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domingo, março 07, 2010

"Bebês meninas não contam": uma história de mulheres

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"Havíamos sentado precariamente na cozinha, quando ouvimos um gemido de dor vindo do quarto ao lado. Os gritos vindos do interior do cômodo aumentaram, e subitamente, pararam. Houve um soluço baixo e então a voz rouca de um homem disse acusadoramente: ...

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https://contraoaborto.wordpress.com/2010/03/07/bebes-meninas-nao-contam-uma-historia-de-mulheres/ 

sábado, março 06, 2010

Duas vozes que faltaram

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Quando a menina Marcela de Jesus estava viva, os abortistas acusavam aos pró-vida de utilizarem-na como um falso argumento contra o aborto de anencéfalos. Na verdade, a vida da menina incomodava muito a muita gente, pois ela era um argumento pronto e visível do quanto é hediondo qualquer tipo de aborto.

Mas houve gente, como o sr. André Petry, articulista da revista Veja, que achava que a vida de Marcela serviria como um ardil para os pró-vida. Pois é, a menina veio ao mundo e insistiu em não seguir o roteiro dos defensores do aborto, teimou em viver, teimou em ser uma resposta concreta aos defensores do aborto. E o sr. Petry não engoliu isto...

André Petry, como um abortista zeloso de seu ofício, utilizou sua pena para denunciar o que ele chamou de ardil. Como escrevi na postagem de então, é seu direito. Mas o que deve ser perguntado agora é como será que gente como o sr. Petry chamaria o fato de que uma ONG, após 1 ano da morte dos gêmeos de Alagoinha, tenha produzido um documentário sobre o caso da menina-mãe estuprada e que teve seus filhos cruelmente abortados para ser exibido Brasil afora?

Ou será que este pessoal só chama de ardil ao que lhes é contrário? Será mesmo que são tão desonestos assim? Será mesmo possível?

Mas deixemos o ardiloso Petry de lado, exatamente como ele merece. E se os pró-vida tivessem também feito um documentário sobre a menina Marcela de Jesus e sua família? O que, aliás, eu apoiaria de olhos fechados, pois a vida foi feita para brilhar e não para terminar em sacos de lixo como gosta o pessoal abortista. E se o pessoal pró-vida fizesse isto?

Digamos que tivesse sido produzido um documentário sobre a menina, assim como o pessoal do IPAS achou por bem fazer um sobre o aborto dos gêmeos. Digamos que os "ardis" tivessem se anulado mutuamente, digamos que o jogo fosse justo. Ainda assim, notemos bem, o documentário pró-vida teria sido feito para celebrar um dom maravilhoso que é a vida, e o documentário do IPAS foi feito para celebrar o que mesmo, hein?

Ah, sim: o documentário foi feito para celebrar o aborto cruel de 2 crianças não-nascidas como um direito. É uma coordenadora da referida ONG que diz qual o objetivo do filme:
"Para trazer a abordagem de direitos sexuais e reprodutivos como um grande guarda-chuva para esta discussão da necessidade da gente encarar a quem a gente presta serviço de uma maneira mais igualitária, sem hierarquia, ouvindo mais…"
O serviço de que a coordenadora fala é o serviço de matar crianças ainda no ventre de suas mães. Que tal falar as coisas como elas são? O tal "igualitarismo" da coordenadora não serviu muito para os gêmeos abortados. A voz dos pequeninos seres humanos não foram ouvidas pelo pessoal da ONG. Não havia espaço no "guarda-chuva" da ONG para os gêmeos.

A cara-de-pau deste pessoal só perde para sua capacidade de elaborar metáforas para uma coisa que é muito clara: que o aborto é a morte direta de um ser humano.

A exemplar atuação de D. José Cardoso Sobrinho, como sempre, foi lembrada na reportagem sobre o lançamento do documentário. E, como sempre, a mentira de que ele tenha excomungado alguém veio à tona.

Nunca é demais lembrar: D. José não excomungou ninguém. E nem precisou, pois a excomunhão em casos de aborto é automática. D. José só lembrou o óbvio, o que a lei da Igreja, a Lei de Deus, nos ensina. Mas para este pessoal, pega muito bem tentar posar de mártir de uma causa... Posam de mártires enquanto são outros os que morrem. Fácil, não?

