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sábado, janeiro 12, 2013

BLOG DA VIDA: Um novo blog Pró-Vida!

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Blog da Vida é o mais novo blog Pró-Vida na internet e a grande novidade é que é o primeiro blog sobre o assunto hospedado na página de um jornal de grande circulação nacional, a Gazeta do Povo, de Florianópolis.

O que o próprio nome do blog já deixa claro, é reforçado pela seguinte declaração de Jonatas Dias Lima, proprietário e jornalista do jornal:
"Este não é um blog para a mera exposição de opiniões de lados opostos de um mesmo debate. Como autor do Blog da Vida, deixo claro desde o início que não vejo como moralmente aceitável outra posição que não seja a da defesa incondicional da vida humana, desde a concepção até a morte natural. Esta é a convicção que caracteriza os grupos e manifestantes que se denominam pró-vida, e todas as postagens serão, de alguma forma, relacionadas a essa convicção."
No meio de tanto espaço que é dado na mídia nacional para o abortismo e a Cultura da Morte, é um alento ver um grande jornal dando espaço à divulgação da Cultura da Vida. A Gazeta do Povo está de parabéns pela coragem e desejamos muito sucesso na iniciativa de Jonatas.

Não deixem de acessar e apoiar este blog!


Aborto: impedimento para a verdadeira paz

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Na mensagem de S.S. Bento XVI para a comemoração do Dia Mundial da Paz no último dia 1o. de janeiro, há um trecho que resume bem o dever de todos em preservar a vida humana em toda as suas dimensões e em todas as suas fases. A síntese que o Sumo Pontífice faz do problema do aborto e da eutanásia e de como tais atos são grandes impedimentos para a paz é perfeita.

"Caminho para a consecução do bem comum e da paz é, antes de mais nada, o respeito pela vida humana, considerada na multiplicidade dos seus aspectos, a começar da concepção, passando pelo seu desenvolvimento até ao fim natural. Assim, os verdadeiros obreiros da paz são aqueles que amam, defendem e promovem a vida humana em todas as suas dimensões: pessoal, comunitária e transcendente. A vida em plenitude é o ápice da paz. Quem deseja a paz não pode tolerar atentados e crimes contra a vida.  
Aqueles que não apreciam suficientemente o valor da vida humana, chegando a defender, por exemplo, a liberalização do aborto, talvez não se dêem conta de que assim estão a propor a prossecução duma paz ilusória. A fuga das responsabilidades, que deprecia a pessoa humana, e mais ainda o assassinato de um ser humano indefeso e inocente nunca poderão gerar felicidade nem a paz. Na verdade, como se pode pensar em realizar a paz, o desenvolvimento integral dos povos ou a própria salvaguarda do ambiente, sem estar tutelado o direito à vida dos mais frágeis, a começar pelos nascituros? Qualquer lesão à vida, de modo especial na sua origem, provoca inevitavelmente danos irreparáveis ao desenvolvimento, à paz, ao ambiente. Tampouco é justo codificar ardilosamente falsos direitos ou opções que, baseados numa visão redutiva e relativista do ser humano e com o hábil recurso a expressões ambíguas tendentes a favorecer um suposto direito ao aborto e à eutanásia, ameaçam o direito fundamental à vida."



sábado, janeiro 05, 2013

A imperfeição é bela! -- A história de John Paul e sua família

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-- Sinto muito, mas as notícias não são boas...

Foi isto que Cliona Johnson ouviu da profissional que lhe fazia um exame de ultrasom. Ela e seu marido, já pais de quatro meninas e um menino, só resolveram fazer o procedimento para descobrir o sexo do bebê, o que não haviam feito das outras vezes, porque seu único filho homem estava ansioso para saber se ele finalmente teria um irmãozinho.

O chefe do departamento responsável pelo exame, explicou a ela e seu marido John Paul que seu bebê de 22 semanas de gestação sofria de anencefalia. Após o baque inicial do diagnóstico, Cliona e seu marido John Paul nem por 1 minuto pensaram em abortar o bebê e isto ficou claro quando seu marido disse a ela que queria dar o nome a seu filho de John Paul, como seu próprio nome.

