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quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Ser humano não é cobaia!

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Um ser humano jamais pode ser tratado como cobaia.

Uma apresentação, adaptada por Emanuelle Moura a partir de uma produção de Pró-Vidas italianos, e que pode ser vista abaixo, denuncia o absurdo do Art. 5o. da Lei de Biossegurança, que trata da manipulação de embriões para pesquisas.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2008/02/21/ser-humano-nao-e-cobaia/

sábado, fevereiro 16, 2008

Hitler venceu?

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Na sala de cirurgia, uma mãe com seu filho ainda no ventre aguardam a chegada do médico ou da médica. Enfermeiras e auxiliares, apressadas, cuidam dos últimos detalhes, preparando a mãe para o procedimento que será feito em instantes. 

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https://contraoaborto.wordpress.com/2008/02/16/hitler-venceu/

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

A pioneira do "Aborto Legal" fala a padres

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No dia 15/08/2007, a deputada Luiz Erundina (PSB-SP) requereu o desarquivamento do Projeto de Lei 4403/2004. Para tanto, a nobre deputada deu a seguinte justificativa:

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https://contraoaborto.wordpress.com/2008/02/15/luiz-erundina-pioneira-do-aborto-legal-fala-a-padres/

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

"Não chores tanto, menina, é apenas uma célula"

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O texto que vai abaixo é uma tradução livre de um artigo publicado no jornal espanhol ABC. Nele, o jornalista Domingo Pérez traz a história de uma jovem que abortou seu filho pressionada pelo noivo e por sua mãe.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2008/02/14/nao-chores-tanto-menina-e-apenas-uma-celula/

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Bons frutos!

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A Campanha da Fraternidade de 2008 "Fraternidade e Defesa da Vida", embora tenha tido um começo difícil e envolta em uma grande polêmica, já deixa alguns bons frutos.

Os sabotadores infiltrados na Igreja, que tentavam sorrateiramente minar os bons propósitos de uma tão esperada campanha, devem estar rangendo os dentes com as declarações de vários bispos por todo o Brasil, que vêm demonstrando que a necessidade de defesa da vida é urgente para que não aconteça em nosso país o que aconteceu em outros.

A luta contra a mentalidade abortista, contra a Cultura da Morte, é acirrada e constante. Jamais podemos baixar nossa guarda. Lembremos do acontecido em Portugal, no qual frente a uma primeira derrota em um plebiscito apenas levou aos abortistas intensificarem seus esforços até conseguirem seus nefastos objetivos. Reverter tal situação não é impossível, mas, com certeza, mais difícil.

Aqui no Brasil temos a oportunidade de nos tornarmos um exemplo para a comunidade internacional. Frente a todas as pressões de tantos grupos que procuram se beneficiar com a liberação do aborto, temos o dever de afirmar nossas posições em defesa da vida. Temos de utilizar, primordialmente, de nossas leis, que amplamente favorecem a vida, sendo até, como já exaustivamente demonstrado, inconstitucional sequer haver qualquer projeto que tente flexibilizar o valor da vida humana.

É neste ambiente que é muito bem-vinda a CF 2008. As palavras de tantos bispos pelo Brasil afora reafirmando o valor e a sacralidade da vida humana, clamando que o direito à vida é o primeiro e fundamental de todos os direitos, são importantíssimas para despertar, principalmente nos católicos, a urgência para que cerremos nossas fileiras contra os ataques que diariamente vêm sendo desferidos pelos governantes e por grupos abortistas, que nos querem enfiar goela abaixo os ditames de uma ideologia materialista e os parâmetros gerados por pressões internacionais.

Embora nas últimas semanas tenhamos passado por momentos tensos, com sabotagens e com pessoas envolvidas em pastorais mostrando-se avessas aos ensinamentos da Igreja, penso que é importante mostrarmos também o que há de positivo, o que há de belo na Igreja. A melhor resposta aos de mente pequena e aos que querem fazer da Igreja trampolim para suas agendas pessoais ou as de seus grupelhos é mostrar-lhes a força que harmonicamente vem do alto, que vem da tradição católica de enfrentar as adversidades, mesmo quando as forças contrárias encontram-se dentro dos muros.

