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terça-feira, fevereiro 14, 2012

"É hora de admitir que a Igreja sempre esteve certa sobre a contracepção"

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S.S. Paulo VI
O artigo abaixo, aqui disponibilizado em uma livre tradução feita por mim, foi publicado no site Business Insider e mostra o que qualquer pessoa honesta pode concluir por si mesma: os efeitos da mentalidade contraceptiva em voga mundialmente foram devastadores na sociedade, na família, nos relacionamentos, na afetividade.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2012/02/14/e-hora-de-admitir-que-a-igreja-sempre-esteve-certa-sobre-a-contracepcao/

Lulistas, dilmistas e petistas: E agora?

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Apesar de "obamista" não ser ainda verbete em nossos dicionários, claro está que a palavra indica aqueles que adoram, que amam de paixão ao presidente norte-americano Barack Obama. 

Como o coração tem motivos só por ele conhecidos, ninguém sabe muito bem porque tanta gente aqui no Brasil simpatiza com ele. Talvez seja porque muitos o imaginam um ser especial imbuído da missão de trazer a real democracia aos EUA -- sim, eu já tive oportunidade de ler isto.

Outros têm motivos raciais apenas, por mais que não o admitam. Para tais tipos, a cor da pele é que determina a competência de uma pessoa. Isto é racismo; simples assim. Da mesma forma que a cor da pele não indica que tal pessoa tenha defeitos, tampouco indica qualidades. 

Muitos deliraram com a eleição de Obama porque, afinal, isto indicava uma derrota de George W. Bush. Coitados destes... Mal sabem que seus cérebros provavelmente estão a ponto de não poder mais serem diferenciados de um pudim de leite de tão esmagados que foram pela grande mídia tupiniquim, que durante anos pintou Bush como o grande responsável por todos os males mundiais. É uma gente que vê um filminho de Michael Moore e fica lá com aquele olhar admirado e apalermado, como se aquele amontoado de mentiras e manipulações espertamente editado para enganar tivesse mesmo algo de real.

E católicos que admiram Obama? Estes são do tipo que colocam suas fantasias infantis antes de sua própria fé. Diante do que exige a fé católica, do que lhes exige a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, tais católicos mandam tudo isto às favas para ficar babando o messias da moda. Ainda há quem escolha o bezerro de ouro...

E muitos católicos brasileiros têm agora mais uma oportunidade para que as escamas lhes caiam dos olhos... O  governo de seu queridíssimo Obama vem tentando empurrar através de legislação que até mesmo instituições católicas sejam obrigadas a fornecer, através do seguro-saúde de seus empregados, medicamentos contraceptivos e abortivos.

Os bispos lá, individualmente e também em conjunto, através da Conferência Episcopal, vêm reagindo fortemente a mais este absurdo da agenda abortista de Obama. Afinal, isto não é apenas sobre contracepção e aborto, o que por si só bastaria para uma forte reação. É sobre liberdade religiosa, pois o Estado não pode obrigar uma instituição religiosa a ir contra seus princípios morais.

E cá entre nós? Bem... Aqui estamos esperando que mais bispos reajam à nomeação de Eleonora Menicucci, recentemente nomeada por Dilma para a Secretaria para Promoção do Aborto. E esperamos também que a CNBB se pronuncie sobre este claro favorecimento do governo Dilma à causa do aborto. Afinal, a ministra não só é mais uma das que colocam o intelecto à favor do aborto. Não mesmo! Conforme divulgado pelo jornalista Reinaldo Azevedo, Eleonora Menicucci admitiu ter feito abortos na Colômbia. É abortista e aborteira. À ministra não lhe basta apenas colocar o intelecto para trabalhar pelo aborto... Colocou também as mãos, que vão sujas de sangue inocente.

Como nos EUA aconteceu com Obama, no Brasil Lula e Dilma Rousseff também não se elegeriam sem o voto católico. Lá, como cá, há gente que se diz muito católica e que fez e faz parte do governo, fazendo malabarismos diariamente para conciliar sua fé com o ataque às suas conciências católicas. Sem conseguirem, obviamente, como mostra o abortismo explícito no qual o governo Dilma vem mergulhando, exatamente como seu antecessor.

À época da eleição houve até bispos que garantiam que Dilma era abortista coisa nenhuma. Mentirosos eram os que provavam isto até mesmo com entrevistas gravadas em vídeo... Já outros "católicos" foram convocados para ciceronear Dilma quando ela fez o teatrinho típico de época de eleição para se dizer favorável à vida.