Voltaram para casa e contaram à sua linda família a novidade. A reação, como natural, foi de tristeza, mas logo em seguida a normalidade voltou à casa dos Johnsons. Cliona teve a certeza de que teria esta criança pelo tempo que ela lhe fosse confiada, fosse até o dia seguinte, por mais 3 meses ou o que fosse possível.

Todos as noites, ao se deitar, Cliona dizia boa noite a seu filho ainda não nascido. A cada manhã ela agradecia porque ele estava com ela por mais um dia. Ela estava consciente, durante todo o tempo, da dor que haveria quando seu filho se fosse, mas ela sabia que apesar desta dor o importante seria as memórias que ela e sua família poderiam ter do tempo que passaram com o pequeno John Paul.

John Paul nasceu e faleceu após 17 minutos. Seu pai foi quem cortou seu cordão umbilical e quem o batizou. O bebê foi tomado nos braços por seus familiares e tudo ocorreu na paz enquanto a vida de John Paul expirava.

Cliona e sua bela família aprenderam através do pequeno John Paul, ela hoje tem conciência disto, que a dor faz parte da vida tanto quanto a alegria. Cliona, que se considerava uma perfeccionista, através da dor aprendeu com seu bebê que há beleza na imperfeição. Ele ensinou à sua família a aproveitar mais a vida, a viver as pequenas coisas e os breves momentos. Ensinou sua mãe a ser mais paciente com seus filhos e ensinou, principalmente, que a imperfeição nos seres humanos é uma coisa bela.

Eis as palavras de Cliona ao final do vídeo abaixo:

"Quando uma mãe está diante de um diagnóstico de uma condição que seu bebê irá morrer em breve a tendência é que ela tente afastar de si esta dor. Todos preferiríamos que esta dor fosse embora. Mas o que eu gostaria de fazer é encorajar uma mãe que se encontre nesta situação a parar e pensar que o futuro, de um jeito ou de outro, reserva que eu permaneça viva e meu filho faleça. Eu não tenho escolha. A escolha que eu tenho é o que eu farei, qual será minha participação na vida de meu bebê enquanto eu o tenha comigo e qual será minha participação em sua morte. E eu ficarei aqui, de uma forma ou de outra, com a dor de tudo isso pelo que passei.
A escolha é se eu ficarei aqui com a dor, mas também com as lembranças e a capacidade de cura desta dor ou se ficarei aqui com a dor e sem as doces lembranças. 
Então o que eu gostaria de dizer a uma mulher que se encontre também nesta situação é que isto é sim possível. É difícil, mas é um sentimento único poder segurar seu filho neste momento."

Quem ama de verdade, como Cliona e sua família, não ama APESAR das imperfeições, mas ama COM as imperfeições, pois esta é uma das principais características de nós, humanos. E não é isto exatamente uma imagem do amor que o Senhor Deus tem por nós? Ele não nos ama mesmo que tenhamos os maiores defeitos em nossos corações?

John Paul pode ter visto a luz por apenas 17 minutos, mas foi e será amado para sempre. E a luz de sua vida está a brilhar cada vez mais para sua família e para todos nós.



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sexta-feira, novembro 09, 2012

A Índia e o generocídio feminino

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Como já informado aqui no blog em postagem de 2011 -- "Generocídio Feminino: o caso da Índia" --, cada vez mais informações vão sendo conhecidas sobre a prática de abortos por seleção de sexo e até mesmo infanticídio na Índia. Na ocasião escrevi o seguinte:
"Engana-se muito quem pensa que a desproporção de nascimento de meninos e meninas é coisa pequena, um mero dado estatístico. O que muitos abortistas insistem em não ver é que a liberação do aborto é como abrir a Caixa de Pandora. Quando se relativiza a dignidade da vida humana para que ela se ajuste à falta de princípios morais podemos estar certos que o que virá a seguir não será nada bonito de se ver.  
O infanticídio feminino que acontece nas áreas rurais da Índia é apenas um dos resultados mais horríveis do abortismo mundial. Às meninas que conseguem nascer nada lhes garante uma vida digna. Em áreas de alta desproporção entre homens e mulheres, há casos de jovens mulheres sendo compradas para "casar" com 4 ou 5 homens ao mesmo tempo."