D. Sérgio Aparecido Colombo, Bispo de Paranavaí (PR), foi um destes pastores que, zelosos pelo seu rebanho ameaçado, profeticamente clamou:

"No Brasil, a Campanha da Fraternidade, a cada ano, nos dá elementos para uma vivência mais encarnada da Quaresma. Esse ano, com o tema: Fraternidade e defesa da vida, e o lema: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19), ela se constitui num grande clamor e preocupação com a vida humana: ferida, banalizada e ameaçada pelo aborto, eutanásia e outras formas de manipulação que contrariam a vontade de Deus, seu criador." (original aqui)

Já D. Orani João Tempesta, Arcebispo de Belém (PA), aborda um outro ângulo da questão, igualmente importante:

"(...)
vivemos em tempos estranhos, quando defender a vida dos animais e dos vegetais é de concordância geral, mas não o é a do ser humano. A CF está justamente dizendo, assim como a citação bíblica, que também nós entramos numa terra onde nem sempre os mandamentos do Senhor são observados, por isso o Senhor nos pede de escolher vida, sempre!" (original aqui)

Ao mostrar a desvalorização da vida humana por parte de tantos que se mostram tão preocupados com a natureza, em um gritante paradoxo, o arcebispo indiretamente faz-nos recordar da polêmica que foi tema da primeira mensagem neste blog, no qual o Dr. Cícero Harada mostrou o absurdo que há no Brasil, em que muitos procuram liberar o aborto enquanto a destruição de ovos de tartaruga é crime inafiançável.

Já D. Washington Cruz, Arcebispo de Goiânia, vai bem fundo na denúncia da Cultura da Morte, alvo principal da Campanha da Fraternidade deste ano:


"(...)
Durante o século XX, as ideologias do nazismo e do comunismo cometeram crimes horrorosos, em nome de um programa ‘cientificamente’ organizado, em prol do super-homem, da superraça e da perfeita sociedade. Eliminaram velhos e crianças, nascidas e por nascer, gente sem voz, fracos, inocentes e sem defesa, bem como pessoas de outras raças e convicções. Aniquilaram, em nome de uma cartilha pseudo-científica, da raça ou da sociedade paradisíaca a promover, os que, então, não pensavam como eles." (original aqui)

E prossegue:

"A mentalidade abortista, a esterilização, a escravidão, o comércio de pessoas e órgãos, o mau tratamento das crianças, das mulheres, dos fracos e indefesos, a eutanásia e outras formas de manipulação da pessoa humana, são ainda seqüelas dessas estranhas ideologias a que o século XX nos habituou."

E finaliza ainda o Arcebispo:

"Como argumentava Madre Teresa de Calcutá, a santa que gastou a sua vida ao serviço dos mais pobres, “se uma mãe pode matar um filho seu, o que nos impede, a mim e a ti, de nos matarmos um ao outro”? A Igreja ousa mesmo dizer, com S. Tomás: “toda a lei constituída pelos homens tem força de lei só na medida em que deriva da lei natural. Se, ao contrário, nalguma coisa está em contraste com a lei natural, então não é lei, mas sim corrupção da lei”."

Que excelente ensinamento! Mostrando a clareza prática de uma grande santa de nossos dias ao lado do pensamento cristalino do Doutor Angélico, deixa-nos ver a permanência do ensinamento da Igreja, sua coerência através dos séculos. É esta coerência que esmaga as mesquinharias e sabotagens daqueles que, como cobras, movem-se nas sombras buscando confundir os fiéis e a população em geral.

E a palavra de Santo Tomás de Aquino é claríssima: trata-se de uma corrupção da lei um ordenamento que vai contrário à lei natural. Logicamente, é nosso dever lutar contra e não nos calarmos frente a este mal mascarado de bem.

