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sexta-feira, março 19, 2010

Infanticídio indígena: "Quebrando o Silêncio"

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Quebrando o Silêncio from André Barbosa


Saulo Feitosa, Secretário-Adjunto do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), ligado à CNBB, deu a seguinte declaração em uma recente reportagem, que já foi colocada mostrada em outra postagem neste blog (aqui).
"Para ele, organizações contrárias ao infanticídio fazem uma campanha mentirosa de que a comunidade obriga a mãe indígena a tirar a vida de seu filho, quando não é verdade. "No local do nascimento, só ficam a parturiente, a mãe e a avó. Elas é que vão decidir se vão ou não deixar a criança viver. Se o filho não volta com as mulheres indígenas, é porque elas decidiram não ter a criança", afirma."

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https://contraoaborto.wordpress.com/2010/03/19/infanticidio-indigena-quebrando-o-silencio/

Missões: Infanticídio e Aborto

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"O infanticídio, para nós, é crime se houver morte. O aborto, talvez, seja mais próximo dessa prática dos índios, já que essa não mata um ser humano, mas sim, interdita a constituição do ser humano."


Não, a fala que vai acima não é de alguma feminista/abortista radical que tenha dado um salto qualitativo mais para o fundo poço.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2010/03/19/infanticidio-indigena/

quarta-feira, março 17, 2010

Santa Faustina e o Aborto

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Esta referência foi retirada do excelente blog "Entusiamo", do hondurenho Roberto Castelar.
"Hoje desejei tão ardentemente rezar uma Hora Santa diante do Santíssimo Sacramento; no entanto, outra era a vontade de Deus. Às oito horas, comecei a sentir dores tão violentas que tive de me deitar imediatamente. Fiquei me contorcendo nestas dores por três horas, isto é, até às onze da noite. Nenhum remédio me ajudou, e vomitava tudo que engolia. Em certos momentos, essas dores me faziam perder a consciência.

Jesus deu-me a conhecer que, dessa maneira, participei da Sua agonia no Jardim das Oliveiras e que Ele mesmo permitiu esses sofrimentos para desagravar a Deus pelas almas assassinadas nos ventres de mães perversas. (...) Agora compreendo que sofrimento é esse, porque o Senhor me deu a conhecer... No entanto, quando penso que talvez algum dia ainda tenha que sofrer dessa maneira, tremo de terror, mas não sei se ainda alguma vez vou sofrer desta maneira; deixo isso a Deus. O que Deus quiser enviar-me, aceitarei tudo com submissão e amor. Oxalá eu possa salvar, com esses sofrimentos, ao menos uma alma do homicídio."
Santa Faustina, Diario, 1276

Santa Faustina Kowalska, a Apóstola da Divina Misericórdia, escreveu estas palavras que nos deixam ver o quanto Nosso Senhor Jesus Cristo (e ela também) sofreu para desagravar o gravíssimo pecado do aborto.

A grande Santa, que mostra ao mundo o quão Nosso Deus é misericordioso, não mede palavras para falar do crime hediondo que é o aborto: "almas assassinadas", "homicídio". A realidade do aborto é cruel, e os santos, principalmente eles, sabem o mal que isto faz às almas, a ofensa a Deus que é tal ato.

E mesmo assim ainda há gente -- até católicos! -- que acha que pode ser a favor do aborto, mascarando seus maus princípios debaixo de uma suposta "misericórdia"?

Livrai-nos Deus desta "misericórdia" mundana, a mesma "misericórdia" que vira a cara para a morte de seres humanos inocentes. Quão diferente é a Divina Misericórdia, aquela que diz o que o aborto realmente é: homicídio.

Santa Faustina, rogai pelas mães e casais em dificuldades!

Jesus, nós confiamos em Vós!

terça-feira, março 09, 2010

E a Cáritas do Brasil não toma jeito...

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Será que é querer muito que a Cáritas do Brasil porte-se como uma instituição católica? Os últimos fatos indicam que sim.

Não satisfeira em participar há apenas alguns dias de mais um escândalo enolvendo a CNBB, a Cáritas, voando com as próprias asas (melhor seria, precipitando-se no abismo), continua fazendo de seu portal um verdadeiro mural de divulgação da agenda do feminismo/abortismo.

Depois não reclamem quando o montante de doações começar a diminuir. É difícil enganar muita gente durante muito tempo...

Vamos vendo que a Cáritas do Brasil está infestada de gente que usa de uma caridade peculiar, para dizer o mínimo.

O novo escândalo é que a Cáritas agora resolveu aproveitar o dia 8 de março, Dia das Mulheres, para colocar em seu site uma singela notícia: "UMP realiza ato por direitos das mulheres".

A coisa parece até limpa, mas isto dura apenas até olharmos mais de perto.

Quem é a UMP - União das Mulheres Piauienses? É uma das milhares de ONGs que existem Brasil afora. Sua agenda? Aí a coisa fica mais difícil...

Pela notícia no site da Cáritas Brasileira, o evento da UMP seria apenas uma simples reivindicação de direitos das mulheres. O diabo está no que elas chamam de direitos...

