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sábado, janeiro 10, 2009

Rita Camata contra a CPI do Aborto

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No excelente blog de Wagner Moura -- O possível e o extraordinário -- deparei-me com sua divulgação de uma matéria sobre a CPI do Aborto.

Nesta matéria, ao final, temos o seguinte parágrafo, no qual a deputada Rita Camata, que faz o gênero feminista chic na Câmara dos Deputados, fala algumas asneiras.

"Mas a CPI ainda nem iniciou seus trabalhos e já atrai oposição. A deputada Rita Camata (PMDB-ES), conhecida por sua atuação feminista, critica a intenção do grupo de convocar mulheres que abortaram para depor – o que, no seu entendimento, geraria forte constrangimento. “A Frente Parlamentar pela Vida é um movimento moralista, machista, uma coisa fanática”, critica. A parlamentar capixaba lembrou que a mulher já é relegada a uma completa ausência de políticas de assistência nessas situações degradantes. “Ninguém faz aborto por prazer, porque quer. Se as mães tivessem o apoio dos homens, não recorreriam a um aborto”, finaliza."

Em primeiríssimo lugar, a deputada deve bem saber que as leis de nosso país foram feitas para serem cumpridas. Ou a digníssima deputada tem consciência disto ou deve adquiri-la o quanto antes, pois é coisa por demais esdrúxula que uma membro do Poder Legislativo faça vistas grossas para o que está escrito no Código Penal.

Segundo a matéria, a deputada alega que uma convocação de mulheres que abortaram geraria constrangimento. E ela tem razão mesmo! A morte de seres humanos é coisa para constranger qualquer um com certeza, mais ainda se as vítimas estão ainda no ventre de suas mães.

E mais a mais, a deputada ficou devendo a prova de que há intenção de convocar mulheres que abortaram. Dizer tal coisa é uma constante nos meios feministas e filo-feministas que tentam de todas as formas barrar a CPI, mas até agora ainda não se viu ninguém da Frente Parlamentar pela Vida dizendo isto.

Mesmo se isto acontecer, o que há de mais? Se no escândalo do Mensalão foram convocados os então suspeitos de participar daquela sofisticada falcatrua, por que aqueles que contribuem para a perpetração de um CRIME CONTRA A VIDA, segundo o Código Penal, devem ter tratamento diferente?

Talvez a deputada tenha esquecido, mas ela fez um juramento quando de sua posse. Para refrescar sua memória, segue o que ela solenemente declarou:

"Prometo manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro e sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil"
Curioso que a mesma deputada que disse estas palavras venha a público indignar-se contra deputados que desejam ver a lei sendo cumprida, principalmente em matéria tão grave como o aborto.

O aborto é crime no Brasil e ela faria bem melhor se se juntasse a eles neste esforço para desmascarar a rede de omissão governamental em todos os níveis que sustenta este grave problema. Isto sim seria fazer jus ao juramento de "observar as leis".

***

A segunda declaração da deputada Rita Camata é tão ruim quanto a primeira.

Começando pelo final, quando a parlamentar diz que "Se as mães tivessem apoio dos homens, não recorreriam a um aborto" o que podemos dizer é que isto apenas se trata de uma tentativa estúpida de jogar no colo dos homens toda a culpa pelo mal do aborto.

Inúmeros homens se prestam a um papel execrável quando engravidam uma parceira, seja através do abandono, da pressão para abortar, do desprezo, ou até mesmo do covarde "a decisão é tua" com que tantos lavam as mãos. Nem por isto, no entanto, o aborto torna-se moralmente correto e um homem que assim contribui para o aborto deveria ser igualmente preso.

Ao invés de procurar justificativas extraordinárias que ajudem a descriminalização do aborto, a deputada deveria era esforçar-se para a criação de políticas públicas que auxiliassem mulheres em dificuldades durante a gravidez. Desta forma, as mulheres, mesmo sem o apoio de um homem (que coisa mais anti-feminista, deputada!), poderiam dar à luz seus filhos de forma mais tranqüila.

