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sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Federação Portugal pela Vida: "O aborto em Portugal desde o referendo de 2007"

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Foi divulgado pela entidade Federação Portugal pela Vida o estudo "O aborto em Portugal desde o referendo de 2007".

https://contraoaborto.wordpress.com/2012/02/10/federacao-portugal-pela-vida-o-aborto-em-portugal-desde-o-referendo-de-2007/

De profundis - como o horror do aborto converteu um cientista

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Steven Mosher

"Elas choravam pedindo misericórdia e rogando por seus filhos que estavam a ponto de serem mortos ou que faleciam diante de seus olhos tão logo eram retirados de seus ventres. Agora sei que uma coisa é pensar ou discutir o aborto abstratamente e outra, bem distinta, é ver um bebê de sete meses de gestação, do qual ninguém poderia dizer que não é verdadeiramente como nós mesmos."
Estas são palavras de Steven Mosher, cientista político reconhecido e atual presidente do Population Research Institute, ao presenciar o efeito da política de abortos forçados na China, quando ainda era estudante da prestigiada Universidade de Stanford. 

Este é um lado da questão do aborto que os abortistas não desejam que venha a público. A eles interessa que o aborto continue sendo uma coisa abstrata, esterilizada, virtuosa até. Mas a crua verdade é exatamente o que se abriu aos olhos de Steven Mosher, e ele, que tinha seu intelecto formado na mentalidade acadêmica da "liberdade de escolha", tornou-se pró-vida no exato momento em que presenciou a realidade do aborto.
"Foi como se o abismo do inferno se abrisse diante de mim. Todas as racionalizações sobre o aborto foram varridas de minha mente pela brutalidade dos fatos: a indiscutível humanidade destas crianças que estavam sendo assassinadas sem piedade. Instantaneamente me dei conta de que abortar é eliminar uma vida humana... e me converti em pró-vida. 
Em uma escala de mal, de 1 a 10, isto foi, sem dúvida, um 10. E se se podia chegar a um mal tão horrendo, cheguei à conclusão de que deveria haver uma forma de fazer o bem. Ou o Universo seria uma verdadeira loucura."
Após algumas tentativas fracassadas, Mosher descobriu que:
" (...) se procuras sinceramente o bem, cedo ou tarde encontrarás Deus, que é a fonte de todo o bem do Universo. (...) a única organização coerente em defender a sacralidade da vida desde a concepção até a morte natural é a Igreja Católica, que conservou a plenitude da verdade. Outras religiões cristãs  abandonaram parte desta verdade, ou mesmo toda a verdade." 
E assim se deu a conversão de Steven Mosher. Perante o mal quase absoluto do aborto, ele viu que a única resposta possível é Deus. Um pouco de sua história pode ser lida em uma matéria do Hazte Oir.

Histórias como a de Steven Mosher mostram como o movimento pró-vida é, além da busca pela preservação da vida de nossos irmãos mais frágeis e necessitados, também uma forma de evangelização e conversão dos corações para o Senhor Deus.

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Do blog MÃE DE DOIS: O verdadeiro feminismo

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Mariana Passaglia, autora do blog "Mãe de Dois", faz uma interessantíssima reflexão sobre a atual condição da mulher que tenta equilibrar-se nos vários papéis de mãe, profissional, mulher, etc. 

