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quinta-feira, fevereiro 10, 2011

"Você foi feito para amar e para ser amado"

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Estas palavras estavam em um panfleto que Mary Wagner, militante Pró-Vida canadense, entregava às pessoas que adentravam uma clínica de abortos em Toronto. Ela foi presa (não é a primeira vez…) acusada de invadir as dependências de uma clínica de abortos naquela cidade para dar aconselhamento contra o aborto.

Segundo relatos, ao menos um casal que havia entrado na clínica deu meia volta e parece que desistiu da idéia de abortar seu filho. Queira o Senhor Deus que isto se confirme!

Alissa Golob, ativista Pró-Vida que estava rezando e aconselhando junto a Mary Wagner, declarou: "Em que tipo de país vivemos, onde salvar outros da morte é crime?".

Mais sobre Mary Wagner na página do Pro-Life Prisoners of Conscience.

"Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!" (São Mateus 5,10)

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Passadas as eleições, os pró-aborto aparecem novamente

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Em outubro do ano passado, antes ainda do primeiro turno das últimas eleições, fiz aqui no blog uma postagem com a seguinte pergunta no título: "Afinal, onde se meteram os favoráveis ao aborto?"

Nesta postagem, eu falava sobre o silêncio sepulcral de feministas e abortistas sobre o tema do aborto durante as eleições, que então estava sendo discutido pela sociedade. Mesmo a grande mídia sempre fazendo seu papelzinho sujo de "melar" a discussão, não houve uma feminista/abortista que viesse a público e gritasse que Dilma devia se mostrar como ela sempre foi, favorável ao aborto.

A verdade é que os abortistas só não são mais pragmáticos do que enganadores. Como expliquei em outra postagem -- "As engolidoras de sapo"  -- os abortistas e feministas souberam muito bem manter o silêncio enganador, pois o momento não era propício. Para quem não perde a oportunidade de dizer que quer levar o debate sobre o aborto à frente, a falta de disposição mostrada por tais grupos só demonstra a falsidade esnobe deste pessoal.

Até Rose Marie Muraro, feminista guerreira, soube guardar a borduna bem no fundo da gaveta, declarando que se estivesse no lugar de Dilma faria a mesma coisa. Mas e o debate, feminista cara-pálida? Ora...

Mas o caso agora é outro... Passados já alguns meses da eleição, com Dilma já desfilando seus terninhos por Brasília, chegou a hora de faturar, não é mesmo? Provavelmente pensando assim, é que um grupo de esquerdistas -- Surpresa! -- resolveu lançar, em 12/01/2011, um Manifesto favorável ao aborto.

O documento é o blablablá esquerdóide de sempre. Quem lê um, leu todos; nada de novo. Aliás, é sempre a mesma empáfia a deste pessoal ao se portarem como porta-vozes de mulheres, de pobres, de oprimidos, etc. Sem que ninguém lhes tenha dado procuração, saem falando em nome do Brasil inteiro. E o delírio megalômano deste pessoal vai tão longe que até a filha de Raul Castro assinou o tal manifesto. Pois é, para um esquerdista, nada como a filha e sobrinha de ditadores sanguinários para dar aval a uma declaração. Só por isto dá para ver como funciona a cabeça deste pessoal.

Mas o que mais impressiona é o senso de oportunidade. Durante a campanha, os esquedistas encheram a mídia dizendo que o debate sobre o aborto durante a eleição era desnecessário, que o debate estava mal colocado, etc. Passadas as eleições e com Dilma já com o gabinete decorado, aí eles botam a fantasia de indignados, de preocupados com as mulheres pobres, etc. O mesmo papinho enganador de sempre.

Ou seja, como já dito aqui inúmeras vezes, esta gente quer debater coisa nenhuma. Quer manipular, enganar, dissimular, mostrar-se porta-voz de quem não lhes deu autorização. E é uma gente covarde, que foge do debate, que fica com o rabinho entre as pernas só esperando a oportunidade de sair da toca e lançar um manifestozinho chinfrim e com assinatura até de sobrinha e filha de assassino, como se isto lhe aumentasse a validade.

