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sábado, fevereiro 06, 2016

Feminista chama epidemia de vírus Zika de "OPORTUNIDADE" para a liberação do aborto

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"É UMA OPORTUNIDADE" para legalizar o aborto, diz a feminista Ilana Löwy

A mais nova estrela da turma pró-aborto não está entre os parlamentares, não está entre os intelectuais, não está entre os jornalistas que divulgam dados fraudulentos para tentar enganar os incautos, não está em alguma das inúmeras ONGs cujo único objetivo é lutar pela legalização do aborto, não está no Poder Judiciário e tampouco está no governo petista, que desde sua ascensão ao poder busca incansavelmente a completa liberação do aborto no Brasil. (Mas é bom notar que também o PSDB, representado principalmente por José Serra, já foi responsável por desastrosas decisões favoráveis ao aborto no Brasil.)

Nada disto. A nova estrela do movimento abortista no Brasil é o mosquito Aedes Aegypt, que transmite o vírus Zika e que vem causando pânico no Brasil e em outras partes do mundo. Este mosquito é a esperança de inúmeros defensores do assassinato de bebês no ventre de suas mães. Simples assim? Sim, simples assim. Como a população é esmagadoramente contrária ao aborto, e os esforços jurídicos e políticos vêm demorando muito mesmo após mais de 12 anos de governo petista, que era a grande esperança dos abortistas, parece que eles resolveram apelar para a guerra biológica e resolveram ir atrás do bloco do mosquito.

Este mosquito virou o mascote entre a turma do aborto. ONGs abortistas, parlamentares supostamente "progressistas", jornalistas que afetam isenção sobre o assunto, intelectuais e militantes feministas radicais, todos estão adorando o pânico causado pelo o aumento dos casos de infecção pelo vírus Zika entre a população e pela suspeita de que esta infecção seja a causa do surto de casos de microcefalia que vem ocorrendo principalmente no Nordeste do País, coisa que sequer foi comprovada pelos dados disponíveis até o momento.

Dizer que tais pessoas estão adorando o pânico da população é uma palavra muito dura? Será mesmo que alguém seria capaz de ser baixo ao ponto de ver a fundamentada preocupação da população como, digamos, uma oportunidade para levar à frente a agenda da liberação do aborto? Será que alguém seria capaz de tal baixeza? Resposta: sim. Um retumbante "SIM".

E há provas disto? Sim, há. Vez por outra um militante favorável ao aborto deixa-nos ver claramente suas reais intenções e seus métodos. Foi exatamente o que fez a professora Ilana Löwy em entrevista à revista "Época" desta semana. Eis o trecho em questão:
"ÉPOCA – O surto de zika vírus e sua provável relação com o aumento de casos de microcefalia podem influenciar, como ocorreu com a rubéola na Europa, mudanças na legislação sobre o aborto no Brasil?
Ilana LöwyÉ uma oportunidade. Espero de verdade que a epidemia de zika vírus no Brasil abra espaço para se debater o direito de decisão da mulher de ter ou não o bebê, como aconteceu com a epidemia de rubéola no Reino Unido. (...)"
Ficou claro o suficiente? A professora Löwy chama de "oportunidade" a epidemia do vírus Zika que vem causando pânico entre a população. Ela, ao invés de esperar e cobrar que a epidemia seja debelada, espera que esta tragédia na área da Saúde "abra espaço" para o debate sobre o aborto.

A professora não poderia ser mais clara sobre como é o método abortista de proceder e aproveitar o que eles chamam de "oportunidades". Seja o estupro de mulheres, seja a gravidez de menores de idade, seja o drama das mulheres que têm de enfrentar gravidezes de fetos anencéfalos, nada parece escapar à sanha abortista pela busca de "oportunidades" para que o aborto seja totalmente liberado.

Mas, como não poderia deixar de acontecer, a revista "Época" não conta tudo sobre a professora Ilana Löwy. Ao chamar sra. Löwy apenas de "pesquisadora", a revista foi, digamos assim, bem superficial sobre o currículo da professora. 

Quem é Ilana Löwy, seria ela apenas uma apenas uma pesquisadora? Segundo a "Revista Estudos Feministas", vol. 23, nº 2, de 2015, ela é:
"bióloga, historiadora das ciências e feminista. (...) e autora de vários ensaios sobre as relações entre ciências biomédicas, gênero e feminismo, envolvendo temáticas como a assistência médica à reprodução, história da contracepção e os problemas ligados à utilização dos hormônios como medicamentos."
Por que a "Época" não indicou que a professora Löwy é feminista? A revista a qualifica como historiadora científica e esquece de fazer referência ao feminismo da professora? E isto justo agora que qualquer cantora, blogueira, atriz e até mesmo "homens" (os patéticos "feministos") adoram serem reconhecido como feministas?

Sobre os interesses da professora, a publicação diz apenas que "são voltados para diagnósticos pré-natais e prevenção e tratamento de doenças relacionadas a mudanças no material genético do feto", sem uma palavra sequer sobre o espectro real dos interesses da acadêmica, que pode ser visto em seu mini-currículo publicado na "Revista Estudos Feministas". Isto é, no mínimo, curioso, mas não é incomum que a "Época" saia dos trilhos quando trata do assunto aborto. Em 2008, a então redatora-chefe da revista, Ruth de Aquino, escreveu um artigo panfletário sobre o aborto e este foi abordado aqui mesmo neste blog ("Não, não é tudo verdade"). Na verdade, a "Época" apenas segue a linha editorial da imensa maioria da imprensa brasileira quando trata da questão do aborto.

