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sexta-feira, fevereiro 29, 2008

O Rei Salomão sabia preservar a vida...

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A questão é: saberão os nossos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)?

A vida humana começa na concepção. Isto é um fato científico do qual nem o mais cego abortista pode desviar. A despeito disto, o artigo 5o. da Lei de Biossegurança permite a destruição de embriões humanos para serem utilizados em pesquisa.

Contra esta legislação descompromissada com o respeito à vida humana, em 30/05/2005, o então Procurador Geral da República, Dr. Claudio Fontelles, ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, que já foi tema de um post anterior (clique aqui).

Aliás, nunca é demais lembrar, no Brasil a vida humana é protegida desde a concepção até o seu fim natural, como já demonstrado pelo Dr. Celso Galli Coimbra (clique aqui).

No próximo dia 5 de março, o Supremo Tribunal Federal julgará esta importante questão. Para mostrarmos que nós, brasileiros, estamos preocupados com os ataques que são desferidos contra a dignidade da vida humana, há um abaixo-assinado on-line no qual deixaremos claro aos ministros do STF que esperamos que a vida humana seja preservada contra qualquer tipo de ataque e, principalmente, que se faça cumprir o que está no texto constitucional.

Para assinar este abaixo-assinado, clique aqui. É rápido e é uma forma de contrribuir para a causa da Vida.

Que nossos juízes tenham um pouco da sabedoria do Rei Salomão.


quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Ser humano não é cobaia!

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Um ser humano jamais pode ser tratado como cobaia.

Uma apresentação, adaptada por Emanuelle Moura a partir de uma produção de Pró-Vidas italianos, e que pode ser vista abaixo, denuncia o absurdo do Art. 5o. da Lei de Biossegurança, que trata da manipulação de embriões para pesquisas.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2008/02/21/ser-humano-nao-e-cobaia/

sábado, fevereiro 16, 2008

Hitler venceu?

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Na sala de cirurgia, uma mãe com seu filho ainda no ventre aguardam a chegada do médico ou da médica. Enfermeiras e auxiliares, apressadas, cuidam dos últimos detalhes, preparando a mãe para o procedimento que será feito em instantes. 

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https://contraoaborto.wordpress.com/2008/02/16/hitler-venceu/

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

A pioneira do "Aborto Legal" fala a padres

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No dia 15/08/2007, a deputada Luiz Erundina (PSB-SP) requereu o desarquivamento do Projeto de Lei 4403/2004. Para tanto, a nobre deputada deu a seguinte justificativa:

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https://contraoaborto.wordpress.com/2008/02/15/luiz-erundina-pioneira-do-aborto-legal-fala-a-padres/

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

"Não chores tanto, menina, é apenas uma célula"

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O texto que vai abaixo é uma tradução livre de um artigo publicado no jornal espanhol ABC. Nele, o jornalista Domingo Pérez traz a história de uma jovem que abortou seu filho pressionada pelo noivo e por sua mãe.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2008/02/14/nao-chores-tanto-menina-e-apenas-uma-celula/

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Bons frutos!

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A Campanha da Fraternidade de 2008 "Fraternidade e Defesa da Vida", embora tenha tido um começo difícil e envolta em uma grande polêmica, já deixa alguns bons frutos.

Os sabotadores infiltrados na Igreja, que tentavam sorrateiramente minar os bons propósitos de uma tão esperada campanha, devem estar rangendo os dentes com as declarações de vários bispos por todo o Brasil, que vêm demonstrando que a necessidade de defesa da vida é urgente para que não aconteça em nosso país o que aconteceu em outros.

A luta contra a mentalidade abortista, contra a Cultura da Morte, é acirrada e constante. Jamais podemos baixar nossa guarda. Lembremos do acontecido em Portugal, no qual frente a uma primeira derrota em um plebiscito apenas levou aos abortistas intensificarem seus esforços até conseguirem seus nefastos objetivos. Reverter tal situação não é impossível, mas, com certeza, mais difícil.

