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segunda-feira, agosto 25, 2008

André Petry, o ardiloso

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O senhor André Petry é um dos maiores ativistas pró-aborto do Brasil. Digo isto sem quaisquer exageros. Ele atinge alturas jamais imagináveis até mesmo pelas mais ferrenhas feministas abortistas. Isto não é pouca coisa...

Nesta semana, o STF dará início a uma outra audiência pública para ouvir argumentos pró e contra a legalização do aborto de fetos anencéfalos. Sem (ainda) entrar no mérito desta audiência, note-se a pressa do Sr. Petry em mais uma vez utilizar sua coluna semanal na revista de maior circulação no país para atacar seus alvos prediletos: os pró-vida e a Igreja.

O esmero de André Petry é tão grande em sua causa que ele tornou-se o primeiro espécimen documentado de um novo tipo de abortista: o abortista visionário. Na coluna desta semana, o articulista alerta seus eleitores para um "ardil" que será usado por aqueles que são contra o aborto de fetos anencéfalos. Segundo o mágico Petry, os pró-vidas utilizarão o caso da menina Marcela de Jesus, recentemente falecida, para demonstrar que anencéfalos podem sim viver bem mais do que se pensava. O presdigitador Petry chama a divulgação do caso da menina Marcela de Jesus de "ardil". É seu direito; nada contra.

Exerço também o meu direito: o caso de Marcela de Jesus deveria ser mais divulgado ainda. Não fosse a imprensa abortista, encabeçada por gente como o senhor Petry, um caso como o de Marcela de Jesus chegaria ao conhecimento de muito mais gente. Mas o fato é que o caso de Marcela de Jesus incomoda um bocado de gente, entre elas o senhor Petry.

Agora, perguntemos: por que a vida de Marcela de Jesus não pode ser um argumento? O senhor Petry e outros que seguem seu pensamento espetaculoso sabem perfeitamente que casos como o de Marcela de Jesus ganham relevância na literatura médica. Eles sabem disto, mas, como em um passe de mágica, olham para o outro lado. Este truque é velho. Não cola mais. O ás na manga ou a cartola de fundo falso perdem toda a graça quando sabemos que Marcela de Jesus viveu pouco mais de 1 ano e 8 meses entre nós, que foi profundamente amada por sua mãe, que com coragem que só os puros de coração possuem dedicou-se com todo o afinco a cuidar da menina desde o seu nascimento. Ah, sim... O articulista-mago chama uma atitude assim de "dar à luz a morte". Dona Cacilda, mãe de Marcela de Jesus, não deve ter a menor idéia sobre o que André Petry está falando.

Mesmo falecida, a menina não os deixa em paz. Incomoda tanto, mas tanto, que o mago Petry é capaz de antecipar que Marcela de Jesus será usada como argumento. E o faz alertando a todos que isto será um ardil. "Ardil"? Ardiloso é o senhor André Petry, que sutilmente -- bem... nem tanto -- tenta antecipar um legítimo movimento pró-vida, toscamente classificando-o como um "ardil".

Literalmente, o senhor Petry escreveu em sua coluna "(...) tomar o exemplo de Marcela, o milagre divino, o símbolo antiaborto, para proibir a interrupção da gravidez de fetos sem cérebro é exploração desonesta da tragédia alheia". Na verdade, desonestidade é querer varrer Marcela de Jesus para baixo do tapete pelo simples fato de que ela incomoda os planos obscuros daqueles que se dizem defensores das pobres mulheres.

Assim como também é desonestidade que agora venham sendo divulgadas informações de que Marcela de Jesus não foi uma verdadeira anencéfala, que seu problema seria outro. O Mister M do jornalismo André Petry até dá voz a uma pediatra que examinou Marcela de Jesus e que concluiu que ela não era, afinal de contas, "um bebê sem cérebro". Hummm... Ok. Houvesse a menina morrido ainda no útero ou alguns minutos após o parto, conforme o roteiro deste pessoal, duvido muito que alguém viesse a público para dizer que ela não era anencéfala. O que incomoda esta gente é que a menina viveu 1 ano e 8 meses, que sua mãe a tenha amado como a qualquer um de seus filhos, que ela não tenha "dado à luz a morte".