Até entendo este trabalho que eles fazem nas sombras. A enganação é o que lhes resta mesmo. Quando uma feminista/abortista se mete a falar verdades, a mostrar suas idéias à luz do dia, como fez a militante alemã Elfriede Harth, o que aparece é asqueroso, nojento, desumano. Mas isto é nada para quem acha que trucidar uma criança no ventre de sua mãe é um "direito"...


Bispo comunica a freira que autorizou aborto que ela incorreu em excomunhão automática

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O bispo norte-americano Thomas Olmsted, da Diocese de Phoenix, Arizona, retirou o nome de "Católico" de hospital cuja freira vice-presidente havia autorizado aborto. O bispo também comunicou à freira Margaret McBride que ela incorreu no caso de excomunhão latae sententiae (automática).

Após investigação, o bispo tomou conhecimento que durante anos o hospital, à revelia das normas para hospitais católicos, prestava aconselhamento e fornecia suprimentos médicos para contracepção, fazia procedimentos para esterilização de mulheres e homens e que até mesmo fazia abortos por motivo de saúde física ou mental e em mulheres vítimas de estupro e incesto.

Casos assim mostram a urgência de que nossos bispos olhem com muito cuidado as instituições que prestam serviços médicos à população.


Mais uma mentira abortista desmascarada...

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Ao contrário do que abortistas querem fazer acreditar, o amplo uso de contracepção artificial aumenta, e muito!, o número de abortos. É isto que mostra um estudo publicado na revista Contraception, número de janeiro/2011.

Ou seja, aquilo de dizer que o aborto deve ser "Legal, Segudo e Raro" é só mais um slogan abortista enganador e vazio, como é, aliás, qualquer pseudo-argumento abortista.




Bispos dispostos a ir para a cadeia por oposição à lei anti-vida! Nas Filipinas...

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Segundo noticia do site "Religion en Libertad", bispos filipinos declaram-se dispostos a serem encarcerados por protestar contra um projeto, vindo do Executivo daquele país, que promove o controle demográfico através de anticonceptivos abortivos e também a esterilização.

Que coisa, não? E aqui no Brasil, temos de lidar com bispos e religiosos que, contra fatos por todos conhecidos, afirmaram, nas últimas eleições presidenciais, que Dilma Rousseff não é favorável ao aborto.


segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Caso João Hélio: e não fizemos nada...

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Há exatos 4 anos, o menino João Hélio foi trucidado, destroçado por bandidos no subúrbio do Rio de Janeiro. A comoção que se seguiu ao bárbaro assassinato foi enorme. E justificada. E, pode-se dizer, até muito positiva, pois em uma cidade e em um país que se acostumou já com crianças mortas por balas perdidas, com mulheres assassinadas em cruzamentos, com passageiros de ônibus queimados vivos, é positivo que ainda haja barbaridade que cause indignação. Sinal de que nossa sociedade não está morta. Ainda…

Mas uma coisa que estes 4 anos mostraram é que essa capacidade de se indignar vai diminuindo cada vez mais.

A capa do número da revista Veja que se seguiu à morte do menino vinha com o seguinte título em destaque: "… NÃO VAMOS FAZER NADA?"

E o que fizemos, afinal? Houve alguma mudança estrutural considerável para que a população sentisse que casos como o de João Hélio não vão mais acontecer? Uma das medidas que foi muito discutida à época do crime foi a diminuição da maioridade penal, e inúmeros políticos aproveitaram a onda, mas deu em nada. Que é ridiculamente absurdo que jovens possam votar a partir de 16 anos, mas que não possam arcar criminalmente com suas atitudes erradas, só um idiota o negaria.

Ou seja, um rapazote serve bem para votar no candidato que seus professores de Filosofia e Sociologia (sim, isto está no currículo agora) pintam em cores lindas e brilhantes durante suas "aulas", mas, caso ele resolva arrastar de carro pelas ruas um menino de 6 anos preso pelo cinto de segurança, ele deve poder fazê-lo sem que seja punido de acordo com seu crime.