No começo de sua reflexão, Mariana faz uma síntese, que beira a perfeição, sobre o estrago feito pelo -- assim chamado por ela -- "feminismo comercial":
"Uma mulher nos anos 50 tem a oportunidade de trabalhar fora. Outra consegue estudar numa grande Universidade. Chega a década de 60, período revolucionário regado pelo movimento feminista ilustrado por mulheres queimando seus sutiãs em praça pública. A década de 70 traz a idéia da liberdade para amar, trabalhar, estudar e de repente a mulher dos anos 80 abraça o mundo. O céu é o limite. Momento de lutar pela igualdade entre homens e mulheres.  Igualdade? Em respeito, dignidade? Ok. Mas de repente a mulher começou a querer ser igual ao homem. Mas chega a mulher da década de 90. Uma mulher que não se vê mãe tão cedo, que quer fazer mil coisas ao mesmo tempo e que acha que o homem é seu maior inimigo na luta pelo feminismo. Isso porque o feminismo que lutava pela igualdade de direitos agora vê o homem como concorrente. Concorrente no mercado de trabalho e na vida pessoal também. Independência vira moda. A mulher se vangloria de não precisar financeiramente do homem e diz com todo orgulho que não precisa dele pra mais nada. Nem para o amor? Não, diz. O lema é não precisar do outro. Estar com ele somente enquanto for agradável. O problema é que no ano 2000, ela quer fazer tudo igual ao seu algoz numa tentativa frustrada de ser melhor agindo da mesma forma como se isso fosse possível. Não é mais a busca pela liberdade que está em pauta. É um jogo de poder. Escolhe  homem e dispensa como um produto fora da validade ou quando o “produto” não satisfez suas expectativas na tentativa de se sentir superior. É o ressentimento de séculos de submissão que veio a cavalo atropelando qualquer feminilidade naturalmente tranquila e co-dependente. Sim, co-dependente. A fêmea que precisa do macho assim como o macho precisa da fêmea. Que fêmea? Como são as fêmeas na natureza? Tem suas próprias necessidades que se casam perfeitamente com as necessidades do macho (apesar de diferentes) juntando os dois numa relação perfeita de co-dependencia na preservação da espécie. Onde está a fêmea humana? As verdadeiras necessidades estão sufocadas em prol da mulher idealizada, aquela que faz tudo igual ao homem. E então esse “feminismo sombra” onde a mulher tenta imitar o homem como um macaquinho de circo que já não sabe mais agir pelo instinto chega a 2010 num beco sem saída. A mulher não sabe mais quem ela é, quais são seus desejos, suas necessidades. Assim como suas avós e tataravós, vive numa prisão sem paredes onde a sociedade lhe diz como deve agir, pensar, o que deve almejar. A mulher da década de 2010 tenta correr atrás do tipo idealizado na década de 80: a mulher-maravilha. Aquela que tem carreira consolidada, é mãe, aparenta ser mais jovem do que é e é independente financeiramente e emocionalmente do homem. E está correndo atrás...do próprio rabo."
E isto é só o começo... Mais à frente a autora continua mostrando as mazelas da condição feminina atual:
"A mulher virou um bem de consumo e pobre ou rica, ela está voltada para fora de seu corpo, insatisfeita, subjugada por ela mesma em primeiro lugar. Morreu de vaidade a nova mulher que prometia emergir; está mais ignorante e menos sensível, mais competitiva e menos corajosa.  Tendo comportamento adolescente mesmo depois dos 30 e mesmo depois dos filhos. Não cresce porque não se desenvolve no sentido mais puro de ser mulher. Não conhece a si mesma, não conhece seu corpo, joga pra debaixo do tapete seus próprios sentimentos. Se a dama da sociedade só pensa em plásticas e as realiza, retaliando-se inteira para conseguir mais um up grade nas armas de sedução; as Marias estão pregadas nas novelas, economizam para comprar creme de aveia barato, se ressentem com o descascado do esmalte de quinta categoria, sonham em não ser elas mesmas. O que sobrou do feminismo além de um certo direito a um empreguinho, uma tripla jornada e um total desentendimento das relações humanas afetuosas, foi depurado pela peruíce generalizada das formadoras de opinião, elas próprias preocupadas com creminhos e soluções milagrosas pra aparentarem ter 20 anos a menos e arrancar qualquer evidência de que já tiveram filhos."
E muitos outros trecho excelentes poderiam ser destacados, mas o que vale mesmo é lê-lo na íntegra. Recomendo muito: "O verdadeiro feminismo".

Da concepção ao nascimento

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Um vídeo impressionante, que mostra o desenvolvimento desde a concepção até o nascimento. Lembrando que o vídeo pode ser assistido com legendas em Português, bastando, para isto, selecionar a linguagem no menu.




E ainda tem gente que acha que matar ser humano em estado tâo frágil é comparável à dengue, à AIDS, ao crack. Só mesmo quem utiliza de má-fé declara um absurdo destes.

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Secretaria para Promoção do Aborto tem nova ministra

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Eleonora Menicucci
Quando D. Bergonzini veio corajosamente a público posicionar-se contra a eleição de Dilma por causa de seu abortismo descarado, irmãos seus no episcopado, tais como D. Demetrio Valentini e D. Eccel, pularam nas tamancas e gritaram.

D. Demetrio declarou a um jornal de Guarulhos que a CNBB Regional Sul I havia sido  "instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos". Já D. Eccel à época da eleição denunciou as "calúnias" divulgadas contra Dilma.

