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sexta-feira, novembro 05, 2010

PT = Aborto - Só não enxerga quem não quer

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Não existe novidade na parceria entre o Ministério da Saúde e a FIOCRUZ para estudo e pesquisa para buscar a despenalização do aborto no Brasil.

Esta parceria já rendeu até um filme. Segue uma reportagem da TV Canção Nova sobre o mesmo:




Pois é... E ainda tem bispo e padre achando que falar que Lula, Dilma e o PT são abortistas é mentira, é boato.

Santa Cegueira!

De boateiros e mentirosos

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Isto que vai logo abaixo foi publicado no Diário Oficial da União em 04/10/2010, dia seguinte à eleição de Dilma Rousseff.

ESPÉCIE: PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO TERMO DE COOPERAÇÃO Nº. 137/2009
CONVENENTES: Celebram entre si a União Federal, através do Ministério da Saúde - CNPJ nº. 00.530.493/0001-71, e FUNDACAO OSWALDO CRUZ, Estado do RIO DE JANEIRO - CNPJ nº. 33.781.055/0001-35.
OBJETO: Prorrogar a vigência do Termo de Cooperação nº. 137/2009, destinado Estudo e Pesquisa - Despenalisar o Aborto no Brasil, até 04/02/2011, a contar de seu vencimento.
PROCESSO: 25000.656836/2009-31.
VIGÊNCIA: Entrará em vigor a partir de sua assinatura até 04/ 02/ 2011.
DATA DE ASSINATURA: 29/09/2010.
SIGNATÁRIOS: ARIONALDO BOMFIM ROSENDO - C.P.F. nº. 182.782.991-53 - DIRETOR-EXECUTIVO DO FUNDO NACIONAL DE SAÚDE/MS; PAULO ERNANI GADELHA VIEIRA - C.P.F. nº. 422.312.997-04, PRESIDENTE , FUNDACAO OSWALDO CRUZ

É isto o que se tem. Nada de palanques, nada de manifestos, nada. Acabou a campanha e o que vai impresso é apenas uma mostra do que foi o governo Lula e o que será o governo Dilma. A luta pelo aborto está no DNA das esquerdas e negar isto é negar o óbvio.

Durante a campanha, um amontoado de gente que se diz religiosa, tomou para si a tarefa de impedir a perda de votos de Dilma e do PT. E fez isto escolhendo palavras interessantes:

"1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”.

A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: “se nos calarmos, até as pedras gritarão!” (Lc 19, 40)"
Melhor seria se realmente as pedras gritassem! Coisa triste é ver gente que vai tão cheia de uma ideologia, ideologia assassina, ideologia condenada há muito pela Igreja, que nem mesmo se importa em participar de uma farsa, de chamar de mentira o que é verdade.


Quem é que disse mentiras, D. Demétrio Valentini? Não foi o senhor que deu declarações a um jornal de Guarulhos, a diocese de D. Bergonzini, dizendo que a instituição (a CNBB Regional Sul I) havia sido "instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos"? E aí, D. Demétrio, quem instrumentalizou o quê?

D. Bergonzini deu firmes declarações contra Dilma e PT por serem favoráveis ao aborto, o que o próprio Diário Oficial confirma, mas não disse uma palavra a favor de José Serra... E o senhor, D. Demétrio? Como se sentiu declarando voto e apoiando, junto a outros bispos, padres e religiosos apoiando um governo e uma candidata que apóiam o aborto?

Quem disse algo inverossímel, D. Eccel? Onde havia mentira no texto divulgado pela Regional Sul I da CNBB? Cadê o boato, D. Eccel? O que vai escrito no Diário Oficial da União é boato também, assim como eram as declarações gravadas em vídeo e que mostravam a sra. Rousseff dizendo ser "absurdo" que o aborto não seja descriminalizado no Brasil?

Foi confortável ao olhar para o lado enquanto Lula, Dilma e o PT enganavam mais uma vez a população, D. Eccel? Foi bom participar desta farsa? Que gosto tem utilizar as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo para encobrir uma mentira? Valeu a pena?

E você, Alessandro Molon, cujos cabos eleitorais adoram panfletar em saídas de Missas, que alavancou sua carreira política passando a imagem de católico e de ético, como foi dizer que uma coisa era mentira enquanto via imagens de sua candidata dizendo-se favorável ao aborto?