É muito indicada a leitura de toda a entrevista, pois nela pode-se ver claramente o que vai na cabeça dos abortistas quando falam francamente sobre o assunto. Apenas para finalizar e ser breve, e deixando de lado o "esquecimento" da revista "Época" sobre o feminismo da professora Löwy, eis o último trecho da entrevista:
"ÉPOCA – A senhora estudou a febre amarela urbana, também transmitida pelo Aedes aegypti. É possível eliminar esse vetor, que transmite ainda dengue e zika vírus? 
Ilana Löwy – É uma meta importante, mas muito difícil de ser atingida rapidamente. Minha crença de que será difícil eliminar os mosquitos está baseada na observação da dificuldade de eliminar a epidemia de dengue."
Ou seja, se está difícil matar os mosquitos, vamos então liberar a matança de bebês. É isto mesmo? A conclusão que se tira, por mais perversa que esta seja, é de que, para certas pessoas, até mosquitos têm mais direitos à vida que bebês não-nascidos.


quarta-feira, janeiro 13, 2016

"Meu corpo! Minha fraude!" - Na Espanha, mulheres engravidavam para fazer abortos e receber dinheiro do seguro

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Segundo informa um jornal espanhol, na província de Almería foram presas 16 pessoas que faziam parte de uma quadrilha que cometia fraudes para receber indenizações de seguradoras.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2016/01/13/meu-corpo-minha-fraude-na-espanha-mulheres-engravidavam-para-fazer-abortos-e-receber-dinheiro-do-seguro

segunda-feira, janeiro 11, 2016

A quem interessa a impunidade pelo crime de aborto? - O jogo de interesses que lucra com a morte de mulheres e seus bebês

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No dia 14/10/2014, a polícia do Rio de Janeiro realizou a Operação Herodes, na qual 75 mandados de prisão e 118 de busca e apreensão foram executados para desbaratar a principal quadrilha responsável por clínicas de aborto no RJ. 

Dentre os presos na operação, havia médicos, policiais civis e militares, advogados, enfermeiras. A investigação foi a maior já realizada no Brasil para coibir e punir a prática do aborto, contando com 70 delegados e 430 agentes de polícia, e o inquérito policial produzido totalizou 14.108 páginas em 56 volumes, segundo informa a notícia do portal G1 à época. 

Apesar do sucesso da operação, apesar de todo o dinheiro dos pagadores de impostos investido para acabar com esta verdadeira máfia que ganha dinheiro sujo à custa do desespero de mulheres e do sangue de inocentes, os próprios policiais participantes da operação sabiam que lutavam uma luta ingrata em um país onde a impunidade é praxe, mesmo para os crimes tão baixos como o aborto.

Eis o que consta em reportagem do G1:
"'A história dessas pessoas demonstra que eles já vêm há muitos anos numa história de crimes sem punição. A legislação é muito benevolente com esse tipo de crime', afirmou Veloso, destacando que até hoje essas pessoas eram presas apenas em flagrante e depois acabavam sendo soltas por alguma medida cautelar."

A declaração foi de Fernando Veloso, então Chefe de Polícia Civil do RJ. Quando até a autoridade policial sabe que luta contra um mar de impunidade a coisa está bem difícil, a começar pela benevolência com um crime bárbaro, mas que é por muitos tolerado pelos mais variado motivos. Tudo fica mais fácil, claro, porque a principal vítima sequer tem voz para clamar contra a violência da qual é alvo.

Veloso, porém, não foi profético, não foi visionário e nem foi advinho. Foi apenas um realista. Ele sabia bem com o que estava lidando. A prova disto é a Medida Cautelar dada pelo Ministro Marco Aurélio, do STF, publicada em 12/11/2015, que deu a liberdade aos que haviam sido presos na Operação Herodes.

A justificativa para que os acusados respondam ao processo em liberdade que foi acolhida pelo ministro foi que "o ato que implicou a prisão preventiva mostrou-se fundamentado na prática delituosa, sem lançamento de qualquer motivação individualizada, relativa a cada réu". Em um inquérito de 14.108 páginas produzido por uma investigação de uma equipe de mais de 500 policiais, entre delegados e agentes, é de se imaginar que o que não falte é "motivação individualizada" de cada réu. Ou a polícia do RJ foi extremamente incompetente ou a justiça brasileira parece mais disposta a ater-se a detalhes técnicos mínimos do que tirar de circulação pessoas que cometem o crime de aborto há décadas.

E tudo isto feito, claro, com o dinheiro dos impostos da população, que espera que criminosos contumazes sejam processados e presos, e não que seu dinheiro seja gasto em uma operação que ao final resulte na soltura dos acusados devido a algum erro técnico.

Deixando de lado os labirintos técnicos de nossa justiça, podemos falar um pouco do trabalho executado pela quadrilha de aborteiros, para que se tenha idéia com o que estamos lidando neste caso.

O delegado Glaudiston Galeno declarou o seguinte sobre os médicos que haviam sido presos:
"Os médicos que estão sendo presos hoje são açougueiros humanos. Eles matam como se estivessem matando bezerros. Essa é a visão dessas pessoas."
Um destes presos é o médico Aloísio Soares Guimarães, apontado como um dos chefes da quadrilha, que tinha mais de 80 anos de idade quando da operação, e, segundo informa o G1, faz abortos desde 1972. É isto mesmo: há mais de 40 anos o médico faz abortos sem que a Justiça seja capaz de colocá-lo atrás das grades e sem que sequer o Conselho Regional de Medicina do RJ (Cremerj) o puna de alguma forma. Seu registro no Cremerj está ativo e uma simples busca na internet revela até o endereço de seu consultório.

Um outro destes presos é o médico Bruno Gomes da Silva, que estava com 80 anos à época da Operação Herodes. Conhecido pela alcunha de "Doutor Aborto", a página do jornal O Globo informa que ele até mesmo tomou cerveja enquanto fazia um aborto, segundo consta do inquérito policial.