Nos EUA, o ataque sistemático de Obama deixa claro suas reais intenções, e os católicos de lá, os verdadeiros católicos, podem muito bem perguntar "E agora, obamistas?". Aqui no Brasil, com tudo o que vem acontecendo, com o abortismo sendo diretriz do PT e com a recente nomeação de uma ministra que é ao mesmo tempo abortista e aborteira, podemos muito bem perguntar a lulistas, dilmistas e petistas: E agora?

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Novo blog pró-vida: NÃO ABORTE A VERDADE

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Há um novo blog pró-vida entre nós!

Alertado pela própria autora, Eleonora Chaya, fiquei sabendo sobre este novo blog a nos ajudar na luta a favor da Cultura da Vida.

"Não aborte a verdade" é seu título e teve início em janeiro passado. O conteúdo está excelente e espero que a autora mantenha o empenho, pois toda ajuda para mostrarmos a realidade do aborto é bem vinda.

Já está na minha lista de blogs nacionais e recomendo o acompanhamento.

Siga o trabalho de Eleonora também no Facebook e no Twitter.

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Federação Portugal pela Vida: "O aborto em Portugal desde o referendo de 2007"

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Foi divulgado pela entidade Federação Portugal pela Vida o estudo "O aborto em Portugal desde o referendo de 2007".

https://contraoaborto.wordpress.com/2012/02/10/federacao-portugal-pela-vida-o-aborto-em-portugal-desde-o-referendo-de-2007/

De profundis - como o horror do aborto converteu um cientista

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Steven Mosher

"Elas choravam pedindo misericórdia e rogando por seus filhos que estavam a ponto de serem mortos ou que faleciam diante de seus olhos tão logo eram retirados de seus ventres. Agora sei que uma coisa é pensar ou discutir o aborto abstratamente e outra, bem distinta, é ver um bebê de sete meses de gestação, do qual ninguém poderia dizer que não é verdadeiramente como nós mesmos."
Estas são palavras de Steven Mosher, cientista político reconhecido e atual presidente do Population Research Institute, ao presenciar o efeito da política de abortos forçados na China, quando ainda era estudante da prestigiada Universidade de Stanford. 

Este é um lado da questão do aborto que os abortistas não desejam que venha a público. A eles interessa que o aborto continue sendo uma coisa abstrata, esterilizada, virtuosa até. Mas a crua verdade é exatamente o que se abriu aos olhos de Steven Mosher, e ele, que tinha seu intelecto formado na mentalidade acadêmica da "liberdade de escolha", tornou-se pró-vida no exato momento em que presenciou a realidade do aborto.
"Foi como se o abismo do inferno se abrisse diante de mim. Todas as racionalizações sobre o aborto foram varridas de minha mente pela brutalidade dos fatos: a indiscutível humanidade destas crianças que estavam sendo assassinadas sem piedade. Instantaneamente me dei conta de que abortar é eliminar uma vida humana... e me converti em pró-vida. 
Em uma escala de mal, de 1 a 10, isto foi, sem dúvida, um 10. E se se podia chegar a um mal tão horrendo, cheguei à conclusão de que deveria haver uma forma de fazer o bem. Ou o Universo seria uma verdadeira loucura."
Após algumas tentativas fracassadas, Mosher descobriu que:
" (...) se procuras sinceramente o bem, cedo ou tarde encontrarás Deus, que é a fonte de todo o bem do Universo. (...) a única organização coerente em defender a sacralidade da vida desde a concepção até a morte natural é a Igreja Católica, que conservou a plenitude da verdade. Outras religiões cristãs  abandonaram parte desta verdade, ou mesmo toda a verdade." 
E assim se deu a conversão de Steven Mosher. Perante o mal quase absoluto do aborto, ele viu que a única resposta possível é Deus. Um pouco de sua história pode ser lida em uma matéria do Hazte Oir.

Histórias como a de Steven Mosher mostram como o movimento pró-vida é, além da busca pela preservação da vida de nossos irmãos mais frágeis e necessitados, também uma forma de evangelização e conversão dos corações para o Senhor Deus.

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Do blog MÃE DE DOIS: O verdadeiro feminismo

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Mariana Passaglia, autora do blog "Mãe de Dois", faz uma interessantíssima reflexão sobre a atual condição da mulher que tenta equilibrar-se nos vários papéis de mãe, profissional, mulher, etc. 

