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sábado, janeiro 29, 2011

Mais um blog na luta contra o aborto

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Recebi mensagem do blogueiro português Mats, responsável por um dos blogs mais inteligentes em Língua Portuguesa -- o "Darwinismo" -- anunciando a criação de mais um blog contra o aborto: "Aborto em Portugal"

O subtítulo do blog -- "Contra a legalização da matança" -- diz tudo o que vem sendo feito em Portugal, a exemplo de muitos outros países da Europa e mundo afora: uma verdadeira carnificina mascarada sob mil pseudo-argumentos, como bem dito pelos blogueiros portugueses.

Faço votos que os responsáveis pelo blog, o próprio Mats e Jairo Entrecosto (do blog "Paio com Ervilhas") permaneçam firmes neste novo empreendimento, que é muito importante.

Bem vindo às trincheiras e que o Senhor Deus os ajude!

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Quando bebês passaram a ser "acidentes"?

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ACIDENTES ACONTECEM
É por isto que temos a pílula do dia seguinte
Esta imagem aparentemente neutra, escolhida a dedo para passar uma idéia de leveza e de naturalidade, esconde uma realidade que não condiz com o sorriso da modelo. 

Continue lendo em:

https://contraoaborto.wordpress.com/2011/01/24/sexo-gera-bebes/

domingo, janeiro 23, 2011

Enquanto uns matam, outros acolhem

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Infelizmente, por absoluta falta de tempo, não pude traduzir e legendar o vídeo abaixo.





Neste é mostrado o caso de um vietnamita, Tuong Phuoc Phuc, que cuida de mais de 50 crianças. Destas, apenas duas são seus filhos de sangue; o restante, não fossem os cuidados deste santo dos nossos dias, teriam o triste destino de tantos bebês abortados.

Tudo começou quando a esposa de Tuong passou por dificuldades no parto. Rezando, Tuong pediu a Deus pela vida de sua esposa e filho e Lhe disse que faria algo de bom pelos outros.

Quando sua esposa estava em recuperação do parto difícil, diz Tuong que viu várias mulheres grávidas entrando na sala de cirurgia e de lá saindo sozinhas. Em seguida ele viu os médicos jogando os bebês no lixo hospitalar.

"Sou católico e respeito o espírito dos seres humanos." -- palavras de Tuong sobre sua motivação. "Então solicitei se eu não podia levá-los comigo."

Isto levou Tuong a usar suas economias para comprar um pequeno terreno onde ele pudesse enterrar os corpos dos bebês abortados. Atualmente, já são mais de 9000 pequeninos túmulos, onde os bebês abortados têm o mínimo de dignidade na morte, a mesma dignidade que lhes foi negada em vida.

Muitas mulheres começaram a ir ao cemitério para rezar e outras, grávidas, começaram a procurar a casa de Tuong buscando abrigo. A partir daí algumas mulheres que não se sentiam, por um motivo ou outro, em condições de criar seus filhos, deixavam-nos com Tuong.

Várias destas crianças, após passarem um período de tempo sob os cuidados de Tuong, são recuperadas por suas mães. Não fosse o abnegado trabalho do vietnamita, sabemos bem o que aconteceria com tais crianças.


quarta-feira, janeiro 19, 2011

Assim é a indústria do aborto...

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Dr. Kermit Gosnell
Embora eu sempre evite principalmente imagens mais fortes aqui no blog e mesmo descrições mais cruas, creio que por vezes isto é necessário para que todos saibam como é e como funciona a indústria do aborto pelo mundo.

sábado, janeiro 15, 2011

Um vídeo sobre Santa Gianna!

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Monica, leitora do blog, enviou o vídeo abaixo e pediu divulgação.

Agradeço de coração o envio. Muito obrigado! Gostei muito.

Salve Santa Gianna!




sexta-feira, janeiro 14, 2011

Eu, um radical

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Sou um radical.

Não deixo meus cabelos crescerem muito -- e eles crescem rápido! -- e minha barba é feita algumas vezes por semana. Quando muito, quando tenho picos desta minha radicalidade insana, minha barba fica por fazer um semana inteira!

Apesar disto, sou um radical!

Meu guarda-roupa não tem nada de vermelho. Nada. Nada mesmo. Simplesmente não gosto da cor. Nem mesmo a devoção por São Sebastião e por São Jorge me fez gostar da cor. Não gosto e pronto.

E, mesmo com esta falha grave, sou um radical.

Não possuo sequer uma camisa com a famosa imagem do Che Guevara. Motivo: não gosto de assassinos estampados em meus trajes. Tampouco tenho frisson quando vejo Fidel Castro como acontece com muitos. Por que eu, afinal, admiraria um ditador sanguinário, que mantém seu povo na miséria por sua única e exclusiva vontade?

