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terça-feira, outubro 01, 2013

Você acha que o aborto é o limite? Você está muito enganado(a)...

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Há gente que comenta aqui ou na página no blog no Facebook algo como quem somos nós, os pró-vida, para nos metermos ou opinarmos sobre o que as mulheres decidem fazer com suas próprias vidas? Deixando de lado o fato de que não se trata apenas da vida das mães, mas também da de seus filhos, o que mais impressiona em tal afirmação é o completo desprezo pelo que seja o próximo. 

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https://contraoaborto.wordpress.com/2013/10/01/voce-acha-que-o-aborto-e-o-limite-voce-esta-muito-enganado/

quarta-feira, setembro 18, 2013

O aborto é sempre um drama? Para muitos, infelizmente, não.

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"MEU ABORTO FOI FABULOSO. OBRIGADO."

Abortistas gostam de "argumentar" contra pró-vidas dizendo que estes só dão importância ao nascituro, sem se importar com o drama da mãe. Como é evidente e bem recorrente no discurso abortista, trata-se de uma mentira. Na verdade é a posição pró-vida que cuida da preservação de todas as vidas envolvidas no drama do aborto, tanto da vida da mãe quanto da vida do nascituro. Mas os abortistas, agindo como bons alunos de Lênin, acusam aos outros de fazer aquilo que eles próprios fazem com a cara mais deslavada.

Mas deixando de lado a questão principal da preservação das vidas envolvidas, uma das principais conseqüências do aborto e da Cultura da Morte entre nós é, principalmente, a perda do profundo sentido do que seja ser mãe ou pai. Ter filhos, que era para ser uma coisa natural, tornou-se na visão de muitos apenas um impedimento, um obstáculo, o que podemos ver explicitado em inúmeras frases do tipo "Não estou preparada[o] para ter um filho", "Tenho que terminar meus estudos", "Vou aguardar minha promoção", "Não quero ser impedido de viajar como faço atualmente", etc. 

Vermos alguém que pensa que é possível comparar a alegria de ter um filho com a possibilidade de viagens é apenas um sintoma de que algo vai bem errado em nossa sociedade. Onde foi que nos tornamos tão mesquinhos assim? 

Entre os homens, a mesquinharia vai correndo sem limites. Eu já trouxe aqui notícia sobre um grupo de homens abortistas com um discurso para lá de machista e apenas preocupado que a falta de acesso ao aborto vá deixar as mulheres preocupadas, o que tiraria a "diversão" do sexo - "Os cafajestes agradecem: como a liberação do aborto favorece o pior tipo de homem". Isto é nojento? Sim, sem dúvida. É profundamente egoísta? Com certeza que é. No entanto, este discurso machista e egoísta foi abraçado como coisa positiva por entidades abortistas nos EUA, as mesmas que dizem cuidar dos direitos das mulheres. Impressionante, não?

Mas se entre os homens o machismo e o egoísmo profundo vai se tornando cada vez mais presente, entre as mulheres a coisa não vem ficando melhor. Ninguém nega que muitas mulheres passam por situações profundamente dramáticas ao passarem por uma gravidez inesperada, seja por qual motivo for. Mas, infelizmente, há um outro tipo de mulher que encara o aborto não como o drama que é para muitas mulheres, mas como uma afirmação de um distorcido senso de auto-afirmação, sendo isto a obra principal do atual feminismo, que tem no aborto sua principal bandeira.

Cai na conta deste feminismo atual, que em nada tem a ver com a luta das primeiras feministas, que uma mulher empunhe um cartaz como na foto acima com os dizeres "MEU ABORTO FOI FABULOSO. OBRIGADO.". O sorriso da militante abortista diz muito sobre como ela encara a questão: de forma rasteira e irresponsável. A esta militante feminista/abortista só o que importa é sua afirmação do "direito sobre o próprio corpo", nem que para isto tenha que pisar e estraçalhar o direito à vida de seu filho.

É bom que se diga que isto não é coisa nova... Em 2009, escrevi uma postagem aqui no blog ("O sorriso abortista") no qual eu mostrava que estão erradas as pessoas que dizem que o aborto é sempre um drama para todas as mulheres. Infelizmente, isto não é mais assim, graças aos esforços da militância feminista/abortista, que vem conseguindo empurrar suas enganações e mentiras em na consciência de muitas mulheres a partir de ONG´s e dos departamentos das universidades (a PUC-SP vem logo à mente...).

A perda do sentido de que o aborto seja uma coisa dramática é também um sintoma de uma doença social que vai avançando entre nós. Quem é capaz de sorrir segurando um cartaz ostentando orgulho pelo aborto cometido necessita, antes de tudo, encarar a realidade com uma mente distorcida o suficiente para que se veja como a única medida de todas as coisas, até mesmo da vida do outro, até mesmo da vida de seus próprios filhos. E isto, como bem colocou a pessoa onde vi divulgada esta imagem, é sinal de sociopatia.

Será longo e dificultoso o caminho para trazer estes homens e mulheres à consciência do profundo significado de ser pai e ser mãe, mas isto será necessário. A alternativa é sairmos às ruas segurando cartazes e, sorridentes, darmos conhecimento ao mundo de atos sobre os quais deveríamos nos arrepender, chorar e buscar perdão.

quinta-feira, agosto 08, 2013

"Holocausto Silencioso" - um clipe pró-vida de Marcelo de Cairo

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Através de nossa página no Facebook, recebemos um link para um clipe musical de Marcelo de Cairo. O tema da música é o aborto e o clipe é extremamente bem produzido e passa claramente a mensagem pró-vida, ao não se furtar a mostrar vários aspectos da realidade do absurdo do aborto.

A certa altura do vídeo sua letra faz uma importante pergunta, que jamais é respondida por quem defende o aborto: "Quem pode escolher quem merece ter o direito de viver?". Ninguém tem. 

Para os médicos inescrupulosos, que se aproveitam e ganham dinheiro de mulheres e casais em desespero, Marcelo de Cairo tem um recado também: "(...) teu caviar tem gosto do meu sangue derramado"

O desespero da mulher é explicitado no rosto da atriz que interpreta a mãe prestes a abortar, quando ela olha para as mãos de seu parceiro e do médico-aborteiro que com um cumprimento selam o destino trágico de seu filho. É esta a realidade da maior parte dos abortos, no qual o tão falado "direito de escolha", obra do feminismo que tem no aborto sua principal bandeira, torna-se na verdade mais uma oportunidade para a opressão feminina. A mulher é pressionada, oprimida a "escolher" um ato que tudo nela lhe diz para rejeitar. E é ela que também arcará com as piores conseqüências físicas, psicológicas, afetivas.