O médico Bruno Gomes da Silva sendo preso em 2007


Dr. Bruno faz jus ao apelido de "Doutor Aborto". Basta algumas buscas na internet para traçarmos um pouco de sua história no ramo de lucrar com o sangue de inocentes e com o desespero de mulheres. Eis algumas notícias envolvendo o "Doutor Aborto" antes mesmo da Operação Herodes:


  • Em 13/10/2008 - Madureira (bairro da Zona Norte do Rio):
"O médico responsável pelo estabelecimento, identificado como Bruno Gomes da Silva, não foi encontrado pela polícia. Ele e outro funcionário teriam escapado pelos fundos da clínica ao perceberem a chegada dos policiais." (notícia original aqui)


  • Em 13/08/2009 - Botafogo (bairro da Zona Sul do Rio):
"No estabelecimento da Rua Paulo Barreto, os agentes prenderam, em flagrante, o médico Bruno Gomes da Silva, e detiveram funcionários do local e mulheres que aguardavam para realizar o aborto. Uma das vítimas, que estava sendo preparada para o procedimento, foi encaminhada para o Hospital Miguel Couto, na Gávea" (notícia original aqui)


  • Em 09/05/2014 - Jacarezinho (bairro da Zona Norte do Rio):
"A responsável pela clínica, não identificada pela polícia, conseguiu fugir antes da operação, assim como um dos médicos, Bruno Gomes da Silva, de 80 anos, que deixou a clínica ao ver a movimentação da polícia. Ele realizava abortos desde 1957 e já teve várias clínicas ilegais de aborto. A clínica lucrava de R$ 2,5 mil a R$ 6 mil por aborto." (notícia original aqui)

O registro no Cremerj do "Doutor Aborto" também continua ativo. Quando de sua prisão em 13/08/2009, assim informou o Jornal do Brasil em sua página:
"O Cremerj informou que aguarda a comunicação da polícia sobre a participação de médicos nas clínicas de aborto para tomar as medidas cabíveis, que vão de advertência a cassação que precisa ser referendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Na década de 1970, Bruno Gomes da Silva chegou a ter a cassação recomendada pelo Cremerj, mas o Conselho Federal de Medicina (CFM) reduziu a pena para suspensão por 30 dias."

Ou seja, se o Cremerj tivesse atuado como deveria contra um aborteiro em 1970, muitas vidas humanas teriam sido poupadas das mãos gananciosas do "Doutor Aborto". Ao invés disto, o Cremerj o deixou escapar apenas com 30 dias de suspensão, o que equivale a um tapinha na mão. Afinal, o que são 30 dias de suspensão em relação a mais 40 anos de abortos, não é mesmo?

Entre os presos na Operação Herodes, encontrava-se também a médica Ana Maria G. Barbosa. Ela, que também tem o registro em dia junto ao Cremerj, já é conhecida do Ministério Público do RJ, que há mais de uma década já a havia denunciado pela prática de abortos - 6.352 abortos, para sermos mais precisos. Eis o que informa a página do jornal Gazeta do Povo, do Paraná:
"Uma médica foi presa nesta terça-feira (14) durante uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra uma quadrilha que realizava abortos. Ana Maria G. Barbosa é do município de Montanha, norte do Espírito Santo, e morava em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca. A médica tem uma casa em São Mateus, Região Norte do Espírito Santo, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão pela Polícia Civil do Rio. O material apreendido será investigado. Contra ela ainda pesam mais de 6 mil denúncias pela prática de aborto.  O Ministério Público do Rio de Janeiro já havia denunciado a médica pela prática de 6.352 abortos no período de janeiro de 2001 a 9 de abril de 2003. Ela teria realizado os procedimentos em uma clínica na cidade de São João do Meriti, na Baixada Fluminense."

Os médicos Aloísio Soares Guimarães, Bruno Gomes da Silva e Ana Maria G. Barbosa são apenas 3 dos presos durante a Operação Herodes, e o que se colocou aqui como exemplo é apenas uma amostra do que se pode encontrar em simples buscas na internet.

Agora, vamos falar um pouco sobre as vítimas. 

Quando foi deflagrada a Operação Herodes, os casos das mortes de duas mulheres haviam causado comoção na sociedade há poucos meses. Jandira Magdalena dos Santos, de 27 anos, e Elizângela Barbosa, de 32 anos, morreram após fazerem abortos em clínicas clandestinas. Como não poderia deixar de acontecer, os favoráveis ao aborto instrumentalizaram ambas as mortes para tentar levar à frente sua agenda que busca a total liberação do aborto no Brasil.

Entidades e sites feministas, como é de praxe, sentiram o cheiro de sangue e saíram gritando o absurdo que tais mulheres tenham sido "obrigadas" a recorrer a clínicas clandestinas para fazerem abortos. Em um destes sites, uma jovem feminista escreveu uma longa peça culpando todo mundo pela morte de Jandira: os machistas, os políticos, os religiosos, a sociedade hipócrita, etc. Ou seja, todos os que ela, jovem feminista em seu mundo paranóico, combate em "textões" publicados em Facebook e sites feministas, é que são os reais assassinos de Jandira. Não foi a máfia abortista que matou Jandira, não foram médicos como o "Doutor Aborto", nada disto. Os reais assassinos foram os que dizem às mulheres para não abortar, pois isto poderá custar sua própria vida e certamente custará a vida do filho que está em seu ventre. Os reais assassinos são aqueles que dizem às mulheres que elas merecem mais que abortos. Os reais assassinos são aqueles que chamam à responsabilidades os homens, para que jamais neguem apoio às suas companheiras no caso de uma gravidez. É nesta farsa que as ativistas feministas querem que todos acreditem.


Sala de cirurgia em uma das clínicas de aborto.
Abaixo, um triturador de fetos. (fonte)
Mas o que impressiona não é que tais grupos tenham aproveitado a chance criada pela morte das duas mulheres para empurrar sua agenda, pois isto não é incomum. O que impressiona mesmo é a facilidade com que elas se esqueceram da morte das duas mulheres.

Curiosamente, não se viu feminista que tenha vindo à público apoiar os resultados da Operação Herodes, que ocorreu apenas alguns meses após as tragédias das duas mulheres. Não se soube de feminista que tenha procurado a imprensa e parabenizado a polícia por ter prendido aborteiros que há décadas ganhavam dinheiro às custas do desespero de mulheres.