Molon é fiel. Fiel ao partido, claro! Nas eleições de 2008 eu já havia escrito porque não voto em Molon. Sobre o mensalão, que então era o assunto, Molon mostrou seu lado pragmático assim como sua canina fidelidade partidária, coisa de fazer inveja a qualquer melhor amigo do homem:

"Perguntado sobre o porquê de ele, Alessandro Molon, não ter saído do PT devido às várias denúncias que apareceram durante o primeiro mandato do presidente Lula, o deputado declarou que "Eu acho que a gente não muda as instituições trocando de barco"."

É isto aí! Molon, o fiel, está até agora tentando mudar o PT. Os frutos da "influência" de Molon podem ser vistos em qualquer lado: a volta triunfante de José Dirceu, a ascensão e "queda" de Erenice Guerra, a farsa abortista do PT durante as eleições, a covarde tática do medo utilizada para falar sobre privatizações, etc.

Evidente que Molon não teve nada a ver com isto, e é este exatamente o ponto: Molon não está mudando o PT, como ele em 2008 queria nos fazer crer; mas garanto uma coisa: o petismo e o esquerdismo o está mudando muito.

Prova disto é que Molon aceitou, junto a bispos, padres e religiosos, fazer parte da farsa que dizia que o abortismo de Dilma Rousseff era mentira e boato. Uma olhadela no Diário Oficial da União, dá para ver quem é o mentiroso e boateiro, não é, Molon?

Molon é conhecido por sua transparência. Bem, o que posso dizer é que não reconheço isto... Durante a campanha, enviei 3 tweets para Molon entre os dias 21 e 26 de julho:



Nenhum dos três questionamentos teve resposta por parte do deputado. Molon deve ser um homem muito ocupado, não o culpo. Pode ser que haja coisas mais importantes para postar no Twitter que responder a um simples questionamento sobre aborto, não é mesmo.

Isto aqui é que é importante, por exemplo:


É isto aí! Falar sobre um festival de animação é mais importante que responder a um legítimo questionamento sobre um assunto importante como é o aborto. Isto faz muito sentido quando vemos que Alessandro Molon, assim como outros políticos esquerdistas que insistem em se dizerem católicos, ignoram a palavra do Magistério sobre o assunto.

Para quem ignora a palavra de Papas, ignorar os questionamentos de um blogueiro é café pequeno.

Enfim, o que temos é isto: bispos, padres, religiosos e políticos católicos aceitaram fazer parte de uma farsa cujo único objetivo era parar a sangria de votos da sra. Rousseff, sangria esta que começou quando seu posicionamento sobre o aborto veio à tona.

Ver religiosos varrendo para debaixo do tapete toda a sujeira de uma candidata e de um partido, ver religiosos declarando voto de forma vergonhosa é coisa que os fiéis católicos não mereciam.

Mas, como bem nos ensinou Santa Teresa, tudo isto passa! Até mesmo os mentirosos e boateiros passarão, assim como aqueles que chamam o mal de bem para enganar os mais humildes. Também estes passarão.

sexta-feira, outubro 29, 2010

AGORA EM VÍDEO: Bento XVI contra o aborto x Dilma Rousseff a favor

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Abaixo segue o vídeo em que S.S. Bento XVI discursa perante os bispos da Regional Nordeste V.



"Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitae, 74)."

E agora vejam Dilma Rousseff dizendo seu "Credo":





Nem desenhar mais é necessário, não é mesmo?

quinta-feira, outubro 28, 2010

Não esqueceremos!

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Aproveitando o fantástico discurso de S.S. Bento XVI sobre a questão de defesa da vida e da participação de católicos na política, uma frase citada pelo Sumo Pontífice, retirada da Encíclica Evangelium Vitae, encaixa-se perfeitamente em um caso recente e polêmico acontecido no Brasil: a coragem do então Arcebispo de Olinda e Recife, que lutou sozinho contra a imensa maioria da mídia brasileira e da opinião pública para defender a vida de duas crianças que foram mortas sob um manto de enganação e desinformação.
"ao defender a vida 'não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo'"(Evangelium Vitae, 82)
Como deixar de lembrar e louvar o abnegado e incansável trabalho de D. José Cardoso Sobrinho pela preservação da vida de seres humanos ainda não nascidos? Como deixar de lembrar a onda de fúria que se abateu sobre sua pessoa e sobre a Igreja? E enfrentando esta vaga de ódio lá estava D. José, defendendo os ensinamentos da Santa Igreja com a força que vem do alto.