O mais impressionante, porém, é que o senhor Petry não tenha feito o dever de casa -- esquecimento, talvez? -- e não saiba que a anencefalia pode apresentar-se em diversos graus, vindo daí que alguns portadores desta anomalia possam viver até meses após o nascimento. Ou seja, um bebê com anencefalia não quer dizer que seja "sem cérebro", mas, na maioria das vezes, há partes defeituosas ou faltantes. Marcela de Jesus teve um grau de anencefalia que lhe permitiu viver durante bastante tempo; fazer malabarismos retóricos para enganar a muitos e dizer que ela não era anencéfala pode funcionar em um palco. Cá entre nós, não. Se alguém ler isto, tenha certeza: é um ardil.

Para finalizar, o senhor Petry em sua coluna escreveu que seria um ardil caso alguém falasse que "ainda pode haver centenas de Marcelas vivendo anos a fio". Quanto aos "anos a fio" eu não sei, nem ele sabe, ninguém sabe. Aliás, custa-me a acreditar que o jornalista queira dizer que a quantidade de anos de uma vida é parâmetro para que ela valha a pena ser preservada. Caso ele realmente tenha pretendido isto, seria o caso de ele dizer a todos nós o quanto de tempo ainda lhe resta. 1 ano? 2 anos? 3 meses? 4 minutos?

Já quanto às "centenas de Marcelas", eu lhe sugeriria que desse uma olhada no site http://www.anencephaly.net. Lá ele poderá ver algumas histórias de famílias que passaram pela experiência de trazer ao mundo um filho anencéfalo. E estes são apenas alguns poucos casos! Garanto que por lá ninguém sabe o que quer dizer "dar à luz a morte". Só mesmo o senhor Petry e seus passes de mágica para saber o que isto significa.

segunda-feira, agosto 04, 2008

Campanha por conversões

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"Quer louvar-te o homem, esta parcela de tua criação! Tu próprio o incitas para que sinta prazer em louvar-te. Fizeste-nos para ti e inquieto está nosso coração, enquanto não repousa em Ti." - Santo Agostinho

Um coração afastado da Verdadeira Igreja de Cristo é um coração inquieto, como era o de Santo Agostinho.

Este blog está aderindo à Campanha por Conversões lançada por um outro blogueiro,

Quem ama um irmão, deseja que ele participe de todas as suas alegrias. Que alegria maior que estar junto de Deus e de Sua Santa Igreja? Rezemos para que esta nossa alegria faça parte da vida de mais e mais pessoas. Rezemos pela conversão de Ana Paula Valadão!

Ad Maiorem Dei Gloriam!

quinta-feira, junho 26, 2008

Aborto e racismo: tudo a ver!

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Planned Parenthood é a maior cadeia de clínicas de aborto dos EUA. Sua fundadora, Margaret Sanger, há anos já falecida, foi uma militante feminista e grande incentivadora do controle da natalidade, principalmente entre a população mais humilde.

Continue lendo:

https://contraoaborto.wordpress.com/2008/06/26/aborto-e-racismo-tudo-a-ver/

domingo, junho 15, 2008

PMM e suas ligações obscuras - Final

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Após trazer um pouco do pensamento de entidades feministas que apóiam a PMM - Pastoral da Mulher Marginalizada, podemos perguntar o que tais entidades têm a acrescentar para a missão de uma Pastoral? Em última instância, a missão de uma pastoral -- de qualquer uma! -- é um subconjunto da missão da Igreja, missão que lhe foi dada por Nosso Senhor Jesus Cristo: levar o Evangelho, a Boa-Nova, a todos os povos, contribuir para a construção do Reino de Deus.

O que, então, entidades que têm em suas agendas a defesa da descriminalização do aborto, poderão ajudar para o anúncio da Boa-Nova?

Vendo um tal "apoio" talvez possamos entender o porquê de a Coordenadora Nacional da PMM, Bernadete Aparecida Ferreira, dar um depoimento declarando-se a favor da descriminalização do aborto e tudo ficar por isto mesmo. Pode-se concluir que não é apenas questão de apoio moral -- que já seria mais do que inconveniente --, é questão de compatibilidade de agendas.

E quem pensa mais um pouco, vê que tudo vai se encaixando:

E isto tudo é coisa nova? Não mesmo! Conforme já divulgado pelo Wagner Moura em seu blog, O possível e o extraordinário, a Marcha Mundial das Mulheres deu as caras na manifestação "Grito dos Excluídos", que é apoiadíssima pela CNBB, com direito a logotipo no site da manifestação e tudo. Serviço completo!