Segundo um relatório recentemente divulgado pelo Ministério de Estatística e Implementação de Políticas Públicas daquele país, em famílias que já têm 1 menina na prole as chances de uma nova bebê nascer após a concepção caem para 54%. Já se a família possui 2 meninas estas chances caem ainda mais: 20%. Na área rural, a coisa piora mais ainda, pois à falta de equipamentos de ultra-sonografia para conhecer o sexo do bebê em gestação há o recurso ao infanticídio. Só em 2011, 132 casos foram reportados. Pode-se apenas imaginar o número de ocorrências que ficam à margem dos relatórios oficiais...

Em um país cuja cultura tradicionalmente desvaloriza o sexo feminino, o acesso ao aborto é fatal para que sejam criadas as distorções que podemos ver na Índia -- e também na China, país com o mesmo tipo de problema. Apenas entre os anos de 2001 e 2011, houve uma redução de 3.000.000 no número de crianças do sexo feminino. 

Ou seja, quem mais sofre, mais uma vez, são as mulheres... E tudo sob as vistas dos militantes do abortismo, da UNESCO e de tanta gente que poderia tomar alguma atitude e não o faz, pois isto seria um retrocesso em sua agenda obscura.

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Marcha pela Vida em Fortaleza!

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sexta-feira, outubro 26, 2012

Quer um aborto ou uma aspirina?

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Menina: "Se eu estiver com dor após o aborto, posso tomar uma aspirina?"
Enfermeira: "Não sem a permissão de seus pais."

Em certos estados dos EUA, se uma adolescente resolve abortar seu filho ela o fará sem que seus pais sequer saibam que ela esteve grávida. Já se esta mesma adolescente sinta uma corriqueira dor-de-cabeça, ela não receberá uma mísera aspirina sem que seus pais autorizem a escola a lhe fornecer o medicamento. 

Curioso e estranho isto? Sim, muito. Muito mesmo.

O aborto é uma coisa tão anti-natural, tão errada, que onde passa desvirtua tudo à sua volta. Seja a legislação ou o natural e especialíssimo sentimento materno, tudo onde a praga do abortismo tem acesso deixa conseqüências desastrosas. Requerer que uma adolescente receba autorização para receber uma aspirina e liberar que ela faça um procedimento médico de alto risco sem consentimento de seus pais é coisa que salta aos olhos de qualquer um que esteja com os neurônios funcionando. É um absurdo total. E é isto que ocorre quando se tenta moldar a sociedade segundo os ditames da militância abortista.

Pode haver aqueles que dirão: "Ah... Mas isto é coisa dos EUA!". É mesmo? E cá entre nós? Muitos se esquecem que nossa legislação pune com prisão quem ousar destruir ovos de tartaruga marinha, mas há quem busque descriminalizar o aborto porque este deveria ser uma escolha da mulher. Tendo sucesso nestas tentativas, como já tiveram no caso de abortos de bebës portadores de anencefalia ou na utilização de embriões humanos em pesquisas, a legislação brasileira ocupará um lugar de destaque no mundo bizarro do abortismo, no qual um simples ovo de tartaruga valerá mais que um ser humano.


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quarta-feira, setembro 19, 2012

Élida, uma vomitadora de clichês abortistas

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Uma tal de Élida resolveu enviar comentário a uma postagem já antiga no blog - "O "humanismo" torto de Bernadete Aparecida Ferreira".

Eis a mensagem, do jeito que aqui chegou:

"Infeliz é vc que não presta atenção no que as pessoas falam ou pensam! Ela não quer dizer que é a favor do aborto e sim que a mulher tem direitos sobre o seu próprio corpo! Quer dizer se uma mulher for violentada, ela é obrigada a ter um filho dessa violência? Se uma mulher vive em situação de prostituição, por não ter de onde tirar o seu próprio sustento ela deve colocar mas uma vida no mundo, para ficar abondonada ao descaso? Ou até mesmo se durante uma gestação a mãe descobre q o seu feto não irá sobreviver após o seu nascimento por uma má formação ela deve prosseguir e sofrer com isso? me desculpa mas vc não sabe o q é ser humano!"

Abaixo, seguem as respostas aos montes de clichês que Élida provavelmente pensa que são irrespondíveis.

"Ela não quer dizer que é a favor do aborto e sim que a mulher tem direitos sobre o seu próprio corpo!"