Como a assistente social Francisca Chaves, que foi uma das responsáveis pelo atendimento à menina-mãe e que aparece no documentário, e que saiu-se com esta ao falar sobre a excomunhão em um "debate" sobre o aborto:
"Fui excomungada e serei quantas vezes forem necessárias para garantir e assegurar a saúde e a liberdade das mulheres vítimas de abuso ou exploração.”
Foi mesmo? Será que a assistente social era católica? Se católica fosse, talvez não falasse com esta superficialidade sobre uma questão gravíssima para sua alma. E ela, fiel catolicíssima que é, parece não saber que ela só poderá ser excomungada novamente se se arrepender do que fez da primeira vez. É o caso? Será que ela não sabe que uma vez excomungada, excomungada está até o devido arrependimento e levantamento da pena eclesiástica?

Pois então não adianta a assistente social querer posar de heroína e mártir de sua causa que isto só demonstra sua ignorância, a mesma ignorância que a leva a lutar pela "saúde e liberdade das mulheres" enquanto crianças são abortadas. Ela posa de mártir mas quem encara os carrascos são os outros... Que moleza!

Para fechar com chave de ouro esta postagem sobre o documentário que celebra a morte de 2 crianças como se fosse um direito, vale a pena trazer a fala do médico Rivaldo Albuquerque, na qual ele dá a explicação porque ele é mais cristão do que quem é contra o aborto em todos os casos:
"Eu tenho a impressão que nós fomos mais humanos, mais cristãos de que outras pessoas que se colocam em nome desta Igreja e que não tiveram o sentimento de amor que todos nós tivemos por aquela criança."
A impressão do médico e professor está errada, claro.

Que "humanidade" é esta que vira o rosto enquanto duas crianças são mortas quando ainda no ventre de sua pequenina mãe? Que sentimento de "amor" é este que os leva a fazer os bebês pagarem com a vida pelo crime de seu pai?

Que amor é este que verte lágrimas por "aquela criança" mas que esquece das outras duas, as que foram parar no lixo hospitalar?

Mas é isto... O documentário do IPAS serve para muita coisa. Serviu para a ONG alavancar sua agenda abortista, serviu para a assistente social posar de heroína, serviu para o médico Rivaldo Albuquerque mostrar-se mais cristão que todo mundo.

Há lá no documentário muitos profissionais da área de saúde falando sobre o caso. Tudo faz parte do roteiro -- que um Petry, se fosse coerente, talvez chamasse de "ardil".

A única coisa que falta é a voz de duas crianças. Que coisa, não?

sexta-feira, março 05, 2010

E o escândalo continua...

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A CNBB envolvida em escândalo é coisa que nem surpreende mais, mas o fato é que ela vai já arrastando mais mais gente para a lama.

O Site da Cáritas Brasileira parece que padece do mesmo mal da CNBB e também divulga evento da Marcha Mundial das Mulheres.

A imagem que vai acima é retirada do site da Cáritas Brasileira. Podemos ver lá uma pequena imagem do cartaz do evento promovido pela MMM, o evento que a CNBB promoveu mas que já retirou de seu site após reclamações de vários fiéis.

Clicando no link da divulgação, podemos ler coisas como:
"(...) Na cidade de Perus, dia 16/2, o debate sobre paz e desmilitarização contará com a presença da filha mais velha do revolucionário Ernesto Che Guevara, a pediatra cubana Aleida Guevara."
Che Guevara, um assassino frio e cruel, e não apenas um "revolucionário", é tão admirado que sua filha ganha o status de celebridade para este pessoal. Talvez a pimpolha do assassino nojento possa contar às mulheres da Marcha sobre o prazer que seu pai sentia ao executar quem não era tão revolucionário como ele.

Talvez a pediatra Guevara ensine às mulheres da Marcha o quanto é importante a liberação do aborto, como acontece em Cuba. Lá, com o aborto liberado, eles evitam ter mais trabalho para matar aqueles que querem sair da ilha-prisão dos irmãos Castro.

E este lixo esquerdista no site da Cáritas? É para isto que eles solicitam doações? Para dar voz a eventos de abortistas, como se eles ainda não tivessem espaço de sobra na grande mídia?

Descendo um pouco mais na página da Cáritas, podemos ver quem é o presidente da entidade e quem anda contribuindo para o site. Eis a imagem:


Sobre Frei Betto é desnecessário dizer algo, certo?