Marcelo de Cairo está de parabéns por abordar corretamente o tema. A coragem de sua música, em um tempo em que muita gente que deveria falar sobre o mesmo se omite descaradamente, não é pouca coisa ver um clipe tão bem produzido levar a mensagem da realidade do aborto para muitos.

sábado, agosto 03, 2013

Os cafajestes agradecem: como a liberação do aborto favorece o pior tipo de homem

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Quem lida com o assunto do aborto em mídias sociais, sempre se depara com certos tipos interessantes. Se há gente que advoga pelo aborto devido a uma falta de conhecimento do que isto seja ou mesmo aqueles que sinceramente pensam estar defendendo a saúde de mulheres -- esquecendo, claro, da vida que é eliminada a cada aborto --, há também os que o fazem por ideologia, tais como as feministas-abortistas, ou as que fazem por ódio, tal como lésbicas misândricas, que odeiam tanto aos homens que seu ódio resvala sobre os seres humanos ainda não nascidos.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2013/08/03/os-cafajestes-agradecem-como-a-liberacao-do-aborto-favorece-o-pior-tipo-de-homem/

segunda-feira, julho 29, 2013

Maternidade é que é problema de Saúde Pública no Brasil, não o aborto

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Vanessa Santana da Costa
Duque de Caxias, RJ.

Uma gestante, de 26 anos, caminha de sua casa mais de 1 hora e meia para fazer o pré-natal em um hospital público. Quando sentiu-se mal e procurou um tratamento de emergência, foi visto que ela estava com pressão alta. Supreendentemente, a gestante é liberada sem que lhe fosse ministrado qualquer medicamento e é lhe dito que vá para casa, com um papel que índica -- não é um encaminhamento -- que ela necessita internação por causa de sua condição. Sem dinheiro, ela não tem como ir até o hospital que fôra indicado pela médica... Ao retornar em outra oportunidade, esta gestante, que não havia sido medicada, que não havia sido encaminhada para internação -- uma indicação não vale nada para quem precisa ser internado --, que não havia sido acolhida pelo Sistema Único de Saúde, a esta gestante que estava impossibilitada de ir a outra unidade de saúde por não ter sequer dinheiro para o transporte, a ela é dito que estava colocando seu bebê em risco.

Este é o SUS. Esta é a Saúde Pública. Isto é Brasil.

Esta gestante tem nome: Vanessa Santana da Costa. Ela, como muitas outras, sofre com a Saúde no Brasil, este mesmo Brasil no qual os governantes e ONGs variadas estão mais preocupados com a liberação do aborto que com casos como o de Vanessa. Afinal, devem pensar, o que é mais fácil: dar pré-natal, disponibilizar médicos, dar medicamentos ou liberar o aborto e ficar despreocupado em relação a tudo isto? 

Fácil, não é mesmo? Não para Vanessa, pois ela faleceu devido à hipertensão que a acompanhou durante a gestação e no pós-parto. Não se sabe de ONG feminista que tenha se sensibilizado com casos como o de Vanessa. Sempre tão dispostos a falar com a mídia que lutam pelos direitos das mulheres mais humildes, não se sabe de ONG feminista que a tenha procurado para oferecer-lhe ajuda em suas dificuldades. Se ela quisesse abortar seu bebê, talvez não faltassem ONGs para a acolherem, não é mesmo? Como Vanessa decidiu ter seu filho, ela ficou sozinha, parafraseando o que ela ouviu em uma Unidade Médica, "colocando sua vida e a de seu bebê em risco".

Vanessa teve ajuda de Doris Hipolito, conhecida líder pró-vida da Baixada Fluminense, que leva seu trabalho à frente até mesmo contra o Poder Público, que já chegou ao ponto de interditar a Casa de Amparo às Gestantes da qual ela é responsável. Sim, é isto mesmo: aqui no Brasil o grande problema é lutar pela vida. Já o contrário, lutar pela morte, pelo aborto, rende benesses e verbas públicas e internacionais. 

Doris fez um vídeo no qual Vanessa conta sua Via Crucis pelas Unidades de Saúde que a deviam assistir e que na maior parte das vezes só mostraram descaso com sua condição especial. O descaso sofrido por Vanessa é o descaso diário que sofrem muitas gestantes, sem que haja ONGs ou jornais de grande circulação para noticiar tal descalabro. É o prato de amargor a ser engolido diariamente por esta gente sofrida. 

Curiosamente, casos como o de Vanessa, de hipertensão gestacional e Eclampsia, são, respectivamente, no 2o. e 3o. lugares da lista de causas de mortalidade materna. Sua prevenção é por todos sabida: um Pré-Natal de boa qualidade. Exatamente o que Vanessa não teve, exatamente o que lhe foi negado. E tampouco se vê no governo qualquer movimentação para reverter tal situação. E nem há ONG feminista que cobre algo do governo para reverter esta situação.

Já o aborto provocado, segundo os mesmos dados do DATASUS, ocupa a 29a. posição entre as causas de morte materna. E para esta causa que ONGs inúmeras apontam suas armas? É para esta causa que o PT e seus aliados tudo fazem para liberar o aborto dizendo enganosamente e espertamente que o aborto é um "caso de Saúde Pública"?  

Não, senhores! Não mesmo. O verdadeiro caso de Saúde Pública no Brasil é a maternidade. É quando as mulheres querem ter seus filhos, como a pobre Vanessa, que menos há assistência. São estas que se encontram desamparadas, pois até mesmo aquelas ONGs que dizem que lutam por seus direitos viram-lhe as costas porque, afinal, ela não é o tipo de mulher que vai ajudar a engrossar suas causas, não é mesmo?

Eis o vídeo, feito por Doris Hipólito, e no qual Vanessa mostra o que é a vida de uma gestante. Seu filho encontra-se ainda na maternidade. Lutemos e rezemos para que menos crianças venham a este mundo como o filho de Vanessa, que chegou entre nós assistindo sua mãe partir, pois a assistência que lhe era devida foi-lhe negada sob os olhos de tantos que dizem que defendem seus direitos.

Descanse em Paz, Vanessa.




sábado, julho 27, 2013

Abortistas profanam a Catedral de Santiago de Chile em plena Missa

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Altar profanado

Eis mais um bom exemplo da tolerância e da disposição para o diálogo dos defensores do aborto.

Conforme noticiado pela Agencia Informativa Catolica Argentina (AICA), a Catedral de Santiago de Chile foi profanada no dia 25 de julho passado, data da comemoração de seu santo patrono, São Tiago Apóstolo, por centenas de abortistas que faziam uma manifestação naquela cidade. 

Quando houve a invasão da catedral, o arcebispo D. Ricardo Ezzatti, celebrava a Eucaristia com vários fiéis. Confessionários foram destruídos. Altares e imagens sacras foram pichados (como pode ser visto na imagem acima). Palavras de ordem blasfemas foram proferidas dentro da Catedral pela turba abortista. 

Diante do ocorrido, D. Ricardo Ezzatti publicou uma carta, que deverá ser lida em todas as paróquias de sua diocese, na qual ele relata o ocorrido e convoca os fiéis a participarem de um Ato de Desagravo que acontecerá no dia 31 de julho, quando a catedral será reaberta. A íntegra da carta segue abaixo.

É bom que fique claro que isto não é um caso isolado. Conforme já relatado aqui no blog, abortistas já vandalizaram uma entidade de apoio a mulheres grávidas na Espanha. Há relatos de grupos de mesma orientação também causando perturbação e tentando entrar em outras igrejas, como pode ser visto no blog Deus lo Vult!, de Jorge Ferraz. Ou seja, os incidentes vão se acumulando e as autoridades não fazem o necessário para coibir este tipo de atitude. Este filme já foi visto em épocas diferentes e seu resultado final nunca foi bom.