Coitada da Élida!!! Ou ela usa de má-fé ou é ingênua e está apenas servindo de idiota útil ao cair em mais esta armadilha lingüística produzida pelos abortistas... O fato é o seguinte: quem não é totalmente contrário ao aborto, é à favor. Isto é simplificar a questão? Não mesmo! É a única posição aceitável, pois qualquer outra relativiza a inviolabilidade da vida do nascituro, que é humano como qualquer um de nós. Logo, não existe isto de "direito sobre seu próprio corpo", que é apenas mais um slogan criado nos porões do abortismo internacional. Afinal, que "direito" é este tão absoluto que chega a ser maior que o direito à vida? Isto é um absurdo que não se sustenta 2 segundos no ar...

"Quer dizer se uma mulher for violentada, ela é obrigada a ter um filho dessa violência?"

A pergunta está errada. Élida deveria perguntar se o que está no ventre da mãe é humano ou não? Se é -- e qualquer idiota sabe que o que lá está é humano e não um pato, por exemplo --, por que o nascituro deveria pagar com a morte pelo crime de seu pai? É evidente que se entende a dor da mulher que sofreu tamanha violência, mas é bom que se diga que não é a morte de seu filho que trará remédio para tal dor, podendo até mesmo agravá-la. 

"Se uma mulher vive em situação de prostituição, por não ter de onde tirar o seu próprio sustento ela deve colocar mas uma vida no mundo, para ficar abondonada ao descaso?"

O que Élida pensa que eu poderia dizer de uma situação desta? Que a tal mulher, que resolve vender o próprio corpo ("situação de prostituição" é papo esquerdóide de assistente social que não quer resolver coisa alguma) por não achar coisa nenhuma com que possa ganhar seu sustento tem direito de matar seus filhos? Sinto muito, mas este é o tipo de lógica que não faz o menor sentido. Quer dizer que se uma mãe ou pai fica sem ter com que sustentar seus filhos também ganharão passe-livre para assassinar seus filhos? Quer dizer que as crianças de rua que são a face deste "abandono ao descaso" estariam melhor se estivessem mortas? Quer dizer que chacinas como a da Candelária, não devem ser encarados como atos insanos de violência, mas sim como atos de misericórdia, pois isto seria melhor que o tal "abandono ao descaso"? Temo um mundo com mais pessoas como Élida.

"Ou até mesmo se durante uma gestação a mãe descobre q o seu feto não irá sobreviver após o seu nascimento por uma má formação ela deve prosseguir e sofrer com isso?"

Élida quer um mundo cor-de-rosa e habitado por unicórnios. Um mundo que não haja sofrimentos. Um mundo em que todos os bebês sejam desejados. Élida quer um mundo perfeito! Eis um toque de realidade para Élida: o homem é imperfeito! E bota imperfeito nisto! Onde não há sofrimento, nós mesmos somos responsáveis por criá-lo muitas vezes. 

Mas deixando de lado o sofrimento, o que parece claro é que Élida insiste em dizer quem é e quem não é humano. Para ela, a humanidade do nascituro não é definida na concepção, mas -- é o que podemos inferir de suas infelizes palavras -- pelo resultado de um exame médico. Se um diagnóstico indica alguma falha genética, Élida bate o martelo e decreta que o nascituro não é mais humano e sua mãe pode abortá-lo sem qualquer problema. 

Fora isto, há o problema do tempo também. Quanto tempo após o nascimento um bebê deve viver para que Élida ache que seu assassinato é coisa virtuosa? 1 dia? 1 semana? 1 ano? Se um diagnóstico indica que um bebê já nascido terá apenas 6 meses de vida será que Élida vê com bons olhos que lhe seja dada uma injeção letal? Quer dizer que o valor de nossa vida humana será  agora tomado por um tempo presumido que teremos de vida?

Élida, na verdade, parece que não tem a menor idéia do que vai junto ao amontoado de clichês que resolveu vomitar por aqui. O que vai bem juntinho a tudo que ela apregoa é a desumanização do nascituro da forma mais cruel possível. Ela se quer ou quer que outros tenham uma posição que lhes é impossível ter, que é a de decidir quem é ou não humano. Não é à tôa que  ela quer me ensinar o que é um ser humano... 

Talvez o principal problema de Élida seja que ela é arrogante a não mais poder... Mas o grande problema é quando ela acha que sua arrogância deve fazer a diferença entre quem deve ou não viver.