sexta-feira, março 23, 2012
segunda-feira, março 19, 2012
"Há uma nova cicatriz em minha alma" - o drama de um pai
O texto que vai abaixo é uma livre tradução do que foi publicado no blog conservador American Thinker.
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https://contraoaborto.wordpress.com/2012/03/19/ha-uma-nova-cicatriz-em-minha-alma/
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Roberto Romano acerta em cheio
Fantástico artigo do filósofo Roberto Romano publicado no Estadão. A leitura é muito recomendada e deixo aqui apenas o trecho final.
"No Brasil as propostas de crimes são feitas sob a capa de "progressismo" e "liberdade de escolha". Surgem doutas desculpas jurídicas em comissões oficiais, que aventam a incapacidade de manter um filho para permitir o aborto. Logo, o Estado não poderá, seguindo a mesma lógica, sustentar seres indesejados, sobretudo se "monstruosos" (discuti o ponto em meu livro Moral e Ciência, a Monstruosidade no Século 18). Graças à democracia, tais receitas letais são parcialmente conhecidas pela opinião pública. O perigo é eminente, no entanto. Uma diminuta censura contra a liberdade de imprensa e todas as permissões serão concedidas aos assassinos disfarçados de políticos, filósofos, juristas, psicólogos ou médicos. Eles agirão, seguindo o ensino platônico, em segredo. Quem tiver consciência grite, para depois não se espojar na lama dos rebanhos. "
sexta-feira, março 09, 2012
Será preciso desenhar?
Se a voz do povo é mesmo a voz do Senhor Deus, creio que os religiosos que tiveram a infeliz idéia de elaborar uma carta pedindo a cabeça de Padre Paulo Ricardo talvez agora entendam o tiro no próprio pé que deram.
Como o blogueiro Wagner Moura escreveu em seu blog, os números do apoio que o bom padre recebeu dos católicos são impressionantes. Mais de 10.000 foram os que assinaram uma petição online para mostrar que estão ao lado do padre. Mais de 300 foram os que se reuniram para rezar pelo padre em um santuário em sua diocese. Sem contar que se imaginarmos que estas pessoas falarão sobre o assunto com mais outras em suas paróquias e dioceses dá para ter uma idéia do tsunami que os religiosos que queriam calar o padre conseguiram provocar com seu ato pérfido.
Parece que está mesmo acabando o tempo em que a Teologia da Libertação dava as cartas livre e impunemente. Se ainda controlam, com a anuência de bispos, várias dioceses no Brasil, seus atos ao menos não ficam mais escondidos nos salões paroquiais, nas reuniões das CEBs, em pastorais "sociais", e mesmo, é forçoso dizer, comissões da CNBB controladas por leigos que se acham acima até de bispos.
Dizem que a luz do Sol é um ótimo germicida e neste caso isto se mostrou totalmente verdadeiro. A pretensiosa carta era endereçada a bispos, a padres e ao Povo de Deus. Pois bem, o Povo de Deus se manifestou de forma impressionantemente firme contra cada um dos pontos levantados na carta.
O Povo de Deus quer padres de batina, porque a Santa Igreja assim o quer. O Povo de Deus quer padres que lhes falem das coisas de Deus, exatamente como Padre Paulo Ricardo lhes fala. O Povo de Deus quer padres que se posicionem contra os desmandos políticos aos quais estamos assistindo há décadas e que vem sendo apoiados por não poucos religiosos, padres e bispos.
Em resumo, o Povo de Deus quer padres que se portem como verdadeiros sacerdotes e não como burocratas, assistentes sociais, superstars ou políticos. Precisamos de verdadeiros sacerdotes e não de religiosos que se reúnam em turba para calar um padre que apenas fala daquilo que o Povo de Deus está sedento há muito tempo.
Dito isto, penso que é o tempo dos religiosos que assinaram a tal carta ouvirem a voz de Deus que Se fez ouvir até mesmo através de um twittaço. Ou será que precisaremos desenhar?
VOTO CATÓLICO: Não devemos nada ao feminismo.
O excelente blog Voto Católico reproduz um artigo publicado ontem na Folha de São Paulo. Abaixo segue um pequeno trecho.
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https://contraoaborto.wordpress.com/2012/03/09/voto-catolico-nao-devemos-nada-ao-feminismo/
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quarta-feira, março 07, 2012
Indignação abortista é assim
Marido: "Absurdo! Os corpos de talibãs mortos foram colocados em sacos de lixo e jogados na lixeira!!
Esposa: "Que horrível! Estou chocada!"
Marido: "Espere... Erro meu. Não eram terroristas. Apenas bebês abortados.
Esposa: "Ah... É só isso?"
terça-feira, março 06, 2012
Cultura da Morte: o infanticídio
Na última semana, vários foram os veículos de imprensa que publicaram notas sobre um artigo de dois estudiosos de Bioética no qual eles trataram da aceitabilidade do que eles chamaram de "aborto pós-parto" ("Pergunta abortista: E por que um bebê deveria viver?").
