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segunda-feira, maio 30, 2011

Uma flor no jardim de Nosso Senhor

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Edivaine Cristina
 "A morte foi tragada pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (I Cor 15, 55)

Há quase 2 meses foi publicado aqui uma postagem sobre o emocionante testemunho de Edivaine Cristina ("Amor sem limites - O testemunho de Edivaine Cristina"), uma jovem que mostrou do que são feitas as mães: de puro amor.

Continue lendo:

https://contraoaborto.wordpress.com/2011/05/30/uma-flor-no-jardim-de-nosso-senhor-mae-escolhe-a-vida-do-filho/

quarta-feira, abril 20, 2011

Vamos ajudar um blogueiro ir ao Vaticano

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Meu amigo Wagner Moura, autor do excelente blog católico "O Possível e o Extraordinário" foi convidado pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais para representar o Brasil em um encontro de blogueiros católicos de toda a Igreja que acontecerá em Roma, um dia após a beatificação do Papa João Paulo II.

Como o próprio explica em seu blog, ele está necessitando de nossa ajuda para arrecadar fundos que o ajudem com as despesas da viagem e hospedagem, pois este convite pegou-o totalmente de surpresa e o tempo para arrumar o dinheiro é escasso.

Os dados com as contas para depósito das doações podem ser vistos em postagem em seu blog, mas já adianto e os coloco aqui mesmo:
Agradeço doações para qualquer uma das seguintes contas em nome de Wagner L. R. Moura:

Banco do Brasil: Conta Poupança
Agência: 4445-8
Conta: 19.037-3
(No Banco do Brasil minha conta é POUPANÇA)

Bradesco: Conta Corrente
Agência: 1037-5
Conta: 37383-4

Meu e-mail – opossiveleoextraordinario@gmail.com

Vamos ajudar um blogueiro nota 10 a nos representar no Vaticano!

terça-feira, abril 12, 2011

Discurso mostra as raízes da Cultura da Morte

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Dep. Elimar Máximo Damasceno
"Entre minhas preocupações, destaco a defesa da vida, em todos os momentos de sua existência, e da família, instituição tão ameaçada nos dias de hoje. Em verdade, o aborto, a eutanásia, a esterilização em massa de homens e mulheres, a educação sexual hedonista constituem atentados à vida. Enquanto a desestruturação e as várias formas afetadas de família, defendidas por organizações e grupos deletérios, constituem ameaças à família legalmente constituída.

Por outro lado, o desenvolvimento científico no campo da reprodução e da genética trouxe preocupação para os estudiosos da bioética. Essa preocupação diz respeito à reprodução médica assistida, ao descarte de embriões, à redução embriológica, à clonagem de seres humanos, à criação do útero artificial e às experiências de cruzamento de espermatozóide humano com animais inferiores. Tudo isso é motivo de preocupação para os que defendem a vida e a família."

As palavras acima estão logo no início de um discurso proferido pelo então deputado federal Elimar Máximo Damasceno (PRONA-SP) em 28/04/2003 no Plenário da Câmara dos Deputados.

Só por estas palavras, dá para ter uma idéia do conteúdo, que pode ser lido integralmente no "Blog do Titio" na postagem "Há oito anos, deputado denunciava nazismo na Planned Parenthood", que recomendo a leitura.

Em seu pronunciamento, o deputado vai fundo na análise das raízes que impulsionam as várias iniciativas que têm como alvo a família e a vida humana, como o trecho abaixo demonstra bem.

"Mas a que devemos essas ameaças à vida e à família? Será isso resultante de um simples desenvolvimento científico ou de uma evolução social? Trata-se de um progresso? Acontecem por acaso esses atentados?

Essas perguntas é que pretendo responder durante este meu pronunciamento.

Em verdade, estão por trás desses atentados três principais interesses, quais sejam: 1) interesses de melhoria da raça humana; 2) interesse político no controle da população no Brasil; 3) interesse de investimentos em recursos para o controle da população no Brasil."

O texto é extenso, mas sua leitura é muito importante.

domingo, abril 10, 2011

Advogado pró-vida massacra feminista/abortista em debate

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Abaixo segue apenas um dos vídeos, o quarto dos cinco disponíveis, de um debate sobre o aborto ocorrido em 2007 na TV do Supremo Tribunal Federal, no qual o advogado Celso Galli Coimbra, mantenedor do blog Biodireito Medicina, defende brilhantemente a posição Pró-Vida. Os demais vídeos podem ser vistos no próprio blog do advogado e é altamente recomendado que quem defende a vida os assista.

À professora Lia Zanotta, representante do CNDM (Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres), restou o cruzar e descruzar de pernas, o gaguejar, o bufar de raiva, entre outras coisas.