No começo de sua reflexão, Mariana faz uma síntese, que beira a perfeição, sobre o estrago feito pelo -- assim chamado por ela -- "feminismo comercial":
"Uma mulher nos anos 50 tem a oportunidade de trabalhar fora. Outra consegue estudar numa grande Universidade. Chega a década de 60, período revolucionário regado pelo movimento feminista ilustrado por mulheres queimando seus sutiãs em praça pública. A década de 70 traz a idéia da liberdade para amar, trabalhar, estudar e de repente a mulher dos anos 80 abraça o mundo. O céu é o limite. Momento de lutar pela igualdade entre homens e mulheres.  Igualdade? Em respeito, dignidade? Ok. Mas de repente a mulher começou a querer ser igual ao homem. Mas chega a mulher da década de 90. Uma mulher que não se vê mãe tão cedo, que quer fazer mil coisas ao mesmo tempo e que acha que o homem é seu maior inimigo na luta pelo feminismo. Isso porque o feminismo que lutava pela igualdade de direitos agora vê o homem como concorrente. Concorrente no mercado de trabalho e na vida pessoal também. Independência vira moda. A mulher se vangloria de não precisar financeiramente do homem e diz com todo orgulho que não precisa dele pra mais nada. Nem para o amor? Não, diz. O lema é não precisar do outro. Estar com ele somente enquanto for agradável. O problema é que no ano 2000, ela quer fazer tudo igual ao seu algoz numa tentativa frustrada de ser melhor agindo da mesma forma como se isso fosse possível. Não é mais a busca pela liberdade que está em pauta. É um jogo de poder. Escolhe  homem e dispensa como um produto fora da validade ou quando o “produto” não satisfez suas expectativas na tentativa de se sentir superior. É o ressentimento de séculos de submissão que veio a cavalo atropelando qualquer feminilidade naturalmente tranquila e co-dependente. Sim, co-dependente. A fêmea que precisa do macho assim como o macho precisa da fêmea. Que fêmea? Como são as fêmeas na natureza? Tem suas próprias necessidades que se casam perfeitamente com as necessidades do macho (apesar de diferentes) juntando os dois numa relação perfeita de co-dependencia na preservação da espécie. Onde está a fêmea humana? As verdadeiras necessidades estão sufocadas em prol da mulher idealizada, aquela que faz tudo igual ao homem. E então esse “feminismo sombra” onde a mulher tenta imitar o homem como um macaquinho de circo que já não sabe mais agir pelo instinto chega a 2010 num beco sem saída. A mulher não sabe mais quem ela é, quais são seus desejos, suas necessidades. Assim como suas avós e tataravós, vive numa prisão sem paredes onde a sociedade lhe diz como deve agir, pensar, o que deve almejar. A mulher da década de 2010 tenta correr atrás do tipo idealizado na década de 80: a mulher-maravilha. Aquela que tem carreira consolidada, é mãe, aparenta ser mais jovem do que é e é independente financeiramente e emocionalmente do homem. E está correndo atrás...do próprio rabo."
E isto é só o começo... Mais à frente a autora continua mostrando as mazelas da condição feminina atual:
"A mulher virou um bem de consumo e pobre ou rica, ela está voltada para fora de seu corpo, insatisfeita, subjugada por ela mesma em primeiro lugar. Morreu de vaidade a nova mulher que prometia emergir; está mais ignorante e menos sensível, mais competitiva e menos corajosa.  Tendo comportamento adolescente mesmo depois dos 30 e mesmo depois dos filhos. Não cresce porque não se desenvolve no sentido mais puro de ser mulher. Não conhece a si mesma, não conhece seu corpo, joga pra debaixo do tapete seus próprios sentimentos. Se a dama da sociedade só pensa em plásticas e as realiza, retaliando-se inteira para conseguir mais um up grade nas armas de sedução; as Marias estão pregadas nas novelas, economizam para comprar creme de aveia barato, se ressentem com o descascado do esmalte de quinta categoria, sonham em não ser elas mesmas. O que sobrou do feminismo além de um certo direito a um empreguinho, uma tripla jornada e um total desentendimento das relações humanas afetuosas, foi depurado pela peruíce generalizada das formadoras de opinião, elas próprias preocupadas com creminhos e soluções milagrosas pra aparentarem ter 20 anos a menos e arrancar qualquer evidência de que já tiveram filhos."
E muitos outros trecho excelentes poderiam ser destacados, mas o que vale mesmo é lê-lo na íntegra. Recomendo muito: "O verdadeiro feminismo".

Da concepção ao nascimento

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Um vídeo impressionante, que mostra o desenvolvimento desde a concepção até o nascimento. Lembrando que o vídeo pode ser assistido com legendas em Português, bastando, para isto, selecionar a linguagem no menu.




E ainda tem gente que acha que matar ser humano em estado tâo frágil é comparável à dengue, à AIDS, ao crack. Só mesmo quem utiliza de má-fé declara um absurdo destes.