Por fim, é bom que se diga que tal tipo de coisa é emblemático dos métodos dos abortistas, que à falta de argumentos que sustentem sua causa, recorrem à violência e à intolerância contra os que lhe são contrários. Não há surpresa nisto, pois para quem é covarde com nascituros não deve ser difícil portar-se da mesma forma com tudo mais.


***



Texto de la carta del arzobispo 


Hermanos y hermanas en el Señor, 

Les escribo antes que termine el día de la festividad de Santiago Apóstol, Patrono de nuestra Arquidiócesis y de la ciudad de Santiago. Lo hago con dolor y al mismo tiempo con serenidad y el corazón en paz. 

Esta tarde la hermosa celebración eucarística de la Catedral Metropolitana, ha sido violentamente perturbada por un grupo de anárquicos que irrumpieron en el templo gritando consignas contra la vida y a favor del aborto. Por más de veinte minutos intentaron interrumpir la celebración, la que, a pesar de todo, gracias a la entereza de los fieles pudo llegar hasta el final. 

La intolerancia de los fanáticos y su violenta irracionalidad ha sido una grave ofensa a Dios y a toda la comunidad de los creyentes en Cristo, ha dejado huellas dolorosas en agresiones y maltrato a varias personas y en la destrucción y daño al patrimonio artístico religioso del principal templo del país. Frente a lo ocurrido: 

  • Invito a todos los fieles católicos a invocar humildemente el perdón de Dios por las ofensas de esos fanáticos. Una vez más, la violencia es la razón de quienes no saben usar la razón. Con Jesús en la Cruz pedimos: “Padre, perdónalos, porque no saben lo que hacen”.
  • Recuerdo que impedir la celebración de la Santa Misa y profanar un lugar sagrado son hechos que revisten una especial gravedad, por la intolerancia que suponen y por el agravio a la libertad religiosa y de culto. Esta garantía, derecho fundamental de toda persona humana, está reconocida tanto en nuestra Constitución Política como en todos los instrumentos internacionales ratificados por nuestro país.
  • Como un acto de reparación y para tomar conciencia de lo ocurrido el Templo Catedral permanecerá cerrado desde esta noche y hasta el miércoles 31 de julio. A las 12:30 horas de ese día tendrá lugar una celebración de desagravio, a la cual convoco a todos los feligreses de la Iglesia de Santiago.
  • Decreto que en las celebraciones eucarísticas de este sábado y domingo, en cada comunidad se ore por la Iglesia, por la cordura y la paz de todos los chilenos y, de manera especial, para que se destierre de entre nosotros toda intolerancia, odio y violencia.
  • Finalmente, no puedo callar mi desconcierto y desazón frente a quienes tienen la grave responsabilidad y obligación de garantizar la libertad y la seguridad de todas las personas. La Catedral Metropolitana es un lugar abierto al público, declarado Monumento Nacional, donde cada día acuden centenares de ciudadanos, que en estos últimos tiempos se han visto amenazados por la instalación de bombas y por otras agresiones
Esperamos a futuro gozar del resguardo preventivo al cual tenemos derecho. 

Con la bendición del Señor, los saludo con afecto fraterno y les deseo días de paz y prosperidad. 

Su Padre y Obispo, + Ricardo Ezzatti Andrello


Esta é a tolerância dos abortistas


quinta-feira, julho 04, 2013

"Ave, Satanás!": o clamor abortista

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"AVE, SATANÁS!" - gritavam os abortistas

Que há algo de demoníaco na defesa do assassinato de seres humanos inocentes e frágeis não há dúvida, mas isto sempre nos parece mais uma coisa simbólica do que efetivamente algo concreto sobre o pensamento da maioria dos abortistas. Porém, o que aconteceu recentemente no estado do Texas, nos EUA, onde o parlamento estadual está em discussão sobre limitações ao tempo de gestação permitido para o abortamento.

Do lado de fora do parlamento, tanto a militância pró-vida quanto a militância pró-aborto se mostraram presentes. Em dado momento, quando os militantes pró-vida entoavam "Amazing Grace" ("Sublime Graça"), os militantes abortistas gritavam "Ave, Satanás!" ("Hail, Satan!"). 

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sexta-feira, abril 12, 2013

A casa de horrores do Dr. Gosnell, um símbolo do abortismo

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Dr. Gosnell e sua clínica
"Na infecta sala de cirurgia, há manchas de sangue no chão. A paciente, sedada com medicamentos comprados não por sua eficiência e segurança, mas por seu preço barato, sequer sabe o que está acontecendo, após assinar inúmeros formulários que provavelmente isentam o médico e seus auxiliares de quaisquer danos à sua saúde. O médico, utilizando instrumentos mal esterilizados e até mesmo reutilizando equipamentos que deveriam ter sido descartados, está fazendo um aborto. 
Este médico é especialista em abortos de bebês já totalmente formados, os chamados "late term abortions", que são aqueles feitos em crianças em estado avançado de gestação. Mas o doutor não executa o procedimento "corretamente" e a criança, que deveria ser morta ainda no ventre de sua mãe, vem à luz e está viva. Então o médico, exatamente como já fez dezenas -- talvez centenas... -- de outras vezes, faz o que ele chama de "snipping": com uma tesoura ele abre um buraco na nuca do bebê que luta pela vida em seus primeiros momentos entre nós e corta-lhe a medula espinhal. O bracinho do bebê dá um espasmo e mais nada. Seu corpo sem vida será tratado como lixo hospitalar ou será armazenado em algum recipiente que permanecerá ainda por um tempo na clínica do médico. Outros bebês terão seus pezinhos cortados e guardados em recipientes junto a outros pés de bebês que tiveram o mesmo destino. 
A mãe, acordada após a anestesia, acerta os últimos detalhes burocráticos, paga as despesas e vai embora. O médico, este profissional que foi treinado para salvar vidas, fatura por volta de US$ 15.000 diariamente com estes procedimentos em sua clínica, que fica localizada em um bairro junto à população mais humilde da Pennsylvania."

O descrito acima não é retirado de algum filme de terror e tampouco é a descrição do que acontece em algum abortório de fundo de quintal em um país do terceiro mundo, conforme muitos abortistas brasileiros dizem que existem em cada esquina entre nós para criar na população a falsa necessidade de normalizar coisa tão abjeta como o ofício de matar bebês indefesos.

O relatado acima aconteceu no estado norte-americano da Pennsylvania, no rico e abastado nordeste dos EUA. Não é uma transcrição literal de um caso acontecido, mas todos os fatos são verdadeiros, mesmo os mais horríveis e asquerosos. O médico em questão é o Dr. Kermit Gosnell, que está sendo julgado pelo homicídio de uma mãe e de sete outras crianças que haviam nascido com vida em sua clínica. Podemos apenas imaginar a número de outras crianças que tiveram o mesmo destino e das quais não mais existe nenhum traço neste mundo. Dr. Gosnell já foi assunto de outras postagens aqui no blog ("Assim é a indústria do aborto..." e "Aborto: lições para o Brasil")

A grande mídia norte-americana vem tentando ignorar o caso, pois estão bem cientes do efeito nocivo que os detalhes deste caso terá na opinião pública, que cada vez mais vem mostrando-se contrária ao aborto. Mas os detalhes que vêm aparecendo são tão horrivelmente impressionantes que até mesmo gente favorável ao aborto vem se perguntando como foi que se chegou a isto.