É claro que isto jamais aconteceria, pois aos favoráveis ao aborto a existência de um "Doutor Aborto" tomando sua cerveja enquanto retalha bebês no ventre de suas mães é um fato que ajuda a causa que defendem. Tanto médicos inescrupulosos quanto mulheres que morrem em suas mãos, tais como Jandira e Elizângela, são dados que ajudam na manutenção da narrativa da "necessidade e urgência da liberação do aborto". Aos que apóiam o aborto, uma Operação Herodes mais atrapalha do que ajuda. Aos que apóiam o aborto, as mortes de duas mulheres que buscavam abortar seus filhos servem perfeitamente a seus objetivos.

É duro dizer tal coisa? É forçar demais? Será mesmo? Onde então está a indignação pela recente liberação dos que haviam sido presos durante a Operação Herodes? Onde está a revolta com médicos que por décadas ganharam dinheiro com o desespero e com o sangue de mulheres desesperadas? Nada... Só há silêncio. Não há passeatas. Nâo há "textão" no Facebook. Nada. 

Não são as feministas que dizem lutar pelos direitos das mulheres? Por que então o desbaratamento de uma máfia de aborteiros não mereceu qualquer atenção de tais grupos? Por que a liberação de gente que era capaz de tomar cerveja enquanto fazia abortos não criou qualquer tipo de comoção?

A verdade é que a existência de clínicas clandestinas, de médicos inescrupulosos, de máfias de aborteiros e de mulheres que morrem cometendo o crime de aborto cabe perfeitamente no plano de quem deseja ver a lberação do aborto no Brasil. E é por isto que há tanta impunidade em relação ao aborto. É por isto que a liberação dos que haviam sido presos em uma operação policial exemplar não causa o mínimo de indignação entre feministas, entre políticos defensores do aborto e nem na mídia.

No Brasil, o assassino Rei Herodes provavelmente seria endeusado e tratado como "progressista". A única coisa que desejam os abortistas é que apareçam mais Jandiras e mais Elizângelas para que suas mortes sirvam à sua causa. E enquanto isto não acontece, quanto mais "Doutores Aborto" estiverem livres, melhor.


sexta-feira, janeiro 08, 2016

Homem contratou uma "barriga de aluguel" e depois quis obrigá-la a abortar um de seus trigêmeos

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Melissa Cook
Melissa Cook, norte-americana de 47 anos e que já é mãe de 4 filhos, foi contratada por um homem de 49 anos, solteiro e que ainda vive com seus pais, para ser a barriga de aluguel de um bebê concebido com o esperma dele e o óvulo de uma jovem doadora de 20 anos. 

domingo, novembro 08, 2015

Um milagre chamado Maria Clara e o contraste entre dois médicos

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A pequenina Maria Clara sendo medida pela equipe do berçário

"Não vou tirar... Não consigo... É a esperança de manter uma vida..."

Foi com estas palavras que o médico Frederico Mendes Vieira respondeu a uma pergunta sobre o motivo pelo qual decidiu manter uma bebê no ventre de uma paciente mesmo que isto estivesse contrariando o que é relatado na literatura médica. 

Se dr. Frederico tivesse procedido de outra forma e feito o aborto, mesmo que por razões médicas, a bebê Maria Clara, filha de Charlô Pereira da Silva, não teria nascido na última sexta-feira (06/11) na cidade de São Joaquim, SC, no Hospital Sagrado Coração de Jesus. Segundo a reportagem da página São Joaquim Online, a gestação começou a mostrar-se problemática quando houve rompimento da bolsa com 21 semanas e 4 dias. Pelo que informou o dr. Frederico ao site, a literatura médica dá como certa a morto do bebê em casos deste tipo. 
Dr. Frederico Mendes Vieira

Eis as palavras do médico-obstetra:
“Não exitem relatos de bolsa rota (ruptura prematura) de fetos que tenham sobrevivido com 63 dias (sem o líquido amniótico). Existem relatos de 55 dias, mas não de 63. Vou inclusive levar ao Congresso Nacional de Medicina em Brasília e vou relatar o caso. Porque para a medicina é impossível que o feto tenha sobrevivido. Isto foi um milagre, pois não existia chances. Não era nem 99% de o feto morrer, era 100%… Era só levar para a sala do parto e abortar a criança para não causar riscos para a mãe.” 

Charlô estava internada no hospital há 2 meses devido a necessidade de cuidados intensos. Na sexta-feira passada, após dr. Frederico observar que a bebê não estava mais se desenvolvendo, foi feita uma cesariana de emergência para que Maria Clara viesse à luz. 

O tempo gestacional total foi de 30 semanas e 4 dias. Maria Clara permaneceu na barriga de sua mãe 9 semanas após o rompimento da bolsa, um verdadeiro milagre! E este milagre só foi possível porque no Hospital Sagrado Coração de Jesus havia um médico que estava comprometido com a preservação da vida, um médico que, por suas próprias palavras, tinha "esperança de manter uma vida", mesmo que para isto tivesse de contrariar até mesmo seus conhecimentos médicos.

E quando pensamos que nesta mesma semana a edição da Revista Veja São Paulo traz em sua capa o médico Jefferson Drezett que tem em seu currículo mais de 600 "abortos legais", podemos ver um dos maiores problemas do Brasil: damos valor aos que não merecem, premiamos o erro, louvamos a corrupção.
Charlô Pereira da Silva, a mãe

É evidente que a reportagem foi pautada pela militância abortista, que vê perigo com a votação do Projeto de Lei 5069/2013, que, dentre outras disposições, exige a apresentação de B.O. para o acesso ao eufemisticamente chamado "aborto legal" -- se preferir chamar de "assassinato legal" ou "esquartejamento assistido" também está valendo. Pois é... Para criar brechas para o aumento no caso de abortos no Brasil, a atual militância feminista está disposta até mesmo a deixar de lado que mulheres denunciem estupradores. A prova que a militância abortista tem o pé firme da redação de Veja (coisa que não é novidade para este blog...) pode ser visto neste trecho da reportagem:
"A questão do aborto legal vem sendo muito discutida devido ao recente projeto de lei do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele quer dificultar essa operação no país. A proposta, que passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia 21 de outubro, prevê, entre outras coisas, a obrigatoriedade de um boletim de ocorrência para a realização do procedimento (atualmente, basta a  palavra da vítima no hospital) e mais restrições à venda de medicamentos considerados abortivos no Brasil. Na prática, segundo os críticos da ideia, isso poderia impedir por aqui até a comercialização da pílula do dia seguinte, droga hoje vendida livremente nas farmácias."

