
O original pode ser lido aqui.
Artigo de membro do Vaticano necessita de pronto esclarecimento
Rev. Thomas J. Euteneuer,
Presidente da Human Life International
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"E a nobre presidência da CNBB, envolvendo-se sempre em casos tão desnecessários como Reforma Tributária, Agrária, Dia da Água, etc e deixando temas como Aborto, ditadura gayzista, ensino socialista e tantos outros (patrocinados pelo governo) de lado, não estaria escolhendo o prestígio e preterindo a Fé? Creio que sim...Perfeito! Também fico com a Igreja.
Se Dom D’Arcy faz uma objeção de consciência no caso Obama, nada mais justo (e necessário) que façamos uma objeção clara sobre a CNBB! Não podemos fechar os olhos aos abomináveis erros cometidos por essa egrégia instituição só porque nela estão filiados os nossos bispos diocesanos. Alguns acreditam que ir contra a CNBB é ir contra a Igreja! Ora, mas se a CNBB está diametralmente oposta ao catolicismo, então como resolver essa questão? Amar um significará rejeitar o outro. Eu fico com a Igreja, e você?"

"(...) Só quero saber quando o Vaticano vai disser a esse senhor de "frialdade no semblante" e no coração que deixe de ser arcebispo e deixe de estar na fila dos que quiseram apedrejar a mulhar adultera e que começe um tratamento de psicoánalises."Aquele que o padre chama de "senhor de frialdade no semblante" foi o mesmo que, bem antes de importar-se em ser julgado não só pela mídia anti-católica, mas também até por seus irmãos no sacerdócio, foi dos poucos que se bateu contra tudo para preservar as vidas dos três diretamente envolvidos. E é deste corajoso bispo que o padre vem e diz que ele atiraria pedras na adúltera? Será mesmo, padre? Será que é o Arcebispo de Olinda e Recife que necessita de tratamento ou são aqueles que vivem um catolicismo que relativiza até mesmo o "Não matar"?
"(...) que pena que muitos entendidos e formadores de consciencia pouco manifesta em algumas questões da vida, ética, moral, justiça! na nossa Igreja e sociedade! o texto bilblico apresenta a maior vitude é a Caridade! "Sim... O padre lamenta que mais gente não siga o exemplo do sociólogo Luiz Alberto Goméz de Souza em escrever um artigo destes! É coisa para se pensar... Um arcebispo, demonstrando uma firmeza moral digna dos profetas, um prelado que não tremeu diante dos microfones que o cercavam, e que -- que isto fique claro! -- nada mais fez que explicitar a todos o que a Santa Igreja ensina, este não é digno de elogio. Para o padre comentarista parece que quem é digno de elogio, que quem é caridoso mesmo é quem esquece-se de duas crianças trucidadas sob a desculpa de que colocavam em risco a vida de sua mãe. Já o arcebispo, não; este não merece elogios, não é mesmo? Que audácia ele lutar com suas forças para preservar a vida das 3 crianças! Francamente, isto não funciona nem mesmo como aritmética.
"(...) Sou católico praticante e trabalho com crianças e adolescentes, muitos destes vitimados. A atitude do bispo senão ridícula, não atinge o cerne da questão. É um obtuso. Primeiro porque ser excomungado nos dias de hoje...e depois porque não mediu a extensão de sua atitude, ou melhor, mediu sim, sua soberba em querer mostrar poder e por fim ficar conhecido. A CNBB deveria avaliar com urgência a aposentadoria deste insano, antes a avalanche de debandada de fiéis para outras denominações, senão melhores, ainda mais oportunistas. "Faltou o comentarista dizer qual o cerne da questão, pois muitos, inclusive D. José, pensavam que era a vida de três crianças... E ele ainda faz pouco caso da excomunhão. Não sei qual o tipo de catolicismo tal pessoa pode praticar, mas provavelmente é do tipo que nem mesmo entende o que seja e qual a finalidade de uma pena grave como a de excomunhão. Talvez por estar envolvido na prática deste tipo de catolicismo especialíssimo é que o comentarista ignore que a pena de excomunhão tem uma finalidade, entre outras, didática, para que tanto o pecador seja levado a compreender a gravidade de seu ato quanto os fiéis mantenham firme no coração a fealdade do ato cometido.
"(...) Considero-me ainda católico, em parte (...)"E é este "católico em parte" que elogia o artigo do sociólogo! Que aconteceu ao "ou és frio ou quente"? Estes são os católicos do "mas"... São aqueles que, sempre que aparece uma questão polêmica, talvez com medo de nadar contra a corrente, apressam-se a dizer: "Sou católico, mas...". E segue-se uma quantidade enorme de asneiras, de coisas que jamais encontraram espaço no catolicismo, de coisas que hoje em dia chegam ao ponto de relativizar a rejeição ao aborto e que acham por bem "passar pito" -- como um dos comentaristas escreveu que seria necessário fazer com o "bispo reacionário" -- naqueles que tem a coragem de, em praça pública, bradar contra o absurdo do aborto de duas crianças.
"Amigos, Muito se fala em misericórdia. Mas e a misericórdia com os gêmeos que foram mortos no ventre materno!?!? Ninguém na imprensa apareceu para falar sobre isto... Se a voz do Bispo se levantou para defendê-los é logo colocado como conservador retrógrado. Em nenhum momento o Bispo foi frio com o drama da menina grávida. O problema é que a imprensa realçou apenas a questão da excomunhão e esqueceu o resto. Além disso em nehum caso o aborto é permitido pela lei brasileira, o que acontece é que em alguns casos o ato deixa de ser punível como foi o caso."Ele lembrou muito bem! Que misericórdia é esta que escolhe quem é digno de sua atenção? Por que tantos se esquecem da misericórdia para com as crianças mortas no ventre da mãe?