Na página da Cáritas, a palavra aborto não aparece nenhuma vez. Já o mesmo não acontece quando o mesmo evento é noticiado em outras páginas: aqui e aqui. Nestas podemos ver a verdade aflorando:
"No Piauí, a luta das mulheres tem englobado o combate à violência contra a mulher, pela descriminalização do aborto, por salário igual em trabalho igual, pelo respeito aos direitos reprodutivos, por uma nova moral sexual, pela discussão da inserção da mulher na política e lutas por cidadania, vida digna e pelos direitos humanos."
E a coisa só piora:
"Diversas entidades convocaram o 8 de março, Dia Internacional da Mulher, sob a bandeira do classismo, em contraposição ao da CUT. O Coletivo de Mulheres Rosa Luxemburgo, Matizes, Católicas pelo Direito de Decidir, Intersindical, Conlutas, União da Mulheres Piauienses e Liga Brasileira de Lésbicas foram para a principal avenida de Teresina, a Frei Serafim, levantar as bandeiras de luta do movimento feminista no país.

O cumprimento da Lei Maria da Penha, a construção de casas-abrigos, a reforma agrária, política de prevenção à violência contra a mulher, atendimento especializado à saúde da mulher e hospitais especializados para aborto, além da luta contra as reforma neoliberais como a reforma sindical, previdenciária e trabalhista no governo Lula deram o tom do Ato de Protesto que iniciou às 9h da manhã, no dia 7 de março.


Foram queimados bonecos do presidente Lula, do governador do Estado, Wellington Dias; do prefeito da cidade, Sílvio Mendes e do deputado Nazareno Fonteles por apoiarem a Campanha da Igreja contra o aborto e contra a vida."

É... Só lendo para acreditar. A Cáritas Brasileira, entidade católica, presidida por um bispo católico, divulga evento de gente que apóia o aborto, de gente que diz que a Igreja luta contra a vida.


Difícil é alguém imaginar que a Cáritas desconhece quem são estas pessoas, pois uma rápida consulta pela internet podemos ver qual agenda este pessoal quer levar à frente.



A UMP, por exemplo, junta-se a outras entidades de agenda conhecida -- entre elas, as famosas Católicas pelo Direito de Decidir -- para cobrar dos governantes a implantação de clínicas de aborto "legal":

"(...) representantes de várias entidades feministas do Piauí (Liga Brasileira de Lésbicas, Católicas pelo Direito de Decidir, União de Mulheres Piauienses) estarão na Secretaria de Saúde para cobrar a implantação do serviço de aborto legal no Piauí."

Como podemos ver, Cáritas ter divulgado um evento abortista não foi acidente. De jeito nenhum... Parece mesmo ser coisa corriqueira por lá.


Ou a Cáritas Brasileira toma jeito ou o lema que está no banner de sua página -- "SOLIDARIEDADE PELA VIDA" -- tornar-se-á uma grande piada.


Dizem que Alexandre, o Grande, ao se deparar certa vez com um soldado pouco afeito ao seu ofício e que tinha o mesmo nome que ele, disse-lhe: "Ou você muda de atitude ou de nome".


Esperemos que a Cáritas Brasileira entenda o recado e compreenda que a caridade deve ser a todos os necessitados, contando com os não-nascidos.


segunda-feira, março 08, 2010

Um aceno pela vida!

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domingo, março 07, 2010

"Bebês meninas não contam": uma história de mulheres

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"Havíamos sentado precariamente na cozinha, quando ouvimos um gemido de dor vindo do quarto ao lado. Os gritos vindos do interior do cômodo aumentaram, e subitamente, pararam. Houve um soluço baixo e então a voz rouca de um homem disse acusadoramente: ...

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https://contraoaborto.wordpress.com/2010/03/07/bebes-meninas-nao-contam-uma-historia-de-mulheres/ 

sábado, março 06, 2010

Duas vozes que faltaram

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Quando a menina Marcela de Jesus estava viva, os abortistas acusavam aos pró-vida de utilizarem-na como um falso argumento contra o aborto de anencéfalos. Na verdade, a vida da menina incomodava muito a muita gente, pois ela era um argumento pronto e visível do quanto é hediondo qualquer tipo de aborto.

Mas houve gente, como o sr. André Petry, articulista da revista Veja, que achava que a vida de Marcela serviria como um ardil para os pró-vida. Pois é, a menina veio ao mundo e insistiu em não seguir o roteiro dos defensores do aborto, teimou em viver, teimou em ser uma resposta concreta aos defensores do aborto. E o sr. Petry não engoliu isto...

André Petry, como um abortista zeloso de seu ofício, utilizou sua pena para denunciar o que ele chamou de ardil. Como escrevi na postagem de então, é seu direito. Mas o que deve ser perguntado agora é como será que gente como o sr. Petry chamaria o fato de que uma ONG, após 1 ano da morte dos gêmeos de Alagoinha, tenha produzido um documentário sobre o caso da menina-mãe estuprada e que teve seus filhos cruelmente abortados para ser exibido Brasil afora?