Quando se quer manipular a opinião pública, começa-se sempre por criar um vilão. Neste caso, é Eduardo Cunha o alvo, por ser autor do Projeto de Lei original. Mas não apenas por isto, claro, pois há outros motivos políticos pelos quais a esquerda queira vê-lo longe do poder. Segundo a Veja, "ele quer dificultar essa operação no país". Certo... Curiosamente, a revista sequer menciona que a população brasileira é esmagadoramente contrária a mudanças na lei referente ao aborto e duvido muito que seja a favor de quem quer deixar brechas na lei para que o aborto possa ser feito por quem desejar. 

Faltou também a revista informar que os tais "críticos de idéia" são os militantes abortistas e também que a parte sobre a pílula do dia seguinte é uma deslavada mentira, tendo sido criada apenas uma cortina de fumaça pelos abortistas como é seu método conhecido.

Na reportagem da Veja São Paulo há todo um cuidado em mostrar o trabalho que dr. Drezett e sua equipe fazem com tanta eficiência há vários anos. É tudo muito "humano" e o hospital Pérola Byington até já ganhou um prêmio do Banco Mundial por seu trabalho de abortar bebês. É evidente que em momento nenhum a revista reporta que a cada aborto, independente de como tenha sido concebido, é um ser humano que é eliminado. Atendimento humanizado, neste caso, é para alguns apenas, certo?

O pai de Maria Clara, Anderson, e o médico Frederico Mendes Vieira,
emocionados com o milagre chamado Maria Clara

É também ótimo sabermos que em um país onde a Saúde Pública está totalmente falida, com gestantes muitas vezes sendo atendidas no chão de hospitais, o Pérola Byington ganha um prémio "pela excelência do trabalho ali realizado". O "trabalho realizado" no caso, é sempre bom lembrar, é a morte de bebês no ventre de suas mães. É evidente que nem dr. Drezett e nem a revista irão contar aos leitores que a partir da concepção já existe um novo ser humano. Pelo jeito, há verdades que os leitores de Veja não merecem ler.
Dr. Drezett e a capa de Veja SP

E é este tipo de trabalho realizado pelo dr. Drezett que merece uma capa da Veja São Paulo e um prêmio do Banco Mundial. Já o milagre que foi o nascimento de Maria Clara, milagre que só foi possível porque o dr. Frederico Mendes Vieira teve esperança de manter aquela vida em gestação, não merecerá uma capa de Veja ou coisa parecida. O Brasil é mesmo só para iniciados...


Mas a verdade é que isto pouco importa. As lágrimas de emoção nos olhos do médico e do pai de Maria Clara valem bem mais que uma capa de revista semanal. 

Dr. Frederico teve esperança na vida que estava em gestação e foi partícipe de um milagre que se chama Maria Clara; já o dr. Drezett, que após mais de 600 abortos declarou não ter qualquer problema de consciência, pode contemplar o resultado de seu trabalho olhando para o lixo hospitalar. Que contraste, não?

Em sua página no Facebook, o dr. Frederico assim escreveu sobre a experiência única que foi o nascimento de Maria Clara:
"Obrigado meu Deus pelos 63 milagres que trouxeram Maria Clara ao mundo e por me permitir fazer parte desta historia. 
Obrigado a família pela confiança. Especialmente aos pais Charlô e Anderson! 
Obrigado ao hospital pela estrutura disponibilizada. 
Obrigado à equipe de enfermagem pelo suporte e comprometimento. 
Obrigado a todos que se emocionaram com o milagre da vida!"

E todos nós agradecemos ao dr. Frederico e por ele representar tão bem o que é a missão da verdadeira Medicina: salvar e preservar a vida humana. 



segunda-feira, setembro 21, 2015

Uma nova batalha pela vida se aproxima

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Mesmo em tempos de instabilidade política e econômica, não podemos deixar de estar vigilantes sobre os ataques à vida e à família por parte de certas forças políticas.

Nesta semana acontecerá mais uma batalha contra as forças que lutam pela implantação do aborto -- mesmo que de forma velada -- no Congresso Nacional.

Em 2013, o deputado Eduardo Cunha, quando ainda não era presidente do Câmara, protocolou o Projeto de Lei 5.069, que tem o objetivo de dotar "(...)o sistema jurídico pátrio de mecanismos mais efetivos para refrear a prática do aborto, que vem sendo perpetrada sob os auspícios de artimanhas jurídicas, em desrespeito da vontade amplamente majoritária do povo brasileiro", segundo as próprias palavras do relator do PL, o deputado Evandro Gussi (PV-SP).

Este PL está atualmente em discussão na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O relator Evandro Gussi apresentou parecer favorável ao Projeto de Lei e também apresentou um substitutivo que inclui até mesmo a revogação de parte da lei 12.845/2013, cuja entrada em vigor foi muito criticada pelas lideranças pró-vida por seu texto que veladamente facilitava o acesso ao aborto, mesmo este sendo ilegal e tendo a esmagadora maioria da população brasileira contrária a esta hedionda prática.

Eis um breve resumo do que é pretendido pelo substitutivo do deputado Evandro Gussi:

1) criminaliza o induzimento, instigação ou auxílio ao aborto (adição de art. 126-A no CP), bem como o anúncio de meio abortivo. 
2) altera o texto da Lei 12845/2013, para adequar o texto do art 1º, 2º e 3º para impedir que o aborto vire prática de planejamento familiar. Como consequência, prevê exame de corpo de delito para atendimento de caso de violência sexual, como requisito para se proceder ao aborto, nos casos inimputáveis pela lei (estupro, risco de vida da gestante).


