história que infelizmente não é incomum... A garota de apenas 13 anos se vê grávida e desesperada com sua situação. Por medo, esconde o fato da mãe. Procura o pai da criança, que irresponsável e covardemente a deixa só com suas aflições. Vendo-se sem opções, ela vai para a clínica abortiva e lá mais um turbilhão de pensamentos e conflitos a atingem. 

Note-se também o papel dos abortistas que tentam convencer a garota a fazer o aborto, tentando consolá-la: "Não se preocupe, você ficará bem. Você é jovem ainda e nós vemos isto todo o tempo". E aí vem o melhor: é a voz do Senhor que diz "Vocês não a levarão! Ela é minha! (...) Não, vocês não a levarão desta vez!".

O vídeo é muito bem feito e a letra da música, que pode ser vista abaixo, é muito bonita. Destaque-se ainda que no final (5:05), podemos ouvir a própria Sami Elefante e o John Elefante contando que ele está eternamente grato que a mãe biológica de Sami tenha escolhido a vida e a encaminhado para adoção. E é Sami ainda que nos dá um dado que os pró-vida norte-americanos infelizmente já conhecem bem: a cada 27 segundos, uma criança é abortada nos EUA, o que dá por volta de 3500 por dia. Mais informações podem ser vistas no site da OnlineForLife.org, organização que é apoiada pelo cantor/produtor.


This Time

She sat cold in a waiting room,
frightened and all alone
Watched the clock tick down,
knowing that her baby would soon be gone
Her head slung low, so embarrassed
She was 13 years old
She felt a kick inside as a reminder
of a life she couldn't show
Then she heard a voice inside say "Run away!
It was a mistake, but don't throw your child away!"

Then she fell into a light sleep,
had a dream about a little girl
There was a birthday cake and three candles
She was living in another world
She saw the little girl become a woman,
living in a happy home
Then she was suddenly awakened
by a voice that called her name
They said, "Don't worry, you'll be fine.
You're still young, we see this all the time."

Right then the Lord began to speak:
"You're not taking this one! She's Mine!
She'll grow up and seek My name.
You're not taking her! She's Mine!
And you're not taking her this time.
No, you're not taking her this time."

She laid flat on the table
She asked "Please, can I talk to someone?"
But a headstrong woman with a blank stare
said "We've gotta get this done."
Then she cried out, "Lord, please help me!
I've got to get to a phone!
I need to call my mother
to help me find my baby a home!"
They said, "Don't worry, you'll be fine.
You're still young, we see this all the time."

Right then the Lord began to speak:
"You're not taking this one! She's Mine!
She'll grow up to seek My name.
You're not taking her this time.
I decided before time began.
Her name is written in the Book.
They didn't have the power to take her life.
They're not taking her - she's Mine!
You're not taking her this time.
No, you're not taking her this time."

This time
No, you're not taking her this time



Pílula do Dia Seguinte: para o lucro de alguns, mulheres são vítimas de mais enganações

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Atualmente vivemos em um paradoxo... Nunca o acesso à informação esteve mais facilitado que nos dias atuais, através da Internet, da quantidade de títulos (livros, revistas, etc.), etc. No entanto, apesar deste amplo acesso, impressiona a falta de vontade de buscar a verdade de muitos. Impressionante também é a capacidade de rejeitar a verdade mesmo quando ela se apresenta claríssima à nossa frente.

Continue lendo:

https://contraoaborto.wordpress.com/2013/11/26/pilula-do-dia-seguinte-para-o-lucro-de-alguns-mulheres-sao-vitimas-de-mais-enganacoes/

sábado, novembro 16, 2013

O mimimi não pode parar: outra crítica a "Blood Money"

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"MIMIMI!"
Mais um crítico não gosta de "Blood Money"
A reação da crítica estabelecida na mídia nacional ao filme "Blood Money - Aborto Legalizado" deixa bem claro que o documentário acertou bem no nervo de muita gente. Na verdade, nem se pode dizer que os críticos estejam fazendo seu trabalho, pois o que vem sendo escrito pode ter o nome de outra coisa, mas nunca de crítica de cinema.

É o caso do que escreveu Bruno Carmelo, do site "Adoro Cinema". Logo no início, chama atenção que ele tenha chamado o documentário utilizando a mesma palavra que o crítico Mario Abbade, do jornal O Globo, também utilizou, "panfletário". Pode ser que ambos tenho assistido o filme juntos ou algo assim, quem sabe? Pode ser que tenham trocado informações após verem o filme, não é? Nada de mais... Nenhum problema, claro. Mas ao menos poderiam combinar de mudar o vocabulário para a coisa não ficar muito chata.