"Como se chegou a isto?" -- é uma pergunta apenas retórica, claro está para os pró-vidas. Quando se relativiza o valor da vida humana como fazem os abortistas, estamos criando as condições para que surjam mais gente como Dr. Gosnell. Quando se diz que uma mãe tem o direito que procurar a morte de seu filho ainda no seu ventre, estamos colocando a tesoura na mão do carrasco com jaleco de médico. Quando encaramos nossas crianças como problemas a serem resolvidos, ajudamos aquela mulher a caminhar para sua morte na mão de tais médicos ou para uma vida inteira de arrependimento e problemas psicológicos e físicos.

E a tudo isto muitos chamam de "direito", outros chamam de necessidade das mulheres, outros dizem que faz parte da autonomia feminina, que isto é um direito humano. Na verdade, é chamar o vício de virtude; o errado de certo. Outros gostam de chamar tudo isto de "escolha", de "direito de decidir". São estas escolhas que nos trazem gente como Dr. Gosnell.

O caso de Dr. Gosnell não é trivial. Tampouco é incomum; é assim, exatamente, a indústria do aborto mundo afora. E, sim, isto é realmente uma indústria, e de milhões de dólares. Seus clientes são pessoas desesperadas, na maior parte das vezes, e seu produto final é a morte de inocentes. A clínica do Dr. Gosnell estava localizada exatamente junto à população mais humilde daquela rica região dos EUA não por acaso, mas porque lá ele sabia que poderia utilizar medicamentos baratos, reutilizar equipamentos descartáveis, ter um quadro de auxiliares de baixo conhecimento na área médica e, principalmente, que praticamente ninguém iria denunciar as condições do estabelecimento. Em resumo, ele poderia maximizar seus lucros.

O vídeo abaixo é um documentário (infelizmente, apenas em Inglês) ainda em desenvolvimento mostrando um pouco do que acontecia na clínica de horrores do Dr. Gosnell. É mostrado o depoimento de mães/vítimas do médico, mulheres que hoje em dia não mais poderão ter filhos devido ao que passaram lá na clínica.


Em um dado momento, o promotor encarregado do caso diz que a última vez que alguém do Departamento de Saúde da Pennsylvania esteve presente na clínica para uma inspeção foi em 1993. Após isto, houve relatos de negligência médica e até de mortes na clínica sem que houvesse sequer uma investigação. O mesmo promotor declara que, absurdamente, aquele estado tem mais cuidado com a fiscalização de salões de cabeleireiros e manicures do que com as clínicas de aborto.  

Isto só indica que o aborto é o sintoma de uma sociedade que vai profundamente doente. 

Agora, transportemos tudo isto para o Brasil... Pensemos em um futuro onde o aborto seja liberado e feito através do SUS ou em nossos hospitais. É possível sequer imaginar o horror que isto seria? Aqui entre nós, um médico semelhante ao Dr. Gosnell abriria sua clínica na periferia de São Paulo ou na Baixada Fluminense e, como todos sabemos, fiscalização de serviços à população não é bem o nosso forte. Alguém acha mesmo que algo por aqui sairia melhor que a casa de horrores encontrada na Pennsylvania? É isto que os abortistas desejam para as mulheres? É este o resultado da autonomia feminina? Creio que as mulheres merecem bem mais que isso, merecem, tanto quanto seus filhos, serem tratadas com a dignidade devida a seres humanos.

Não, o aborto não é um caso de Saúde Pública, é um caso bem mais profundo. É um indicador da saúde de uma sociedade e de como ela valoriza a vida humana e como deseja encarar seu futuro. O aborto só se torna um caso de Saúde Pública quando se permite que um pervertido sádico como o Dr. Gosnell seja chamado de médico.


sexta-feira, novembro 09, 2012

A Índia e o generocídio feminino

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Como já informado aqui no blog em postagem de 2011 -- "Generocídio Feminino: o caso da Índia" --, cada vez mais informações vão sendo conhecidas sobre a prática de abortos por seleção de sexo e até mesmo infanticídio na Índia. Na ocasião escrevi o seguinte:
"Engana-se muito quem pensa que a desproporção de nascimento de meninos e meninas é coisa pequena, um mero dado estatístico. O que muitos abortistas insistem em não ver é que a liberação do aborto é como abrir a Caixa de Pandora. Quando se relativiza a dignidade da vida humana para que ela se ajuste à falta de princípios morais podemos estar certos que o que virá a seguir não será nada bonito de se ver.  
O infanticídio feminino que acontece nas áreas rurais da Índia é apenas um dos resultados mais horríveis do abortismo mundial. Às meninas que conseguem nascer nada lhes garante uma vida digna. Em áreas de alta desproporção entre homens e mulheres, há casos de jovens mulheres sendo compradas para "casar" com 4 ou 5 homens ao mesmo tempo."

Segundo um relatório recentemente divulgado pelo Ministério de Estatística e Implementação de Políticas Públicas daquele país, em famílias que já têm 1 menina na prole as chances de uma nova bebê nascer após a concepção caem para 54%. Já se a família possui 2 meninas estas chances caem ainda mais: 20%. Na área rural, a coisa piora mais ainda, pois à falta de equipamentos de ultra-sonografia para conhecer o sexo do bebê em gestação há o recurso ao infanticídio. Só em 2011, 132 casos foram reportados. Pode-se apenas imaginar o número de ocorrências que ficam à margem dos relatórios oficiais...

Em um país cuja cultura tradicionalmente desvaloriza o sexo feminino, o acesso ao aborto é fatal para que sejam criadas as distorções que podemos ver na Índia -- e também na China, país com o mesmo tipo de problema. Apenas entre os anos de 2001 e 2011, houve uma redução de 3.000.000 no número de crianças do sexo feminino. 

Ou seja, quem mais sofre, mais uma vez, são as mulheres... E tudo sob as vistas dos militantes do abortismo, da UNESCO e de tanta gente que poderia tomar alguma atitude e não o faz, pois isto seria um retrocesso em sua agenda obscura.

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sexta-feira, março 23, 2012

Quer irritar uma feminista/abortista?

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sexta-feira, março 09, 2012

VOTO CATÓLICO: Não devemos nada ao feminismo.

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O excelente blog Voto Católico reproduz um artigo publicado ontem na Folha de São Paulo. Abaixo segue um pequeno trecho.

Continue lendo:

https://contraoaborto.wordpress.com/2012/03/09/voto-catolico-nao-devemos-nada-ao-feminismo/

quinta-feira, março 01, 2012

Universidades Católicas e a Cultura da Morte: o caso da PUC-SP

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Já que tivemos recentemente uma notícia de que o Vaticano está dando um ultimato à Universidade Católica do Peru, o que é muito bem-vindo, podemos ter alguma esperança que as várias instituições católicas de ensino superior no Brasil também possam ser enquadradas.

Anos de complacência de nossos bispos e dos religiosos que presidem tais instituições tornaram-nas um antro de esquerdismo, de apologia ao homossexualismo e do abortismo. 