Além de criminalizar tanto a propaganda de meios abortivos - como é o caso de pessoas que criam páginas para venda de medicamentos proibidos que causam aborto -, estas modificações buscam minimizar o estrago feito pela lei 12.845/2013, que ficou conhecida no meio pró-vida como "Lei Cavalo de Tróia", pois ficou claro a todos que o texto da lei foi produzido especificamente com a intenção de abrir brechas para o acesso ao aborto. Mais detalhes sobre esta lei podem ser vistos aqui e aqui.

Como não surpreende ninguém, há resistências a esta proposta de legislação, principalmente por parte de deputados ligados ao governo que integram a CCJ, como pode ser visto em reportagem da própria Câmara de Deputados

O PT e seus aliados há muito vêm tentando legalizar o aborto no Brasil e a Lei Cavalo de Tróia é mais uma das tentativas neste sentido. Lembre-se também que a autoria original da lei partiu exatamente deste partido. 

Estivessem mesmo preocupados em manter o ordenamento jurídico, os deputados contrários à iniciativa dos deputados Eduardo Cunha e Evandro Gussi não permaneceriam com este posicionamento, pois tanto o Projeto de Lei original quanto seu substitutivo procuram assegurar que a legislação que foi criada para auxílio às mulheres vítimas de violência sexual não seja utilizada para outros fins.

Ao insistir em combater tanto o PL original quanto o substitutivo, os deputados contrários a este ajuste necessário na legislação parecem indicar exatamente o que se suspeitava: toda a Lei Cavalo de Tróia foi produzida para servir de base para a liberação do aborto de forma velada, como indicado por várias lideranças pró-vida.

Não fosse assim, qual seria o problema em tornar criminoso o ato de anunciar a venda de meios abortivos, já que em nosso país o aborto continua sendo um crime contra a vida? Qual seria o problema em especificar claramente o que seja violência sexual, tal como está no substitutivo? Qual seria o problema em retirar a polêmica nomenclatura "profilaxia da gravidez" do texto da lei? Afinal, qual seria o problema estabelecer que vítimas de violência sexual devem passar por exame de corpo de delito?

Tudo isto consta do substitutivo e é um avanço positivo para uma legislação que pretende - ao mesmo é o que diz pretender em seu texto -- servir de auxílio às vítimas de violência sexual. Por que então vários deputados estão contrários a estas propostas?

Ou será que interessa ao governo do PT, que desde sua subida ao poder com o presidente Lula tenta de todas as formas possíveis a liberação do aborto, que o texto da lei permaneça ambíguo, confuso e aberto às mais absurdas interpretações, exatamente para facilitar brechas na legislação que impede o aborto?

É vergonhoso que o PT e seus aliados abortistas tenham instrumentalizado até mesmo um tema tão sensível quanto violência sexual para levar à frente sua agenda abortista. Não satisfeito de quebrar o país para implantar seu projeto de poder, este partido é capaz de descer até tal ponto para criar formas de burlar nossa legislação contrária ao aborto.

Isto é um desrespeito direto à vontade da população, que é amplamente contrária à legalização do aborto. O cálculo político petista é de tal maneira maquiavélico, que a presidente Dilma apenas sancionou esta lei após a Jornada Mundial da Juventude. Somente após a partida do Papa Francisco é que a presidente Dilma sancionou a lei. Isto é cálculo político, é maquiavelismo, práticas comuns quando se trata de PT.

Para finalizar, no momento precisamos que o maior número possível de pessoas pressionem os deputados da CCJ, principalmente os indecisos quanto à questão, para que eles apareçam na reunião da CCJ da próxima terça-feira, onde este assunto será discutido. 

Abaixo segue o contato dos deputados que, segundo informações, encontram-se indecisos sobre o assunto. Quem puder, deve, de preferência, ligar para estes parlamentares. Ao clicar no nome do deputado, será aberta uma página com os contatos do mesmo. 

Uma lista com todos os membros da CCJ - a favor, contrários e indecisos em relação à matéria -  podem ser vistos neste link




TITULARES

PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB



PSD/PR/PROS



PSDB/PSB/PPS/PV



PDT



SUPLENTES

PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB



PSD/PR/PROS



PSDB/PSB/PPS/PV



PDT




sexta-feira, agosto 28, 2015

O amor destas famílias é uma bela resposta a um juiz que autorizou um aborto no RJ

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Janaína e o pequeno Emmanuel
(imagem retirada do blog "Anjos sem Rins")
O juiz Edison Ponte Burlamaqui, da cidade do Rio de Janeiro, segundo informações do jornal O Dia, autorizou um casal a abortar seu filho em gestação devido a este ser portador de agenesia renal bilateral, anomalia na qual o bebê não desenvolve os rins, o que o deixa com expectativa de vida muito curta.





quarta-feira, agosto 26, 2015

Recém-nascida é resgatada de vaso sanitário na China

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O que podemos ver na reportagem da rede CNN disponível no vídeo abaixo é mais um exemplo dos resultados da Cultura da Morte, onde as mães e pais vão perdendo cada vez mais qualquer instinto pela preservação de seus filhos. 

É evidente que não deixa de ser chocante ver uma bebezinha ser abandonada à própria sorte dentro do vaso sanitário de um banheiro público como mostra a reportagem, mas é forçoso dizer que certas coisas não mais surpreendem.

A comunista China já foi assunto deste blog em algumas postagens e o que acontece por lá é um festival de horrores. Bebês são abandonados à morte, mães são forçadas a abortar seus filhos, corpos de bebês são encontrados em rios, ou até mesmo o puro e simples infanticídio é cometido às vistas de muitos. O aborto liberado, a política de filho único por casal e mais fatores culturais contribuíram para a atual situação do que acontece por lá.