Aqui no Brasil temos a oportunidade de nos tornarmos um exemplo para a comunidade internacional. Frente a todas as pressões de tantos grupos que procuram se beneficiar com a liberação do aborto, temos o dever de afirmar nossas posições em defesa da vida. Temos de utilizar, primordialmente, de nossas leis, que amplamente favorecem a vida, sendo até, como já exaustivamente demonstrado, inconstitucional sequer haver qualquer projeto que tente flexibilizar o valor da vida humana.

É neste ambiente que é muito bem-vinda a CF 2008. As palavras de tantos bispos pelo Brasil afora reafirmando o valor e a sacralidade da vida humana, clamando que o direito à vida é o primeiro e fundamental de todos os direitos, são importantíssimas para despertar, principalmente nos católicos, a urgência para que cerremos nossas fileiras contra os ataques que diariamente vêm sendo desferidos pelos governantes e por grupos abortistas, que nos querem enfiar goela abaixo os ditames de uma ideologia materialista e os parâmetros gerados por pressões internacionais.

Embora nas últimas semanas tenhamos passado por momentos tensos, com sabotagens e com pessoas envolvidas em pastorais mostrando-se avessas aos ensinamentos da Igreja, penso que é importante mostrarmos também o que há de positivo, o que há de belo na Igreja. A melhor resposta aos de mente pequena e aos que querem fazer da Igreja trampolim para suas agendas pessoais ou as de seus grupelhos é mostrar-lhes a força que harmonicamente vem do alto, que vem da tradição católica de enfrentar as adversidades, mesmo quando as forças contrárias encontram-se dentro dos muros.

D. Sérgio Aparecido Colombo, Bispo de Paranavaí (PR), foi um destes pastores que, zelosos pelo seu rebanho ameaçado, profeticamente clamou:

"No Brasil, a Campanha da Fraternidade, a cada ano, nos dá elementos para uma vivência mais encarnada da Quaresma. Esse ano, com o tema: Fraternidade e defesa da vida, e o lema: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19), ela se constitui num grande clamor e preocupação com a vida humana: ferida, banalizada e ameaçada pelo aborto, eutanásia e outras formas de manipulação que contrariam a vontade de Deus, seu criador." (original aqui)

Já D. Orani João Tempesta, Arcebispo de Belém (PA), aborda um outro ângulo da questão, igualmente importante:

"(...)
vivemos em tempos estranhos, quando defender a vida dos animais e dos vegetais é de concordância geral, mas não o é a do ser humano. A CF está justamente dizendo, assim como a citação bíblica, que também nós entramos numa terra onde nem sempre os mandamentos do Senhor são observados, por isso o Senhor nos pede de escolher vida, sempre!" (original aqui)

Ao mostrar a desvalorização da vida humana por parte de tantos que se mostram tão preocupados com a natureza, em um gritante paradoxo, o arcebispo indiretamente faz-nos recordar da polêmica que foi tema da primeira mensagem neste blog, no qual o Dr. Cícero Harada mostrou o absurdo que há no Brasil, em que muitos procuram liberar o aborto enquanto a destruição de ovos de tartaruga é crime inafiançável.

Já D. Washington Cruz, Arcebispo de Goiânia, vai bem fundo na denúncia da Cultura da Morte, alvo principal da Campanha da Fraternidade deste ano:


"(...)
Durante o século XX, as ideologias do nazismo e do comunismo cometeram crimes horrorosos, em nome de um programa ‘cientificamente’ organizado, em prol do super-homem, da superraça e da perfeita sociedade. Eliminaram velhos e crianças, nascidas e por nascer, gente sem voz, fracos, inocentes e sem defesa, bem como pessoas de outras raças e convicções. Aniquilaram, em nome de uma cartilha pseudo-científica, da raça ou da sociedade paradisíaca a promover, os que, então, não pensavam como eles." (original aqui)

E prossegue:

"A mentalidade abortista, a esterilização, a escravidão, o comércio de pessoas e órgãos, o mau tratamento das crianças, das mulheres, dos fracos e indefesos, a eutanásia e outras formas de manipulação da pessoa humana, são ainda seqüelas dessas estranhas ideologias a que o século XX nos habituou."