Quanto à pimeira frase de sua declaração -- "Ninguém faz aborto por prazer, porque quer" --, já faz parte do imaginário abortista mundial. Mas isto merecerá uma outra postagem de tão irreal que é.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Ongueiras do Campo botam boi para dormir!

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Nem só de ABONG vive o obscurantismo ongueiro no Brasil! Não mesmo! Quando se trata de descer um pouco mais para atingir o fundo do poço, o que não falta é uma ONG. De preferência uma que seja feminista, a estas ninguém supera.

Como a gritaria em relação a CPI do Aborto está apenas começando, podemos esperar mais gente e mais organizações dispostas a participarem do espetáculo grosseiro -- e, diga-se de passagem, anti-democrático -- de se revezarem no acesso à mídia com o discurso de que a CPI foi feita para constranger as mulheres.

Não -- as respostas secas são as melhores para tais tipos --, não foi. Foi feita para que o sr. Ministro da Saúde venha a público contar como é que sabe da venda de remédios abortivos e nada faz para coibir tal absurdo. Foi feita para que muitas autoridades expliquem a verdadeira complacência que têm com quem comete um dos crimes mais hediondos que existe.

Mas é claro que a mídia dará ampla divulgação às teses de inúmeras ONGs segundo as quais a CPI é direcionada a criminalizar inocentes. Inocente de que? Segundo o Código Penal, a prática do aborto é crime, e crime contra a vida. A coisa é bem séria, apesar de existir muita gente por aí que acha que apenas uma vida é importante. Deve ser porque não são eles que são trucidados quando ainda no ventre de suas mães.

Mais um manifesto de uma das milhares de ONGs feministas... Pois é, mais um... Mais do mesmo... Sempre que me chega um troço destes às minhas mãos, sinceramente, tento achar algo de novo, algum argumento que faça sentido, qualquer coisa que possa ser levada em consideração. Mas que nada... É sempre um amontoado de palavras de ordem, de chavões politicamente corretos, de besteirol revolucionário. Uma coisa enfadonha até a alma. Ler tais coisas é uma penitência que faço.

Agora foi a vez de um tal de Movimento de Mulheres Camponesas (RS) lançar ao público uma carta contra a criação da CPI do Aborto. Algo de novo? Não, nada de novo... Mas a carta do MMC é, no mínimo, peculiar. Na verdade, falemos francamente: é um samba da feminista tresloucada! Além de ser mal escrita -- mas isto é até uma característica do que a ongada produz --, parece até que falta revisão no texto. Puxa vida! Será que os financiadores destas ONGs não lhes arrumam um trôco para contratar um revisor qualquer?

O texto é uma mistureba tão grande que parece que as ongueiras do campo escrevem com a enxada. E o resultado é o que se viu: um texto em que 80% é dedicado às lamúrias sobre desigualdades e apenas os últimos 20% são dedicados à defesa da descriminalização aborto. Pois é, nem mesmo elas dão tanta importância assim às suas causas, preferindo muito mais revoltar-se contra a indústria de cosméticos. Vejam um trecho:

"As mulheres também não têm direito de decidir sobre seus corpos, inclusive quando o Mercado lhes cobra um corpo ideal, para poder vender cosméticos e produtos que "modelam o corpo"."


Cá entre nós, é difícil levar a sério quem se propõe a escrever contra uma CPI e acaba falando contra os produtores de batom e esmalte de unha. Vitimismo pouco é bobagem!

Na verdade, as ongueiras do MMC só queriam mesmo é pular no bonde da patota -- não é à tôa que a carta está no site das Católicas pelo Direito de Decidir --, nem que fosse através da divulgação de uma peça que presta para nada, a não ser para colocar o gado para dormir, coisa de que elas devem entender bastante. Assim espero... Ao menos isto!