Uma das formas mais eficientes de combater o mal é mostrá-lo sob a luz do dia, trazer à vista de todos suas mazelas, suas contradições, suas confusões. Uma outra forma, igualmente eficiente, é contribuir para que o bem seja conhecido e, desta forma, a verdade purificadora possa fazer seu trabalho nos corações dos homens.

Que estes bons frutos da CF 2008 multipliquem-se por todas as nossas dioceses e que mais vozes proféticas sejam ouvidas!

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Dia de Santa Josefina Bakhita!

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"Se tivesse hoje a oportunidade de encontrar os mercadores de escravos que me capturaram e até mesmo aqueles que me torturaram, eu ajoelharia e beijaria suas mãos, pois se isto não tivesse acontecido, eu, hoje, não seria cristã e religiosa."

A frase acima é de Santa Josefina Bakhita. Sobre esta santa admirável, como são todos os santos, S.S. Bento XVI dedicou um trecho de sua mais recente Encíclica, Spes Salvi, a nos ensinar sobre sua vida e a "esperança".

"Refiro-me a Josefina Bakhita, uma africana canonizada pelo Papa João Paulo II. Nascera por volta de 1869 – ela mesma não sabia a data precisa – no Darfur, Sudão. Aos nove anos de idade foi raptada pelos traficantes de escravos, espancada barbaramente e vendida cinco vezes nos mercados do Sudão. Por último, acabou escrava ao serviço da mãe e da esposa de um general, onde era diariamente seviciada até ao sangue; resultado disso mesmo foram as 144 cicatrizes que lhe ficaram para toda a vida. Finalmente, em 1882, foi comprada por um comerciante italiano para o cônsul Callisto Legnani que, ante a avançada dos mahdistas, voltou para a Itália. Aqui, depois de « patrões » tão terríveis que a tiveram como sua propriedade até agora, Bakhita acabou por conhecer um « patrão » totalmente diferente – no dialecto veneziano que agora tinha aprendido, chamava « paron » ao Deus vivo, ao Deus de Jesus Cristo. Até então só tinha conhecido patrões que a desprezavam e maltratavam ou, na melhor das hipóteses, a consideravam uma escrava útil. Mas agora ouvia dizer que existe um « paron » acima de todos os patrões, o Senhor de todos os senhores, e que este Senhor é bom, a bondade em pessoa. Soube que este Senhor também a conhecia, tinha-a criado; mais ainda, amava-a. Também ela era amada, e precisamente pelo « Paron » supremo, diante do qual todos os outros patrões não passam de miseráveis servos. Ela era conhecida, amada e esperada; mais ainda, este Patrão tinha enfrentado pessoalmente o destino de ser flagelado e agora estava à espera dela « à direita de Deus Pai ». Agora ela tinha « esperança »; já não aquela pequena esperança de achar patrões menos cruéis, mas a grande esperança: eu sou definitivamente amada e aconteça o que acontecer, eu sou esperada por este Amor. Assim a minha vida é boa. Mediante o conhecimento desta esperança, ela estava « redimida », já não se sentia escrava, mas uma livre filha de Deus. Entendia aquilo que Paulo queria dizer quando lembrava aos Efésios que, antes, estavam sem esperança e sem Deus no mundo: sem esperança porque sem Deus. Por isso, quando quiseram levá-la de novo para o Sudão, Bakhita negou-se; não estava disposta a deixar-se separar novamente do seu « Paron ». A 9 de Janeiro de 1890, foi baptizada e crismada e recebeu a Sagrada Comunhão das mãos do Patriarca de Veneza. A 8 de Dezembro de 1896, em Verona, pronunciou os votos na Congregação das Irmãs Canossianas e desde então, a par dos serviços na sacristia e na portaria do convento, em várias viagens pela Itália procurou sobretudo incitar à missão: a libertação recebida através do encontro com o Deus de Jesus Cristo, sentia que devia estendê-la, tinha de ser dada também a outros, ao maior número possível de pessoas. A esperança, que nascera para ela e a « redimira », não podia guardá-la para si; esta esperança devia chegar a muitos, chegar a todos."