É devastador ver o quanto se pode descer quando a vida humana passa a ser relativizada e a China é um exemplo pronto disto. A imagem que vem da China é a que os abortistas jamais querem que seja vista pelo público em geral. Quando se fala na legalização do aborto, principalmente com a glamourização deste ato hediondo como desejado pela imensa maioria da militância feminista/abortista, o que se tenta esconder é que a dessensibilização de homens e mulheres em relação a seus papéis de pais e mães leva ao que podemos ver acontecendo na China e em outras partes do mundo. 


terça-feira, julho 21, 2015

"2229" é a senha

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"2229" era a senha para o sistema de alarme em uma das clínicas de abortos da Planned Parenthood, a maior rede de abortos dos EUA, que está aparecendo nos notíciários devido à divulgação de vídeos secretos nos quais são mostradas gente graúda da organização negociando preço para a venda de partes de bebês abortados.

Vídeo mostra o que é a indústria do aborto

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Dra. Mary Gater dizendo o preço que pretende receber por partes de corpos de bebês abortados

Há alguns poucos dias, a Planned Parenthood, maior rede de clínicas de abortos dos EUA, foi exposta, através de um vídeo gravado secretamente, comercializando partes de corpos de bebês abortados.

sexta-feira, julho 17, 2015

Jandira Feghali e os números do aborto: a mesma mentira de sempre

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A deputada Jandira Feghali, do PC do B, recentemente divulgou em sua página no Facebook, uma imagem no qual é afirmado que "1 mulher morre a cada 2 dias por aborto clandestino". Curiosamente, no texto que acompanhava a imagem a deputada falava em 1.000.000 de abortos anuais no Brasil, como podemos ver na imagem acima. Oportunista, a publicação da deputada aproveitou a "deixa" da morte de Tatiana Camilato, que está sendo investigada devido a suspeitas que ela tenha se submetido a um aborto na cidade do Rio de Janeiro.

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https://contraoaborto.wordpress.com/2015/07/17/jandira-feghali-e-os-numeros-do-aborto-a-mesma-mentira-de-sempre/

terça-feira, junho 02, 2015

Uma abortista tenta argumentar... E falha ridiculamente!

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Como pode ser visto acima, uma pessoa favorável ao aborto achou por bem comentar uma postagem que foi compartilhada em nossa página no Facebook. No comentário, Victória H. colocou o que ela deve mesmo achar que são argumentos que deveriam fazer todos serem favoráveis ao aborto.

Eis a transcrição literal da pérola argumentativa da abortista Victória:
"Vocês são tão hipócritas! todos se importam desde que seja um feto. sabe quantos crianças são mal tratadas, passam fome, são mortas, estupradas e etc? Porque nao tem página contra isso? Porque vocês querem proibir uma pessoa a mandar em sua própria vida e não se importa dps q nasce? Ngm sabe e nem quer saber se essa criança, q a mãe vai ser obrigada a por no mundo, vai passar fome, vai ser abandonada, mas ngm se importa, so se importa enquanto esta na barriga. Impressionante. Porque cada um não cuida da sua própria vida? É contra? Beleza, não aborta pq você não é obrigada. Mas porque quem quer não pode porque querem proibi-las? Por favor né... Vamos ser coerentes! nossa vida, nossas regras! "

Victória pode até não escrever direito, mas sabe como ninguém ler o coração e as mentes dos outros. Deve ser um super-poder ou coisa parecida. Segundo ela, quem defende a vida por nascer pouco se importa com os que passam fome ou são vítimas de violência. Na cabecinha de Victória, e apenas nela, isto é uma coisa que atinge qualquer um que defenda a vida. 

Somos, para ela, um bando de hipócritas, claro. Afinal, por que não temos página contra abandono de crianças, contra a fome ou contra estupros? Ou seja, para Victória só quem faz páginas contra a fome, contra o abandono, contra estupros, contra unicórnios verdes, contra escrever no quadro com giz molhado e outras tantas coisas é que pode ter uma página contra o aborto. É, faz sentido!

É ela que não é a hipócrita! Ela é contra tudo isto, mas é também a favor do aborto. Talvez no mundinho coloridinho de Victória isto faça sentido; no mundo real, não. Mas, para os abortistas, que se dane a realidade, não é mesmo? Afinal, para quem nega o que a própria ciência já diz há tempos, qual seria o problema ir contra a realidade, certo?

Victória é tão interessada nas crianças que passam fome e são abandonadas que gostaria que elas não viessem ao mundo. Pois é! A solução mágica da menina para o problema é se livrar da "pobrada" toda. Sabe como é: cortar o mal pela raiz! Se há fome, para que criar empregos e condições para que pais e mães alimentem seus filhos? Que nada! Victória quer mesmo é dar as condições para que os pais possam matar seus filhos sem qualquer problema. Se há abandono de crianças, Victória não quer cobrar elevação do nível educacional para esta hedionda prática não seja mais tolerada. Que nada! Victória quer é se livrar das crianças, pois, segundo a peculiar e moralíssima lógica victoriana, criança que deixou de existir não será abandonada. Na cabecinha dela isto deve fazer muito sentido.

Ela pergunta por que não cuidamos de nossa própria vida? Sempre acho curioso o nível de cinismo atingido por uma pessoa que consegue escrever tal coisa e não ver o que vai errado em suas palavras. Então Victória e outros que como ela pensam acham que a eliminação direta de um ser humano frágil e inocente é caso para se olhar para o lado, como se isto fosse ato de pouca importância? E é ela que vem falar sobre fome, sobre abandono, sobre estupros? E é ela que quer se colocar em um pedestal e cobrar coerência dos outros?

Victória, como não poderia deixar de ser, traz um velho chavão abortista: "É contra o aborto, não faça um, mas deixe fazer que assim o deseja". Este é o cinismo abortista em sua mais pura essência. Felizmente, a maioria das pessoas não é cínica como os abortistas, pois não é porque um crime não me afeta diretamente que eu devo aceitá-lo ou até mesmo tolerá-lo. 