Como sempre, do alto da empáfia que é tão peculiar a estas organizações, o MMC quer mostrar-se preocupado com as criancinhas:

"Ainda, é importante destacar que além das mulheres são as crianças as principais vítimas da miséria e da fome. No Brasil 45% das crianças com menos de 5 anos sofrem de anemia crônica por falta de ferro na alimentação e 50 mil crianças nascem todos os anos com algum tipo de comprometimento mental devido à falta de iodo na alimentação . No mundo a cada 5 segundos morre uma criança de fome."

Tocante, não é mesmo? Um observador ingênuo olha para as senhoras do campo e as acha realmente preocupadas com as crianças brasileiras. Grande engano! Elas só vêem a realidade que lhes interessa, como um cavalo puxador de carroça, daqueles aos quais lhes são colocados tampões na lateral dos olhos para que não desviem a atenção do caminho que lhes é imposto. A única diferença é que os cavalos não têm escolha...

A cada 5 segundos uma criança morre de fome? Hummm... Ok. Tomando como base o número irreal, e que é tão alardeado por qualquer abortista, de que no Brasil são feitos por volta de 1.500.000 abortos por ano, chegamos ao número de que, uma criança morre a cada 21 segundos vítima do aborto. Isto apenas no Brasil!

Imaginemos a quanto chega este valor na China e na Índia, onde o aborto é feito despudoradamente, inclusive com a matança seletiva de bebês do sexo feminino. Aliás, alguém viu alguma feminista rasgar as vestes contra o genocídio feminino que é feito nestes países? Que nada... É mais fácil ver uma feminista desfilando na passarela do São Paulo Fashion Week de sutien e tudo do que ouvi-las falar algo contra o aborto, mesmo quando quem está sendo destinado ao lixo hospitalar são mulheres.

Ao final, a única coisa para que serve a tal carta do MMC é para preparar o terreno para a próxima safra. Isto se tivermos sorte!

terça-feira, janeiro 06, 2009

Resposta a um fiel da IURD

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Recebi um comentário em um post antigo que merece um post de resposta...

O post ao qual o comentarista indignou-se é este: "O aborto e a Teologia do Ódio de Edir Macedo". Nesta postagem, eu desmontei pseudo-argumentações de Edir Macedo, que, tal qual um lacaio do demônio (by Bernardo de Andrade), chega à baixeza de utilizar a própria Bíblia para defender o aborto.

Continue lendo:

https://contraoaborto.wordpress.com/2009/01/06/resposta-a-um-fiel-da-iurd/

quinta-feira, dezembro 18, 2008

O ex-obamista

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Recebi uma mensagem de um colega blogueiro que muito apreciei. O colega Everth Queiroz Oliveira, responsável pelo ótimo blog "Bein'Better" mudou de posição em relação ao apoio que dava ao recém eleito presidente dos EUA.

Eis as palavras de Everth:

"Visitando seu blog, conclui uma verdade de fé em minha vida. Sempre fui contra o aborto, mas apoiava Barack Obama como presidente. Nunca pensei que estivesse apoiando um abortista!"

Pois é... Infelizmente, inúmeros brasileiros -- e muitos católicos -- acharam o máximo a vitória de Barack Obama. Mal sabem, como era o caso de Everth, que Obama é o presidente mais radicalmente pró-aborto da história dos EUA jamais eleito, o que poderá se tornar uma verdadeira catástrofe para os não-nascidos não apenas de lá, mas de todo o mundo, pois a influência norte-americana é enorme, além de suas fronteiras.

Louvo aqui a profunda humildade de Everth, que, quando confrontado com um fato por ele desconhecido -- o abortismo descarado de Obama --, não teve dúvidas de rever seu posicionamento. Isto é coisa rara nos dias atuais, em que tanta gente prefere olhar para o lado mesmo quando a verdade lhe toca o nariz.

Somos humanos. Erramos. O conserto de nossos erros é como um chamado divino, no qual Deus nos apresenta um novo caminho a seguir e ao qual podemos ou não percorrer, segundo nossas escolhas. Só um coração humilde, um coração de uma ovelha que conhece a voz de seu pastor, é que se mostra pronto a deixar o erro para trás e seguir confiante seu Senhor.