Coitada da professora... Talvez ela tenha pensado que bastava fazer como o governo vem fazendo e enganando a muitos há muito tempo, dizer que tudo se trata de um problema de Saúde Pública e pronto. Aliás, o advogado Celso Galli Coimbra destrói a enganação abortista do tal problema de Saúde Pública, coisa que não tem qualquer fundamento utilizando-se os próprios dados oficiais do Ministério da Saúde.

É bom que se diga que o Ministro da Saúde do Governo Lula, José Temporão, também foi convidado ao debate e preferiu não comparecer e nem indicar representante. Talvez ele quisesse evitar o que teve de passar Lia Zanotta ao se ver enfrentando um debate sério sem qualquer argumento.

O debate teve momentos curiosíssimos. Um deles foi quando a professora defensora da legalização do aborto (Vídeo 3/5 - 10:38) diz que abortar não é matar o próprio filho. Ora, se o aborto por demanda não fosse a morte direta de um ser humano, toda esta discussão já teria terminado há muito. Patético.

Mas talvez o melhor momento seja quando o advogado Celso Galli Coimbra demonstra que o PL 1135/91, que trata da legalização do aborto, permite, através de artifício jurídico, que o aborto seja liberado até o momento anterior ao nascimento da criança, o que vai de encontro ao discurso da professora, que dizia que o movimento feminista defende o aborto até a 12a. semana de gestação.

Informada pelo advogado de que este limite de 12 semanas não está no projeto, Lia Zanotta diz uma frase que significa muito: "Não sei o que está no Projeto, meu senhor" (Vídeo 4/5 - 06:00).

Pois é... A professora Lia Zanotta fez parte da tristemente famosa Comissão Tripartite, que foi criada durante os primeiros tempos do Governo Lula especificamente para rever a legislação que proibia o aborto; esta comissão apresentou suas conclusões que serviram como base para modificação do texto do PL 1135/91, que ainda tramita no Congresso Nacional; e a professora vai à TV defender a legalização do aborto e, logicamente, também o PL 1135/91, sem que nem mesmo saiba o que vai no Projeto. Patético.

A verdade é que os abortistas em geral querem porque querem que todos se curvem à sua visão de mundo, por mais distorcida que esta seja. É por isto que a professora foi a um debate sobre um tema tão importante como é o aborto sem que tenha sequer apresentado um único dado comprovado. Sim, é isto mesmo! Uma professora-doutora, que leciona na UnB, vai a um debate e acha que não deve apresentar dado algum que possa ser comprovado. Talvez isto funcione com seus alunos...

Já o advogado Celso Galli Coimbra fez exatamente o oposto. Advogado experiente que é, mostrou dados e suas fontes, e derrubou uma a uma as teses da professora. Não sobrou pedra sobre pedra no castelo abortista. Mas também, convenhamos, é um castelo de areia, não?

Este debate demonstra também porque a maioria dos debates feitos no Brasil sobre o assunto aborto são quase sempre viciados, nos quais os abortistas ou são maioria na mesa ou simplesmente não existe a parte contrária. Quando a coisa é bem equilibrada, como foi o debate na TV do STF, a posição abortista faz água por todos os lados, e o que resta é um defensor do aborto cruzando e descruzando pernas, bufando, gaguejando, afetando indignação.

sábado, abril 09, 2011

Hipocrisia abortista 2

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Em entrevista à revista Marie Claire, ao lhe ser perguntado se é a favor do aborto, Maria do Rosário, ministra da Secretaria de Direitos Humanos,  saiu-se com a mais longa resposta dentre todas as respostas à mesma pergunta, que também foi feita às suas companheiras ministras:
"É um tema que precisa ser trabalhado pela sociedade e as mulheres brasileiras precisam ser escutadas. O que é um tema de saúde pública foi transformado num tema eleitoral nos últimos tempos. Não foi justo o que tentou se fazer com a presidenta Dilma como mulher, colocá-la em uma situação difícil. Foi muito adequado quando ela respondeu que essas circunstâncias não devem ser tratadas como um caso de polícia, mas sim de saúde pública. Sou favor de que no Brasil se cumpra a legislação, que diz respeito à questão do estupro, da violência de um modo geral. Acho que nós devemos avançar na questão do risco de vida da mãe, assegurando a agilização desses procedimentos. Concordo também nos casos de anencefalia, que não tenhamos essa dor perpetuada para as mulheres durante a gravidez. Essa é a minha posição institucional. Minha posição pessoal é contrária de que as mulheres sejam penalizadas."

Esta coisa de duas posições, uma pessoal e outra institucional, já foi tentada pelo ex-presidente Lula. É coisa de gente bicéfala, de gente que pensa que é possível defender uma coisa quando em um cargo público e outra pessoalmente. É a tática daqueles que preferem enganar em vez de afirmar explicitamente o que realmente pensa sobre o assunto.

Lula é um mestre nisto e parece que a ministra Maria do Rosário foi boa aluna, pois ela consegue a façanha de no mesmo parágrafo dizer que é a favor do cumprimento da lei e, logo em seguida, dizer que é contrária a que mulheres sejam penalizadas.