É bom que se diga que "aborto pós-parto" é coisa que não existe. Isto é mero palavrório para o velho infanticídio, coisa que é tão abjeta que até mesmo os autores do tal artigo evitaram chamá-lo pelo seu nome correto, procurando antes inventar um termo contraditório, aproveitando a aceitação do aborto para ir mais além em seus delírios demoníacos.
A oposição que se levantou por todo o mundo em relação ao tal artigo é muito positiva, sem dúvida alguma, mas é também um sinal do que vai muito errado em nosso meio. Para mim, a surpresa é que não haja mais gente indignada com o que vem acontecendo entre nós há décadas. Foi preciso que o artigo dos pesquisadores imprimisse na mente de muitos as imagens de bebês já fora do útero de suas mães sendo massacrados por mera conveniência para que muitos visualizassem todo o horror da Cultura da Morte.
Os pesquisadores, se é que podemos chamar assim gente que gasta tempo e esforços próprios e da sociedade para produzir suporte intelectual ao assassinato de bebês, simplesmente não levantaram um dia e resolveram que era chegado o momento de defender o puro e simples assassinato de bebês após o parto. Isto é um processo longo e tortuoso (como na lição que nos passa o célebre filme de Ingmar Bergman, "O ovo da serpente") e que a muitos vai passando perigosamente despercebido.
Quem vê as premissas que são a base do raciocínio dos autores Giubilini e Minerva, nota que elas são aceitas como corretíssimas por muita gente que provavelmente fez cara de nojo ao saber o que os pesquisadores haviam publicado. Quem aceita as premissas dos pesquisadores e vira a cara para a conclusão final de seu raciocínio, que é a aceitação do infanticídio, porta-se como um abortista que se indigna quando vê um pró-vida portando um cartaz com um feto destroçado resultante de um aborto "bem sucedido". É um grande covarde, pois quer lutar pelo direito do aborto mas não quer sequer encarar as conseqüências de tal "direito".
Mas este episódio não deixou lições apenas para abortistas de meia-tigela... A verdade, a mais pura verdade, é que o infanticídio vem sendo defendido, na prática, em várias instâncias mundo afora
Aqui mesmo no Brasil, conforme já divulgado neste blog, há certas comunidades indígenas que ainda praticam o infanticídio, com o aval de certos antropólogos e "missionários" que se importam bem pouco com o Reino de Deus. Um distorcido princípio de não-intervencionismo faz com que crianças indígenas de certas comunidades sejam cruelmente mortas por serem gêmeas ou portadoras de alguma deficiência.
Como o mal não é privilégio dos ignorantes, na sofisticadíssima e abastada Holanda o infanticídio é também praticado, com o aval das leis. Parece que por lá a Justiça é cega não para ser justa, mas para não ter de ver a perversão que os legisladores criaram com suas leis que mais parecem escritas pelo próprio diabo.
Mas este festival de horrores aos quais assistimos há muito não pára por aí...
Recentemente, em um debate envolvendo os pré-candidatos rebuplicanos às próximas eleições presidenciais dos EUA, o conhecido político Newt Gingrich perguntou por que a grande imprensa daquele país jamais confrontou Barack Obama com seu favorecimento ao infanticídio quando era senador do estado de Illinois. -- Como assim? Que conversa é esta? -- muitos indagaram, entre democratas e republicanos.
Não, isto não se trata do tristemente famoso "Aborto por Nascimento Parcial", um procedimento que já é de gelar o coração até dos mais fortes, no qual o bebê já quase plenamente formado é retirado do útero de sua mãe, à exceção de sua cabeça, na qual é feito um buraco e enfiado um tubo por onde seu cérebro será sugado. Este procedimento é um horror à parte e teve também o apoio incondicional de Obama, mas não é sobre isto que Newt Gingrich falava.
O político republicano falava especificamente sobre Obama ter votado contra o Illinois´ Born Alive Infant Protection Act [Ato de Proteção ao Bebê Nascido Vivo do Estado de Illinois]. Esta legislação visava que crianças que acaso tivessem sobrevivido a tentativa de aborto fossem reconhecidas legalmente como pessoas, sendo obrigatório que lhes fossem dispensados cuidados médicos para mantê-las vivas.
Pois bem, nas 3 oportunidades em que esta legislação foi apresentada ao senado estadual de Illinois, o então senador Barack Obama votou contra. Para Obama, o suposto direito ao aborto vai tão longe que inclui a possibilidade de na eventualidade de um bebê sobreviver ao procedimento de aborto, que este seja abandonado à morte, como em casos já acontecidos na Grã-Bretanha nos quais até mesmo bebês que não haviam sido abortados foram deixados sem cuidado médico para que morressem ("Um bebê abandonado à morte" e "Hitler venceu?").
Ou seja, os pesquisadores Giubilini e Minerva não estão, infelizmente, falando de coisas novas. A Cultura da Morte vai tão avançada pelo mundo que uma pessoa como Obama consegue se eleger presidente da nação mais poderosa do mundo sem que a imprensa sequer o indague sobre suas ações como político, que na prática favoreceram o infanticídio. Vai tão avançada, que se sente à vontade com a promoção do infanticídio nos mais escondidos grotões brasileiros ou na cosmopolita e pervertida Holanda.
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