D. Demetrio Valentini, infelizmente, já freqüentou as páginas deste blog...

Quando do escândalo envolvendo uma coordenadora da Pastoral para as Mulheres Marginalizadas, que defendeu a descriminalização do aborto, D. Demetrio, que era o bispo responsável pela pastoral na qual ela trabalhava (e trabalha...), declarou isto:
“Posições radicais e fechadas em torno de temas como o aborto correm o risco de comprometer a Campanha da Fraternidade, a ser lançada na próxima quarta-feira”
A Campanha da Fraternidade da qual o bispo falava foi a CF que aconteceu em 2008, justamente a que tinha como tema a defesa da vida. Pois é, nada como defender a vida dialogando com quem quer descriminalizar o aborto, não é mesmo?

Subitamente, tudo se encaixa. D. Demetrio não achou nada de mais que uma coordenadora de pastoral defendesse a descriminalização do aborto. Ok! Ele também não acha nada de mais que uma entidade feminista, que defende a descriminalização do aborto, divulgue eventos no site da Cáritas Brasileira. Ok também!

Talvez os errados sejam aqueles que são contra todo o tipo de aborto, exatamente como ensina o Magistério da Santa Igreja. Talvez as palavras do Concílio Vaticano II, que chamou o aborto de "crime abominável" não estejam claras o suficiente para alguns.

Talvez nós, católicos, devêssemos utilizar o dinheiro de doações à Cáritas para financiar a colocação de outdoors convocando todos a eventos abortistas, não é mesmo? Afinal, quem somos nós para ficarmos com nossas posições "radicais e fechadas" sobre o aborto?

Mais uma penitência que a CNBB nos impõe...

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Os senhores bispos do Brasil precisam urgentemente decidir o que fazer com a CNBB. Ou tomam as rédeas por lá ou correm o risco de ver a coisa feder cada vez mais.

Dias atrás fomos brindados com uma "Análise de Conjuntura" na qual só faltou estar impressa a estrela maldita do PT, o partido nacional do aborto. Dizer que o tal documento não é oficial da CNBB presta apenas para vermos como o mal caminha nas sombras e como a covardia virou o método preferido de quem tenta acabar com a Igreja por dentro.

Hoje, mais escândalo. Como informou o blog "Deus lo Vult!", de Jorge Ferraz, a CNBB agora se presta também a divulgar evento abortista. Será que se trata de uma página não oficial?

Mas o caso é que tal coisa não é nova... Tais escândalos vêm se arrastando há anos.

Ficando apenas no caso da CNBB divulgar evento da Marcha Mundial das Mulheres, é bom que se diga que esta parceria da CNBB e esta entidade acontece já há tempos.

Aqui neste blog já tive a oportunidade de abordar as ligações de uma das pastorais da CNBB (Pastoral para as Mulheres Marginalizadas) com esta entidade. Na postagem que foi dividida em 4 partes (parte 1, 2, 3 e final), uma destas partes foi dedicada exclusivamente à Marcha Mundial das Mulheres. Reproduzo-a aqui:

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3) MMM - Marcha Mundial das Mulheres

Este é um movimento que congrega várias entidades feministas e que tem uma pauta de "reivindicações" tão variadas e abstratas quanto "a eliminação da pobreza" e "levantamento de qualquer embargo por parte das grandes potências", ou ainda que "a ONU acabe com todas as formas de intervenção, agressão ou ocupação militar". São 17 ao todo, todas seguindo esta linha do politicamento correto e tendo um alvo claríssimo: os EUA.

Pois é... É um troço destes que dá apoio a uma Pastoral da Igreja.

Mas há mais. Muito mais.

Uma das publicações da MMM é o boletim "Boletim da Marcha". Neste, o tema da liberação do aborto é recorrente. Podemos ler trechos tais como:

"Um tema que tem surgido é a ação de parlamentares, ligados a igreja, que têm apresentado projetos de lei tentando proibir a distribuição do contraceptivo de emergência pelos órgãos públicos."

"Para a Marcha Mundial, a luta pelo direito ao aborto é permanente e fundamental para a construção da autonomia e autodeterminação das mulheres."


Nas fotos dos boletins não é incomum vermos mulheres portando faixas e cartazes pela liberação do aborto. Mas um dos trechos mais impressionantes é o que consta em um folheto disponível para download:


"Que com um mês de gravidez o embrião é mais ou menos do tamanho de uma lentilha e com três meses não passa do tamanho de uma azeitona? E que somente a partir do sexto mês de gravidez o feto sobrevive fora do corpo da mãe."