Seu post sobre o assunto é um exemplo de como um católico deve se portar quando ciente de um erro. Há gente que prefere ficar se equilibrando e saindo pela tangente (como esta "católica" aqui), mas este não é o caso de Everth. Graças a Deus!

ABONG temerosa

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Um troço chamado ABONG - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais -, que na verdade é uma ONG das ONGs, ou uma meta-ONG, ou a mãe-de-todas-as-ONGs, sei lá eu, publicou em seu site uma nota pública contra a instalação da CPI do Aborto.

Nada de novo, nenhuma surpresa, ainda mais quando pensamos quem são as entidades que fazem parte desta meta-ONG: a fina-flor das entidades feministas dão as caras por lá. Era mesmo de se esperar que as meninas lançassem um clamor público. Esta rasgação de vestes é bem típico de tais entidades, o discurso de matiz adolescente-revolucionário é já por demais conhecido. Somente com este discurso tão ensaiado que chega a ser enfadonho é que podemos ler um trecho como este, retirado da Nota Pública da meta-ONG:

"A possibilidade de instauração de tal comissão reflete e reforça os setores mais conservadores da sociedade brasileira que historicamente têm feito dos processos de criminalização das pessoas e movimentos sociais a forma de eliminar de modo violento os conflitos e as diferenças que são constituintes das sociedades que se pretendem democráticas."


"Eliminar de modo violento"??? Desde quando uma mera CPI pode ser sequer acusada de agir de modo violento? É necessário que se repita que uma CPI é um expediente perfeitamente legal em nosso país, sendo uma das formas que o parlamento tem de investigar assuntos de relevância. Este pessoal não gosta é democracia. Ou melhor: gosta, sim, das "democracias" do tipo que há em Cuba.

Não são estas entidades que gostam de afirmar que desejam que a sociedade debata a questão do aborto? Ué, mas o que foi que mudou? Apenas uma coisa: a iniciativa não partiu delas. Estarão pisando em terreno desconhecido, terão que lidar com a luz dos holofotes sobre suas agendas abortistas. Se elas querem mesmo falar de "modo violento", poderemos ver na CPI a descrição do que realmente é um aborto, o mesmo aborto que é rejeitado por 97% da população brasileira.

Espertamente, como é de praxe, a ABONG tenta puxar a brasa para sua sardinha, tentando fazer alguém acreditar que a CPI se deve a nossa boa e velha (e caquética) luta de classes. Pois é, este pessoal jamais sai dos idos de 1960 e ainda querem se dizer progressistas. Pfui...

O fato concreto é que toda CPI para que tenha direito de existir deve apresentar um FATO DETERMINADO. No caso da CPI do Aborto, conforme escrito pelos deputados que a requereram, eis o que a justifica;

"Um agente público, na condição de Ministro de Estado afirmar, publicamente, que tem conhecimento da venda ilegal de substâncias que causam aborto, sem que as autoridades constituídas e o aparelho do Estado, tomem as providências legais e cabíveis para coibir, na forma da lei, a prática de um crime previsto no Código Penal Brasileiro, artigos 124 a 127, é algo inadmissível num Estado Democrático de Direito, em que o respeito à lei atinge a todos, cabendo ao Estado zelar pelo fiel cumprimento da norma. Portanto, o pronunciamento do Sr. Ministro da Saúde, acima descrito, constitui uma denúncia grave de flagrante desrespeito a “ordem legal constituída” e, nesse caso, esta CPI tem sua razão de ser, para aprofundar a denúncia de ilícito penal no que diz respeito a venda indiscriminada de medicamentos abortivos e de outras formas de realização de aborto no Brasil."

Trocando em miúdos, o ponto que justifica a CPI é a omissão do ministro Temporão que, tendo conhecimento do comércio de remédios abortivos, não fez qualquer esforço para coibir tal prática. Isto é o que se tem de concreto.