E finaliza ainda o Arcebispo:

"Como argumentava Madre Teresa de Calcutá, a santa que gastou a sua vida ao serviço dos mais pobres, “se uma mãe pode matar um filho seu, o que nos impede, a mim e a ti, de nos matarmos um ao outro”? A Igreja ousa mesmo dizer, com S. Tomás: “toda a lei constituída pelos homens tem força de lei só na medida em que deriva da lei natural. Se, ao contrário, nalguma coisa está em contraste com a lei natural, então não é lei, mas sim corrupção da lei”."

Que excelente ensinamento! Mostrando a clareza prática de uma grande santa de nossos dias ao lado do pensamento cristalino do Doutor Angélico, deixa-nos ver a permanência do ensinamento da Igreja, sua coerência através dos séculos. É esta coerência que esmaga as mesquinharias e sabotagens daqueles que, como cobras, movem-se nas sombras buscando confundir os fiéis e a população em geral.

E a palavra de Santo Tomás de Aquino é claríssima: trata-se de uma corrupção da lei um ordenamento que vai contrário à lei natural. Logicamente, é nosso dever lutar contra e não nos calarmos frente a este mal mascarado de bem.

Uma das formas mais eficientes de combater o mal é mostrá-lo sob a luz do dia, trazer à vista de todos suas mazelas, suas contradições, suas confusões. Uma outra forma, igualmente eficiente, é contribuir para que o bem seja conhecido e, desta forma, a verdade purificadora possa fazer seu trabalho nos corações dos homens.

Que estes bons frutos da CF 2008 multipliquem-se por todas as nossas dioceses e que mais vozes proféticas sejam ouvidas!

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Dia de Santa Josefina Bakhita!

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"Se tivesse hoje a oportunidade de encontrar os mercadores de escravos que me capturaram e até mesmo aqueles que me torturaram, eu ajoelharia e beijaria suas mãos, pois se isto não tivesse acontecido, eu, hoje, não seria cristã e religiosa."

A frase acima é de Santa Josefina Bakhita. Sobre esta santa admirável, como são todos os santos, S.S. Bento XVI dedicou um trecho de sua mais recente Encíclica, Spes Salvi, a nos ensinar sobre sua vida e a "esperança".