Durante a manifestação, claro, abortistas levaram seus cartazes e botaram a boca no mundo sobre suas intenções, como também pode ser visto no blog do Wagner. E poderia ser diferente? E tudo isto sob as barbas de muita gente, gente que não deu um pio sobre um escândalo daqueles e que não dá um pio sobre o escândalo atual. É de admirar que cheguemos a esta situação? Alguém pode mesmo se dizer surpreso com tudo isto?

Em março deste ano, a CNBB, após incontáveis apelos de inúmeros fiéis, divulgou declaração sobre as chamadas "Católicas pelo Direito de Decidir", na qual, diplomaticamente, deixou clara a total incompatibilidade desta entidade feminista com a doutrina cristã. No texto da declaração podemos ler o seguinte trecho:

"
Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais."

Pena apenas que a CNBB não esteja também atenta às "expressões de uma cultura da morte", que já se expandiu tanto que até mesmo se infiltra nas pastorais a ela vinculadas.

Lamentável. Uma vergonha.

quinta-feira, junho 12, 2008

PMM e suas ligações obscuras - III

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Sigo expondo a agenda das ONGs feministas que apóiam a Pastoral da Mulher Marginalizada.

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3) MMM - Marcha Mundial das Mulheres

Este é um movimento que congrega várias entidades feministas e que tem uma pauta de "reivindicações" tão variadas e abstratas quanto "a eliminação da pobreza" e "levantamento de qualquer embargo por parte das grandes potências", ou ainda que "a ONU acabe com todas as formas de intervenção, agressão ou ocupação militar". São 17 ao todo, todas seguindo esta linha do politicamento correto e tendo um alvo claríssimo: os EUA.

Pois é... É um troço destes que dá apoio a uma Pastoral da Igreja.

Mas há mais. Muito mais.

Uma das publicações da MMM é o boletim "Boletim da Marcha". Neste, o tema da liberação do aborto é recorrente. Podemos ler trechos tais como:

"Um tema que tem surgido é a ação de parlamentares, ligados a igreja, que têm apresentado projetos de lei tentando proibir a distribuição do contraceptivo de emergência pelos órgãos públicos."

"Para a Marcha Mundial, a luta pelo direito ao aborto é permanente e fundamental para a construção da autonomia e autodeterminação das mulheres."

Nas fotos dos boletins não é incomum vermos mulheres portando faixas e cartazes pela liberação do aborto. Mas um dos trechos mais impressionantes é o que consta em um folheto disponível para download:

"Que com um mês de gravidez o embrião é mais ou menos do tamanho de uma lentilha e com três meses não passa do tamanho de uma azeitona? E que somente a partir do sexto mês de gravidez o feto sobrevive fora do corpo da mãe."

Eis aqui o pensamento abortista-feminista em seu mais completo descaramento, no qual é tentada uma justificação do aborto pela quantificação das células de um indivíduo. Esta coisificação do embrião e do feto é uma das tentativas mais recorrentes nos "argumentos" abortistas.

Às mulheres que mostram-se duvidosas do aborto, as feministas empurram-lhes afirmações como estas que pudemos ler, as quais deixam transparecer o descaso com a vida humana, que é tão grande quanto maior for a fragilidade do ser humano que será eliminado. Dizem lutar contra a opressão sobre as mulheres, mas, na verdade, o que elas querem mesmo é ser protagonistas de uma forma hedionda de dominação e eliminação de seres humanos indefesos, aos quais até mesmo sua humanidade lhes é negada. Tornam-se algozes covardes de seres humanos que nem mesmo voz têm para se defender.

Diga-se, apenas para dar uma informação correta, que um feto de 3 meses de gestação tem por volta de 7,5 cm, o que é bem maior do que uma azeitona. O corpo, ao final do 3o. mês de gestação já está completamente formado, sendo perfeitamente distinguidos os ouvidos, pernas, braços, dedos, os olhos já têm pálpebras e que ficam fechadas, o sexo já pode ser distinguido a partir dos genitais, etc.

Ou seja, as feministas da Marcha Mundial das Mulheres ao dizerem que um feto de 3 meses tem apenas o tamanho de uma azeitona, o que é completamente mentiroso, apenas dão pistas do desprezo que nutrem por tudo o que lhes impede de impor sua agenda da liberação do aborto.