"Artigos como este tenho lido aos montes e a maior parte fala,fala e nada fica claro. A posição fica no "morno". Acontece que Jesus mesmo disse que ou sejamos quentes ou frios, porque o morno ele vai vomitar de sua boca. E esse medo de a Igreja perder católicos? Jesus não teve esse medo quando, ao anunciar a instituição da Eucaristia, viu a multidão que queria aclamá-lo Rei, pois havia multiplicado os pães, escandalizar-se e ir embora, ficando apenas os apóstolos. E Jesus desafiou: vcs também querem ir? O resto da história sabemos. Bem, há muito relativismo nesses comentários e na condenação o arcebispo. "É isto mesmo! Quando a coisa fica difícil é que podemos ver com quantos poderemos contar. Uns querem torcer seus princípios para agradar multidões, para engordar uma patota; outros, preferem reafirmar as verdades, mesmo que lhes custe a popularidade, mesmo que lhes restem apenas uns 12 amigos ao lado.


«Os abaixo assinantes, professores de universidade, pesquisadores, acadêmicos, e intelectuais de diferentes profissões, ante a iniciativa do Grupo Socialista no Congresso, por meio da Subcomissão do aborto, de promover a total liberação do aborto, assinamos o presente Manifesto em defesa da vida humana em sua etapa inicial, embrionária e fetal e rechaçamos sua instrumentalização ao serviço de lucrativos interesses econômicos ou ideológicos.
Em primeiro lugar, reclamamos uma correta interpretação dos dados da ciência em relação com a vida humana em todas suas etapas e a este respeito desejamos se tenham em consideração os seguintes feitos:
a) Existe suficiente evidência científica de que a vida começa no momento da fecundação. Os conhecimentos mais atuais assim o demonstram: a Genética assinala que a fecundação é o momento em que se constitui a identidade genética singular; a Biologia Celular explica que os seres pluricelulares se constituem a partir de uma única célula inicial, o zigoto, em cujo núcleo se encontra a informação genética que se conserva em todas as células e é a que determina a diferenciação celular; a Embriologia descreve o desenvolvimento e demonstra sua continuidade sem interrupção.
b) O zigoto é a primeira realidade corporal do ser humano. Depois da fusão dos núcleos gaméticos materno e paterno, o núcleo resultante é o centro coordenador do desenvolvimento, que reside nas moléculas de DNA, resultado da adição dos genes paternos e maternos em uma combinação nova e singular.
c) O embrião (da fecundação até a oitava semana) e o feto (a partir da oitava semana) são as primeiras fases do desenvolvimento de um novo ser humano e no claustro materno não interfere em de nenhum órgão da mãe e nem em sua sustentabilidade, embora dependa desta para seu próprio desenvolvimento.
d) A natureza biológica do embrião e do feto humano é independente da forma como foi originada, bem seja proveniente de uma reprodução natural ou produto de reprodução assistida.
e) Um aborto não é só a «interrupção voluntária da gravidez», mas um ato simples e cruel de «interrupção de uma vida humana».
f) É preciso que a mulher a quem se proponha abortar adote livremente sua decisão, depois de um conhecimento informado e preciso do procedimento e das conseqüências.
g) O aborto é um drama com duas vítimas: alguém morre e a outra sobrevive e sofre diariamente as conseqüências de uma decisão dramática e irreparável. Quem aborta é sempre a mãe e quem sofre as conseqüências também, embora seja o resultado de uma relação compartilhada e voluntária.
h) É portanto preciso que as mulheres que decidam abortar conheçam as seqüelas psicológicas de tal ato e em particular do quadro psicopatológico conhecido como o «Síndrome Pós-aborto» (quadro depressivo, sentimento de culpa, pesadelos recorrentes, alterações de conduta, perda de auto-estima, etc.).
i) Dada a trascendência do ato para o qual se procura a intervenção de pessoal médico é preciso respeitar a liberdade de objeção de consciência nesta matéria.
j) O aborto é além disso uma tragédia para a sociedade. Uma sociedade indiferente à matança de perto de 120.000 bebês ao ano é uma sociedade fracassada e doente.
k) Longe de supor a conquista de um direito para a mulher, uma Lei do aborto sem limitações deixaria a mulher como a única responsável por um ato violento contra a vida de seu próprio filho.
l) O aborto é especialmente duro para uma jovem de 16-17 anos, a quem se pretende privar da presença, do conselho e do apoio de seus pais para tomar a decisão de seguir com a gravidez ou abortar. Obrigar uma jovem de tão pouca idade a decidir sozinha é uma irresponsabilidade e uma forma clara de violência contra a mulher.
Desta forma, consideramos que as conclusões que o Grupo Socialista no Congresso, por meio da Subcomissão do aborto, serão encaminhadas ao Governo para que sejam dados prazos de implementação, o que agravará a situação atual e não escuta a sociedade, que longe de desejar uma nova Lei para legitimar um ato violento para o não nascido e para sua mãe, reclama uma regulação para deter os abusos e a fraudes legais cometidas nos centros onde se praticam os abortos».
Fdo.:
Nicolás Jouve (Catedrático de Genética; DNI 1154811)
Francisco Ansón (Escritor; DNI 847005)
Cessar Nombela (Catedrático de Microbiologia; 1346619S)
Francisco Javier do Arco (Biólogo, Filósofo e Escritor; DNI: 00138438-N)
Vicente Bellver (Professor Titular Filosofia do Direito: DNI: 24335564T)
Luís Franco Beira (Catedrático de Bioquímica: DNI é 02.464.829B)
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