Já os abortistas não pensam assim. Eles, em sua lógica distorcida -- Victória é um exemplo perfeito --, acham que um crime que não lhes afeta diretamente é um crime sem importância. São como crianças mimadas que ficam jogando pedras da janela de seus apartamentos pouco se importando com quem será atingido. Se não dói neles, eles não dão importância alguma -- é assim que funciona a mente abortista.


sábado, maio 30, 2015

Uma jovem mãe conta a história de seu filhinho que tem uma raríssima condição de saúde

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Lacey Buchanan e seu marido Chris conheceram-se na adolescência e se casaram ainda jovens. Poucos anos depois estavam esperando seu primeiro filho, Christian.

Após a ultrassonografia de 18 semanas, eles receberam um telefonema de seu médico e suas vidas jamais foram as mesmas. 

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terça-feira, maio 12, 2015

O caso do Paraguai: para os defensores do aborto, não há drama que não possa ser utilizado para sua causa

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O caso ainda em andamento da menina paraguaia grávida de seu padastro é por si só bizarro demais. Não surpreende que seja o tipo de caso em que muita gente seja levada a questionar suas convicções. É forçoso dizer que é em caso deste tipo que nossas convicções pró-vida são realmente desafiadas.

Como não poderia deixar de ser, os abortistas, que ficam como abutres procurando carniça para se banquetear, estão aproveitando o caso. O cheiro de podridão lhes atrai como nenhum outro. Destaca-se entre os necrófagos a atuação da Anistia Internacional, que vem pressionando as autoridades paraguaias para que a menina possa abortar.

Gravidezes resultantes de estupros e incestos são os chamados "casos limites" ao se falar sobre aborto. São estes casos que, apesar de relevância estatística bem reduzida,  são sempre utilizados pelos abortistas para empurrar sua agenda na opinião pública. Basta como exemplo que o caso chave para a liberação do aborto nos EUA foi baseado em uma alegação de estupro -- o que se mostrou uma mentira tempos depois. Aqui no Brasil, tivemos um caso semelhante há cinco anos com o tristemente famoso caso de Alagoinha, em que gêmeos foram abortados para que a Cultura da Morte pudesse seguir sua implantação durante o governo petista.

Esta instrumentalização dos dramas alheios, esta disposição para focar o debate sobre o aborto nos casos mais sórdidos é um dos métodos preferidos dos defensores do aborto. Sabem eles que quem foca exclusivamente no drama da menina-mãe estuprada por seu padrasto esquece-se facilmente que ela carrega dentro de si uma vida humana que será cruelmente assassinada. E é exatamente isto que procuram sempre os abortistas: tirar o nascituro do pensamento da opinião pública. 

A vida é um fato, e não uma escolha como desejam os abortistas. Escolhas são os ações que levam à geração de uma nova vida. O fato da vida acontece seja por amor dos pais, seja por "descuido" ou seja até mesmo pela escolha unilateral e criminosa de uma violência, mas a vida não deixa de ser um fato. E é este fato que os abutres abortistas querem que todos esqueçamos em casos como o da menina paraguaia. É aquela vida humana frágil e inocente ainda no ventre de sua menina-mãe que mais lhes incomoda e é ela que eles precisam deixar fora da equação.

Consta que a menina já está no 22o. mês de gestação. Abortistas brasileiros vivem "argumentando" que um feto de 12 semanas ainda nem possui o sistema nervoso (como se fosse isto o que define nossa humanidade) e por isto um aborto não seria problema algum até este tempo gestacional. O que não será visto na imprensa pautada pela agenda do abortismo é que o bebê que vai no ventre da menina-mãe sentirá dores inimagináveis qualquer que seja o método escolhido para seu abortamento. Talvez tais pessoas imaginem que ele deve pagar com dores extremas pelo crime horrendo de seu pervertido genitor.

Uma outra coisa que não se verá na imprensa é que já existem estudos que consideram que o tempo gestacional de viabilidade passe a ser 22 semanas. Atualmente a maioria da literatura médica considera 24 semanas como o tempo gestacional de viabilidade extra-uterina. Ou seja, com o avanço da Medicina, principalmente nas técnicas de cuidados intensivos de prematuros, bebês com tempo gestacional cada vez menor têm mais chance de sobrevivência. 

Por que então até entidades como a Anistia Internacional vêm se envolvendo no caso da menina-mãe do Paraguai? É claro que o motivo é o cheiro de carne podre que lhes excita o paladar. Os abortistas não estão nisto porque importam-se com o drama da menina, não é por alguma preocupação com sua saúde. Não é nada disto. O que lhes interessa são as manchetes e a conquista de mentes e corações para sua causa.

A Anistia Internacional está usando todo seu poder para lutar para que a menina possa fazer um "aborto seguro". Seguro para quem? Certamente não para o bebê em gestação.

As palavras publicadas na página Secular Pro-Life são claríssimas e no ponto:

"Um aborto de gestação tão avançada é feito por injeção letal no coração do bebê. Após isto a mãe entrará em trabalho de parto para expelir o corpo do bebê. Isto significa que esta pobre criança de 10 anos irá passar pela experiência do parto de qualquer forma. Devido a isto e também a todo o trauma que ele infligiu a ela, espero que seu padastro apodreça no inferno. 
A única questão é se ela dará à luz um bebê vivo ou um bebê morto. Mas a Anistia Internacional sequer considera a idéia de permitir que este bebê dê o primeiro suspiro. Eles estão apenas usando este caso para empurrar a agenda do "aborto seguro". Sinto que os dias quando a Anistia Internacional realmente se posicionava pelos direitos humanos ficaram no passado."

É exatamente isto. 

E a coisa fica ainda mais triste quando se vê até mesmo para uma entidade como a Anistia Internacional, que foi fundada por um católico preocupado com os presos políticos, faz parte da turba do abortismo internacional. Que salto enorme! Que papelão! Da luta contra regimes opressores que encarceram opositores por suas opiniões políticas para a luta contra poderosíssimos bebês ainda não nascidos. Quanta coragem! Quanto humanismo!

Assim atuam os defensores do aborto. Não têm a menor cerimônia para usar um drama devastador como o desta menina paraguaia como simples instrumento para sua agenda ideológica. E tudo, claro, com o aval de "defensores" de Direitos Humanos.