Que Dilma é abortista, coisa que está até mesmo gravada em vídeo, é coisa que só alguém com uma agenda outra que não a da Santa Igreja tenta negar. É forçoso dizer que quem o faz só deseja confundir, nada mais. No dia seguinte à eleição de Dilma para a presidência, foi publicado no Diário Oficial da União um aditivo a um Termo de Cooperação destinado a estudos para despenalizar o aborto no Brasil ("De boateiros e mentirosos"). Fica claro quem, afinal, é que está instrumentalizando o quê, e fica claríssimo como a água mais pura quem é que andou divulgando calúnias.

Mas nem só as declarações de alguns bispos foram ouvidas quando o objetivo era defender Dilma e o PT deles mesmos. Gabriel Chalita, o eterno aprendiz de filósofo (um dia ele consegue...), acusou que os críticos de Dilma tentavam "desconstruí-la com boatos" ("Tiririca é um palhaço. E qual é a tua desculpa, Gabriel Chalita?"). Certo... "Boatos" gravados em vídeo, Chalita? Ora...

Chalita disse que "Dilma nunca disse ser a favor do aborto". Na verdade, ela disse que "Não haver descriminalização do aborto, no Brasil, é um absurdo!". Pois é... Mais uma vez a realidade atropela Chalita.

Mas o fato é que o estrago da obra de D. Demetrio, D. Eccel e Gabriel Chalita, entre outros, não parou com a eleição da petista. Como o compromisso do PT com o abortismo é coisa de longa data, estando mesmo no seu DNA, como está no de todo partido de esquerda, Dilma continua dando mostras que, para ela, é mesmo absurdo que o aborto não seja descriminalizado no Brasil. Só não vê quem não quer...

A nova ministra indicada por Dilma para a Secretaria de Políticas para as Mulheres é Eleonora Menicucci, conhecida militante pró-aborto. Ela já disse a que veio quando o assunto é aborto:
"Minha luta pelos direitos reprodutivos e sexuais das mulheres e a minha luta para que nenhuma mulher neste país morra por morte materna só me fortalece"
"Direitos reprodutivos e sexuais" é um dos eufemismos prediletos para aborto... Como se pode ver, para a morte de milhares de não-nascidos ela não dá importância alguma, como é característico de abortistas. Não é à tôa que uma das obras do abortismo é exatamente tentar desumanizar o fruto da concepção, para, desta forma, tornar mais palatável sua agenda junto à população.

Seria ótimo saber o que D. Demetrio, D. Eccel e Chalita, entre outros, acham de mais esta indicação de Dilma. Onde a "instrumentalização"? Onde estão as "calúnias"? Onde os "boatos"? Talvez eles devessem gastar um tempinho tentando responder como uma pessoa que não é abortista coloca uma militante pró-aborto em um cargo de tal envergadura.

Ou será que eles só vão se movimentar quando finalmente sua musa resolver trocar o nome da Secretaria de Políticas para as Mulheres para o que ela realmente é, Secretaria para Promoção do Aborto?

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

O que São Vicente de Paulo diria?

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“Muitos veem soropositivos com aparência saudável e acabam acreditando que a aids é de fácil controle. As pessoas não podem prescindir da proteção.”
A frase é de Maria Lúcia da Silva Araújo, mais conhecida como Lucinha Araújo, mãe de Cazuza e fundadora da Sociedade Viva Cazuza. Surpresa nenhuma quanto a isto, certo? A tal "proteção" da qual ela fala é o que todos já sabemos... Abstinência e castidade é que não é, claro está.

A forma como o problema da AIDS vem sendo tratado mundialmente e, mais especificamente, no Brasil, é invariável: mais e mais preservativos. E só. Prevenção relacionada à AIDS significa, basicamente, uma coisa apenas na cabeça deste pessoal. A grande ironia, e que deixa furibundos os ideólogos da AIDS, é que os avanços consideráveis acontecem nos locais onde se implementam medidas moralizantes, como em Uganda.

Mas o assunto AIDS, tornado refém das ideologias de sempre (esquerdismo, gayzismo, anti-catolicismo, anti-clericalismo, etc.), é muito vasto. O invulgar aqui não é a fala da sra. Lucinha, mas sim onde ela foi veiculada: em uma revista de uma entidade católica.

O Hospital São Vicente de Paulo, localizado no tradicional bairro da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, publica bimestralmente uma revista na qual são abordados assuntos relacionados ao hospital e à área da Saúde em geral. No número 5 desta revista (http://www.hsvp.org.br/revista5.pdf), a sra. Lucinha Araújo foi destacada como personalidade, aproveitando o lançamento do 1o. Prêmio Cazuza de Vídeo, que procura estimular jovens a produzirem vídeos educativos sobre meios de prevenção à AIDS.