Eis aqui o pensamento abortista-feminista em seu mais completo descaramento, no qual é tentada uma justificação do aborto pela quantificação das células de um indivíduo. Esta coisificação do embrião e do feto é uma das tentativas mais recorrentes nos "argumentos" abortistas.

Às mulheres que mostram-se duvidosas do aborto, as feministas empurram-lhes afirmações como estas que pudemos ler, as quais deixam transparecer o descaso com a vida humana, que é tão grande quanto maior for a fragilidade do ser humano que será eliminado. Dizem lutar contra a opressão sobre as mulheres, mas, na verdade, o que elas querem mesmo é ser protagonistas de uma forma hedionda de dominação e eliminação de seres humanos indefesos, aos quais até mesmo sua humanidade lhes é negada. Tornam-se algozes covardes de seres humanos que nem mesmo voz têm para se defender.


Diga-se, apenas para dar uma informação correta, que um feto de 3 meses de gestação tem por volta de 7,5 cm, o que é bem maior do que uma azeitona. O corpo, ao final do 3o. mês de gestação já está completamente formado, sendo perfeitamente distinguidos os ouvidos, pernas, braços, dedos, os olhos já têm pálpebras e que ficam fechadas, o sexo já pode ser distinguido a partir dos genitais, etc.


Ou seja, as feministas da Marcha Mundial das Mulheres ao dizerem que um feto de 3 meses tem apenas o tamanho de uma azeitona, o que é completamente mentiroso, apenas dão pistas do desprezo que nutrem por tudo o que lhes impede de impor sua agenda da liberação do aborto.
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Mas a coisa não pára por aí, infelizmente...

Como nos trouxe o blog "O possível e o extraordinário", de Wagner Moura, em 2007 a Marcha Mundial das Mulheres estava presente no tristemente famoso "Grito dos Excluídos". E presente em peso, com cartazes pedindo a liberação do aborto.

Ou seja, a parceria da entidade abortista com a CNBB vem de longe.

Exagero chamar de parceria os vínculos da CNBB com a Marcha Mundial das Mulheres? Será mesmo?

Então a entidade está sempre dando as caras em eventos promovidos pela CNBB, a entidade tem cartazes de seus eventos divulgado pelo site da Conferência, a entidade é listada como apoiadora de uma pastoral da CNBB, etc. Que nome tem isto, então?

Volto a dizer e não estou sozinho quando digo isto: os senhores bispos necessitam urgentemente decidir o que é a CNBB, se um órgão de bispos católicos e que se comporta de acordo com a doutrina cristã ou uma instituição que se presta ao papel de fazer parcerias com entidades abortistas.

Está mais do que claro o que o Papa e os fiéis católicos precisam que a CNBB seja. Basta agora aos bispos decidirem.

E como estamos na Quaresma, vale o lembrete: omissão também é pecado.

A alegria de Dona Clinton

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Hillary Clinton, a feministóide traída pelo marido mas que resolveu agüentar tudo calada para não prejudicar seu projeto político, esteve no Brasil para tentar o apoio de Lula a medidas contra o Irã.

Não tem como não dizer que o Departamento de Estado dos EUA já foi mais eficiente... Achar que Lula e a quadrilha petista que assola Brasília iria fazer qualquer coisa contra um ditador como Ahmadinejad beira a burrice.

Mas burrice é coisa que não é incomum na vida de Dona Clinton, pois quem vive ao lado de um cara que é capaz de dizer que existem "embriões não-fertilizados" está mesmo já acostumada a pastar em campos verdejantes.

Hillary Clinton, feminista/abortista que é, seguindo a mesma tradição que a leva ter um gosto peculiar por companhia masculina, saiu-se com esta ao falar sobre uma visita que fez ao Brasil nos anos 90:
"-- Quando fui a um hospital aqui, o médico me disse. 'Metade deste hospital é feliz e metade é triste. Metade é feliz porque as mulheres estão tendo bebês, metade é triste porque estão sendo tratadas de aborto ilegal'."
La Clinton admirou a contabilidade do médico pelo mesmo motivo que ela deve admirar os conhecimentos biológicos de seu marido: quanto mais ignorante, melhor.