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Após mostrar um pouco do pensamento de 3 entidades feministas que apóiam a Pastoral da Mulher Marginalizada, deixarei a conclusão para o próximo post.

PMM e suas ligações obscuras - II

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Abaixo, continuo com a exposição da agenda das entidades que apóiam a PMM - Pastoral da Mulher Marginalizada.

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2) CFSS - Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde

Esta entidade também não fica atrás quando o tema é o aborto. Há artigos em que o histórico da luta abortista é contado:

"A primeira iniciativa para a implantação do serviço de atendimento aos casos de aborto previsto por lei partiu da deputada Lúcia Arruda (PT/RJ). O projeto de lei foi sancionado pelo então governador do Estado de Rio do Janeiro, Leonel Brizola, que posteriormente recuou diante da forte pressão da Igreja Católica.

Em 1988, o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Saturnino Braga, regulamentou a Lei nº 1.042, de 28/07/1987, estabelecendo a obrigatoriedade do atendimento médico pela rede de serviços de saúde para a prática do aborto nos casos previstos pelo Código Penal (Seminário Nacional Aborto, Cidadania e Justiça Social - São Paulo, maio/95).

Na cidade de São Paulo, em 1989 o governo da prefeita Luiza Erundina criou este serviço por meio da Portaria nº 629/89, de 26/04/89, que dispõe a "obrigatoriedade da rede hospitalar do município, do atendimento médico para o procedimento de abortamento nos casos de exclusão de anti-juricidade, previstos no Código Penal"." (original aqui)

Em outros, o movimento petista em direção à legalização do aborto é louvado:

"Nesse sentido é relevante a instalação da Comissão Tripartite para revisar a legislação punitiva do aborto, no sentido, espera-se, de promover a sua descriminalização e legalização. O movimento tem a sua frente o desafio de acompanhar e influenciar fortemente esse processo, com o fim de buscar alcançar o máximo de êxito na garantia de inclusão de suas propostas no sentido de que, finalmente, neste país, tenhamos a dignidade de deixar de punir as mulheres que praticam abortos ilegais, conforme preceituam os acordos firmados nas Conferencias Internacionais do qual o Brasil é signatário." (original aqui)

Também na página desta entidade feminista, há um livro, com o título de "SAÚDE DAS MULHERES: EXPERIÊNCIA E PRÁTICA DO COLETIVO FEMINSTA SEXUALIDADE E SAÚDE". Há um capítulo inteiro dedicado ao aborto, no qual enormes MENTIRAS sobre a Igreja são divulgadas.

Podemos ler trecho no qual é dito que "
A Igreja Católica tem mudado sua atitude [em relação ao aborto] conforme o Papa que se encontra no poder". Nada mais mentiroso, um parágrafo produzido para enganar católicas ingênuas e, provavelmente, desesperadas. Nada, porém, que possa surpreender quem tem o mínimo contato com o modus operandi de entidades feministas quando o assunto é aborto.

O fato é que houve durante um bom tempo discussão sobre o momento em que a alma é infundida no fruto da concepção, se no exato momento da concepção -- animação imediata --, ou se em momento posterior -- animação mediata. Porém, e isto é para ficar bem claro, a Igreja jamais deixou de condenar o aborto como prática abominável, mesmo que em determinados momentos tal pecado gravíssimo tivesse a punição mais branda devido a certas posições não considerarem o concepto já portador de alma humana.


Mas as senhoras do Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde pouco se importam em trazer uma informação de qualidade sobre a real posição da Igreja em relação ao aborto no decorrer dos séculos. O que vale é desinformar.

É por isto que podemos ler tal trecho:
"No século VI, com o Código de Justiniano, passou-se a considerar que o momento da infusão da alma só ocorreria quando o feto adquirisse forma humana. O que significaria que, enquanto a alma não estivesse infundida no novo ser, o aborto não poderia ser proibido."

É uma grossa MENTIRA que o aborto não pudesse ser proibido. Era e sempre foi proibido, apesar de em certos momentos na história haver dúvidas quanto à gravidade do pecado em virtude do debate se a animação era mediata ou imediata. A conclusão de que "o aborto não poderia ser proibido" é de lavra exclusivamente feminista e que lhes serve como uma luva. Só há um problema: carece de fundamento.

Para melhor esclarecer toda esta questão, há um excelente artigo do saudose e venerável Dom Estêvão Bittencourt e que pode ser lido aqui.