Ou será que este pessoal só chama de ardil ao que lhes é contrário? Será mesmo que são tão desonestos assim? Será mesmo possível?

Mas deixemos o ardiloso Petry de lado, exatamente como ele merece. E se os pró-vida tivessem também feito um documentário sobre a menina Marcela de Jesus e sua família? O que, aliás, eu apoiaria de olhos fechados, pois a vida foi feita para brilhar e não para terminar em sacos de lixo como gosta o pessoal abortista. E se o pessoal pró-vida fizesse isto?

Digamos que tivesse sido produzido um documentário sobre a menina, assim como o pessoal do IPAS achou por bem fazer um sobre o aborto dos gêmeos. Digamos que os "ardis" tivessem se anulado mutuamente, digamos que o jogo fosse justo. Ainda assim, notemos bem, o documentário pró-vida teria sido feito para celebrar um dom maravilhoso que é a vida, e o documentário do IPAS foi feito para celebrar o que mesmo, hein?

Ah, sim: o documentário foi feito para celebrar o aborto cruel de 2 crianças não-nascidas como um direito. É uma coordenadora da referida ONG que diz qual o objetivo do filme:
"Para trazer a abordagem de direitos sexuais e reprodutivos como um grande guarda-chuva para esta discussão da necessidade da gente encarar a quem a gente presta serviço de uma maneira mais igualitária, sem hierarquia, ouvindo mais…"
O serviço de que a coordenadora fala é o serviço de matar crianças ainda no ventre de suas mães. Que tal falar as coisas como elas são? O tal "igualitarismo" da coordenadora não serviu muito para os gêmeos abortados. A voz dos pequeninos seres humanos não foram ouvidas pelo pessoal da ONG. Não havia espaço no "guarda-chuva" da ONG para os gêmeos.

A cara-de-pau deste pessoal só perde para sua capacidade de elaborar metáforas para uma coisa que é muito clara: que o aborto é a morte direta de um ser humano.

A exemplar atuação de D. José Cardoso Sobrinho, como sempre, foi lembrada na reportagem sobre o lançamento do documentário. E, como sempre, a mentira de que ele tenha excomungado alguém veio à tona.

Nunca é demais lembrar: D. José não excomungou ninguém. E nem precisou, pois a excomunhão em casos de aborto é automática. D. José só lembrou o óbvio, o que a lei da Igreja, a Lei de Deus, nos ensina. Mas para este pessoal, pega muito bem tentar posar de mártir de uma causa... Posam de mártires enquanto são outros os que morrem. Fácil, não?

Como a assistente social Francisca Chaves, que foi uma das responsáveis pelo atendimento à menina-mãe e que aparece no documentário, e que saiu-se com esta ao falar sobre a excomunhão em um "debate" sobre o aborto:
"Fui excomungada e serei quantas vezes forem necessárias para garantir e assegurar a saúde e a liberdade das mulheres vítimas de abuso ou exploração.”
Foi mesmo? Será que a assistente social era católica? Se católica fosse, talvez não falasse com esta superficialidade sobre uma questão gravíssima para sua alma. E ela, fiel catolicíssima que é, parece não saber que ela só poderá ser excomungada novamente se se arrepender do que fez da primeira vez. É o caso? Será que ela não sabe que uma vez excomungada, excomungada está até o devido arrependimento e levantamento da pena eclesiástica?

Pois então não adianta a assistente social querer posar de heroína e mártir de sua causa que isto só demonstra sua ignorância, a mesma ignorância que a leva a lutar pela "saúde e liberdade das mulheres" enquanto crianças são abortadas. Ela posa de mártir mas quem encara os carrascos são os outros... Que moleza!

Para fechar com chave de ouro esta postagem sobre o documentário que celebra a morte de 2 crianças como se fosse um direito, vale a pena trazer a fala do médico Rivaldo Albuquerque, na qual ele dá a explicação porque ele é mais cristão do que quem é contra o aborto em todos os casos:
"Eu tenho a impressão que nós fomos mais humanos, mais cristãos de que outras pessoas que se colocam em nome desta Igreja e que não tiveram o sentimento de amor que todos nós tivemos por aquela criança."
A impressão do médico e professor está errada, claro.

Que "humanidade" é esta que vira o rosto enquanto duas crianças são mortas quando ainda no ventre de sua pequenina mãe? Que sentimento de "amor" é este que os leva a fazer os bebês pagarem com a vida pelo crime de seu pai?

Que amor é este que verte lágrimas por "aquela criança" mas que esquece das outras duas, as que foram parar no lixo hospitalar?

Mas é isto... O documentário do IPAS serve para muita coisa. Serviu para a ONG alavancar sua agenda abortista, serviu para a assistente social posar de heroína, serviu para o médico Rivaldo Albuquerque mostrar-se mais cristão que todo mundo.

Há lá no documentário muitos profissionais da área de saúde falando sobre o caso. Tudo faz parte do roteiro -- que um Petry, se fosse coerente, talvez chamasse de "ardil".

A única coisa que falta é a voz de duas crianças. Que coisa, não?