"Refiro-me a Josefina Bakhita, uma africana canonizada pelo Papa João Paulo II. Nascera por volta de 1869 – ela mesma não sabia a data precisa – no Darfur, Sudão. Aos nove anos de idade foi raptada pelos traficantes de escravos, espancada barbaramente e vendida cinco vezes nos mercados do Sudão. Por último, acabou escrava ao serviço da mãe e da esposa de um general, onde era diariamente seviciada até ao sangue; resultado disso mesmo foram as 144 cicatrizes que lhe ficaram para toda a vida. Finalmente, em 1882, foi comprada por um comerciante italiano para o cônsul Callisto Legnani que, ante a avançada dos mahdistas, voltou para a Itália. Aqui, depois de « patrões » tão terríveis que a tiveram como sua propriedade até agora, Bakhita acabou por conhecer um « patrão » totalmente diferente – no dialecto veneziano que agora tinha aprendido, chamava « paron » ao Deus vivo, ao Deus de Jesus Cristo. Até então só tinha conhecido patrões que a desprezavam e maltratavam ou, na melhor das hipóteses, a consideravam uma escrava útil. Mas agora ouvia dizer que existe um « paron » acima de todos os patrões, o Senhor de todos os senhores, e que este Senhor é bom, a bondade em pessoa. Soube que este Senhor também a conhecia, tinha-a criado; mais ainda, amava-a. Também ela era amada, e precisamente pelo « Paron » supremo, diante do qual todos os outros patrões não passam de miseráveis servos. Ela era conhecida, amada e esperada; mais ainda, este Patrão tinha enfrentado pessoalmente o destino de ser flagelado e agora estava à espera dela « à direita de Deus Pai ». Agora ela tinha « esperança »; já não aquela pequena esperança de achar patrões menos cruéis, mas a grande esperança: eu sou definitivamente amada e aconteça o que acontecer, eu sou esperada por este Amor. Assim a minha vida é boa. Mediante o conhecimento desta esperança, ela estava « redimida », já não se sentia escrava, mas uma livre filha de Deus. Entendia aquilo que Paulo queria dizer quando lembrava aos Efésios que, antes, estavam sem esperança e sem Deus no mundo: sem esperança porque sem Deus. Por isso, quando quiseram levá-la de novo para o Sudão, Bakhita negou-se; não estava disposta a deixar-se separar novamente do seu « Paron ». A 9 de Janeiro de 1890, foi baptizada e crismada e recebeu a Sagrada Comunhão das mãos do Patriarca de Veneza. A 8 de Dezembro de 1896, em Verona, pronunciou os votos na Congregação das Irmãs Canossianas e desde então, a par dos serviços na sacristia e na portaria do convento, em várias viagens pela Itália procurou sobretudo incitar à missão: a libertação recebida através do encontro com o Deus de Jesus Cristo, sentia que devia estendê-la, tinha de ser dada também a outros, ao maior número possível de pessoas. A esperança, que nascera para ela e a « redimira », não podia guardá-la para si; esta esperança devia chegar a muitos, chegar a todos."


Apenas uma amostra do sofrimento que Santa Josefina Bakhita passou nas mãos de seus senhores, segundo seu próprio relato:

"Uma mulher habilidosa nesta arte cruel (tatuagem) veio à casa principal... nossa patroa colocou-se atrás de nós, com o chicote nas mãos. A mulher trazia uma vasilha com farinha branca, uma vasilha com sal e uma navalha. Quando terminou de desenhar com a farinha, a mulher pegou da navalha e começou a fazer cortes seguindo o padrão desenhado. O sal foi aplicado em cada ferida... Meu rosto foi poupado, mas 6 desenhos foram feitos em meus seios, e mais 60 em minha barriga e braços. Pensei que fosse morrer, principalmente quando o sal era aplicado nas feridas... foi por milagre de Deus que não morri. Ele havia me destinado para coisas melhores."

Esta mulher, que tudo isto passou, viveu para ver dias melhores, para ter um encontro com seu "Mestre". Acrisolada na escola do sofrimento, Santa Bakhita é um exemplo da esperança cristã, da esperança transformadora, da esperança que contra tudo espera e aguarda nosso "destino para coisas melhores". É a verdadeira esperança de quem se sabe amado e jamais esquecido, de quem sabe que há um Pai Altíssimo que cuida de todos nós.


Incorruptível

Santa Josefina Bakhita está entre os santos cujo corpo não sofreram corrupção após a morte.


Oração à Santa Josefina Bakhita:

Oh Santa Josefina Bakhita, que, desde menina, foste enriquecida por Deus com tantos dons e a Ele correspondeste com todo o amor, olha por nós.

Intercede junto ao Senhor para que cresçamos no Seu amor e no amor a todas as criaturas humanas, sem distinção de idade, de raça, de cor, de situação social.

Que pratiquemos sempre, como tu, as virtudes da fé, da esperança, da caridade, da humildade, da castidade e da obediência.

Pede agora ao Pai do Céu, oh Bakhita, as graças que mais preciso, especialmente (indicar o pedido...).

Amém.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Salve Santa Josefina Bakhita!