Um dos assassinos, o "menor" Ezequiel, após 3 anos em uma instituição para jovens infratores, quase entrou em um programa para proteção de adolescentes ameaçados de morte. Não fosse a gritaria popular, Ezequiel estaria soltinho e mamando nas tetas do Estado.

Atualmente, segundo informações, ele está cumprindo medida sócio-educativa em regime semi-aberto por 2 anos. Ou seja, por volta de 2012 ele estará livre! Isto é Brasil.

Mas o que mais revolta é o que tivemos de ouvir e ler nos dias seguintes ao bárbaro crime. Não faltou gente, os de sempre, a falar que o crime foi cometido por todos nós, ou que devemos atacar as causas que levam a isto, ou que não devíamos buscar soluções fáceis no calor da emoção, etc. Um blablablá que faz muito sucesso nas salas de aula da UERJ ou da USP, mas que não traz de volta o menino João Hélio de volta e nem lhe faz justiça.

Um exemplo deste papo-cabeça enrolador pode ser a declaração do sociólogo Ignacio Cano, do Laboratório de Análise da Violência da UERJ, que chamado pelo portal G1 para dar sua opinião de especialista sobre o clamor público que pedia, entre outras coisas, a redução da maioridade penal, saiu-se com esta:

"Isso seria uma resposta bárbara a um crime bárbaro que só faria aumentar a espiral da barbárie. Vejo nisso uma repercussão excessiva, apesar do caráter extremamente perturbador do crime, um raciocínio primitivo porque as pessoas estão reagindo emocionalmente. Tentar extrair políticas públicas de um caso extremo como esse é demais.”
Pois é… Gente como o sociólogo Ignacio Cano achava, e provavelmente acha ainda, que o caso de um menino de 6 anos arrastado por 7 Km, tendo seu corpo destroçado na via pública, teve "repercussão excessiva". Querer que a sociedade seja protegida ou ao menos tenha como punir exemplarmente quem comete crimes de tal porte, para o sociólogo, é uma "resposta bárbara".

Talvez fosse o caso de se perguntar ao sociólogo se agora, passados já 4 anos, já é ou não o tempo de se buscar soluções. Talvez devêssemos perguntar a ele se seu radar civilizatório já permite que ao menos discutamos a redução da maioridade penal. Ou será que isto ainda é classificado por ele como barbaridade?

Nossa sociedade, principalmente a sociedade carioca com seus dândis politicamente corretos metidos a cosmopolitas e antenados com o progressismo mais retrógrado, há 4 anos achou por bem homenagear o menino recém falecido com uma faixa durante desfile de uma escola de samba; outra escola chegou ao máximo da benevolência ao fazer sua comissão de frente mostrar seu nome em uma coreografia.

Lindo, não? A um menino despedaçado por frios criminosos, nada como homenagear seu nome em meio a uma festa com muita gente nua, regada a muito chope, com todo mundo afetando alegria e deixando de lado qualquer limite moral. Isto, na minha opinião de não-sociólogo, é que é barbaridade!

O fato é que, passados 4 anos, Sergio Cabral foi reeleito, Lula foi reeleito (ah, sim… Dilma…) e o Rio de Janeiro continua com seus carnavais pomposos e luxuriantes. E nós aqui continuamos esperando um novo caso João Hélio acontecer. 

E quando isto ocorrer, bastará um bando de foliões gritando o nome da vítima da vez e um monte de especialistas a dizer que temos que nos acalmar. Afinal, o importante é o samba jamais parar, não é mesmo?

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Aborto: Lições para o Brasil

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O caso do médico aborteiro Dr. Kermit Gosnell que tinha uma verdadeira casa de horrores na cidade de Philadelphia, nos EUA, continua enojando a todos por lá. E não é para menos... Eis uma breve descrição constante no relatório anexo à denúncia feita contra Dr. Gosnell:

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https://contraoaborto.wordpress.com/2011/02/04/aborto-licoes-para-o-brasil/