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No post seguinte, darei continuidade a esta série em que é abordado as ligações mais do que inconvenientes da PMM - Pastoral da Mulher Marginalizada.

quarta-feira, junho 11, 2008

PMM e suas ligações obscuras - I

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Qual ligação deveria haver entre uma Pastoral da Igreja com organizações que defendem o "direito" ao aborto, este crime abominável, segundo o Concílio Vaticano II? "Nenhuma, óbvio! -- poderia dizer qualquer criancinha antes mesmo de qualquer aula de catecismo. Mas não é que a Pastoral da Mulher Marginalizada (PMM), vinculada à CNBB, resolveu inovar?

Em sua página na internet, a Pastoral lista algumas entidades que lhe dão apoio. O texto original pode ser lido aqui. Para não termos problemas com links que desaparecem de repente, abaixo segue uma imagem da página.

Destacado em vermelho estão 3 entidades feministas que prestam apoio à Pastoral. Qual tipo de apoio? Não é dito. Na verdade, isto nem importa. Digamos que tais entidades dessem um rio de dinheiro à PMM... E daí? Isto não tornaria sua agenda mais palatável a uma Pastoral da Igreja. Uma tal "ajuda" seria totalmente dispensável.

O grande apóstolo São Paulo já nos ensinava: "Tudo me é permitido, mas nem tudo convém". Claro está que tais apoios em nada convém a qualquer pastoral.

Abaixo será mostrado o teor da agenda de tais entidades.


1) SOF – Sempreviva Organização Feminista

Em seus boletins e nas notícias divulgadas em sua página, a luta pela "direito" ao aborto é constante. Podemos ler coisas como as que seguem abaixo.

Aqui, ao convocar as companheiras para o dia "Dia de luta pela descriminalização do aborto", explicam:

"(...) a influência das igrejas nos diversos países é a principal responsável pela manutenção da proibição ao aborto. Só para ilustrar, essa confusão entre Igreja e Estado impõe à toda sociedade uma legislação equivocada, que insiste em ignorar os 1,4 milhão de abortos clandestinos feitos anualmente no Brasil." (original aqui)

Aqui, reproduzem notícia veiculada em jornais e vibram com a vitória em um festical de cinema de um filme que foi criticado -- segundo elas -- pelo Vaticano:

"
É uma grande honra”, declarou Mullan ao receber o prêmio. “O filme não é somente como a Igreja Católica e sobre como ela reprimiu jovens mulheres na Irlanda, é sobre todas as fés que pensam que têm o direito de pressionar mulheres”
(...)
O Vaticano, no entanto, foi duro. Um artigo do jornal L’Osservatore Romano, descreve The Magdalene Sisters como uma “provocação irada e rancorosa” que desvirtua os líderes religiosos." (original aqui)

Em seu boletim informativo, a "Folha Feminista", a luta pelo aborto é uma constante. Vejamos alguns trechos:

"Por concretizar a separação entre sexualidade e imposição da maternidade, a luta feminista pelo direito ao aborto é fundamental para a emancipação das mulheres."

"A tentativa de proibir a distribuição gratuita do contraceptivo de emergência, as articulações contra a legalização do aborto, a perda de estrutura e poder de alguns organismos voltados à construção de políticas de igualdade são exemplos de ataques aos direitos das mulheres."
"A comunidade religiosa presente no ato, especialmente da Igreja Católica Romana, apontou o papel da Igreja em usar sua influência para silenciar políticos pró-aborto, incluindo o candidato presidencial John Kerry.
Em 14 de maio, o bispo dos EUA Michael Sheridan, do estado do Colorado, anunciou que católicos pró-aborto em sua arquidiocese seriam proibidos de comungar. Francês Kissling, presidente da organização Católicas pela Escolha Livre, afirma que “o Vaticano usa a sua influência e autoridade para impedir que hospitais católicos por todo o mundo propiciem educação e serviços que previnem o HIV/AIDS e a perda de vidas de mulheres durante o parto. Eles negam acesso ao aborto e à contracepção de emergência.”"

E estes são apenas alguns poucos trechos... Nota-se, claramente, presente todo o discurso abortista-feminista no qual a Igreja é sempre o inimigo principal a ser combatido quando se trata da luta pelo "direito" ao aborto.

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No post seguinte, será dado seguimento à exposição das entidades que apóiam a PMM - Pastoral da Mulher Marginalizada.