Carmelo diz que fazer um documentário como "Blood Money" é pouco eficiente, pois o tom radical, segundo ele, não vai convencer ninguém. Como seria então um tom menos radical em filme sobre matéria de vida ou morte de milhões de seres humanos frágeis e inocentes? O diretor David Kyle deveria ter feito como? Deveria não ter mostrado especialistas da área médica afirmando o que a Ciência já atestou há tempos, que a vida começa na concepção? Deveria não ter trazido o depoimento de pessoas que trabalharam na indústria do aborto e que dela saíram enojadas e traumatizadas por tudo que viram e no que participaram? Deveria não ter mostrado o depoimento de mulheres que carregam até hoje a marca dolorosa que é ter cometido um aborto? Ou seja, parece que Bruno Carmelo quer um filme sobre o aborto sem que seja mostrado verdadeiramente o que é o aborto: suas conseqüências; como a militância abortista engana a opinião pública; os problemas psicológicos que atingem as mulheres que caem neste erro; etc. Ele quer, na verdade, um filme que apenas mostre mais o que o abortismo internacional vem há décadas enfiando goela abaixo da opinião pública, seja nos EUA, na Europa, na África ou no Brasil, no qual a militância abortista finge querer debater enquanto impõe seus objetivos através de falcatruas jurídicas ou apelos a dados estatísticos totalmente falsificados, como aconteceu nos EUA, com o caso Roe x Wade, ou mesmo no Brasil, com a liberação do aborto de bebês anencéfalos.

Em dado momento de sua crítica, Bruno Carmelo parece dar o braço a torcer quando diz que "(...) o documentário não se contenta com afirmações vagas como 'o aborto é errado', e esforça-se para achar argumentos muito precisos (...)". Mesmo? Desafio qualquer abortista a mostrar algum discurso de um pró-vida sério a dizer apenas que "o aborto é errado", sem que este mesmo pró-vida saiba mostrar o porquê de este ato ser um erro. Carmelo tem em sua mente limitada apenas uma caricatura do que pensa um pró-vida. Talvez ele devesse dizer a seus leitores porque então o aborto seria correto, já que ele parece acreditar nisto sem que mostre qualquer sustentação para tal crença.

É verdade que o crítico, talvez por ter mais espaço para escrever, tenha se mostrado ser de uma espécie diferente de seu colega Mario Abbade, e tenha até admitido méritos no filme, como no trecho abaixo:
"Outro mérito, talvez o maior do filme, seja o fato de Blood Money – Aborto Legalizado tentar convencer o espectador através de argumentos racionais, e não emocionais. Com exceção de alguns momentos sentimentalistas, rumo ao final, onde criancinhas felizes e mulheres chorosas tomam a cena, o documentário prefere agir em nome da razão. (...)"
A razão, o que parece ignorar o crítico, não é exceção no movimento pró-vida, é a tônica deste movimento. O apelo a argumentos sentimentalóides e emocionais, através da manipulação de dados (sobre o que há farta documentação) e da mais pura enganação é o método da militância pró-aborto. Só não sabe disto quem ignora por completo o assunto.

Mas se o crítico começa o parágrafo louvando os argumentos racionais do lado pró-vida, ele, claro, nem mesmo se permite terminar este mesmo parágrafo sem voltar à carga:
"(...) Isso também significa que ele não mede esforços para encontrar argumentos racionais favoráveis ao seu discurso, incluindo a afirmação surpreendente de que o aborto seria pior do que a escravidão ou, mais chocante ainda, que ele seria uma versão moderna do nazismo, por impactar principalmente mulheres negras. O aborto, segundo o filme, teria como objetivo reduzir a população negra nos Estados Unidos."
Bruno Carmelo acha "surpreendente" que alguém diga que o aborto é pior que a escravidão. Vamos colocar assim, para ver se ele entende: um escravo pode ser liberto; já um bebê abortado pode voltar à vida? Será preciso desenhar? E além disto, é claro que ninguém esteja dizendo que escravidão é coisa boa, não é mesmo? E é o crítico que acha ruim utilizar "momentos sentimentalistas", não é? Sei...

Ele acha também absurdo que se compare o aborto como uma visão moderna do nazismo. Certo. Será que ele sabe quantos milhões já morreram por aborto? Vou dar apenas um dado: mais de 50 milhões desde 1973, somente nos EUA! Imagine este número na China, na Índia, na Europa... Será que ele acharia isto sentimental demais para o seu gosto? Será que ele sabe que os primeiros países a liberarem o aborto foram a extinta União Soviética e a Alemanha Nazista? Será que ele sabe que a conexão aborto-racismo está já bem documentada e inúmeros líderes afro-americanos estão procurando dar visibilidade a este problema? Aqui mesmo no blog podem ser visto dois textos sobre este assunto: "Aborto e racismo: tudo a ver!" e "O genocídio dos negros norte-americanos".

Mas Bruno Carmelo chama isto de "afirmações absurdas"... Baseado em que ele classifica assim os argumentos apresentados no filme? Não se sabe... Talvez na posição de Saturno ou na configuração da borra do último café que ele tomou, em búzios ou algo do tipo. Na realidade é que não foi.