Exemplos para isto não faltam, mas há locais que se destacam. Houvesse uma competição para o quanto uma universidade católica se afasta de sua identidade, eu apostaria todas as minhas fichas na PUC-SP.

Para dar um único exemplo do quanto esta universidade vai dominada por gente que nada tem a ver com os valores católicos que deveriam ser o diferencial daquela instituição, basta que vejamos o currículo das principais cabeças da ONG pró-aborto "Católicas pelo Direito de Decidir". 

Todas estas informações foram tiradas do site da própria ONG e do sistema LATTES.


Maria José Rosado Nunes (http://lattes.cnpq.br/6468382496358455)

É Professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde faz parte do Colegiado e do Comitê Acadêmico. Ainda nesta instituição é Representante Docente do Departamento de Ciências da Religião junto ao conselho da Faculdade e Coordenadora da Área de Religião e Sociedade do Programa de Ciências da Religião

Notemos que Dra. Rosado Nunes não é apenas uma professora, ela acumula cargos de importância na universidade.

Quem dá uma olhada em seu currículo, pode ver que a professora já atuou em outras faculdades católicas, tais como a Universidade Santa Úrsula e a Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção.

Fundou, em 1993, e dirige a ONG Católicas pelo Direito de Decidir. Tem vínculo institucional com a PUC-SP desde 1994. Ou seja, quando foi contratada pela universidade, Maria José já havia fundado uma das ONGs pró-aborto mais ativas do Brasil.

Entre as publicações da doutora, podemos ver títulos como "Por Uma Ética de Solidariedade em Favor da Legalização do Aborto No Brasil" ou "É Possível Ser Católico e Apoiar o Direito ao Aborto" ou "Os desafios da comunicação em defesa da legalização do aborto" ou ainda "Aborto não é Crime: a luta pela vida". E esta lista se estende muito...


Regina Soares Jurkewicz (http://lattes.cnpq.br/6158553815462290)

Possui doutorado em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006). Tese de doutorado: "Violência Clerical: abuso sexual de mulheres por padres no Brasil". Foi professora universitária no Instituto Superior de Teologia de Santo André e nas Faculdades Oswaldo Cruz. É coordenadora executiva e uma das fundadoras da ong Católicas pelo Direito de Decidir.

Apesar de a dra. Jurkewicz não listar vínculo institucional com a PUC-SP, é o endereço desta universidade que consta como seu endereço profissional.

A produção da doutora não é tão prolífica quanto a de Maria José Rosado Nunes, mas ela, como é de praxe entre as feministas pró-aborto que se dizem católicas, gosta de criar confusão advogando que a questão do aborto está ainda aberta, como na publicação "Aborto:un tema en discusión en la Iglesia Católica", na qual ela contribuiu.

Ela também gosta de aparecer na mídia para falar sobre o tema, chegando ao ponto de ir à TV Record, a tv do abortista Edir Macedo para discutir o tema "Aborto, Igreja e Pedofilia".



Responsável pelas atividades inter-religiosas e pela articulação com a Red Latinoamericana de Católicas por el Derecho a Decidir. Coordenadora do projeto de Formação de Multiplicadoras. Doutora em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP, sob orientação de Maria José Rosado Nunes.



Responsável pela articulação com o movimento LGBTT e por atividades voltada a jovens. Coordena o projeto  Arte pela legalização do aborto.  Mestre em Ciências da Religião (PUC-SP) e doutoranda em Psicologia Social (USP). O título de sua dissertação de mestrado foi "HOMOSSEXUALIDADE, RELIGIÃO E GÊNERO - a influência do catolicismo na construção da auto-imagem de gays e lésbicas", produzida sob orientação de Maria José Rosado Nunes.

***

Ou seja, a PUC-SP dá emprego e ajuda na formação de gente que luta pela liberação do aborto no Brasil. E isto é apenas o que se pode apurar a partir dos nomes que constam no site das Católicas pelo Direito de Decidir.

Pode-se alegar que uma universidade é realmente um espaço plural, onde várias correntes de pensamento são chamadas ao convívio. Só que é aí que entra o fato de que tais instituições são católicas e esta identidade deve permear todos os seus aspectos. 

Na Constituição Apostólica Ex Corde Ecclesiae, eis o que está escrito:
Uma vez que o objectivo de uma Universidade católica é garantir em forma institucional uma presença cristã no mundo universitário perante os grandes problemas da sociedade e da cultura, ela deve possuir, enquanto católica, as seguintes características essenciais
1. uma inspiração cristã não só dos indivíduos, mas também da Comunidade universitária enquanto tal;
2. uma reflexão incessante, à luz da fé católica, sobre o tesouro crescente do conhecimento humano, ao qual procura dar um contributo mediante as próprias investigações;
3. a fidelidade à mensagem cristã tal como é apresentada pela Igreja;
4. o empenho institucional ao serviço do povo de Deus e da família humana no seu itinerário rumo àquele objectivo transcendente que dá significado à vida.

Difícil sequer imaginar que fidelidade à mensagem cristã é esta criada no ambiente da PUC-SP da qual saem tantas lideranças do abortismo nacional. Algo deve estar muito errado por lá há muito tempo e, provavelmente, há gente que deveria tomar alguma atitude e não o faz.


É evidente que não se está dizendo que tudo que sai da PUC-SP é ruim, mas uma das formas de combater o mal é evitar que ele se espalhe, não contribuir  para sua vitória. Ao que parece a PUC-SP tornou-se terreno fértil para muita coisa que nada tem a ver com uma instituição que possa se chamar de católica.

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

A abortista Sybylla volta a espernear

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E não é que ela voltou? Pois é... Sybylla, a professora que há meses enviou comentário para cá utilzando vários pseudo-argumentos para justificar seu abortismo, resolveu espernear mais um pouco.

Tudo começou quando ela se incomodou com um post aqui do blog no qual eu mostrei o gritante contraste entre as feministas de ontem e as de hoje em relação ao aborto -- "Feministas: ontem e hoje"


Como é típico de abortistas, Sybylla tentou de tudo para mostrar que o aborto é uma coisa que beira a virtude. Atacou minha fé, criou falsidades emocionais, apelou a clichês diversos, etc. Nada de novo.

Infelizmente para ela, por aqui estas táticas são bem conhecidas. Talvez este método de Sybylla funcione na sala de aula, e lamento muito por seus alunos. Aqui, porém, ela vai conseguir nada. 

O novo esperneio de Sybylla veio em forma de dois comentários. O primeiro é este:

"Sem comentários pra tanta bobagem.
Sua opinião, ótimo.
Minha opinião não muda por causa dessa postagem. Você pode dizer o que quiser, distorcer o que eu disse e camuflar a verdade. Meia dúzia de células não valem a vida de uma mulher.
Mas já que minha cabecinha é pequena demais e você foi absolutamente ignorante nas suas colocações, eu nem vou comentar o tamanho de impropérios que você postou acima."

A professora é daquelas que diz "sem comentários" e já vai comentando. Eu sempre gosto de falar que se uma coisa é "bobagem" deve ser moleza rebatê-la, não é mesmo? A professorinha, pelo jeito, parece que gosta apenas de falar "Bobagem!" e nada mais. Espero que ela faça melhor com seus alunos, mas não apostaria minhas fichas nisto, pois certos hábitos são difíceis de serem mudados.