Apenas uma amostra do sofrimento que Santa Josefina Bakhita passou nas mãos de seus senhores, segundo seu próprio relato:

"Uma mulher habilidosa nesta arte cruel (tatuagem) veio à casa principal... nossa patroa colocou-se atrás de nós, com o chicote nas mãos. A mulher trazia uma vasilha com farinha branca, uma vasilha com sal e uma navalha. Quando terminou de desenhar com a farinha, a mulher pegou da navalha e começou a fazer cortes seguindo o padrão desenhado. O sal foi aplicado em cada ferida... Meu rosto foi poupado, mas 6 desenhos foram feitos em meus seios, e mais 60 em minha barriga e braços. Pensei que fosse morrer, principalmente quando o sal era aplicado nas feridas... foi por milagre de Deus que não morri. Ele havia me destinado para coisas melhores."

Esta mulher, que tudo isto passou, viveu para ver dias melhores, para ter um encontro com seu "Mestre". Acrisolada na escola do sofrimento, Santa Bakhita é um exemplo da esperança cristã, da esperança transformadora, da esperança que contra tudo espera e aguarda nosso "destino para coisas melhores". É a verdadeira esperança de quem se sabe amado e jamais esquecido, de quem sabe que há um Pai Altíssimo que cuida de todos nós.


Incorruptível

Santa Josefina Bakhita está entre os santos cujo corpo não sofreram corrupção após a morte.


Oração à Santa Josefina Bakhita:

Oh Santa Josefina Bakhita, que, desde menina, foste enriquecida por Deus com tantos dons e a Ele correspondeste com todo o amor, olha por nós.

Intercede junto ao Senhor para que cresçamos no Seu amor e no amor a todas as criaturas humanas, sem distinção de idade, de raça, de cor, de situação social.

Que pratiquemos sempre, como tu, as virtudes da fé, da esperança, da caridade, da humildade, da castidade e da obediência.

Pede agora ao Pai do Céu, oh Bakhita, as graças que mais preciso, especialmente (indicar o pedido...).

Amém.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Salve Santa Josefina Bakhita!

O manifesto pífio das "Católicas pelo Direito de Decidir"

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Nem bem foi lançada a Campanha da Fraternidade 2008 -- "Escolhe, pois, a vida" --, as Católicas pelo Direito de Decidir lançam também seu manifesto.

O manifesto é risível de tanto clichê junto. As velhas senhoras mais uma vez contribuem para o anedotário religioso nacional. Mas o que poderíamos esperar de mentes fúteis, não é mesmo?

O que esperar de quem tenta marotamente colocar a culpa de milhões de mortes devido à Aids nas costas da Igreja? Tal raciocínio não é errôneo, é pura má-fé, puro descompromisso com a verdade. Coisa de gente pequena que faz da desonestidade intelectual um meio de vida. Literalmente.

A Igreja prega hoje o que sempre pregou: a castidade segundo o estado de vida de cada um. Aos solteiros, a castidade de seu estado os afasta do perigo de uma doença ainda sem cura. Aos casados, a fidelidade aos respectivos cônjuges igualmente os afasta de tal perigo.

Curiosamente, os mesmos que criticam a Igreja por não mudar sua posição são os que não divulgam o índice de ineficácia dos preservativos. Gerações de jovens estão sendo educadas sob a falácia do "sexo seguro", sem que estejam conscientes do quanto suas vidas estão em risco. Isto sim é uma brutal indiferença ao próximo: sob uma máscara de compaixão vai um frio comportamento que esconde interesses obscuros e mente até o limite para que sua agenda seja implementada.

O que podemos esperar de quem tenta florear uma abominação como a eutanásia? Ato que, sob uma casca de compaixão, esconde uma das formas mais baixas de descaso com a vida, que não encontra respaldo em qualquer das grandes religiões, que, muito ao contrário do pensamento das velhas senhoras, transformam o sofrimento em ocasião de um maior crescimento espiritual.