D. José "lutou o bom combate", jamais contemporizou com o mal para se tornar mais popular. Enquanto era incompreendido por tantos e odiado por muitos outros, lá permanecia D. José onde a Igreja precisava que ele estivesse: cumprindo sua missão de pastor, jamais conformando-se com a mentalidade deste mundo

Neste momento em que o Santo Padre esclarece mais ainda o que sempre foi ensinado pela Igreja, o que demonstra a urgência da questão da defesa da vida e a loucura dos que lhe são contrários, lembremos de D. José Cardoso Sobrinho e sua coragem de profeta.

Obrigado, Dom José!

Bento XVI, martelo dos dissidentes

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E agora D. Demétrio? E agora, "frei" Betto? Com que cara ficarão estes e outros que assinaram uma imoral e irregular declaração de voto à candidata Dilma Rousseff?

O Papa Bento XVI pronunciou palavras firmes sobre a participação de religiosos na política, principalmente sobre a urgência em defender o direito à vida;
"(...) falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural"
Que contraste entre estas palavras e as palavras de um D. Demétrio Valentini, de um D. Tomás Balduíno. de um D. Luiz Eccel! Que vergonha ver que estes bispos colocaram suas assinaturas em uma irregular declaração de voto à Dilma Rousseff, e fizeram isto olhando deixando de lado o projeto abortista do PT, que sempre foi abortista.

Este discurso importantíssimo, de alcance mundial, será abordado novamente aqui no blog, mas no momento seguem as claríssimas palavras de S.S. Bento XVI.

Roma falou. Escutem, católicos!


***


Amados Irmãos no Episcopado,

«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).
Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.

quarta-feira, outubro 27, 2010

Lulo-Petismo + Protestantismo de Resultados = Abortismo

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De vez em quando aparecem por aqui seres vindo das profundezas. Destes, os que mais me enojam é quem, como Edir Macedo e seu protestantismo de resultados, quer usar a religião para justificar a morte cruel de seres humanos não-nascidos.

Mas o triste é ver que o chefão da Universal não vai sozinho em seus delírios. E como a Teologia edirmanecidiana se deteriora em contato com o ar, o que chega aqui é um arremedo de suas idéias demoníacas.

Um apanhado deste discurso das trevas pode ser visto abaixo. Tal peça aqui chegou anonimamente através de comentário.
"O aborto deve sim ser discutido, pois existem muitos tipos de abortos no brasil sendo feitos de maneira cruel, e nao eh uma lei constitucional ou lei de Deus que vai parar as pessoas que queiram fazer aborto o facam, o BRASIL TEM QUE PARAR DE HIPOCRIZIA, pois com lei ou sem Lei o aborto e preticado todos os dias.
Agora eh uma tremenda hipocrizia eh frescura tentar "impedir" a pessoa de matar quem ela queira, sendo que quem vai dar conta com Deus da vida que ela tirar eh a pessoa e nao o preseidente que criou uma lei...ai por favorrr deixem de ser ignorantes...penssemmm....o pecado de matar eh o mesmo de MENTIR...pra deus nao existe pecadinho e nem pecadao...somentes as conseguencias que sao diferentes.
EU SOU A FAVOR DA LEGALIZACAO DO ABORTO...QUE CADA UM DECIDA O QUE QUER FAZER, COMO SEMPRE DECIDIU...HOJE SO EXISTE UM MANTO HIPOCRITA SUSTENTANDO A NAO LEGALIDADE.
DEIXEM DE SER MENTIROSOSSSSS....UM BANDO DE MENTIROSO...
ESSA EH PRA VC AUTOR DESSE BLOG HIPOCRITA."
No confuso discurso do anônimo, ele demonstra seu total desprezo por leis, pois, para ele, parece que só se deve fazer leis que tenham eficácia de 100%. Se existem leis contra o aborto e este é feito mesmo assim, pois que não hajam mais leis -- este é o discurso do abortista anônimo.

Substituindo-se "aborto" por "homicídio" ou "estupro" dá bem para vermos o alcance das palavras do anônimo. Estupros e homicídios não são cometidos todos os dias também? Então, para o anônimo, é melhor liberar, acabar com leis que os punam.