Pergunta-se: a ABONG que também teve acesso ao texto do requerimento para a implantação da CPI resolveu ignorar o que estava escrito? O que o trecho acima tem a ver com Estado laico? Em que o trecho acima faz parte de uma intenção de "eliminar de modo violento" pessoas ou instituições? Ninguém sabe... Só mesmo o pessoal progressista da ABONG poderá explicar as peripécias retóricas que são necessárias para, a partir deste fato concreto, escrever um trecho como este em sua Nota Pública:

"Uma lei que é resultado de uma sociedade patriarcal e profundamente injusta e desigual para com as mulheres. Uma lei , portanto, que precisa urgentemente ser modificada e não invocada como instrumento de perseguição e acusação."

Pois é... O pessoal da ABONG não gosta de leis. Claro, não das que lhes incomodam, não das que os impedem de levar à frente suas agendas. Leis existem para ser cumpridas, principalmente uma lei que está na seção de "Crimes contra a Vida" de nosso Código Penal. É este crime contra a vida, e vida inocente, vida frágil, mas, ainda assim -- e sempre! --, VIDA HUMANA, que a ABONG e seu pessoal deseja ver descriminalizado.

São fatos assim que serão postos às vistas de todos em uma CPI que trate deste assunto. Acostumados que estão a se movimentarem nas sombras, muitas entidades deverão aparecer e mostrar quais são suas reais atividades, quem são seus reais financiadores, quais são as intenções destes financiadores, quais são seus interesses no Brasil, etc. Tudo aquilo que é ignorado pela população poderá vir à tona, e é por isto que há este medo extremo de uma CPI.

"Quem não deve, não teme", não é mesmo? Pelo quanto estão temendo uma CPI como esta podemos ver o quanto esta gente deve.

Que venha a CPI. CPI JÁ!!!

quarta-feira, dezembro 17, 2008

CPI do Aborto Já!

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O tempo urge! Necessitamos de uma CPI do Aborto o quanto antes! Faço côro ao Jorge Ferraz e devemos todos fazer o mesmo.

Uma CPI servirá para que o ministro Temporão -- aquele mesmo que não consegue dar conta de um mísero mosquito, mas que sabe como ninguém correr atrás para que os pais possam matar seus filhos não nascidos -- seja confrontado com a verdade.

Temporão terá de demonstrar os números fictícios sobre o aborto que ele divulga aos quatro ventos. Temporão terá de explicar muito bem explicado como foi que ele tem informações sobre a venda de remédios de comércio proibido e jamais nada fez para que isto fosse interrompido. Temporão terá de contar sobre as clínicas de aborto das quais ele tem conhecimento e igualmente nada fez para fechá-las.

A verdade é a maior aliada de todos os pró-vida.

Igualmente, as obscuras atividades das inúmeras ONGs dedicadas ao abortismo virão à luz do dia. A população terá conhecimento da dinheirama que tais organizações recebem do exterior com o único propósito de implementar o aborto no Brasil. Não é à tôa que tais organizações já estão se mobilizando contra a CPI.

A gritaria será grande. E assim será porque tais grupos e tais pessoas contam com o desconhecimento e com a desinformação por parte da população. É só em um ambiente de ignorância generalizada que uma organização como as "Católicas pelo Direito de Decidir" pode descaradamente se declarar uma coisa que decididamente não são: católicas. E o fazem com um único intuito, o de enganar aos incautos e aos ingênuos. Tais pessoas contam com a confusão para que suas agendas de morte continuem a avançar.

Por tudo isto é que precisamos apoiar e pressionar os deputados para que esta CPI seja instalada o quanto antes. Esta oportunidade para que a verdade sobre a questão do aborto venha à tona deve ser aproveitada ao máximo!

sábado, novembro 22, 2008

Pe. Frank Pavone: Como é feito um aborto

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Abaixo, segue um vídeo no qual o grande Pe. Frank Pavone explica o que é um aborto, e do qual resolvi fazer a tradução e a legendagem.

Continue lendo:

https://contraoaborto.wordpress.com/2008/11/22/pe-frank-pavone-como-e-feito-um-aborto/