O que podemos esperar de quem não titubeia em requerer o sacrifício de embriões humanos no altar do deus Ciência na busca de uma cura que sequer se sabe ser possível? Que esperar de tais pessoas, que instrumentalizam as dores de inúmeros doentes e deficientes prometendo-lhes cura ao custo da eliminação de seres humanos no início de suas vidas?

O que esperar de pessoas que, apesar de se dizerem católicas, advogam a inserção de elementos totalmente estranhos à mensagem cristã autêntica. Querem elementos indígenas e afro-latinos (?!) nas celebrações? Quais elementos exatamente? A superficialidade de um tal pedido só deixa ver a disposição desonesta de quem o faz.

A superioridade do cristianismo sobre as outras crenças é afirmada por Nosso Senhor Jesus Cristo mesmo: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14:6). Se Jesus, Filho do Deus Altíssimo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, fato que todo e qualquer cristão deve bem conhecer, afirma-se com "o caminho" e não "um caminho", é evidente que o cristianismo, único caminho no qual Jesus é proclamado em sua plena realidade de Filho de Deus, é superior a quaisquer outras crenças.

Causa surpresa que um grupo de mulheres que se dizem católicas não consiga atingir um raciocínio tão básico que é até mesmo compreendido por uma criança iniciante no catecismo.

Que esperar de pessoas para quem a prática homossexual deveria ser tida como virtuosa quando na Bíblia, Palavra de Deus, tais atos são explicitamente classificados como uma "abominação" (Lev 20:13). São Paulo foi igualmente firme quanto ao assunto, chamando tais atos de "torpezas" (Rm 1:27) e também ao dizer que os praticantes não herdarão o Reino de Deus (1Cor 6:9).

O que afinal querem? Que a Igreja mude a Palavra de Deus para o que lhes seja mais agradável? Ou desejam que a Igreja vá frontalmente contra o que vai escrito na Bíblia Sagrada? Fica claro com quem está a razão.

Que esperar de pessoas que se dizem católicas, mas convenientemente esquecem as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo sobre a indissolubilidade do matrimônio? "Não separe o homem o que Deus uniu" (Mt 19:6). Como levar a sério alguém que se diz católico e procura deliberadamente ignorar um claro mandamento do Filho de Deus?

Como levar a sério quem mistura assuntos tão díspares quanto defesa da vida e sacerdócio feminino? Fica claro a qualquer pessoa a ridícula disposição de apenas causar confusão a quem as lê. E onde estão os argumentos para um suposto "direito" das mulheres ao sacerdócio? Curiosamente as velhas senhoras esquecem de mostrar a situação da mulher antes e depois do advento do cristianismo, coisa que bem demonstraria a colossal besteira que procuram ridiculamente demonstrar.

O que podemos esperar de um grupo de mulheres que arrogantemente se dizem cientistas e que viram os olhos para a VERDADE CIENTÍFICA de que uma vida humana inicia-se na concepção? E se já existe uma vida humana, esta deverá ser preservada e não há suposto "direito sobre o próprio corpo" que possa justificar a eliminação de um outro ser humano.

A Igreja afirma, e sempre o afirmou, a dignidade da vida, independentemente de como esta vida tenha sido gerada, seja através de um ato de amor ou de um ato de violência.

É até mesmo cômico ver um grupo vir a público clamar um suposto direito das mulheres ao sacerdócio baseando-se num conceito distorcido de igualdade, mas curiosamente deixar de lado qualquer noção de igualdade quando se trata de eliminar um ser humano concebido.

Enfim, as Católicas pelo Direito de Decidir mais uma vez expõem-se ao público como realmente são: fúteis, superficiais, midiáticas, enganadoras.

A tentativa clara de criar rupturas na Igreja é até infantil na execução. Politicamente correto e oportunista do início ao fim, o discurso das Católicas pelo Direito de Decidir desce ao fundo do poço do ridículo ao tentar associar assuntos tão diferentes como racismo, sacerdócio feminino, Liturgia e disciplina sacramental com a defesa da vida.

Ao final fica claro que tudo é apenas o discurso cambaleante de quem procura confundir.