Se lhe falta contato com a realidade do aborto, disposição para servir à causa sobra bastante. Eis o que um trecho que deixa isto bem à mostra:
"Aliás, é surpreendente que Blood Money – Aborto Legalizado não contenha nenhuma opinião favorável ao aborto, nem que seja para condená-la. Em uma discussão tabu como esta, seria normal expor o ponto de vista alheio e explicar as falhas deste raciocínio. Mas o documentário prefere fingir que o “outro lado”, como é chamado, simplesmente não tem ideias.(...)"
Uau! Bruno Carmelo se surpreende que um documentário contrário ao aborto não traga nenhuma opinião favorável ao aborto! É mesmo para levar a sério isto? Isto não é crítica, é apenas "mimimi". Isto, ele e seu colega de profissão Mario Abbade têm em comum: ambos queriam que o documentário mostrasse também os argumentos do outro lado. Isto só demonstra, além da incrível similaridade de suas "críticas", que ambos sofrem de um sério descolamento da realidade da discussão sobre o aborto. Eu os ajudo então: os abortista não têm, até hoje, sequer um único argumento aceitável. Sim, é isto mesmo. Tudo o que a militância abortista faz é impor sua vontade baseada em mentiras, em dados incorretos, em argumentos falaciosos. Apenas isto; nada mais.

Como já ficou claro, a falta de contato com o tema do aborto não é páreo para a garbosidade com que Bruno Carmelo se entrega ao assunto. Eis mais um parágrafo em que ele se supera:
"Ironicamente, o filme é obrigado a aceitar que existem sim, outras maneiras de pensar, já que ele adota um ponto de vista da oposição, da minoria. Ora, se o aborto foi legalizado por diversos Estados americanos, defendido por vários juízes e grupos sociais, então certamente alguém aprova a prática, não? De qualquer maneira, ao se afastar da imagem conservadora do cristianismo (é inusitado que o filme quase não mencione o catolicismo, apesar de defender todos os seus dogmas), Blood Money – Aborto Legalizado adota um ar de filme moderno, contestador, jovem. Ele até parece – quem diria – ter um discurso pseudo feminista, sugerindo que a proibição do aborto seria uma defesa das mulheres, abusadas por instituições e médicos gananciosos."
"Minoria"? Se o crítico deixasse um pouco as escuras salas de cinema e olhasse para o mundo que o cerca, talvez ele soubesse que nos EUA, exatamente a realidade mostrada no documentário, a posição pró-vida já é maioria entre a população. E isto mesmo com a maciça propaganda abortista na grande mídia e na academia, o que não é pouca coisa. E por que, afinal, o filme deveria mencionar o catolicismo? Na verdade, Bruno Carmelo gostaria que o diretor lhe tivesse facilitado o trabalho para que ele pudesse qual um Dan Brown pular da cadeira de dedo em riste e gritar "Ahá! Eu sabia que tudo isto tinha o dedo da Igreja!". Coitado... Ele sequer sabe o que seja dogma, mas diz que o filme defende TODOS os dogmas católicos. É... Talvez David Kyle tenha feito um documentário não contra o aborto, mas sim o Catecismo em forma de película. Pfui...

Bruno Carmelo reclama que o filme não se presta ao diálogo. Pois eu pergunto: quem quer dialogar com quem se propõe a eliminar seres humanos frágeis e inocentes merece mesmo ficar falando em uma sala escura de frente a uma tela ignorando a realidade que o cerca. E, além do mais, os abortistas têm todo um aparato midiático à sua disposição, jornais, revistas, universidades, filmes, programas de tv, sites como o Adoro Cinema, etc.; não acho que eles precisem de tempo em um documentário contrário ao aborto para que equilibrem o jogo, pois o jogo está desequilibrado há muito para o lado deles, exatamente porque gente como este crítico presta-se a um papel ridículo de defensor do aborto sem que sequer saiba o básico sobre a discussão.

Fechando com chave de ouro e, claro, como não poderia deixar de ser, pagando o tributo ao marxismo cultural onipresente em nossos meios de comunicação, Carmelo sai-se com a seguinte pérola:
"Blood Money é um filme da nova direita, do conservadorismo cool, passivo-agressivo, desesperado ao perceber que não tem mais o monopólio da reflexão social no século XXI."
Ganha uma viagem à Cuba quem descobrir algo neste trecho que faça algum sentido. É apenas uma frase de adolescente que veste uma camisa de Che Guevara e usa uma boina vermelha com uma estrelinha. Só isto... Não tem sentido (quando foi que a "direita" teve "monopólio da reflexão social" mesmo?), mas serve para ele colocar no currículo e descolar uns tapinhas nas costas e frases como "Você é um dos nossos!". Pelo jeito, há quem seja carente ao ponto de procurar tal coisa...