Beira a loucura alguém escrever coisas como "Agora eh uma tremenda hipocrizia eh frescura tentar "impedir" a pessoa de matar quem ela queira". É isto aí, sr. anônimo! Macheza mesmo é deixar quem quer que seja matar seja lá quem for, não é mesmo?

Leis são feitas para educar e para punir. Através da educação tenta-se preventivamente impedir atos ilícitos, e através da punição são castigados os que cometeram tais atos.

Mas o machão anônimo (tão macho que nem mesmo coloca aqui seu nome…) acha que o negócio é liberar geral. "Quer matar? Ninguém deve impedir!" -- é o que basicamente diz o anônimo.

Lulista como ele só, o anônimo quer tirar do presidente a culpa, pois quem vai dar contas a Deus seria a pessoa que fizesse o aborto. Para o anônimo, o presidente só assina uma lei, mas está isento de culpa. Em tal pensamento, Pilatos é como um santo, mesmo que tenha tido a oportunidade de fazer o bem e tenha escolhido omitir-se e contribuir para o mal.

Mas o anônimo machão, que nem está aí para o cruel assassinato de crianças não-nascidas, tem mais para ensinar…
"ai por favorrr deixem de ser ignorantes...penssemmm....o pecado de matar eh o mesmo de MENTIR...pra deus nao existe pecadinho e nem pecadao...somentes as conseguencias que sao diferentes."
Já não é a primeira vez que me deparo com este discurso protestante de que "não existe pecadinho e pecadão". Matar, estuprar, roubar é o mesmo que contar uma mentirinha. Todos os pecados são iguais! Ah, sim: a diferença está nas conseqüências!

Que existem diferenças nas conseqüências é de uma obviedade mais clara que água cristalina. O que fazem questão de mascarar, e o fazem com um propósito, é que as conseqüências só podem ser diferentes porque os pecados variam em intensidade.

Nosso Senhor Jesus Cristo mesmo nos ensinou que:
"Por isso, eu vos digo: todo pecado e toda blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não lhes será perdoada. " (Mt 12,31)
Se existe uma categoria de pecados que não são perdoados é sinal de que existe sim diferença entre os pecados.

Em outro trecho podemos ver a mesma gradação entre os pecados:

"Se alguém vê seu irmão cometer um pecado que não o conduza à morte, reze, e Deus lhe dará a vida; isto para aqueles que não pecam para a morte. Há pecado que é para morte; não digo que se reze por este. Toda iniqüidade é pecado, mas há pecado que não leva à morte". (1 Jo 5,16-17)
Se há pecados que não levam à morte, fica óbvio que existem pecados mais graves e pecados menos graves. Mas talvez tudo isto esteja muito além das sofisticações teológicas de um Edir Macedo ou de gente corajosa como o anônimo.

Mas o mais curioso é que o machão anônimo, aquele que chama de "frescura" lutar contra o cruel assassinato de seres humanos ainda não nascidos, o mesmo que quer dar aulas sobre a vontade de Deus como se fosse porta-voz autorizado, é curioso como ele, tão cioso de mascarar suas idéias obscuras com uma casquinha de cristianismo à la carte, simplesmente esquece que existe uma Lei que nos foi dada pelo Senhor Deus que é claríssima: "Não matarás".

Quem luta contra o aborto sabe bem que sua luta é exatamente para que este mandamento do Altíssimo não seja esquecido pela sociedade. E o que pode dizer o anônimo-machão-abortista sobre sua teoria do "Quer matar? Deixemos!" ?

O deus (com inicial minúscula mesmo, como ele escreveu) do anônimo é um deus bem fraquinho, um deus que jamais falaria "Não matar", mas que prefere dizer: "Quer matar? Quem sou eu para dizer o contrário?"

Um é o Deus da Vida, do Amor, da Compaixão. O outro é um deus do aborto, do desprezo pela Lei Natural, um deus imoral, um deus de anônimos,
um deus de inicial minúscula, um deus pequeno para corações diminutos, corações que se recusam a sentir compaixão por seus irmãos mais nescesitados.

Enfim, é um deus que só satisfaz mesmo a anônimos que se sentem bem perante o assassinato de crianças.

terça-feira, outubro 19, 2010

Apelo a todos os brasileiros e brasileiras

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Segue o panfleto com as verdades que o PT e sua corja querem ver omitidas da população.

Apelo a todos brasileiros e brasileiras (frente)

Apelo a todos brasileiros e brasileiras (miolo)