
Meu amigo Matheus Cajaíba, do excelente blog Jornada Cristã, envolveu-se em um interessante debate sobre o aborto de bebês anencéfalos.
Bem... Não foi bem um debate, mais pareceu um abate, pois seu oponente ("sparring"?) apenas conseguiu produzir um emaranhado de clichês anti-religiosos e anti-católicos, como já é costumeiro.
Melhor do que eu ficar aqui tentando explicar como Matheus acabou com seu oponente, é muito mais proveitoso destacar alguns trechos em que ele mostra claramente como colocar um abortista em seu lugar.
Os abortistas podem querer posar de humanistas, de racionais, de solidários, mas, ao final, após ser dado apenas um pouco de corda, sempre se mostram um amontoado de clichês, de preconceitos, de arrogantes que têm na morte de crianças inocentes a solução mirabolante para os problemas do mundo.
Na verdade, o "remédio" do aborto tem outro nome: covardia. E é esta covardia que Matheus combateu muito bem.
Seguem alguns pequenos trechos em destaque. Recomendo a leitura de todo o debate.
Bem... Não foi bem um debate, mais pareceu um abate, pois seu oponente ("sparring"?) apenas conseguiu produzir um emaranhado de clichês anti-religiosos e anti-católicos, como já é costumeiro.
Melhor do que eu ficar aqui tentando explicar como Matheus acabou com seu oponente, é muito mais proveitoso destacar alguns trechos em que ele mostra claramente como colocar um abortista em seu lugar.
Os abortistas podem querer posar de humanistas, de racionais, de solidários, mas, ao final, após ser dado apenas um pouco de corda, sempre se mostram um amontoado de clichês, de preconceitos, de arrogantes que têm na morte de crianças inocentes a solução mirabolante para os problemas do mundo.
Na verdade, o "remédio" do aborto tem outro nome: covardia. E é esta covardia que Matheus combateu muito bem.
Seguem alguns pequenos trechos em destaque. Recomendo a leitura de todo o debate.
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"(...) Os nazistas promoviam a eugenia por motivos racistas; você apoia a eugenia por motivos supostamente humanitários. A vida de um anencéfalo para você não tem valor; para os nazistas, muito menos! E a comparação é estúpida? Eu não duvido que você tenha boas intenções ao apoiar o aborto de anencéfalos pelas razões que você considera lícitas; o problema, que você não quer enxergar, é que os fins não justificam os meios. A defesa da vida deve ser feita de forma instransigente - a defesa da sua vida, da vida de todos os sujeitos, a vida inclusive daqueles que não nasceram. Você defende o mesmo procedimento que os nazistas aplicavam (a morte de pessoas consideradas inválidas) baseando-se no mesmo princípio: a vida de alguns vale menos que a vida de outros."
"(...) dizer que os ministros do STF estão muito “preocupados com a vida” é de uma ingenuidade ímpar (estou sendo bondoso agora). O interesse nessa história toda é abrir uma brecha na legislação para posteriormente empurrar a legalização total e irrestrita do aborto goela abaixo da população brasileira através do poder judiciário - tal como aconteceu nos Estados Unidos no infame caso “Roe vs. Wade”. Isso é preocupação com a vida? Deve ser com a “vida boa” dos donos de clínicas de aborto, os grandes financiadores da campanha mundial pela sua legalização."
"(...) Ao negar o direito à vida a um anencéfalo, está-se negando o direito à vida a um ser humano por motivos utilitaristas. O fato de o bebê teoricamente não sobreviver muito tempo após o parto é irrelevante neste sentido. Repetindo: o bebê anencéfalo não deixa de ser uma pessoa. Nem mesmo você nega isso. A lógica de que o aborto é uma solução, um alívio para um casal, uma mãe, que espera o nascimento de um filho, é falsa.(...)"
"O direito à vida é fundamental e não pode ser relativizado. Você não consegue refutar a isso. O direito à vida do bebê é maior que o direito à liberdade dos pais em eliminá-lo. E é essa premissa que pode garantir a liberdade de todos os cidadãos, porque o direito à liberdade depende do direito à vida. Se o direito à vida for relativizado, a morte de inocentes é justificada. Você defende a morte de pessoas por não terem cérebro; ou seja, o direito à vida deixa de ser fundamental e torna-se relativo. A partir daí, basta inventar novos pretextos - e a luta pela aprovação do aborto de fetos anencéfalos não diz respeito a razões humanitárias, ao contrário do que você pensa; é a porta aberta para a aprovação do aborto como um direito através do poder judiciário.(...)"
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E estes são apenas alguns poucos trechos.
Resumindo: Matheus arrasou!