Sybylla faria bem melhor se explicasse onde foi que eu distorci sua mensagem. Onde foi que ela escreveu A e eu disse que tinha sido B? A professora, aliás, parece ter dificuldade em separar opinião e verdade, ela se agarra à sua opinião e acha mesmo que ela passou a ser a verdade. Coitada... E é por isto que ela continua escrevendo tantas besteiras até mesmo em uma curtíssima mensagem.

"Meia dúzia de células não valem a vida de uma mulher"??? É esta uma das verdades da professora? Então quantas células valem a vida de alguém, Sybylla? Uma dúzia? Duas? Mas quem é que está contando, não é mesmo? Afinal qual é o critério para que um inocente não possa ser morto, Sybylla? O mínimo que ela deveria fazer era explicar melhor o que vai em sua cabecinha... Qual é, afinal, o método Sybylla para permitir que alguém viva? Quantas células temos que ter? Qual a raça? Olhos azuis ou castanhos? Pode ter algum defeito? E cabelo enrolado? Vale Síndrome de Down? 

O que está claro a qualquer um que seja honesto é que a posição abortista é insustentável; tão insustentável que uma abortista como Sybylla tem que chegar ao ponto de ficar contando células para decidir quem pode ou não morrer.

Não satisfeita com o comentário anterior, a professora resolveu enviar outro:
"Sou ateia, não tenho religiões, Jesus para mim é uma pessoa que realizou grandes obras, mas não é meu salvador."
Não compreendi o porquê deste comentário. Desnecessário Sybylla se dizer atéia ou sem religião, pois quem defende o aborto, seja quem for, até mesmo padres ou gente que vai à Missa todo dia, mostra por suas atitudes seu completo afastamento de Deus.

Mas há esperanças! Imagino que seja o subconsciente, mas o fato é que Sybylla, ao invés de escrever que "Jesus para mim foi...", escreveu "Jesus para mim É ...". Ou seja, o Senhor Jesus, para Sybylla, está presente! 

A manipulação abortista dos números do aborto no Brasil

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Que os abortistas mentem, só não sabe quem passou o último meio século em algum outro planeta. Só mesmo quem chegou ontem de Marte é que acredita que abortistas e ongueiros variados estão mesmo preocupados com a saúde das mulheres. A utilização da mentira como método é coisa já tão arraigada no movimento abortista que eles nem mesmo mais importam-se em mostrar números que sejam minimamente verificáveis. 

Se há coisa que deixa um abortista salivando é o número anual de mortes maternas. Trata-se de um verdadeiro fetiche abortista ficar divulgando que milhares de mulheres brasileiras morrem anualmente devido a abortos ilegais. Na verdade, não é apenas um fetiche macabro, é coisa de caso pensado, pois esta utilização de dados falsos já deu resultado em outras paragens, como revelou o Dr. Bernard Nathanson. A população dos EUA, de Portugal, Espanha e outros países já foram vítimas exatamente da mesma propaganda enganadora e o resultado foi sempre o mesmo: a matança desenfreada de bebês ainda no ventre de suas mães.

Em passado recente, a farsa preferida dos abortistas era referente ao número de abortos anuais. Os números já divulgados pela grande mídia já foram os mais diversos, de 1 a 4 milhões anuais, sendo que este último valor era "estimado" na década de 80, quando a população brasileira era muito menor que a atual.

Estes números abortistas, esta ficção criada nas centrais de desinformação abortistas, podem ser vistos em uma postagem antiga aqui deste blog -- "Veja e o aborto: números fictícios".

O fato novo é que os abortistas andam precisando de algum dado de peso para chocar a população brasileira. Como o mentiroso número de 1 milhão de abortos anuais já pegou na imprensa e mesmo assim o aborto ainda não foi liberado, há a necessidade de arrumar alguma coisa chocante para flexibilizar a opinião pública. Vem daí que os abortistas resolveram partir para o milagre macabro da multiplicação das mortes maternas.

Sabe-se lá o motivo, mas atualmente os abortistas tupiniquins resolveram elevar o número de mortes maternas devidas a abortos para 200.000 anuais. O número impressiona mesmo, pois seriam por volta de 540 mulheres mortas a cada dia, por abortos ilegais. Tomando-se como base o fictício número de 1 milhão de abortos ilegais, um em cada cinco abortos resultaria na morte da mãe junto com a do bebê ou bebês em seu ventre, mas estas últimas mortes não são muito do agrado dos abortistas. 

A incompetência dos aborteiros nacionais virou caso de repercussão internacional! A ONU, esta entidade totalmente isenta e que procura sempre o bem geral do planeta (??!!), atuando no papel bem ensaiado que lhe cabe nesta comédia, resolveu entrar na parada e cobrar uma solução do governo brasileiro.

Mas de onde vem essas 200.000 mulheres mortas? Ninguém sabe... Assim como ninguém sabe onde são feitos 1 milhão de abortos anuais. É uma mentira, uma ficção, uma enganação pura e simples, cuja finalidade única é servir à causa abortista da liberação total de um crime hediondo. Só que este número foi tão exagerado, tão absurdo que até mesmo ultrapassa os números fictícios de entidades abortistas internacionais, como a Planned Parenthood, que há alguns anos estimou em 70.000 o número anual de mortes maternas devidas a aborto em todo o mundo.

Ou seja, nem é o caso de a mentira divulgada pelo governo brasileiro ter pernas curtas; é caso de ela sequer ter algo para se locomover. A grande ironia é que quem deixa perneta a mentira abortista do governo petista são os próprios dados do DATASUS.

Os dados atualmente disponíveis na página do DATASUS indicam que a média anual está em 11 mortes decorrentes de tentativas de aborto. A tabela abaixo relaciona as mortes maternas relacionadas a abortos e o item O07 é exatamente o que indica o dado que, de 1996 a 2009, tivemos um total de 151 mortes devido a abortos ilegais.


Ou seja, o mínimo que o governo Dilma, assim como o de seu antecessor Lula, deveria fazer seria o pessoal da Secretaria de Mulheres combinar a mentira com o pessoal do DATASUS.

Mas deixemos um pouco a mentira governista/petista de lado e imaginemos que o aborto ilegal é mesmo um problema de Saúde Pública, exatamente como querem nos empurrar goela abaixo. Quem imaginou esta tática de flexibilizar a opinião da população através da criação de um dantesco quadro de mulheres morrendo às centenas diariamente na mão de aborteiros ou mesmo por suas próprias mãos, o fez porque contava com a boa índole das pessoas em geral, que seriam sensíveis a tão horrível imagem. Claro que eles também fazem questão de esconder que a cada aborto "bem feito" uma ser humano é cruelmente eliminado, mas isto é outra história...