E, ainda assim, sou um radical.

De símbolos não gosto de suásticas, pois me lembram mortes e mais mortes. Tampouco gosto de foices e martelos cruzados, pois me lembram de mais mortes ainda, mortes que ainda se vêem hoje em dia. Acho muito curioso que ainda haja aqueles que dizem que a suástica e a foice-e-martelo são lados opostos. Para mim são ambos a mesmíssima face de uma moeda. Mortes e mais mortes, isto é que são.

E sou eu o radical.

Não coloco bombas, não invado propriedades alheias, não mato em nome de uma ideologia. Mato apenas por motivos práticos: o mosquito que me atrapalha o sono, a formiga que me deu uma ferroada, a barata que invade meu lar e deixa a esposa nervosa. Coisas assim.

Sou mesmo um radical.

Pode ser que talvez esta minha radicalidade toda ainda não seja suficiente... E não é que eu me senti um pouco mais radical neste início de 2011? Pois é! Como se isto pudesse acontecer!

Além de um baita radical, eu me vi, do nada, como um baita admirador de um outro gigantesco radical! 

Segundo a página do jornal "O Estado de São Paulo", o Pe. Lodi, uma das maiores lideranças pró-vida do Brasil, é presidente de um "movimento católico dos mais radicais do País". Faltou apenas o jornalista Roldão Arruda, que nada tem de "foca", dizer o que seria a tal radicalidade de Pe. Lodi e seu "movimento". 

Pega mal um jornalista experiente lançar termos desta forma e esperar que eles ganhem vida própria, não é mesmo? Ou será que ele subitamente deixou de ser jornalista e virou mero insinuador? 

Seria porque o padre usa batina? Seria porque ele prega exatamente o que a Igreja ensina em relação ao aborto? Seria o que exatamente que levou o jornalista a destacar a tal radicalidade do padre e seu movimento? 

Vejamos: não deve ser a questão do aborto, pois o que Pe. Lodi faz é exatamente o que a Igreja, o Papa e os bispos e clero que com ele estão em comunhão pregam: que a vida humana tem uma dignidade que lhe é intrínseca que deve ser preservada, jamais estando a mercê de "decisões individuais" como a que defende a ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Tampouco o motivo deva ser porque o padre escreveu contra as tentativas de criminalizar o que muitos vêm chamando de "homofobia". Faltou também o jornalista do Estadão dizer o que seria a já famosa "homofobia". Talvez seja este um dos segredos mais bem guardados das redações da grande mídia no Brasil. Convenhamos que não é nada fácil criar um termo que tem um significado absurdo e o expandir até que nele caiba que até mesmo um sacerdote possa ser acusado de crime se ele apenas repetir um ensinamento milenar e que vem mesmo escrito no coração de cada homem.

Mas é claro que a grande mídia não está nessa sozinha... O que não faltou foi ONG multicolorida para fazer pressão e indicar caminhos nada retos para que este rio de enganação desembocasse no que se chama de PNDH-3.

Mas creio que não é por causa disto que jornalista acusou o padre de radical. Afinal, o que o padre faz que não tenha de ser feito por qualquer católico ciente de sua missão sagrada?

Será que é porque o padre, nem bem Dilma teve tempo decorar seu escritório, já começou a alertar a todos sobre o rumo deste governo? Ah, não... Não deve ser por isto. O Pe. Lodi há muito alerta a todos sobre os governos petistas. E nem é preciso trabalhar no Estadão para saber que Dilma no governo é como um Lula no 3o. mandato, não é mesmo? Palocci, Zé Dirceu, Guido Mantega e outros estão bem aí para mostrar a quem quiser enxergar. E só para quem quiser enxergar.

Mas Roldão Arruda deve entender de radicalidade... No início do ano passado, quando Lula, em seu cálculo eleitoreiro, resolveu jogar para a galera que o aborto e outras questões polêmicas ficariam fora de seu PNDH-3, advinhem quem o jornalista foi procurar? As famosas "Católicas pelo Direito de Decidir"!

Para o jornalista, aquele grupo de senhoras, que não guarda do catolicismo sequer um mísero ensinamento, é voz ativa quando o assunto gira em torno de religião católica. Radical é o padre e seu "movimento". Normalidade são as CDDs e sua luta pelo aborto. Impressionante, não?

Mas a verdade é que o jornalista deu um tiro no pé. Ao chamar de "radical" ao Pe. Lodi, Roldão Arruda não se deu conta que isto é como que um elogio para um católico sério como o bom padre. Talvez quem se incomode com o adjetivo "radical" sejam as "Católicas pelo Direito de Decidir".