A eloqüência de Maria do Rosário contrasta com a economia de vocábulos da ministra Ana de Hollanda, mas nem por isto é menos desastrosa.

Quem gasta uma penca de palavras para responder se é ou não a favor do aborto, só quer enganar seu interlocutor. E é exatamente o que tenta fazer Maria do Rosário, e o melhor exemplo disto é exatamente que ela consegue se contradizer em um simples parágrafo. Bastava um simples sim ou não...

Após o massacre em Realengo, a ministra Maria do Rosário esteve no Hospital Albert Schweitzer, para onde foram encaminhadas as vítimas da tragédia. Lá a ministra deu a seguinte declaração:

"O Brasil está de luto. Nossa presença no Rio de Janeiro é símbolo de solidariedade. Eu vim representando a presidente Dilma. (...)

Esse é um momento de solidariedade. Ninguém pensaria isso no nosso país. É a primeira vez que aconteceu. Nós estamos em choque."

Pois é... A ministra parece se preocupar muito com solidariedade, não é mesmo? Ela e também a presidente Dilma, pois a ministra a representava, preocupam-se muito com a solidariedade às vítimas quando os holofotes da mídia e os olhos do país lhes estão voltados. Já quando se trata da morte de crianças não-nascidas, o truque é dizer que tudo se trata de um problema de Saúde Pública, o que é mentira. Aí, para esta gente, tudo está resolvido... Aí não há ministra e nem presidente em estado de choque. Para elas, não há nem vítimas, o que há é uma candidata que foi colocada em "situação difícil". Fácil mesmo deve ser para o nascituro que foi parar no lixo hospitalar como solução do tal problema de Saúde Pública, não?

O governo Dilma pode estar completando apenas 100 dias, mas parece que a hipocrisia nem precisa de muito tempo para atingir os alarmantes níveis anteriores.

Hipocrisia abortista

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Ana de Hollanda
Recentemente, quando perguntada se é a favor da legalização do aborto, Ana de Hollanda, Ministra da Cultura, respondeu com uma só palavra:
"Sou."
Sobre massacre de 12 crianças em Realengo, subúrbio da cidade do Rio de Janeiro, a ministra achou por bem dar uma declaração com mais conteúdo:
“A tragédia do Realengo nos mergulha num sentimento que desconhecíamos, uma dor absurda porque misturada a um espanto descomunal. Ao mesmo tempo, nos leva a uma adoção pela dor: todos e cada um de nós passamos a ter ali a sua filha, o seu filho, o seu sobrinho, além daquela típica e tão querida garota do vizinho que certo dia se infiltrou na nossa vida com a desculpa de gostar de tomar o lanche na nossa casa. Como mãe, tia e avó que sou, me somo a cada mãe e a cada família para, ao mesmo tempo em que choro junto, dar um abraço apertado para renovarmos a esperança na vida e, também juntos, passarmos a cuidar mais dela.

Ana de Hollanda

Ministra de Estado da Cultura"

Difícil imaginar um exemplo mais perfeito de hipocrisia abortista. Deparada com um questionamento sobre a liberação do aborto, a ministra não deixou dúvidas sobre seu posicionamento. Nem mesmo tentou, como outras ministras a quem foi feita a mesma pergunta, maquiar a resposta. É a favor e pronto.

Tempo de gestação, motivos do abortamento e outras variáveis criadas por abortistas para tornar mais palatável o horror que eles defendem, sequer passaram pelo discurso da ministra. Em resumo, por suas palavras podemos imaginar que ela é favorável a qualquer tipo de aborto.

Palmas para sua coerência! Sou dos que defendem que quem é favorável a um tipo de aborto é também, por coerência, favorável a qualquer outro tipo. Quem é favorável à distribuição de Pílulas do Dia Seguinte deve também, por coerência, ser favorável ao Aborto por Nascimento Parcial, uma coisa que é tão ou mais horrenda quanto um psicopata atirar na cabeça de uma criança. Incoerente é defender uma coisa e verter lágrimas pela outra.

Ou seja, quando a mídia está em polvorosa, procurando qualquer autoridade para dar declaração, Ana de Hollanda lembra que é "mãe, tia e avó" e chora junto às mães das vítimas. Certo... Já quando é perguntada por uma revistazinha idiota se ela é favorável à morte de não-nascidos, ela nem titubeia: "Sou".

Interessante, não? Os abortistas e sua ética seletiva é coisa realmente espantosa.

quinta-feira, abril 07, 2011

Amor sem limites - O testemunho de Edivaine Cristina

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Edivaine Cristina
Grávida, Edivaine Cristina -- "Edi" para os mais próximos --, soube do diagnóstico de câncer e seus médicos, querendo submetê-la a fortes sessões de quimioterapia para pôr fim à doença, a aconselharam a abortar a criança em seu ventre.