A questão é que a ministra Eleonora Menicucci declarou o seguinte recentemente quando confrontada com seu abortismo:

"Minha luta é pelos direitos reprodutivos e sexuais das mulheres e a minha luta para que nenhuma mulher neste país morra por morte materna só me fortalece"

Se a ministra quer mesmo ser coerente com sua luta para que nenhuma mulher morra durante a gravidez, o que não lhe falta é trabalho. Ainda utilizando os dados do DATASUS, eis uma outra tabela:


Nesta tabela estão relacionadas todas as causas de óbitos maternos, ordenada decrescentemente. Há de tudo um pouco... Mulheres que morrem devido a hemorragias, infecções, embolias, eclampsia, hipertensão gestacional, etc. Há causas que são claramente relacionadas à falta de condições hospitalares, à incompetência do pessoal de área, à falta de um pré-natal de qualidade, etc. Muitas mortes poderiam ser evitadas com uma coisa que vem faltando há muito em nossos governantes: vontade.

Curiosamente a ministra, a mesma que diz que é "sua" a luta para que o óbito materno seja varrido de nosso país, resolveu atacar o problema (e com armas erradas!) começando pelo item que ocupa a 29a. posição no ranking de causas de mortes maternas. Que esquisito, não? A mim parece que ela ou tem uma dificuldade tremenda de entender o que seja prioritário para salvar mulheres ou que ela e seu governo tem uma agenda própria e que não está nem aí para a morte de mulheres.

Ou seja, a escolha é simples: trata-se de incompetência e despreparo ou simples desfaçatez. Divulgar que 200.000 mulheres morrem anualmente devido a abortos ilegais serve bem a um propósito, mas não ajuda em nada às milhares de mães que morrem por motivos que poderiam ser evitados se o governo fizesse sua parte e realmente cuidasse da saúde da população necessitada ao invés de ficar querendo chamar de problema de Saúde Pública a morte de inocentes.

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Helio Schwartsman e seu novo paradigma abortista

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O articulista Helio Schwartsman está carente. Sim, carente de atenção. Como outros articulistas que infestam a imprensa brasileira (André Petry, Arnaldo Jabor, Gilberto Dimenstein e outros), gosta da polêmica fácil, característica dos superficiais e mal-intencionados com agenda própria. Sob a casca de inelectualidade que gostam de afetar o que vemos, na verdade, é o mais puro despreparo.

A polêmica fácil da vez é, claro, o aborto. Como sempre que o assunto aparece, não faltam os jabores, petrys e dimensteins para desviar o assunto para seu alvo predileto: a Igreja. Não são os únicos, claro, pois sempre que surge a questão do aborto, o que mais se lê por aí é a patota de sempre gritando "O Estado é laico!", ou "A questão não é religiosa!", ou ainda coisas piores do tipo "Católicos não devem opinar!". Claro que existem aqueles que apenas repetem os chavões de sempre quando desejam afastar qualquer coisa que seja parecida com um debate, bastando, para isto, segundo seu distorcido e desinformado pensamento, puxar da cartola o equivalente a água benta em vampiros: "E os casos de pedofilia?", "E a Inquisição?", etc.

Mas não Schwartsman. Ele não é do tipo que quer tornar católicos cidadãos de segunda classe no Brasil, pois isto deve ser fichinha para ele. Ele é mais chegado a, como um Dimenstein, trazer argumentos "irrefutáveis" contra o aborto. Dimenstein, aliás, foi dos poucos na imprensa com disposição para defender o governador Sergio Cabral filho quando este disse que a liberação do aborto poderia ajudar a resolver o problema da criminalidade. Faz sentido... A Dimenstein, superficial como só ele consegue ser, um político pífio e espertalhão como o governador do RJ cabe bem como seu ídolo.

Voltando a Schwartsman... Em um recente artigo, ele começa chamando de bálsamo a clareza da posição da ministra Eleonora Menicucci sobre o aborto. Para ele isto é ótimo, pois é um baita contraste em relação ao que aconteceu na última eleição, em que, segundo ele, os candidatos posaram como coroinhas. Em seguida ele declara dará contribuição ao debate por ter sido instigado a isto pela própria ministra aborteira/abortista. 

Só acredita que abortistas querem debater o assunto quem acredita em Coelho da Páscoa, Homem do Saco, Loura do Banheiro e coisas similares. Estou para ver um abortista que queira realmente debater algo, pois o que desejam é apenas impor suas distorções ao resto da população e nada mais.

Mas partindo do mandamento da aborteira, a quem ele já admira -- surpresa! --, Schwartsman em seu artigozinho explicita seu "argumento":
"O argumento central dos antiabortistas é o de que a vida tem início na concepção e deve desde então ser protegida. Para essa posição tornar-se coerente, é necessário introduzir um dogma de fé: o homem é composto de corpo e alma."
Como outras questões que envolvem a Igreja, Helio Schwartsman vai com tanta sede ao pote que o derruba e fica sem o conteúdo que lhe é tão precioso. O articulista comete um erro que é bem comum: julgar as coisas pelo o que imagina que elas sejam, sem dados que sustentem sua imaginação. Quanto o assunto passa pela Igreja, é este um dos erros mais comuns atualmente. Não à tôa, o saudoso bispo Fulton J. Sheen dizia que:
“There are not one hundred people in the United States who hate The Catholic Church, but there are millions who hate what they wrongly perceive the Catholic Church to be.” 
["Não há uma centena de pessoas nos EUA que odeia a Igreja Católica, mas há milhões que odeiam o que eles erroneamente acham que seja a Igreja Católica."]
Um erro destes, porém, cometido por uma pessoa que escreve para um jornal, mais parece má-fé pura e simples, pois o que não faltam atualmente são formas de buscar a verdade e se informar. Helio Schwartsman e tantos outros, porém, preferem o que é mais fácil, que é apostar na demonização da parte contrária.

Pelo "argumento" do colunista, um ateu jamais poderia ser pró-vida. E não é que a realidade nega isto? Existem até mesmo grupos de ateus com sites afirmando suas posições pró-vida (http://www.godlessprolifers.org/). Mas isto é só a cereja do bolo que vai na cara do articulista, pois sua tentativa de argumentar não se sustenta sequer dois segundos no ar, já que ela tenta desviar a questão de seu prumo.

A vida, e isto é dito pela própria ciência, inicia sim na concepção. Isto independe de qualquer opção religiosa ou mesmo da ausência de opção. Quando o espermatozóide fecunda o óvulo, o que há ali é já uma vida humana. Minha fé apenas me leva a saber que há algo mais que apenas matéria naquele momento, o que não acontece com um ateu pró-vida, que não consegue, devido à sua falta de fé, enxergar além da matéria, mas consegue compreender que o que ali está é humano já. 

Helio Schwartsman, acha que ali não há nada humano. Para ele o que há após a concepção deve ser o indefinível, o indizível, o nada. Ele consegue não enxergar aquilo que até mesmo alguns ateus mais evoluídos conseguem: que há vida humana após a concepção. O que lhe restou afinal? Negar a humanidade do feto? Baseado em que, apenas no seu "argumento" de que a alma não existe? Mas e a posição pró-vida de um ateu, que é baseada em evidências científicas exclusivamente sobre a matéria? Que teria o articulista a dizer?