Sobre as crianças que foram parar em privadas e latas de lixo ela não deu um pio, exatamente como quando soube o que o maridão fazia com a estagiária.

Admita-se: a mulher tem o dom de calar diante do erro. Quando a coisa aperta e fica feia, como quando seu maridão a expunha diante do mundo, Hillary faz como na foto acima: mira em um horizonte imaginário e não está nem aí. Talvez ela cantarole um pouco...

Talvez na foto ela imaginasse um hospital com 100% de mulheres felizes, um hospital em que as mães estivessem felizes por dar e por negar a luz a seus filhos; um hospital demoníaco, onde o assassinato frio e calculado traz a mesma felicidade que o nascimento de uma criança. Vai ver que a Secretária de Estado, na fábula macabra que imagina como o mundo ideal, acredite, como seu marido, que existem mesmo "embriões não-fertilizados".

Mas Dona Clinton, diante da cruel realidade do aborto, diante dos fetos trucidados, diante dos não-nascidos que vão parar no sistema de esgoto, diante de tudo isto ela vira a cara e olha ao longe.

"Lá-lá-ri lá-lá-lá lá-lá-ri lá-lá-lá"

quinta-feira, março 04, 2010

"Queremos Barrabás!"

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Passou-se 1 ano do aborto dos gêmeos de Alagoinha.

O aborto dos filhos da menina estuprada por seu padastro não foi pior do que os que acontecem diariamente pelo Brasil e pelo mundo, mas nunca um drama pessoal foi utilizado de forma mais calculada pelos abortistas, que manipularam, como sempre fazem, a mídia e a opinião pública.

A grande diferença é esta: os gêmeos além de morrer de forma cruel, violentamente expulsos do ventre de sua pequena mãe, serviram como sacrifício na missa-negra midiaticamente montada por ONGs abortistas e pela mídia.

O aborto por motivos de estupro sempre foi um caso limite, em que até mesmo muitos que são contra tal ato hediondo sentem-se pouco à vontade. Mas a verdade é que um aborto seja por um "motivo social" ou um aborto devido a um caso como o da menina-mãe são essencialmente iguais e ambos têm o exato resultado: a eliminação de uma vida humana.

Mas não foram poucos os que caíram na teia abortista. O caso da menina-mãe mostrou-se um divisor de águas em relação ao assunto. Tivemos até mesmo um prelado -- D. Fisichella -- que falou o que não devia e que teve sua fala imediatamente instrumentalizada pelos abortistas.

Não foram poucos os católicos que se indignaram com a acertadíssima posição do corajoso e então Bispo de Olinda e Recife, D. José Cardoso Sobrinho. Entre o mundo, que queria olhar para o lado enquanto os não-nascidos eram mortos, e a Lei de Deus, que ensina "Não matar", D. José fez o que tinha que fazer e procurou por todos os meios a preservação das 3 vidas envolvidas.

Não poucos católicos o criticaram. Até mesmo bispos e presbíteros... E inúmeros fiéis também. Um peculiar tipo de "fiel", que é capaz de aplaudir a morte de gêmeos não-nascidos para agradar ao mundo e ficar bem na roda de amigos.

D. José fez diferente, fez o que Deus e sua Santa Igreja manda: preservar a vida desde a concepção até a morte natural. Mas, infelizmente, há gente que parece não compreender o claríssimo ensinamento da Igreja.

A morte dos gêmeos de Alagoinha rendeu muitas páginas nos jornais e tempo na televisão, rendeu abraços entre abortistas, rendeu sociólogo aproveitando a deixa para ficar bem com sua patota, rendeu uma gente estranha, que deseja conciliar catolicismo e aborto, tudo, claro, por excelente motivos.

Mas os "bons" motivos desta gente resultou na morte de duas crianças no ventre de sua pequenina mãe. A essência não muda...

Os gêmeos não tiveram voz e nem vez neste mundo. Uma turba composta de ONGs, de mídia, de idiotas úteis gritava a plenos pulmões por sua morte.

É triste ver que após tantos séculos a multidão ainda prefere Barrabás.

Descansem em paz, pequeninos.

quarta-feira, março 03, 2010

A verdade incomoda

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Este cartaz foi colocado em um outdoor em Poznan, cidade localizada na Polônia, e faz parte de uma campanha anti-aborto da Fundacja Pro, entidade Pró-Vida daquele país.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2010/03/03/a-verdade-incomoda/