Na página do concurso, o tema do mesmo é bem explicado:
"6. TEMA
6.1 Os vídeos selecionados serão utilizados na campanha de prevenção ao vírus HIV do Carnaval 2012, promovida pela Viva Cazuza em parceria com a UNAIDS e com o Departamento de HIV/AIDS do Ministério da Saúde, e devem guardar relação com o tema prevenção do HIV/Aids, buscando difundir informações sobre os meios de prevenção e estimular o uso de preservativos durante o carnaval. " (fonte http://premio.cazuza.com.br/)
"(...) estimular o uso de preservativos durante o carnaval"! Fica bem claro a todos qual é o tipo de proteção sobre a qual fala a sra. Lucinha Araújo na entrevista. O que surpreende é que isto seja divulgado em uma publicação de uma entidade católica. Isto sim é de revirar o estômago...

Que a sra. Lucinha venha a público defender um ponto de vista que tem levado muitos à morte, enganando várias gerações sob a farsa de que existe mesmo "sexo seguro", é coisa que não causa sobressaltos a ninguém. É burrice, pura e simples, pensar que um pedaço de latex serve de substituto à consciência, assim como é burrice, e burrice perigosa como podemos ver pelos inúmeros infectados, dizer aos jovens que façam o que desejem fazer desde que tenham o cuidado de usar preservativos.

Abstinência, valorização do casamento como espaço saudável para vivência da sexualidade, valorização da castidade, nada disto faz parte do discurso oficial e de ONGs várias quando o assunto é prevenção da AIDS. Ou seja, o discurso católico, que curiosamente é o único que realmente dá uma resposta efetiva contra a doença, é deixado de lado totalmente. E é uma revista de um hospital sob responsabilidade de uma congregação católica que dá destaque de "personalidade" a uma senhora que advoga exatamente o contrário do que ensina o catolicismo? É esta mesma revista que abre espaço para a divulgação de um concurso que busca "estimular o uso de preservativos durante o carnaval"?

Isto é um completo absurdo!

E não é apenas sobre prevenção à AIDS que a sra. Lucinha Araújo se perde, a mesma coisa acontece quando ela se refere ao aborto... 

À época das últimas eleições presidenciais, quando a questão do aborto finalmente apareceu à população (até então o conluio entre ONGs, governos e grande mídia impedia o tema de ser tratado em qualquer eleição), um time de feministas e assemelhadas apareceu dando declarações em uma matéria no jornal O Globo. Lucinha Araújo fez parte deste time e declarou o seguinte:
" - O Brasil ainda não conseguiu separar Estado de religião. Devemos achar o meio termo e discutir se o Estado deve interferir tanto na vida íntima das pessoas, como na questão do aborto. O corpo é da mulher, não uma questão de Estado. Deveríamos pensar mais na assistência, como o direito à creche e à saúde."
Talvez a sra. Lucinha não saiba ou finja não saber, mas o corpo da mulher é apenas o que é realmente seu corpo, mas não o corpo de seu filho. Que se pense na assistência, em creches e na saúde das mulheres é excelente, mas este pensamento de forma alguma passa pela liberalização de um crime hediondo como o aborto.

E é esta senhora que ganha destaque como "personalidade" na revista do Hospital São Vicente de Paulo?

Creio que, provavelmente, as irmãs responsáveis pelo hospital (quatro das quais fazem parte do conselho editorial da revista) não devem ter consciência do que vem sendo publicado na revista. Deveriam, isto sim, procurar saber quem foi responsável por aprovar a publicação de um lixo destes.

Duvido muito que faltem veículos para a sra. Lucinha Araújo divulgar suas idéias nada católicas sobre prevenção da AIDS e, por isto, é desnecessário que o Hospital São Vicente de Paulo lhe forneça qualquer tipo de ajuda.

O hospital possui um "Fale Conosco" e seria bom o envio de mensagens, devidamente respeitosas, questionando o motivo de fornecerem espaço para publicação de tamanho absurdo.

Que São Vicente de Paulo, apóstolo da caridade, rogue por nós e, principalmente, por suas filhas espirituais.

terça-feira, janeiro 31, 2012

O fim está próximo!

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O recesso pelo qual este blog vem passando nos últimos meses está para terminar...

Em breve novas postagens serão disponibilizadas.