A verdade é que, para usar um termo bem católico como forma de homenagear Helio Schwartsman, ele colocou-se no limbo quando o assuto é aborto. Ao tentar deixar a discussão toda para a infusão da alma, o colunista enfiou um balaço no próprio pé. Sua posição não é suportada por ninguém, nem por católicos, nem por ateus pró-vida, nem mesmo por cientistas. Aliás, a posição de Schwartsman é tão peculiar, tão inovadora, tão criadora de um novo paradigma na discussão sobre o aborto, que ele vai na contramão do que muitos abortistas admitem.

A conhecida feminista Camille Paglia, em um momento de franqueza extrema, foi bem sincera ao dizer que
"Por isso eu sempre admiti francamente que o aborto é um assassinato, o extermínio dos fracos pelos mais fortes. Os liberais [N. do T.: seria o equivalente aos esquerdistas brasileiros], na maior parte das vezes furtaram-se de enfrentar as conseqüências éticas de seu apoio ao aborto, que causa a aniquilação de indivíduos concretos e não apenas de pedaços de tecido."
Até mesmo gente que ganha a vida jogando seres humanos no lixo hospitalar admite o que Helio Schwartsman em sua superficialidade dogmática teima em contrariar. Em texto já publicado aqui no blog -- "A enganação feminista e a realidade do aborto" --, aborteiros admitem que o que fazem é o que os pró-vidas sempre disseram que é o aborto: o assassinato de um ser humano.

Outra conhecida feminista, a inglesa Antonia Senior, foi bem franca ao declarar ('Feminista abortista afirma: "Devemos estar preparadas a matar pela causa"'):
"O que está bastante claro para mim, na ausência de uma objetiva definição, é que um feto é uma vida, seja por qualquer medição subjetiva. Minha filha foi formada na concepção, e toda aquela mal compreendida alquimia, o acidental encontro de um espermatozóide com um determino óvulo, tornou-se minha querida filha, tendo sua personalidade já impressa naquele momento. Ela é ela mesma de forma única -- formada em meu útero, não pela minha criação."
A questão de se após a concepção já existe ou não um ser humano, hoje em dia, nem mesmo é mais uma questão. Só Helio Schwartsman parece não saber disto... 

Até mesmo feministas/abortistas velhas-de-guerra sabem que o caminho é arrumar subterfúgios para forçar as pessoas a esquecerem da humanidade do embrião. A ciência já afirma esta humanidade de maneira tão peremptória que os abortistas tornaram-se mestres em desviar desta verdade. Daí vem as tentativas não de negar a humanidade do embrião, mas de negar-lhe o status de pessoa. Vem também daí tentativas de dar um valor maior à vida da mãe do que à vida de seu filho. E assim seguem desviando do ponto principal, que é exatamente a humanidade do embrião, mas ninguém chega à sofisticação de um Schwartsman, que colocou-se em uma posição ímpar sobre a questão. 

Ninguém ainda teve a coragem de, como ele, atingir um nível de ridículo de tal magnitude para defender o indefensável. Quando até abortistas e aborteiros não descem tanto assim, é sinal que a desonestidade atingiu o topo. 

terça-feira, fevereiro 14, 2012

Lulistas, dilmistas e petistas: E agora?

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Apesar de "obamista" não ser ainda verbete em nossos dicionários, claro está que a palavra indica aqueles que adoram, que amam de paixão ao presidente norte-americano Barack Obama. 

Como o coração tem motivos só por ele conhecidos, ninguém sabe muito bem porque tanta gente aqui no Brasil simpatiza com ele. Talvez seja porque muitos o imaginam um ser especial imbuído da missão de trazer a real democracia aos EUA -- sim, eu já tive oportunidade de ler isto.

Outros têm motivos raciais apenas, por mais que não o admitam. Para tais tipos, a cor da pele é que determina a competência de uma pessoa. Isto é racismo; simples assim. Da mesma forma que a cor da pele não indica que tal pessoa tenha defeitos, tampouco indica qualidades. 

Muitos deliraram com a eleição de Obama porque, afinal, isto indicava uma derrota de George W. Bush. Coitados destes... Mal sabem que seus cérebros provavelmente estão a ponto de não poder mais serem diferenciados de um pudim de leite de tão esmagados que foram pela grande mídia tupiniquim, que durante anos pintou Bush como o grande responsável por todos os males mundiais. É uma gente que vê um filminho de Michael Moore e fica lá com aquele olhar admirado e apalermado, como se aquele amontoado de mentiras e manipulações espertamente editado para enganar tivesse mesmo algo de real.

E católicos que admiram Obama? Estes são do tipo que colocam suas fantasias infantis antes de sua própria fé. Diante do que exige a fé católica, do que lhes exige a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, tais católicos mandam tudo isto às favas para ficar babando o messias da moda. Ainda há quem escolha o bezerro de ouro...

E muitos católicos brasileiros têm agora mais uma oportunidade para que as escamas lhes caiam dos olhos... O  governo de seu queridíssimo Obama vem tentando empurrar através de legislação que até mesmo instituições católicas sejam obrigadas a fornecer, através do seguro-saúde de seus empregados, medicamentos contraceptivos e abortivos.

Os bispos lá, individualmente e também em conjunto, através da Conferência Episcopal, vêm reagindo fortemente a mais este absurdo da agenda abortista de Obama. Afinal, isto não é apenas sobre contracepção e aborto, o que por si só bastaria para uma forte reação. É sobre liberdade religiosa, pois o Estado não pode obrigar uma instituição religiosa a ir contra seus princípios morais.

E cá entre nós? Bem... Aqui estamos esperando que mais bispos reajam à nomeação de Eleonora Menicucci, recentemente nomeada por Dilma para a Secretaria para Promoção do Aborto. E esperamos também que a CNBB se pronuncie sobre este claro favorecimento do governo Dilma à causa do aborto. Afinal, a ministra não só é mais uma das que colocam o intelecto à favor do aborto. Não mesmo! Conforme divulgado pelo jornalista Reinaldo Azevedo, Eleonora Menicucci admitiu ter feito abortos na Colômbia. É abortista e aborteira. À ministra não lhe basta apenas colocar o intelecto para trabalhar pelo aborto... Colocou também as mãos, que vão sujas de sangue inocente.

Como nos EUA aconteceu com Obama, no Brasil Lula e Dilma Rousseff também não se elegeriam sem o voto católico. Lá, como cá, há gente que se diz muito católica e que fez e faz parte do governo, fazendo malabarismos diariamente para conciliar sua fé com o ataque às suas conciências católicas. Sem conseguirem, obviamente, como mostra o abortismo explícito no qual o governo Dilma vem mergulhando, exatamente como seu antecessor.

À época da eleição houve até bispos que garantiam que Dilma era abortista coisa nenhuma. Mentirosos eram os que provavam isto até mesmo com entrevistas gravadas em vídeo... Já outros "católicos" foram convocados para ciceronear Dilma quando ela fez o teatrinho típico de época de eleição para se dizer favorável à vida.

Nos EUA, o ataque sistemático de Obama deixa claro suas reais intenções, e os católicos de lá, os verdadeiros católicos, podem muito bem perguntar "E agora, obamistas?". Aqui no Brasil, com tudo o que vem acontecendo, com o abortismo sendo diretriz do PT e com a recente nomeação de uma ministra que é ao mesmo tempo abortista e aborteira, podemos muito bem perguntar a lulistas, dilmistas e petistas: E agora?