O Evangelho, caro jornalista mais despreparado que um "foca", vive-se na radicalidade. É exatamente quando o mundo diz "sim" que dizemos "não"; é quando os jornais lançam vãos louvores aos que entram pela porta escancarada que nós nos apertamos para passar pela estreira abertura que nos resta. E o fazemos exatamente por saber que é este o único caminho, e mesmo debaixo dos maiores impropérios que nos são lançados.

É fácil dar de ombros em relação aos milhões de mortes de crianças abortadas por todo o mundo anualmente. Elas não gritam, não aparecem em manchetes, não pautam textos jornalísticos com pesquisas mentirosas, não arrumam verbas federais e internacionais, não fazem lobby... 


De radicalismos um verdadeiro católico entende bastante, pois o vive diariamente. Talvez não seja bem o radicalismo que vai na mente do jornalista Roldão Arruda, mas fazer o que, não é mesmo? Ele acha que as "Católicas pelo Direito de Decidir" têm alguma parte com o catolicismo! Só por isto dá para saber o quanto ele entende do assunto sobre o qual quer escrever...

Nós, os radicais, insistimos para que os gritos das milhões de vozes silenciadas pelo aborto sejam ouvidas. Eu estou muito feliz com o lado que escolhi. Difícil mesmo deve ser para quem tem que justificar centenas de milhões de mortes de seres inocentes e frágeis.

Não há "direito de escolha" que justifique isto. Mas o que sei eu? Sou só um radical...

sexta-feira, janeiro 07, 2011

"Quem cala, consente" -- que o digam as feministas!

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Por um motivo ou outro, esperei passar a comoção justificada que se seguiu às declarações do governador Sergio Cabral. 

A fala infeliz e irresponsável do governador do RJ já foi suficientemente rebatida e aparentemente não há quem venha a público defendê-lo. 

Cabral já teve declarações anteriores, igual mente infelizes, expostas neste blog -- "Sérgio Cabral Filho e o aborto - I" e "Sérgio Cabral Filho e o aborto - II". À época, Cabral conseguiu um tiete de peso: o jornalista Gilberto Dimenstein, que teve calafrios extáticos com a "coragem" do governador (ver em "Coragem e coragem").

A fala de Cabral desta vez foi tão asquerosa que nem mesmo seu fãzoca número 1, Dimenstein, resolveu abrir o peito para levar a bala. E olha que Dimenstein alguns dias antes havia defendido a "coragem" do governador em defender a descriminalização da maconha. Mas quando o assunto é levar namoradinhas a abortar, Dimenstein viu que a coisa estava demais e deixou Cabral falando sozinho desta vez.

Mas não é o silêncio de Dimenstein que mais faz barulho... O que parece impressionante a todos é como não houve uma "feminista" que tenha aparecido na mídia e denunciado o machismo da declaração do governador. Parece que a fala do governador não teve efeito sobre as militantes ou então resolveram engolir mais este sapo. Sabem como é: mais um, menos um, tanto faz...

Sempre tão presentes na mídia, não houve uma feminista de peso ou mesmo uma simples ONG, entre as muitas que se dedicam à pressão pelo aborto livre e irrestrito, que desse declaração sobre o absurdo que saiu da boca do governador. Santo silêncio, Batman!

Ora, mas como cobrar princípios de quem não os tem? Como cobrar coerência de quem aceita mudar a cada minuto para que o fim último seja alcançado. É exatamente isto que acontece com quem justifica seus meios pelo fim procurado. Maquiavel puro!

No site das "Católicas pelo Direito de Decidir" não há um mísero texto contra a fala do governador. Curiosamente, há na íntegra a reportagem do portal G1 que mostrou ao mundo o método Cabral de relacionamentos inconseqüentes. Críticas à fala? Não, nenhuma. Nada. Zero. 

Que coisa, não? As senhoras leram a declaração de Sergio Cabral e acharam normal ele se referir daquele jeito às mulheres. O termo "namoradinha" de Cabral refere a uma coisa descartável, passageira, à qual não se dá importância... Enfim, um objeto.

A essas mulheres descartáveis, pela fala de Cabral, caso engravidem de seus namorados que não as valorizam, o aborto é o melhor caminho. Para os homens, claro... Já a "namoradinha" e seu "bebezinho" isto não é problema dele.

E pensar que um monte de feministas fizeram um escarcéu danado quando Paris Hilton fez um comercial de cerveja. Pobre riquinha Paris Hilton... Fosse ela uma "namoradinha" o máximo que teria seria a complacência bovina de muitas feministas e ONGs abortistas. 

Ficamos assim: mulher objeto para vender cerveja não pode. Já se for para ajudar na luta pelo aborto livre está liberado. Palavra de feminista!

Eu continuo insistindo em dizer o óbvio: que o ser humano desde sua concepção tem uma dignidade que lhe é intrínseca e que por isto jamais deve ser tratado como objeto, seja para vender bebida ou para resolver "problemas de Saúde Pública".